Mostrando postagens com marcador animais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador animais. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 11 de março de 2015

Enfim descoberto como camaleões mudam de cor


A mudança de cor no corpo dos camaleões é impressionante. Como ela acontece? Isso passou muito tempo sem uma resposta convincente dos cientistas. Agora, pesquisadores finalmente identificaram uma fina camada de nanocristais deformáveis ​​na pele do animal, que o permite mudar de cor.

Por muito tempo, acreditava-se que os camaleões mudavam de cor porque tinham células especiais, que dispersavam pigmentos abaixo da sua pele externa transparente - algo semelhante aos polvos.

No entanto, uma equipe de cientistas na Universidade de Genebra (Suíça) observou que os camaleões possuem uma camada de células epiteliais que contêm nanocristais flutuantes.
Esses cristais ficam relativamente bem distribuídos dentro da matriz celular, e à medida que se aproximam ou se afastam, eles refletem a luz em comprimentos de onda diferentes.


Os pesquisadores também descobriram que os camaleões podem alterar o espaçamento entre os cristais, e por isso mudam de cor diante de nossos olhos.

A equipe liderada pelo professor Michel Milinkovitch analisou o camaleão-pantera e descobriu que há uma camada sob a pele composta por células chamadas iridóforos. Elas contêm os nanocristais, que são feitos de guanina - um dos componentes do DNA.

A pesquisa revela que, quando os cristais repousam em uma forma de malha, eles refletem principalmente a luz azul e verde. Mas quando agitadas, as células permitem que a malha se expanda, aumentando a reflexão da luz amarela e vermelha.

Fonte
MSN

domingo, 11 de janeiro de 2015

Na Bahia suíço cria sistema de produção e preservação de florestas

Ernst Görsch recuperou 500 ha de áreas degradadas na Bahia e defende que ser humano deve cooperar com a natureza.


Há 25 anos, o suíço Ernst Göstch conheceu o cenário de devastação nas florestas no Brasil. Comprou um pedaço de terra no sul da Bahia e resolveu reagir: mudou-se com a família para recuperar 50 hectares degradados pela criação de gado.
Três córregos passavam pela área. Após o processo de recuperação, eles multiplicaram-se: poidia-se contar 17 córregos.

Götsch, biólogo com formção em genética, desde então tornou-se especialista em revegetação: sozinho, ele conseguiu aumentar a fauna da região e tornou a fazenda produtiva.
As técnicas usadas por ele foram mostradas a 180 alunos que lotaram o auditório de Música da UnB.

Para Ernst, o segredo do sucesso desse tipo de empreitada está no respeito à biodiversidade.
“Cada espécie realiza uma tarefa dentro de um contexto maior”, afirma.
Ernst aplica o conceito de agrofloresta no seu trabalho. “A ideia por trás desse conceito é que, ao mesmo tempo em que se recupera uma área degradada, produza-se algo naquele local para consumo próprio ou comercialização”, explica Juã Pereira, do Instituto de Permacultura (Ipoema).


Na opinião do especialista suíço, a demarcação de áreas de proteção ambiental seria desnecessária se esse tipo de modelo fosse amplamente adotado. “É engraçado que uma espécie dentro do planeta precise de áreas de proteção. Acabamos por proteger o ser humano dele mesmo”, disse.
O geneticista defende uma mudança de concepções para garantir a preservação do meio ambiente e a sustentabilidade. “Se cada espécie realiza uma tarefa, nós precisamos olhar para o espelho e perguntar se estamos cumprindo nossa função”.

Por meio dessa experiência na Bahia, Ernst aprendeu que é preciso cooperar com a natureza ao invés de travar uma briga contra ela. “O macaco-prego, por exemplo, é ótimo em plantar sementes.
Até mesmo o pulgão, que geralmente é considerado uma praga, exerce seu papel”, conta.
Além de trabalhar junto com outras espécies, o especialista recupera áreas degradadas a partir do conhecimento das sucessões ecológicas. “Ele respeita o ciclo que começa apenas com capim e chega a árvores de ciclo longo”, explica Juã.
Ernst realiza palestras e cursos sobre sistemas agroflorestais e já ajudou a aplicar o método em todos os biomas.

Fonte
UNB
Documentário realizado por Felipe Pasini, Ilana Nina e Monica Soffiatti, "Neste Chão Tudo Dá - semeando conhecimento e colhendo resultados"

sábado, 23 de agosto de 2014

Tatu Canastra


Encontrado em quase toda a América do Sul, o tatu-canastra é o maior membro de sua família (Dasypodidae). É um animal robusto, dotado de enormes garras que servem para cavar buracos em busca de formigas e cupins. Seu corpo é coberto por uma carapaça coriácea que o protege contra predadores. Pode pesar até 50 quilos e chega a medir 1,5 metro de comprimento (incluindo a cauda).

Apesar de seu tamanho e de sua grande área de distribuição é um animal raro de ser observado. A espécie é visada por caçadores e o desmatamento está destruindo o seu habitat. Além disso, passa a maior parte do tempo embaixo da terra. Há quem diga que é uma criatura mitológica, outros acreditam que não exista mais. Hoje se encontra na categoria vulnerável da lista vermelha de animais ameaçados de extinção da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês), mas o projeto Tatu Canastra, uma iniciativa do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ) e da Royal Zoological Society of Scotland, está tentando mudar essa história.


