terça-feira, 29 de outubro de 2013

Diego Costa


" Um jogador brasileiro que se recusa a vestir a camisa da Seleção Brasileira e a disputar uma Copa do Mundo no seu país só pode estar automaticamente desconvocado. Ele está dando as costas para um sonho de milhões, o de representar a nossa seleção pentacampeã em uma Copa do Mundo no Brasil."

Essas foram as palavras de Felipão.

Sou a favor que jogadores brasileiros,que não tenham chance na seleção do Brasil jogue por outros países que os interessa,mas um jogador pretendido pela seleção do Brasil , querer jogar por outra seleção,acho um pouco inusitado..
Não vamos misturar politica com esporte,você representar seu pais, não quer dizer que concorda ou é contra a politica atual.
Eu não estarei lá dentro do estadio para lhe vaia,durante a copa do mundo, porque provavelmente eu estarei nas manifestações lá fora.
Lá fora defendendo os interesses do povo,mas também torcendo para a seleção do qual não consigo torcer contra.
Depois dos pedidos de dispensa na seleção de basquete,virou moda não da a minima para as cores que aprendemos a amar desde pequeno,alimentando o sonho de defende-lo em algum esporte.

Perguntado se defenderia outra seleção,Hulk diz "não defenderia outra seleção"

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

domingo, 27 de outubro de 2013

O que se passa na cabeça dos Zoófilos




É uma parafilia definida pela atração ou envolvimento sexual de humanos com animais de outras especies. Tais indivíduos são chamados zoófilos. Os termos zoossexual e zoossexualidade descrevem toda a gama de orientação humana/animal.

Fonte
You Tube

A brecha que o sistema queria


Na última sexta-feira 25, um militante da fanfarra do M.A.L. tocava com a cara marcada de agressões e um trompete torto. Era o resultado da ação de um grupo de policiais que o haviam cercado, o imobilizado, o jogado no chão e pisoteado sua cara na quarta-feira 23, em protesto no distante bairro do Grajaú.

Naquele mesmo dia, abusos ocorreram quando os manifestantes foram obrigados a entrar na avenida Presidente Kennedy, prensados entre mansões e a represa, sem ter para onde fugir. Lá, ao menos vinte e três militantes foram detidos para averiguação, em claro desrespeito à constituição. Entre outros abusos, um advogado que tentava liberar presos chegou a ser estrangulado por policiais. Ninguém ganhou capas de jornais.
Nesta sexta, o tenente coronel agredido por black blocs, salvo por um P2 (policial à paisana), foi a grande notícia do último protesto da semana de luta pelo transporte público. Ao olhar as notícias e opiniões publicadas, parece que nada mais aconteceu naquele ato.


Na lógica da grande mídia, a agressão de um policial vale mais do que dezenas de prisões arbitrárias e agressões contra manifestantes.

Ignorou-se que a mesma policia assistiu de braços cruzados à maior parte da depredação do terminal parque Dom Pedro II. Os 800 policias que acompanhavam o ato esperaram o fim dele para agir com contundência. Instantes depois de um jogral na praça da Sé, os militantes cantavam em clima de festa "violência é a tarifa, fascista é a policia". Foi quando ocorreu uma chuva de gás lacrimogêneo, vinda de todos os lados da praça. Milhares de pessoas tentavam correr dela, sob disparos de balas de borracha, muitas delas sozinhas.
A depredação na região se intensificou, e o medo era a regra pelas estreitas ruas do centro. A partir dali, ocorreu uma série de “detenções para averiguação”. Dos 92 presos, dois foram responsabilizados pela agressão ao policial. Vi pessoas sendo levadas ao hospital, com a perna sangrando após serem atingidas por policiais. Atrás da praça da Sé, manifestantes vomitavam em cima do meio fio graças aos efeitos do gás.

O processo do dia seguinte a este ato lembra o do dia 11 de junho, uma terça-feira, quando os jornais estamparam um policial sangrando, cercado por manifestantes, em uma imagem fora de contexto. Esqueceram dos detidos que passaram os próximos cinco dias sofrendo abusos em presídios simplesmente por estar protestando.

No dia seguinte, o ministro da Justiça José Eduardo Cardozo ofereceu ajuda ao governo estadual com o que fosse necessário. Dois dias depois, o que se viu foi um estado de exceção sem precedentes no centro da cidade. Desta vez, é a própria presidenta Dilma Rousseff que oferece: “o Governo Federal coloca à disposição do Governo de São Paulo o que ele julgar necessário.”

