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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015

Ocupação humana mais antiga das Américas,encontrado no Piauí


Uma equipe internacional de arqueólogos encontrou novas evidências de que o sertão do Piauí abrigou alguns dos primeiros seres humanos das Américas, que teriam vivido por lá há mais de 20 mil anos.
A hipótese é polêmica e contestada pela maior parte da comunidade científica. Mas os autores do novo estudo realizaram uma análise de detalhes microscópicos da superfície dos artefatos achados no Parque Nacional Serra da Capivara, mostrando que eles só poderiam ter sido usados por pessoas para tarefas como cortar carne ou desbastar madeira, por exemplo.
Esse dado pode ser crucial porque, para muitos dos céticos que questionam a antiguidade dos sítios arqueológicos piauienses, os artefatos encontrados por lá não passariam de pedras alteradas por forças naturais, e não instrumentos feitos por mãos humanas.


O estudo, publicado em edição recente da revista especializada "Antiquity", é assinado pela arqueóloga brasileira Niède Guidon, da Fumdham (Fundação Museu do Homem Americano), pelo francês Eric Boëda, da Universidade Paris 10, e por outros colegas do Brasil, da França, da Espanha e do Chile. Conhecido como Vale da Pedra Furada, o sítio estudado pela equipe apresenta uma longa sequência de ocupações esparsas, com carvões de fogueira e instrumentos de pedra rudimentares, feitos de quartzo

"É normal que os instrumentos sejam simples, porque o quartzo é bastante difícil de trabalhar", declarou Guidon à Folha."Mesmo assim, em fases posteriores da ocupação, há artefatos de quartzo belíssimos, como pontas de flecha." Os pesquisadores usaram dois métodos independentes para datar o carvão e os próprios artefatos.
As duas metodologias levaram a datas bastante parecidas nas várias camadas do sítio, com as mais antigas sendo ligeiramente mais antigas que 20 mil anos antes do presente. Guidon diz não estranhar que as datas muito antigas da serra da Capivara pareçam isoladas, com quase todos os outros sítios do Brasil com idades a partir de cerca de 10 mil anos atrás. "O parque é talvez o único lugar do Brasil onde temos pesquisas o ano todo.
Não conhecemos datas semelhantes em outros lugares porque ainda se explorou muito pouco. Falta pesquisa mesmo", argumenta.


A "Antiquity" convocou arqueólogos do mundo todo para dar sua opinião sobre as novas descobertas no Piauí, já que o artigo de Guidon e seus colegas foi publicado na seção "Debate" da revista, destinada a temas polêmicos. A publicação dos brasileiros recebeu elogios cautelosos do antropólogo americano Tom Dillehay, da Universidade Vanderbilt, um dos responsáveis pela descoberta do sítio arqueológico de Monte Verde, no Chile –hoje considerado o mais antigo das Américas, com 14,5 mil anos. Dillehay conta que inicialmente não se convenceu com os artefatos achados na serra da Capivara. "Agora, depois de visitar outros locais na América do Sul, minhas expectativas mudaram. Estou mais aberto à possibilidade de que a região foi usada como acampamento por pequenos grupos móveis de seres humanos", afirma ele. O antropólogo, porém, diz que seria importante ter mais informações sobre a associação exata entre instrumentos de pedra e carvão de fogueiras, por exemplo.


Kjel Knutsson, da Universidade de Uppsala, na Suécia, foi mais incisivo: se a datação das camadas mais profundas do Vale da Pedra Furada estiver correta, "fica demonstrado que a América do Sul já tinha sido povoada por hábeis fabricantes de ferramentas há mais de 20 mil anos".
Segundo Guidon, no entanto, a continuidade das pesquisas na região está ameaçada pela "péssima" situação financeira da Fumdham, que cuida do parque nacional. O órgão enfrenta dificuldades para conseguir doações desde 2010. "Já avisamos os funcionários que, se a situação não melhorar, a partir de março teremos de fechar o parque", diz.