Um estudo realizado por Arnaud Desbiez, biólogo e coordenador do projeto, e pelo médico veterinário Danilo Kluyber, revelou que o tatu-canastra altera o ambiente, muda a disponibilidade de recursos para outras espécies e, por isso, é considerado um engenheiro do ecossistema indispensável para o meio ambiente.

O animal cava túneis para dormir ou procurar comida. As tocas podem atingir 5 metros de profundidade e 35 centímetros de largura. Esses buracos são utilizados por outros animais como refúgio térmico, abrigo contra predadores e área de alimentação e descanso. Pelo menos 24 espécies de vertebrados se beneficiam dos novos habitats criados pelos canastras.


A pesquisa também indica que as tocas podem ser importantes aliadas dos animais contra o aquecimento global. A temperatura do interior dos buracos se mantém constante em 24°C. “Com as mudanças climáticas e a tendência das temperaturas aumentarem, as tocas de tatu-canastra podem ajudar as espécies a sobreviverem a essas mudanças e temperaturas extremas”, diz Desbiez.

Os gigantes encouraçados são extremamente importantes para a manutenção de um ecossistema saudável e sua extinção causaria um desequilíbrio nos habitats onde são encontrados. Assim, o Projeto Tatu Canastra segue com as pesquisas e luta pela conservação da espécie.

Fonte
National geographic Brasil

quinta-feira, 19 de junho de 2014

iPhone Photography Awards 2014 (melhores fotos feitas com um iPhone)

O IPPA premia todos os anos as melhores fotografias feitas com iPhone.
A intenção do prêmio é provar que, para fazer boas fotografias, basta ter um bom olho.
Darei aqui bons,mais poucos exemplos de fotos brilhantes,ao final da postagem terá um link para a pagina principal onde possar ver todas fotos premiadas em diversas categorias.

1º Lugar na categoria Árvores


1º Lugar na categoria Animais


2º Lugar na categoria Árvores 



2º Lugar na categoria Animais



3º Lugar na categoria Árvores



3º Lugar na categoria Animais



1º Lugar na categoria Viagem




Veja todas as categorias nesse LINK

Fonte
Ippawards

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Dia Internacional da Biodiversidade

A biodiversidade é a base de nossas vidas Além da fascinante beleza e abundância de todas as espécies e ecossistemas naturais, não podemos esquecer os benefícios diretos que esta riqueza oferece, como ar e água limpos, proteção contra desastres naturais, medicamentos e alimentos.


Fonte
WWF Brasil

sábado, 21 de dezembro de 2013

Uma verdadeira Família












Essa postagem mim lembrou da Equipe Espankko Muay Thai,esse ato é o que todas as famílias de verdade faria.
Exemplo vindo dos ditos "animais"...Literalmente a união faz a força..

Fonte
Lolhehehe

domingo, 10 de novembro de 2013

O Homem e o tratamento que damos a outros animais..(crueldade)


Uma empresa americana desenvolveu uma "mochila eletrônica" que pode ser colocada em uma barata para permitir que os movimentos do inseto sejam controlados por meio de um telefone celular. O invento está obrigando a companhia a se defender de acusações de crueldade. A Backyard Brains diz que o aparelho tem o objetivo de fazer as crianças se interessarem por neurociência.

Uma porta-voz da empresa disse à BBC que o dispositivo, lançado recentemente, não é um chamariz. Mas os críticos dizem que a postura da companhia é falsa. Antes de receber a mochila, a barata tem que ser preparada. Primeiro, ela é colocada viva em água gelada – que funciona como uma espécie de anestesia. Depois, a cabeça do inseto é lixada para eliminar uma camada de cera. Um conector e eletrodos são então colados no corpo do inseto e uma agulha é usada para fazer um buraco no tórax, para que um fio seja inserido. As antenas da barata são então cortadas para que eletrodos sejam instalados. Um circuito é preso nas costas do inseto. Esse aparato é capaz de receber sinais emitidos por meio de um aplicativo instalado em um telefone celular. O sistema permite ao usuário controlar alguns movimentos da barata, definindo se ela anda para a esquerda ou para a direita.

O cientista Jonathan Balcombe, especializado em comportamento animal, disse a sites americanos especializados em ciência que os insetos são feridos no processo. "Se fosse descoberto que um professor estava incentivando seus alunos a usar lentes de aumento para queimar formigas e depois estudar seus tecidos, como as pessoas reagiriam?", ele disse em entrevista. Defendendo ponto de vista semelhante, o professor de filosofia da Queens University, Michal Allen, disse que o aparelho vai "encorajar amadores a operar de forma invasiva em organismos vivos" e "encorajar o pensamento de que organismos vivos e complexos são meras máquinas ou ferramentas". A companhia, baseada em Michigan, chegou a receber e-mails dizendo que a "mochila eletrônica" – batizada de Roboroach – "ensina crianças a serem psicopatas". Mas a Backyard Brains diz que 20% da população do mundo em breve terá uma desordem neurológica – enfermidades para as quais ainda não há cura conhecida.