A agressão ao policial lembra o momento em que, na narrativa de Mano Brown em “Diário de um Detento”, presidiários brigam em uma cela. Depois, são usados como desculpa para a invasão do presídio, e o esquecimento dos direito humanos no massacre do Carandiru. Nas palavras de Brown, foi “a brecha que o sistema queria”.


Não se trata aqui de defender a atitude de alguns dos adeptos do black bloc que espancaram o policial. A violência física não é adequada para tratar quem ali exerce a sua profissão, seja ela qual for. A maioria dos policiais não escolheram seu ofício por sadismo, mas pela simples necessidade de salário. Para conter os abusos dessa instituição, acho que vale mais a pena combater a sua própria existência. Além disso, o próprio histórico da tática black bloc não é de agressão às pessoas, mas da destruição de símbolos do capitalismo, entre outras ações. Também é preciso ponderar até que ponto esse tipo de ação direta difusa pode resultar em alguma conquista efetiva.

Mas, independente da discussão sobre a validade da tática dos blocs, a violência cometida pelos policiais, e pelo Estado, é desproporcional àquela cometida pelos ditos vândalos. Ao igualar a violência do opressor com a do oprimido, a opinião publicada mais uma vez dá o aval para a Polícia cometer seus excessos.

Fonte
Carta Capital

Espionagem Americana no Brasil (Brasileiro traidor)


Na mesma época em que a Agência de Segurança Nacional (NSA, na sigla em inglês) espionava membros do alto escalão do governo Dilma, um funcionário da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) foi investigado e exonerado por suspeita de passar segredos para a Agência Central de Inteligência (CIA).
Segundo o jornal O Estado de S. Paulo, o espião da CIA buscou dados sigilosos sobre a atuação nacional na Tríplice Fronteira e tentou rastrear informantes do governo brasileiro na região onde o País faz divisa com a Argentina e o Paraguai. A espionagem só foi descoberta porque durante a operação o agente americano cooptou o analista 008997 da Abin, um alto funcionário do órgão que chefiara a estratégica subunidade da agência em Foz do Iguaçu (PR), antes de assumir, em 28 de julho de 2011, a superintendência em Manaus (AM).
O caso não teve abertura de processo administrativo contra o servidor para evitar o desgaste. Conforme documentos de junho de 2012 divulgados pelo ex-agente Edward Snowden, a solução dos Estados Unidos foi abreviar a missão do espião e mandá-lo para outro posto.

Segundo fontes da área de inteligência consultados pelo jornal nos últimos dois meses, de Manaus, o analista da Abin passou a acessar remotamente documentos protegidos por sigilo do escritório de Foz do Iguaçu que não tinha necessidade de conhecer e aos quais não poderia ter mais acesso.
A movimentação funcional do agente brasileiro alertou Brasília e desencadeou uma operação de contraespionagem autorizada pelo diretor-geral Wilson Trezza. Sem abrir inquérito, as provas documentais extraoficiais do comportamento inadequado do agente 008997 foram obtidas em agosto de 2012, quando ele se encontrou para jantar com o espião americano, em um restaurante de Curitiba.

Agentes deslocados de outras regionais da Abin se acomodaram próximos à dupla para ouvir o diálogo. Eles foram filmados na ocasião, quando conversaram sobre as regiões de fronteira do Brasil, entre outros temas.
O novo encontro, marcado pelos dois para acontecer dentro de um mês, não ocorreu. Subitamente, o americano foi removido. O Itamaraty confirmou que o diplomata deixou o Brasil em 12 de agosto de 2012. A suspeita é que, de alguma forma, os EUA ficaram sabendo que seu agente havia sido descoberto e não poderia mais ficar no País para evitar problemas diplomáticos. A Abin pediu explicações e o americano teria que foi procurado pelo analista brasileiro. O agente 008997 foi exonerado e aconselhado a se aposentar, o que fez em 17 de dezembro do ano passado.

O que seria feito com esse desgraçado traidor,se fosse ao contrario?
Aposentadoria como foi feito,com o nosso inimigo de casa?
Acho que Edward Snowden ou mesmo Bradley Manning, que já esta sentido na pratica saber a resposta.

Fonte
Terra

sábado, 26 de outubro de 2013

Flamengo Humilhado,o dia do senta

Botafogo e Flamengo completaram 100 anos de rivalidade em 2013. Clássico que já teve capítulos polêmicos ao longo de sua história. Recentemente, um episódio marcou esse confronto. Na final da Taça Guanabara de 2008, o Rubro-negro superou o Glorioso e sagrou-se campeão. Após a partida, revoltados com a arbitragem, os jogadores alvinegros concederam uma entrevista coletiva, quando alguns atletas choravam reclamando de um pênalti a favor do time da Gávea. Na ocasião, o fato ficou marcado como 'chororô'. Entretanto, a história mostra que este não foi o primeiro acontecimento inusitado do duelo.