Fonte
Vooz Brasil 

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Médicos que 'ressuscitam mortos'


"Quando seu corpo está com temperatura de 10 graus, sem atividade cerebral, batimento cardíaco e sangue - é um consenso que você está morto", diz o professor Peter Rhee, da universidade do Arizona. "Mas ainda assim, nós conseguimos trazer você de volta."

Rhee não está exagerando. Com Samuel Tisherman, da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, ele comprovou que é possível manter o corpo em estado "suspenso" por horas
O procedimento já foi testado com animais e é o mais radical possível. Envolve retirar todo o sangue do corpo e esfriá-lo até 20 graus abaixo da sua temperatura normal.

Quando o problema no corpo do paciente é resolvido, o sangue volta a ser bombeado, reaquecendo lentamente o sistema. Quando a temperatura do sangue chega a 30 graus, o coração volta a bater
Os animais submetidos a esse teste tiveram poucos efeitos colaterais ao despertar. "Eles ficam um pouco grogue por um tempo, mas no dia seguinte já estão bem", diz Tisherman.

Tisherman causou um frisson internacional este ano quando anunciou que está pronto para fazer testes com humanos. As primeiras cobaias seriam vítimas de armas de fogo em Pittsburgh, na Pensilvânia.

Nesse caso, são pacientes cujos corações já pararam de bater e que não teriam mais chances de sobreviver, pelas técnicas convencionais. O médico americano teme que, por conta de manchetes imprecisas na imprensa, tenha-se criado uma ideia equivocada da sua pesquisa

"Quando as pessoas pensam no assunto, elas pensam em viajantes espaciais sendo congelados e acordados em Júpiter, ou no [personagem] Han Solo, de Guerra nas Estrelas", diz Tisherman.
"Isso não ajuda, porque é importante que as pessoas saibam que não se trata de ficção científica."

Os esforços para trazer as pessoas de volta do que se acredita ser a morte já existem há décadas. Tisherman começou seus estudos com Peter Safar, que nos anos 1960 criou a técnica pioneira de reanimação cardiorrespiratória. Com uma massagem cardíaca, é possível manter o coração artificialmente ativo por um tempo.
"Sempre fomos criados para acreditar que a morte é um momento absoluto, e que quando morremos não tem mais volta", diz Sam Parnia, da Universidade Estadual de Nova York.

"Com a descoberta básica da reanimação cardiorrespiratória nós passamos a entender que as células do corpo demoram horas para atingir uma morte irreversível. Mesmo depois que você já virou um cadáver, ainda existe como resgatá-lo."
Recentemente, um homem de 40 anos no Texas sobreviveu por três horas e meia com a reanimação cardiorrespiratória.

Segundo os médicos de plantão, "todo mundo com dois braços foi chamado para se revezar fazendo as compressões no peito do paciente".
Durante a massagem, ele continuava consciente e conversando com os médicos, mas caso o procedimento fosse interrompido, ele morreria. Eventualmente ele se recuperou e acabou sobrevivendo.
Esse caso de rescucitação ao longo de um grande período só funcionou porque não havia uma grande lesão no corpo do paciente. Mas isso é raro.

A técnica desenvolvida agora por Tisherman é baseada na ideia de que baixas temperaturas mantêm o corpo vivo por mais tempo - cerca de uma ou duas horas.

O sangue é retirado e no seu lugar é colocada uma solução salina que ajuda a rebaixar a temperatura do corpo para algo como 10 a 15 graus Celsius.
Em experiência com porcos, cerca de 90% deles se recuperaram quando o sangue foi bombeado de volta. Cada animal passou mais de uma hora no "limbo".

"É uma das coisas mais incríveis de se observar: quando o coração começa a bater de novo", diz Rhee.
Após a operação, foram realizados vários testes para avaliar se houve dano cerebral. Aparentemente nenhum porco apresentou problemas.

O desafio de obter permissão para testar em humanos tem sido enorme até agora. Tisherman e Rhee finalmente receberam permissão para testar sua técnica com vítimas de tiros em Pittsburgh.

Um dos problemas a ser contornado é ver como os pacientes se adaptam com o sangue de outra pessoa. Os porcos receberam o próprio sangue congelado, mas no caso dos humanos será necessário usar o estoque do banco de sangues.