As "mochilas eletrônicas" seriam uma forma dos estudantes começarem cedo a analisar o problema. A companhia disse à BBC que a "mochila eletrônica" foi desenvolvida exclusivamente para encorajar as crianças a desenvolver interesse pela neurociência, um conhecimento que precisaria ser melhor lecionado nas escolas americanas. "No momento, essa questão de importância crucial é lamentavelmente mal ensinada”, disse a porta-voz da empresa. Segundo ela, o assunto é abordado dentro da disciplina de biologia nas escolas dos EUA, mas na opinião da empresa a neurociência deveria ser uma matéria independente. "Isso especialmente vem ao caso quando doenças do cérebro, como o mal de Alzheimer, cobram um alto preço da sociedade". A porta-voz afirmou que os insetos são tratados com humanidade e as "mochilas", desenvolvidas em 2011, não os machucam. Os aparelhos chegarão ao mercado americano em Novembro a um preço estimado de US$ 99 (R$ 227).

Eu já fui a favor de pesquisa com animais,até descobrir que temos formas alternativas,os animais não precisam passar por isso,para melhorar a vida de outros animais "nós".
Então passei a levanta a bandeira contra a pesquisa usando animais,não importa que seja gato,cachorro,cobra, até mesmo barata que não é agradável a muito de nós,que não compreendemos as suas peculiaridades,a taxando como "nojentas"

Fonte
BBC

sábado, 26 de outubro de 2013

COMO É FEITO O FOIE GRAS


Tem certeza que não comeria essa belíssima comida?
Com uma cara de delicioso?
Acima de tudo é chique!?
Até parece comida da realeza..

Então coma você, porque essa comida chique chamada de foie gras, ou "fígado gorduroso", é feita com fígado doente de patos, gansos e marrecos. Esteatose Hepática é o nome da doença caracterizada pelo acúmulo de gordura no fígado e, em alguns casos, inflamação e fibrose (cicatrizes). Em seus últimos dias, a ave come até o fígado crescer 12 vezes.

Esta iguaria típica da França é um patê gorduroso feito com o fígado dilatado de patos, gansos e marrecos. Para que o órgão fique hiperdesenvolvido, as aves são submetidas a uma vida confinada e uma alimentação forçada, o que gera protestos de grupos de ecologistas do mundo todo. Alemanha, Itália, Israel e Grã-Bretanha até já proibiram a comida. A tradição do foie gras é antiga: há registros de que egípcios e romanos já o produziam, alimentando suas aves com figos durante seis meses. Hoje, utiliza-se uma ração gordurosa, geralmente consumida por patos – que são mais baratos que o ganso e o marreco e têm a capacidade natural de acumular gordura, por serem aves migratórias e precisarem armazenar energia.1. No geral, usam-se patos da raça mulard (resultado do cruzamento entre o pato-de-pequim e o marreco). Nos primeiros 100 dias, eles comem milho e são criados soltos. Depois, é hora de ir para o confinamento, que facilita a engorda.


2. Alguns criadores mantêm iluminação artificial para que o bicho fique mais tempo acordado (e, portanto, comendo). São duas doses de ração por dia, por um período de dez dias a quatro semanas. Muitas vezes, a gororoba é injetada por um cano que vai direto ao esôfago, preso ao pescoço por um anel.

3. O fígado do bicho ganha certo amargor ao tentar metabolizar os excessos da dieta. Hiperestimulado, ele chega a crescer até 12 vezes seu tamanho normal – com a gordura correspondendo a 65% de seu peso. No fim, o órgão de um pato pode atingir 0,5 kg. O de um ganso, até 2 kg.

4. Com pouco mais de quatro meses, o animal está pronto para o abate. O fígado se tornou uma massa semissólida, macia e de cor pálida. Há quem prefira comê-lo recém-retirado do animal. Ele também pode ser cortado em fatias ou cozido e servido frio.

A ração é constituída por muito carboidrato, vindo do amido de milho, além de gordura de porco e de ganso.

Fonte
Bárbara Ragov
("Roubado do Facebook")

quarta-feira, 3 de julho de 2013

CCJ aprova criminalização de maus-tratos contra cães e gatos

A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nessa terça-feira uma proposta que torna crime a prática de atos contra a vida, a saúde ou a integridade física e mental de cães e gatos. O texto ainda precisa ser votado pelo Plenário da Casa, segundo informações da Agência Câmara Notícias.

O relator na comissão, deputado Márcio Macêdo (PT-SE), defendeu a aprovação do Projeto de Lei 2833/11, do deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP), com emenda que abrandou algumas penas em comparação ao texto original.
Pela emenda, a punição para quem provocar a morte dos animais será de 3 a 5 anos de reclusão - o projeto estabelecia penas de 5 a 8 anos. Já se o crime for culposo, a sanção será de detenção, de três meses a um ano, e multa. A primeira proposta previa pena de detenção de 3 a 5 anos.

O texto aprovado também especifica como agravante, na hipótese de morte do cão ou do gato, o fato de o crime ter sido cometido com emprego de veneno, fogo, asfixia, espancamento, arrastamento, tortura ou outro meio cruel. Nesses casos, a pena passa a ser de 6 a 10 anos de reclusão. O projeto prevê ainda a aplicação da pena em dobro se o crime for cometido por duas ou mais pessoas ou pelo proprietário ou responsável pelo animal.