 No dia 10 de setembro de 1944, em partida válida pelo Campeonato Carioca, Botafogo e Flamengo se enfrentaram em General Severiano. O Estádio recebeu um grande público, afinal grandes craques do futebol estavam em campo. Naquela tarde, o Time da Estrela Solitária levaria a melhor. Logo no início, Heleno de Freitas abriu o placar para o Alvinegro, mas em seguida Jaime empatou para o Mais Querido. O argentino Valsek, antes do fim da primeira etapa, colocou o Botafogo novamente em vantagem.
No segundo tempo, Valter e Heleno fizeram mais dois para o Glorioso. Jarbas diminuiu para o Rubro-negro. Nesta altura, o placar marcava 4 a 2. Eis que aos 31 minutos, Geninho acertou um chute de longe, a bola bateu no travessão, quicou dentro do gol e saiu. O árbitro do jogo, Aristides Figueira, conhecido como Mossoró, assinalou gol. Todavia, os jogadores do Flamengo não se conformaram com o lance e, simplesmente, sentaram no gramado e se recusaram a continuar jogando. A partida ficou conhecida como 'O Jogo do Senta'.

No próximo ano, o acaso completa 70 anos e vai virar livro. O professor e jornalista Paulo Cezar Guimarães, será o responsável pela divulgação do fato. Com o intuito de aproximar as gerações atuais a fatos históricos, o colunista contou como conseguiu o material e revelou o objetivo de sua iniciativa.
"Minha intenção é divulgar essa história. Fiquei surpreso com a quantidade de material sobre essa partida. Além disso, já consegui três pessoas que estavam presentes no duelo. Há vários programas de 'baú do esporte' e isso nunca foi explorado. O jogo já fez 50...60 anos e ninguém fala sobre. A mídia esconde esse episódio. Então o livro vai contar detalhe por detalhe dessa história, vai ser bem legal", disse.

No mais, o Paulo Cezar Guimarães disse que em sua infância, esse marco histórico era alvo de zoações por parte dos torcedores. Bem humorado, o jornalista revelou as brincadeiras da época.

"Quando comecei a acompanhar futebol, as pessoas brincavam com o hino do Flamengo e cantavam assim: 'Sentar, sentar, sentar, uma vez Flamengo, Flamengo até sentar'. Era divertido", contou.
O livro sobre 'O Jogo do Senta' será lançado um dia antes da data em que o confronto completa 70 anos, no dia 10 de setembro de 2014.

Fonte
Esporte Interativo

COMO É FEITO O FOIE GRAS


Tem certeza que não comeria essa belíssima comida?
Com uma cara de delicioso?
Acima de tudo é chique!?
Até parece comida da realeza..

Então coma você, porque essa comida chique chamada de foie gras, ou "fígado gorduroso", é feita com fígado doente de patos, gansos e marrecos. Esteatose Hepática é o nome da doença caracterizada pelo acúmulo de gordura no fígado e, em alguns casos, inflamação e fibrose (cicatrizes). Em seus últimos dias, a ave come até o fígado crescer 12 vezes.

Esta iguaria típica da França é um patê gorduroso feito com o fígado dilatado de patos, gansos e marrecos. Para que o órgão fique hiperdesenvolvido, as aves são submetidas a uma vida confinada e uma alimentação forçada, o que gera protestos de grupos de ecologistas do mundo todo. Alemanha, Itália, Israel e Grã-Bretanha até já proibiram a comida. A tradição do foie gras é antiga: há registros de que egípcios e romanos já o produziam, alimentando suas aves com figos durante seis meses. Hoje, utiliza-se uma ração gordurosa, geralmente consumida por patos – que são mais baratos que o ganso e o marreco e têm a capacidade natural de acumular gordura, por serem aves migratórias e precisarem armazenar energia.1. No geral, usam-se patos da raça mulard (resultado do cruzamento entre o pato-de-pequim e o marreco). Nos primeiros 100 dias, eles comem milho e são criados soltos. Depois, é hora de ir para o confinamento, que facilita a engorda.


2. Alguns criadores mantêm iluminação artificial para que o bicho fique mais tempo acordado (e, portanto, comendo). São duas doses de ração por dia, por um período de dez dias a quatro semanas. Muitas vezes, a gororoba é injetada por um cano que vai direto ao esôfago, preso ao pescoço por um anel.