Se der certo, os médicos acreditam que a técnica poderia ser aplicada não só vítimas de lesões, como tiros e facadas, mas em pessoas com ataque cardíaco.
A pesquisa também está levando a outros estudos sobre qual seria a melhor solução química para reduzir o metabolismo do corpo humano.

Fonte
BBC

sábado, 20 de setembro de 2014

Cafés Suspensos



“Cafés suspensos"
Entramos num pequeno café na Bélgica com um amigo meu e fizemos o nosso pedido. Enquanto estamos a aproximar-nos da nossa mesa duas pessoas chegam e vão para o balcão:

- "Cinco cafés, por favor. Dois deles para nós e três suspensos."
Eles pagaram a sua conta, pagaram em dois e saíram.
Perguntei ao meu amigo:
- "O que são esses cafés suspensos?"
O meu amigo respondeu-me:
- "Espera e vais ver."

Algumas pessoas mais entraram. Duas meninas pediram um café cada, pagaram e foram embora. A ordem seguinte foi para sete cafés e foi feita por três advogados - três para eles e quatro "suspensos". Enquanto eu ainda me pergunto qual é o significado dos "suspensos" eles saem. De repente, um homem vestido com roupas gastas que parece um mendigo chega na porta e pede cordialmente:
- "Você tem um café suspenso?"

Resumindo, as pessoas pagam com antecedência um café que servirá para quem não pode pagar uma bebida quente. Esta tradição começou em Nápoles, mas espalhou-se por todo o mundo e em alguns lugares é possível encomendar não só cafés "suspensos" mas também um sanduíche ou refeição inteira.


Partilhem no sentido de divulgar esta Linda idéia.

Fonte
Pagina do Facebook
Quer Café?

sábado, 12 de julho de 2014

Quem deu a Israel o direito de negar todos os direitos?


Para justificar-se, o terrorismo de estado fabrica terroristas: semeia ódio e colhe pretextos. Tudo indica que esta carnificina de Gaza, que segundo seus autores quer acabar com os terroristas, acabará por multiplicá-los.

Desde 1948, os palestinos vivem condenados à humilhação perpétua. Não podem nem respirar sem permissão. Perderam sua pátria, suas terras, sua água, sua liberdade, seu tudo. Nem sequer têm direito a eleger seus governantes. Quando votam em quem não devem votar são castigados. Gaza está sendo castigada. Converteu-se em uma armadilha sem saída, desde que o Hamas ganhou limpamente as eleições em 2006. Algo parecido havia ocorrido em 1932, quando o Partido Comunista triunfou nas eleições de El Salvador. Banhados em sangue, os salvadorenhos expiaram sua má conduta e, desde então, viveram submetidos a ditaduras militares. A democracia é um luxo que nem todos merecem.

São filhos da impotência os foguetes caseiros que os militantes do Hamas, encurralados em Gaza, disparam com desajeitada pontaria sobre as terras que foram palestinas e que a ocupação israelense usurpou. E o desespero, à margem da loucura suicida, é a mãe das bravatas que negam o direito à existência de Israel, gritos sem nenhuma eficácia, enquanto a muito eficaz guerra de extermínio está negando, há muitos anos, o direito à existência da Palestina.

Já resta pouca Palestina. Passo a passo, Israel está apagando-a do mapa. Os colonos invadem, e atrás deles os soldados vão corrigindo a fronteira. As balas sacralizam a pilhagem, em legítima defesa.

Não há guerra agressiva que não diga ser guerra defensiva. Hitler invadiu a Polônia para evitar que a Polônia invadisse a Alemanha. Bush invadiu o Iraque para evitar que o Iraque invadisse o mundo. Em cada uma de suas guerras defensivas, Israel devorou outro pedaço da Palestina, e os almoços seguem. O apetite devorador se justifica pelos títulos de propriedade que a Bíblia outorgou, pelos dois mil anos de perseguição que o povo judeu sofreu, e pelo pânico que geram os palestinos à espreita.