Punições
A proposta ainda prevê punição para outras condutas como:

- deixar de prestar assistência ou socorro a cão ou gato, em vias e logradouros públicos ou propriedades privadas, em grave e iminente perigo, ou não pedir o socorro da autoridade pública – detenção de 2 a 4 anos;

- abandonar cão ou gato à própria sorte em vias e logradouros públicos ou propriedades privadas - detenção de 3 a 5 anos;

- promover luta entre cães - detenção de 3 a 5 anos;

- valer-se de corrente, corda ou aparato similar para manter cão ou gato abrigado em propriedade particular - detenção de 1 a 3 anos;

- expor cão ou gato a situações que coloquem em risco a integridade física, a saúde ou a vida - detenção de 2 a 4 anos.

Nas hipóteses em que essas condutas causarem mutilação permanente do animal ou implicarem perda de membro, órgão, sentido ou função, a pena prevista será aumentada em 1/3.

Violência

Macêdo destacou que, apesar da existência da Lei 9.605/88, que prevê sanções penais e administrativas a condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, “a violência contra cães e gatos tem crescido assustadoramente”. Na opinião do relator, as penalidades atuais são "ínfimas".

De acordo com essa lei, os maus-tratos contra animais silvestres, domésticos ou domesticados devem ser punidos com detenção de 3 meses a um ano, e multa. O período de detenção é aumentado de um sexto a um terço, se o animal morrer. Sofre a mesma pena quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.

Fonte
Terra

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Cupins Camicases


Especialistas belgas encontraram uma nova espécie de cupim na Guiana Francesa com uma característica curiosa e que, até hoje, nunca havia sido documentada.
À medida que envelhecem e se tornam menos capazes de cumprir as tarefas do dia a dia, os insetos desse grupo começam a armazenar cristais sólidos que produzem uma reação química quando misturados com outras secreções do animal.
Como resultado, seu poder defensivo aumenta, o que lhes confere grande utilidade para a colônia.
Já se sabia antes que alguns tipos de cupins, para defender sua comunidade, podem literalmente "se explodir", liberando uma enxurrada de produtos químicos sobre seus inimigos.
Assim, quando confrontados com uma ameaça à integridade da colônia, estes cupins cometiam suicídio para defender seu grupo. No caso dos cupins da Guiana Francesa, explicam os especialistas, a diferença é que cabe aos insetos mais velhos a responsabilidade do "suicídio coletivo" frente a uma ameaça. Ou seja, tornam-se camicases, ou "cupins-bomba", da colônia.

Corrosão letal
"Um estudante de graduação em meu laboratório, Thomas Bourguignon, estava pesquisando a ecologia comunitária dos cupins e coletando amostras, quando, de repente, se deparou com algo realmente especial", disse à BBC o professor Yves Roisin, da Universidade Livre de Bruxelas.
Roisin explica que ao romper partes de seu corpo, os cupins da espécie Neocapritermes taracua liberam substâncias tóxicas que são jogadas sobre os invasores, corroendo seus corpos.
"As secreções tóxicos para a defesa são normalmente armazenados nas glândulas salivares, mas esta espécie transporta uma 'mochila' com dois tipos de cristais sólidos do lado de fora do corpo. Quando o cupim 'explode', os dois são misturados para produzir uma substância tóxica mais potente", afirmou Roisin.
Ainda não se sabe como esses cupins conseguem sintetizar os cristais. Também é desconhecido se outras espécies deste gênero desenvolveram um mecanismo semelhante.
"Há cerca de cinco ou seis espécies deste gênero, mas até agora encontramos a presença de cristais do lado de fora do corpo apenas da Neocapritermes taracua", disse Roisin. O estudo foi publicado na revista americana "Science".

Fonte;
G1

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Cão de Salvamento


Os cães de salvamento foram utilizados pela primeira vez na Grã-Bretanha, durante a Segunda Guerra Mundial. Estavam encarregados de localizar as pessoas soterradas por escombros dos edifícios. A sua eficácia foi tão grande que nos anos cinquenta, começaram a ser criadas escolas para formação de cães de salvamento, não só na Inglaterra, como também nos Estados Unidos, Alemanha e Suíça.

As operações de socorro em que os cães intervêm são numerosas, pois a cada ano são registrados um milhão de abalos sísmicos em todo o mundo e aos terremotos acrescentem-se os desabamentos, incêncios, explosões, acidentes em obras de construção, minas ou edifícios.
Pela sua mobilidade e faro, o cão treinado para a busca e salvamento de vítimas complementa o trabalho dos aparelhos de detecção eletrônicos, e muitas vezes, supera-os.

Segundo estudos realizados na Alemanha há alguns anos, eram necessários 20 homens trabalhando durante uma hora para localizar uma pessoa soterrada em grande profundidade. A utilização dos aparelhos geófonos do tipo Capson reduziu consideravelmente esse prazo. No entanto, os aparelhos apenas captam e amplificam os chamados, gemidos ou o bater do coração de vítimas conscientes, enquanto que o cão, graças ao seu olfato priveligiado, pode localizar pessoas mortas ou vivas em meio à fumaça ou ao ruido e mesmo na mais completa escuridão.