3. O fígado do bicho ganha certo amargor ao tentar metabolizar os excessos da dieta. Hiperestimulado, ele chega a crescer até 12 vezes seu tamanho normal – com a gordura correspondendo a 65% de seu peso. No fim, o órgão de um pato pode atingir 0,5 kg. O de um ganso, até 2 kg.

4. Com pouco mais de quatro meses, o animal está pronto para o abate. O fígado se tornou uma massa semissólida, macia e de cor pálida. Há quem prefira comê-lo recém-retirado do animal. Ele também pode ser cortado em fatias ou cozido e servido frio.

A ração é constituída por muito carboidrato, vindo do amido de milho, além de gordura de porco e de ganso.

Fonte
Bárbara Ragov
("Roubado do Facebook")

sábado, 19 de outubro de 2013

Grupo de Estudos Nordeste Independente


O Grupo de Estudos Nordeste Independente ou Movimento Nordeste Independente é um movimento e um grupo de estudo separatista organizado e pacífico.
Tem como objetivo a autodeterminação de parte da Região Nordeste com exceção do Maranhão e da Bahia. Foi fundado pelo pernambucano Prof. Dr. Jacques Ribemboim.

O grupo fundado entre 1992 e 1994, por Jacques Ribemboim, professor Adjunto da Universidade Federal de Pernambuco, economista, com mestrado pela University College London e doutorado em economia pela UFPE. O grupo teve como base de criação a rivalidade com a Região Sudeste do País. Para eles, as políticas econômicas adotadas pelo Brasil visam proteger as empresas do Sudeste e prejudicar o consumo dos nordestinos. O fundador do grupo lançou o livro "Nordeste Independente", que explica suas teorias sobre a separação.

A proposta do Prof. Dr. Jacques Ribemboim excluia os estados da Bahia e do Maranhão do novo mapa, por considerar que essas regiões tinham poucas afinidades culturais com o resto do Nordeste e desafios próprios a serem superados. Na proposta do Prof. Dr. Jacques Ribemboim, o novo país seria formado por doze estados

Rio Grande, ex-Rio Grande do Norte
Paraíba
Pernambuco
Petrolina, desmembrando a porção oeste de Pernambuco
Alagoas
Sergipe
Ceará
Cariri, desmembrando a porção sul do Ceará
Piauí
Picos, desmembrando a porção centro-sul do Piauí
Gurguéia, desmembrando a porção sudoeste do Piauí
Fernando de Noronha, ex-distrito estadual de Pernambuco

Jacques Ribemboim sugere que o novo país se chame simplesmente República do Nordeste, mas lista outros nomes possíveis como República do Mandacaru, Frei Caneca, Nova Holanda, Zumbi, Pindorama, Estados Unidos do Nordeste Sulamericano (United States of Northeastern South America) ou Confederação do Novo Equador.

O livro "Nordeste Independente" conta que os motivos encontrados pelo grupo foram o separatismo natural ao longo da história, o processo de concentração social e regional da renda nas Regiões Sul e Sudeste, os favorecimentos políticos e econômicos na Região Sudeste em detrimento de regiões como o Nordeste, entre outros motivos.

Fonte
Wikipédia

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Brasil compra R$ 2 bi em armas da Rússia e agora negocia caça


País poderia receber jatos Sukhoi-35 para substituir seus Mirage-2000 e participar da produção do novo modelo T-50
Contrato para aquisição de baterias antiaéreas Pantsir-S1 e lançadores Igla-S, contudo, só deve ser assinado em 2014.

IGOR GIELOW DIRETOR DA SUCURSAL DE BRASÍLIA

O Brasil aprofundou sua cooperação militar com a Rússia ao fechar a compra de R$ 2 bilhões em baterias antiaéreas e admitiu participar da produção do caça de próxima geração que está sendo desenvolvido por Moscou.
Segundo o ministro Celso Amorim (Defesa), nada impede a participação brasileira no projeto do Sukhoi T-50, caça que tem cinco protótipos voando e que servirá de base para um modelo a ser produzido em conjunto com a Índia.

Amorim fez o comentário após reunião com seu colega Sergei Shoigu. Reafirmou que o processo para comprar caças de geração atual, o F-X2, segue com três concorrentes: o americano F/A-18, o francês Rafale e o sueco Gripen NG.

Os russos não fizeram ofertas formais de seu modelo atual, que ficou de fora do F-X2, o Sukhoi-35. Segundo a Folha apurou, contudo, a Força Aérea recebeu uma consulta informal para receber uma espécie de "combo".
Pela oferta, o Brasil receberia Sukhoi-35 para substituir seus Mirage-2000 que serão aposentados neste ano enquanto o T-50 não atingir estágio operacional, o que deve ocorrer só após 2016. O novo caça só deverá ter produção comercial no fim da década.

No encontro com Amorim, Shoigu falou genericamente que poderia fazer leasing de equipamento militar russo. Isso foi lido com uma senha para a solução intermediária.
A compra dos caças se arrasta desde 2001. O F/A-18 tinha superado o Rafale no favoritismo, mas o escândalo da espionagem americana travou o negócio politicamente. A ampliação da cooperação com a Rússia ocorre no momento em que a relação Brasil-EUA está abalada.
O T-50 é o projeto de caça de quinta geração em estágio mais avançado no mundo. Só os EUA têm um avião deste tipo hoje, o F-22. A denominação é genérica e indica a adoção de itens como alto índice de informatização e capacidade de voo furtivo, o chamado "invisível ao radar". Sua grande vantagem é a abertura da Rússia a cooperações --os EUA não vendem o F-22.
Para que a negociação ande, os russos deverão melhorar seu pós-venda. Segundo a Folha apurou, a delegação de Shoigu recebeu reclamações sobre peças de reposição e manutenção dos helicópteros de ataque Mi-35 que estão sendo fornecidos à FAB.

O fato de ter sido sacramentado o próximo passo para a compra de baterias antiaéreas Pantsir-S1, um produto de alta tecnologia, indica que o Brasil deu um voto de confiança a Moscou. Amorim ressaltou que a ideia não é a compra em si, mas a capacitação tecnológica. A previsão é de que uma empresa brasileira, que poderá ser a Odebrecht Defesa, venha a produzir a arma. O contrato deverá ser assinado em meados de 2014. Prevê a compra de três baterias mais duas de lançadores Igla-S.

Fonte
Assuntos Militares

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Represa mais antiga do mundo


Uma expedição de espeleólogos descobriu a represa mais antiga do mundo situada na região de Krasnodar, no sul da Rússia. Agora a história das invenções da humanidade terá de ser revista. Essa obra tem uma idade superior a mais de dez mil anos. Anteriormente se pensava que as primeiras represas tinham sido construídas há cerca de 4.500 anos.

Os espeleólogos da Sociedade Russa de Geografia (SRG) descobriram numa caverna da região de Krasnodar aterros de argila sem semelhança com nenhuns outros. Os cientistas afirmam com certeza que essas represas são barragens artificiais construídas pelos homens do neolítico. Essas construções hidrotécnicas deveriam acumular a água que escorria pelas paredes da caverna.
Segundo informou o chefe da seção de espeleologia da SRG Vyacheslav Isaev, "foram retiradas amostras do solo e no Instituto de Geologia da Academia de Ciências Rússia foram realizadas análises que confirmaram a nossa suposição que os aterros eram artificiais". Os cientistas determinaram a idade das represas: elas têm mais de dez mil anos. Daí resulta que esta é a represa mais antiga do mundo e agora a história das descobertas da humanidade terá de ser reescrita.

Anteriormente, os especialistas tinham atribuído a criação de represas aos antigos egípcios. Se considerava que as primeiras estruturas hidrotécnicas apareceram no Nilo há cerca de 4.500 anos. Agora se verificou que as represas são construções muito mais antigas. Agora essa caverna de Krasnodar já é apelidada de Plotinnaya (Caverna da Represa).
Depois do estudo da caverna Plotinnaya, os cientistas avançaram uma hipótese: no final do Neolítico os humanos teriam usado esse território para a caça. Numa das cavernas eles teriam encontrado água e construíram represas que permitiam acumulá-la em local seguro e acessível.

As cavernas dos homens antigos já tinham sido descobertas na região de Krasnodar há mais de 30 anos. Nessa altura, no início dos anos de 1980, os cientistas descobriram na caverna Plotinnaya um recipiente de argila feito ainda antes da invenção da roda de oleiro, mas os aterros de argila que estavam numa zona escura eram quase impossíveis de distinguir.

Vyacheslav Isaev, que chefiou essas expedições, explica:

"Quando os espeleólogos passaram a usar as modernas lanternas de LED, que têm uma iluminação potente, verificámos que nos anos 80 nós visitámos cavernas completamente diferentes. Agora começámos a vê-las de uma outra forma e a encontrar coisas que antes não eram visíveis.

Fonte
Voz da Rússia