Para realizar as tarefas de resgate os cães têm pouco tempo. Uma operação complexa pode levar no máximo 12 dias. Depois desse período considera-se que nenhum ser humano poderia ter chances de sobreviver. No terremoto que abalou o México, para que os cães mantivessem seu aproveitamente sempre em níveis máximos, eles eram colocados para trabalhar em lugares diferentes por 4 horas diárias, em turnos de meia hora.

A raça mais usada para o resgate é, ainda, o pastor alemão, embora cada vez mais sejam adotadas outras raças, como o Pastor Belga, o Boxer, o Dobermann, Labrador, Rottweiler entre tantas outras. A principal característica desejável num cão de resgate é que eles sejam treinados com o maior rigor possível e que realmente GOSTEM de pessoas.
No treinamento procura-se considerar todas as situações difíceis e que podem perturbar os hábitos dos cães e que dificultrem sua capacidade de busca, incluindo aparelhos ruidosos, sirenes, grande movimentação de pessoas, gritos, fumaça, gases e, além disso, exercícios noturnos. Nestes exercícios, os voluntários se escondem por baixo dos mais diversos materiais, ou entre montes de tubos. Mais difícil ainda é, para o cão, o exercício em que tem que desenterrar vítimas soterradas, porque a camada de terra ou lama detém o odor da vítima e dificulta a ação do cão. Outra modalidade de exercício envolve a utilização de geladeiras repletas de carne para comprovar as reações do cão que não deverá ceder à tentação, pois sua função é a de 'salvar' pessoas e não promover 'saques'.
Para que o cão seja motivado para a busca, o dono deve sempre animá-lo e parabenizá-lo após o trabalho concluído e em qualquer circinstância. Normalmente as duplas são formadas por um cão e um condutor e não devem ser desfeitas, porque o cão não vai trabalhar com a mesma eficiência com uma pessoa desconhecida. Porque, por mais treinado que o cão seja, o fator determinante para o seu bom desempenho é, como sempre, a vontade de agradar ao dono.

Os cães são treinados progressivamente e vão adquirindo certificados de eficiência para buscas em locais específicos. Inicialmente os cães recebem a permissão de participar de missões de busca e salvamento de pessoas perdidas em florestas, passando para treinamento em resgate de vítimas em avalanches, busca urbana e, finalmente, aquática. Cada um desses certificados tem ainda 2 níveis de dificuldade.

Fonte;
Dog Times

terça-feira, 5 de junho de 2012

Mamífero mistérioso descoberto há 20 anos


O saola, um mamífero parecido com o antílope que habita as selvas fronteiriças entre o Laos e o Vietnã, ainda é um mistério para a comunidade científica duas décadas após seu descobrimento.
"É um animal extremamente reservado. Os cientistas ainda não puderam estudá-lo em estado selvagem apesar de habitarem em uma área reduzida e os capturados não conseguiram sobreviver", disse Nick Cox, diretor do Programa de Espécies do Fundo Mundial para a Natureza (WWF) para a área do Grande Mekong, em um comunicado divulgado na semana passada.

As primeiras provas de sua existência datam de 1992, quando um grupo de exploradores do WWF e do Ministério de Florestas vietnamita encontrou a ossada de um exemplar que não reconheceram na choça de um caçador local na reserva nacional de Vu Quang, no Vietnã, perto da fronteira com o Laos.

O crânio, estranhamente longo para as espécies conhecidas e com dois chifres longos e retos, representava a descoberta de um novo mamífero em mais de 50 anos, quando em 1937 os cientistas encontraram uma espécie de bovino selvagem nas selvas do norte do Camboja que batizaram como kouprey.

Desde então pouco se avançou no conhecimento dos costumes e comportamentos deste escorregadio vertebrado de 90 centímetros de altura e 100 quilos, cujas primeiras imagens foram feitas em 1999 por uma câmara automática na região laosiana de Bolikhamxay.
Há dois anos nessa mesma região, localizada na parte central do Laos, conseguiram capturar com vida um exemplar que morreu em cativeiro alguns dias depois e antes que os especialistas pudessem examiná-lo.

"Os cientistas não puderam calcular o número de saolas (que vivem em liberdade) devido às dificuldades para detectá-los. Se as coisas vão bem, pode haver cerca de 200, mas se vão mal sua população seria inferior a dez espécimes", declarou à Agência Efe Sarah Bladen, chefe de comunicação do WWF para o Grande Mekong.


Os esforços para salvar o saola, classificado pelos conservacionistas como espécie "em risco crítico de extinção" redobraram desde que se confirmou no ano passado a extinção do rinoceronte-de-java no Vietnã pelas mãos de caçadores.
As autoridades do Vietnã e do Laos estabeleceram, desde a descoberta do saola, uma rede de áreas protegidas e criaram algumas reservas naturais para proteger o habitat natural deste raro exemplar.
No entanto, a principal ameaça para sua sobrevivência e reprodução é a caça ilegal, embora seja assim de forma indireta porque o animal não faz parte do lucrativo negócio da venda ilegal ou da demanda da medicina tradicional chinesa.
"Apesar de sua raridade, o saola é um dos poucos vertebrados da Annamita (cordilheira montanhosa que se estende por Laos, Vietnã e Camboja) sem um alto preço no mercado negro, e só é capturado pelos caçadores de maneira acidental", declarou William Robichaud, coordenador do grupo de trabalho para a proteção desta espécie.
Nas últimas décadas, a exploração das recônditas selvas do Vietnã e do Laos permitiu descobrir um bom número de animais e plantas até então desconhecidos.
Apenas em 2010, especialistas de WWF percorreram os diferentes ecossistemas que enriquecem o delta do Mekong e descobriram 208 novas espécies, entre elas cinco plantas carnívoras e um macaco sem nariz.
"O saola completou o 20º aniversário de seu descobrimento, mas não haverá mais comemorações a menos que se tomem medidas urgentes para sua proteção", concluiu Chris Hallam, da organização WCS-Laos.

Fonte;
Uol
Via Insólito

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Falção Peregrino

O falcão-peregrino (Falco peregrinus) é uma ave de rapina diurna de médio porte que pode ser encontrada em todos os continentes exceto na Antártida. A espécie prefere habitats em zonas montanhosas ou costeiras, mas pode também ser encontrado em grandes cidades.
As suas dimensões variam consoante a sua subespécie e o macho é menos corpulento do que a fêmea (dimorfismo sexual). Ela, mais corpulenta e cinzenta; ele, mais franzino do que a fêmea, escuro e desconfiado.

É uma espécie ornitófaga, isto é, alimenta-se quase exclusivamente de outras aves, que alcança facilmente no voo. Na maior parte dos casos, a composição da dieta reflete a composição da avifauna existente na sua área vital. É uma das mais rápidas aves, o seu mergulho chega a 288 km/h. O choque que a presa leva ao ser atingida em pleno voo pelas garras do peregrino é tão forte que morre instantaneamente. A sua presa de predileta é o Pombo-da-Rocha, que frequentemente constitui mais de 50% da dieta.
Este fato dever-se a não apenas à abundância de pombos, como ao fato destes constituírem uma refeição altamente energética e de dimensões ótimas para a caça e transporte em voo. Caça normalmente sozinho, podendo também haver uma cooperação entre pares.
Os falcões emitem uma notável variabilidade de sons dependendo das situações, do sexo e da idade. Todos eles são combinações de sons mais ou menos largos e mais ou menos agudos.Requer extensos campos abertos para caçar, incluindo biótopos estepárias, zonas húmidas e arribas costeiras. Caça também nas proximidades de encostas escarpadas e falésias aproveitando a surpresa e o desnível para alcançar as suas presas em voo.
Como ave que freqüenta ambientes urbanos atrás de presas como os pombos, o falcão-peregrino às vezes não pode consumir as aves que abate por conta do tráfego de pessoas e viaturas; em Santos, no litoral paulista, é comum achar pombos mortos abatidos por falcões-peregrinos migratórios (Falco peregrinus tundrius) e abandonados na via pública. Note-se também que, no que diz respeito à escolha de suas presas, o falcão-peregrino é oportunista, caçando quaisquer aves presentes na sua área de ocorrência: nos manguezais de Cubatão, por exemplo, caça inclusive exemplares juvenis de guará.
O falcão-peregrino é muita vezes vítima de outras aves de rapina que roubam as suas presas,Como predador solitário, o falcão não pode arriscar morrer de inanição por ferimentos obtidos numa luta por uma presa já abatida.

Nidifica em arribas marítimas, também em ilhas rochosas ou em precipícios em zonas montanhosas, e ao longo de vales de rios. Dado a sua adaptabilidade, e em situações sem perturbação, encontra-se por vezes em estruturas altas e inacessíveis construídas pelo Homem , como torres, ruínas, antenas e pontes. Evita zonas com intensa actividade humana, ou florestas densas, pântanos com vegetação densa, extensas áreas de planície e zonas agrícolas, e áreas cobertas e extensas de água. No Inverno o Falcão-peregrino está associado a zonas abertas com abundância de presas. Dormem de noite em sítios abrigados, em superfícies rochosas, e às vezes recorrem também a árvores.
Antes da postura, o casal dorme junto no penhasco escolhido para nidificar e durante a incubação o macho dorme noutro lugar.A reprodução do falcão é sexuada, isto é, realiza-se com a intervenção de um macho e de uma fêmea. Esta ave é um animal ovíparo, porque se desenvolve dentro de um ovo e fora do corpo materno. Neste caso, o embrião alimenta-se das substâncias nutritivas de reserva que estão no interior do ovo.
Geralmente, o falcão peregrino põe os seus ovos 3 ovos num penhasco, muitas vezes sem ninho e são incubados pelo casal de pais durante um mês. Durante esse mês, embora os dois progenitores cacem, é normalmente a fêmea que leva a comida para o ninho e, quando isto não acontece, o macho apenas vai depositar a captura para que a sua companheira trate da prole.

O falcão-peregrino é muito sensível ao envenenamento com inseticidas organoclorados como o DDT, com os quais entra em contato através da gordura de suas presas, e que provocam enfraquecimento da casca de seus ovos e esterilidade. O uso do DDT afetou gravemente as populações residentes na Europa ocidental e América do Norte durante as décadas de 1950 e 1960.
A maior esperança de vida conhecida de um falcão em cativeiro é de 25 anos.

OBS;É o animal aéreo mais rápido,chegando a 350 km por hora.

Fonte;
Wikipédia

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Governo anuncia centro para pesquisas científicas sem animais

O Brasil terá o primeiro centro da América do Sul preparado para desenvolver métodos alternativos para validação de pesquisas que não usam animais em fase de teste. A unidade foi criada a partir de um acordo de cooperação assinado nesta terça-feira, no Rio de Janeiro, pelo Instituto Nacional de Controle de Qualidade em Saúde (INCQS) da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).
De acordo com a vice-diretora de Pesquisa e Ensino do INCQS, Isabela Delgado, o processo de validação é caro e demorado. Com a criação do centro - que se chamará Centro Brasileiro de Validação de Métodos Alternativos (Bracvam) - será possível validar metodologias de pesquisas que já foram reconhecidas em países da Europa e pelos Estados Unidos, substituindo ou reduzindo o número de animais utilizados em testes sobre a qualidade de vacinas, por exemplo.
"Vamos incorporar essas metodologias por meio de um processo que a gente chama de validação por captura. Vamos avaliar o que já foi validado lá fora e incorporar. Existem situações em que temos as particularidades brasileiras, como controle de qualidade de produtos biológicos, tais como o soro antiofídico. São espécies de serpentes que só existem no Brasil. A gente vai precisar desenvolver metodologias e validar essas metodologias no contexto nacional, que também é uma atribuição do centro, mas a médio prazo", explica.
A pesquisadora afirma que já existem, no Brasil, o processo de desenvolvimento de tecnologias e os grupos que estudam alternativas e a aceitação regulatória desses métodos. "De maneira organizada, vamos trabalhar os dados e organizar grupos de pesquisas para que novas metodologias sejam fomentadas e passem a ser métodos oficiais", disse.
Pelo documento assinado, fica garantida apenas a criação do Bracvam, mas não há qualquer previsão de orçamento inicial, o que impede uma estimativa sobre os primeiros resultados das pesquisas. Ainda assim, Isabela informou que alguns órgãos já sinalizaram apoio ao funcionamento do centro, com recursos financeiros, entre eles o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), vinculado ao Ministério de Ciência e Tecnologia, que deve destinar cerca de R$ 700 mil ao centro.

Fonte;
Noticias Terra

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

5 animais dados como extintos que felizmente "ressurgiram"

O raríssimo Loris delgado das planícies Horton (Loris tardigradus nycticeboides) passou mais de 60 anos tido como extinto. Em 2002, a Sociedade Zoológica de Londres encontrou o primata após mais de 200 horas analisando os rastros do animal no Sri Lanka.
O rato arbóreo de Santa Marta (Santamartamys rufodorsalis) foi "redescoberto" em 4 de maio de 2011, após mais de 100 anos sem ser visto na Colômbia.
A espécie de rã minúscula Litoria castanea, supostamente extinta há três décadas, foi vista no sudeste da Austrália em fevereiro de 2010. O animal tem coloração verde com manchas em tons de dourado.A população do lobo mexicano cinzento é tão pequena que o nascimento de 5 filhotes em julho de 2010 foi considerado um "impacto dramático" pelo Centro de Lobos Ameaçados, em St. Louis, nos Estados Unidos. Segundo a instituição, apenas 42 desses animais vivem hoje no seu habitat natural no Novo México e Arizona. A espécie já foi considerada extinta.O peixe primitivo Celacanto era tido como extinto juntamente com os dinossauros há 65 milhões de anos. Porém, o curador de um museu sul-africano "redescobriu" o animal em 1938. Existem apenas duas espécies de Celacantos: uma que vive perto das Ilhas Comoros, na África; e uma encontrada nas águas de Sulawesi, na Indonésia. Cientistas sugerem que a população atual do animal esteja em mil remanescentes.

Fonte;
http://noticias.terra.com.br/ciencia/fotos/0,,OI159427-EI238,00-Veja+animais+dados+como+extintos+que+ressurgiram.html

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

Aranha Armadeira

Aranha Armadeira (também conhecida como aranha-macaco ou aranha-de-bananeira) é a designação comum às aranhas do gênero Phoneutria (do grego phoneútria, "assassina"), da família dos ctenídeos. O nome comum armadeira vem da sua atitude invariável de ataque, com as patas dianteiras erguidas.

Originárias da região sul-americana, com um corpo de 3,5 cm a 5 cm e pernas de até 17 cm de envergadura (fêmea). São altamente agressivas e peçonhentas, pois produzem um veneno cujo componente neurotóxico é tão potente que apenas 0,006 mg é suficiente para matar um rato. Freqüentemente entram em habitações humanas à procura de alimento, parceiros sexuais ou mesmo abrigo, escondendo-se em roupas e sapatos. Quando incomodadas, picam furiosamente diversas vezes, e centenas de acidentes envolvendo essas espécie são registrados anualmente.

No Brasil, é a segunda aranha que mais causa acidentes, perdendo apenas para a aranha-marrom, porém, ao contrário da Loxosceles, é extremamente agressiva, razão pela qual não se aconselha nem se permite sua criação em cativeiro.
A peçonha do gênero Phoneutria é composta por polipeptídeos básicos, além de histamina e serotonina. Sua ação é neurotóxica e cardiotóxica. A ação neurotóxica ocorre no SNC, mais precisamente nos canais de sódio, provocando despolarizações nas terminações nervosas, (sinapses) sensitivas e motoras, fibras musculares e no sistema nervoso autônomo, induzindo a liberação de neurotransmissores (principalmente a acetilcolina e catecolaminas). A ação cardiotóxica interfere na atividade contrátil do músculo liso, ativação do sistema de calicreína tissular, ativação de fibras sensoriais e esvaziamento gástrico.Os pontos de inoculação sobre a pele são vistos acompanhados de inchaço, vermelhidão e sudorese local. A dor é queixa comum, pode ser local ou irradiada, tem intensidade variada e é acompanhada de parestesias (formigamento). Dependendo do estado da pessoa, além da dor, os sintomas mais comuns são taquicardia com alterações no eletrocardiograma, hipertensão arterial, sudorese com visão turva e vômitos ocasionais.
O hemograma pode apresentar leucocitose com neutrofilia e hiperglicemia.
O quadro em crianças com menos de seis anos e idosos muito debilitados pode evoluir para edema pulmonar e choque representando um risco não desprezível de morte.

Tratamento

Apesar da alta toxicidade da peçonha da armadeira, a absoluta maioria dos casos registrados são considerados leves e de prognóstico benéfico(predição do médico de como o quadro do paciente irá evoluir).
Nestes casos o tratamento é sintomático resumindo-se a analgésicos como a dipirona, infiltrar anestésico local xilocaína e, em caso de ânsia de vômito, um antiemético como Plasil (Metoclopramida). Nos moderados que apresentam sudorese acompanhada de leve taquicardia e hipertensão, o tratamento sintomático é acompanhado do específico com soro antiaracnídeo. Nos casos graves que apresentam grandes alterações na pressão arterial com taquicardia/bradicardia e sudorese profusa, uma dose maciça de soro antiaracnídeo juntamente com cuidados médicos intensivos tornam-se necessários.

Nota do Blogueiro;
Sentir na pele,não é muito agradável não..
Fonte;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Armadeira

terça-feira, 12 de julho de 2011

A principal lei que protege os animais

A principal lei que protege os animais é a Lei Federal 9.605/98, conhecida como Lei dos Crimes Ambientais:

Art. 32 - Praticar ato de abuso, maus-tratos, ferir ou mutilar animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos.A pena será de 3 meses a 1 ano de prisão e multa, aumentada de 1/6 a 1/3 se ocorrer a morte do animal.

O Decreto-Lei n° 24.645/34 dá proteção legal aos animais desde os tempos de Getúlio Vargas.
E a Constituição Federal de 1988 diz, em seu artigo 225, parágrafo 1°, que cabe ao poder público:

VI - promover a educação ambiental em todos os níveis de ensino e a conscientização pública para a preservação do meio ambiente;

VII - proteger a fauna e a flora, vedadas, na forma da lei, as práticas que coloquem em risco sua função ecológica, provoquem a extinção de espécies ou submetam os animais a crueldade.O que são maus-tratos

• Abandonar, espancar e envenenar;
• Não dar água e comida diariamente;
• Manter preso em corrente, em local sujo ou pequeno demais para que o animal possa andar ou correr;
• Deixar sem ventilação ou luz solar;
• Negar assistência veterinária ao animal doente ou ferido;
• Obrigar a trabalho excessivo ou superior a sua força;
• Capturar animais silvestres;
• Promover violência como rinhas de galo, farra-do-boi, etc.

Como denunciar

Obtenha o maior numéro de informações possíveis para identificar o agressor: nome completo, profissão, endereço residencial ou do trabalho. Sem saber quem ele é nada se pode fazer. Em caso de atropelamento ou abandono, anote a placa do carro para identificação no Detran.

Chame a polícia: eles virão até o local do crime e farão um “Termo Circustanciado” (T.C.), que é um registro feito no local do crime. Peça cópia ou nº desse documento.
Ou registre a ocorrência: com as informações de identificação, vá à delegacia mais próxima para registrar o fato. Será feito o Boletim de Ocorrência (B.O.). Peça uma cópia.Acompanhe o processo: guarde a cópia do B.O. ou T.C. com você. A autoridade policial enviará uma cópia destes documentos para o Juizado Especial Criminal para que o acusado seja processado. Se você não puder acompanhar o andamento do processo, peça ajuda a uma instituição de proteção animal, fornecendo-lhes cópia do B.O. ou do T.C. Algumas entidades possuem advogados para garantir que o acusado seja processado e, se for o caso, punido.

Saiba que, infelizmente, esse crime é considerado de menor gravidade pela Justiça. Mas é muito importante processar o infrator, para que ele passe a ter maus antecedentes junto à Justiça. Com isso, ele poderá perder benefícios de ser julgado novamente pelo Juizado Especial.

Matratar animais é crime. Denunciar é proteger o animal e sua família

Se você tomar conhecimento de maus-tratos a animais, DENUNCIE! Estudos mostram que a violência contra animais funciona como um “primeiro degrau” para futuras violências contra humanos. Quase todos os assassinos em série (serial killers) têm em sua história a prática de maus-tratos a animais.
Segundo pesquisas, a violência cometida contra animais quando feita ou mesmo assistida por crianças tem consequências psicológicas trágicas, marcando-as por toda a vida.
Fonte;
http://www.eobicho.org