Israel é o país que jamais cumpre as recomendações nem as resoluções das Nações Unidas, que nunca acata as sentenças dos tribunais internacionais, que burla as leis internacionais, e é também o único país que legalizou a tortura de prisioneiros.

Quem lhe deu o direito de negar todos os direitos? De onde vem a impunidade com que Israel está executando a matança de Gaza? O governo espanhol não conseguiu bombardear impunemente ao País Basco para acabar com o ETA, nem o governo britânico pôde arrasar a Irlanda para liquidar o IRA. Por acaso a tragédia do Holocausto implica uma apólice de eterna impunidade? Ou essa luz verde provém da potência manda chuva que tem em Israel o mais incondicional de seus vassalos?

O exército israelense, o mais moderno e sofisticado mundo, sabe a quem mata. Não mata por engano. Mata por horror. As vítimas civis são chamadas de “danos colaterais”, segundo o dicionário de outras guerras imperiais. Em Gaza, de cada dez “danos colaterais”, três são crianças. E somam aos milhares os mutilados, vítimas da tecnologia do esquartejamento humano, que a indústria militar está ensaiando com êxito nesta operação de limpeza étnica.

E como sempre, sempre o mesmo: em Gaza, cem a um. Para cada cem palestinos mortos, um israelense. Gente perigosa, adverte outro bombardeio, a cargo dos meios massivos de manipulação, que nos convidam a crer que uma vida israelense vale tanto quanto cem vidas palestinas. E esses meios também nos convidam a acreditar que são humanitárias as duzentas bombas atômicas de Israel, e que uma potência nuclear chamada Irã foi a que aniquilou Hiroshima e Nagasaki.

A chamada “comunidade internacional”, existe? É algo mais que um clube de mercadores, banqueiros e guerreiros? É algo mais que o nome artístico que os Estados Unidos adotam quando fazem teatro?

Diante da tragédia de Gaza, a hipocrisia mundial se ilumina uma vez mais. Como sempre, a indiferença, os discursos vazios, as declarações ocas, as declamações altissonantes, as posturas ambíguas, rendem tributo à sagrada impunidade.

Diante da tragédia de Gaza, os países árabes lavam as mãos. Como sempre. E como sempre, os países europeus esfregam as mãos. A velha Europa, tão capaz de beleza e de perversidade, derrama alguma que outra lágrima, enquanto secretamente celebra esta jogada de mestre. Porque a caçada de judeus foi sempre um costume europeu, mas há meio século essa dívida histórica está sendo cobrada dos palestinas, que também são semitas e que nunca foram, nem são, antisemitas. Eles estão pagando, com sangue constante e sonoro, uma conta alheia.

Fonte
Pragmatismo Politico
Eduardo Campos

sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Pen Drive do Superman


Uma equipe de cientistas da Universidade de Southampton, da Inglaterra, criou um cristal capaz de armazenar informações digitais em cinco dimensões — as três dimensões do espaço e duas dimensões extras das nanoestruturas — e com possibilidade de atingir 360TB de dados guardados (o equivalente a cerca de meio milhão de CDs convencionais) por até 1 milhão de anos, de acordo com cientistas.

Os pesquisadores utilizaram nanoestrutura de vidro para demonstrar os processos de gravação e recuperação de dados digitais através de laser Femtosecond (tipo de laser que opera com pulsos extremamente rápidos).
Os dados são gravados por meio de nanoestruturas auto-montadas criadas em quartzo fundido.
Chamado carinhosamente de "cristal de memória do Superman” (a tecnologia lembra os cristais de memória do filme do Super-Homem), que o herói usava para armazenar arquivos de dados de seus pais.
Super-Homem usava cristais para armazenar dados sobre seus pais, sua história.

O professor Pete Kazansky, supervisor da equipe que desenvolveu a tecnologia, explica que é “emocionante pensar que foi criado o primeiro ‘documento’ capaz de sobreviver à raça humana”. Segundo ele, “esta tecnologia pode armazenar as últimas evidências da civilização: tudo o que foi aprendido não será esquecido”.

Com informações do CNET, Independent e RT.com

Fonte
Terra

domingo, 10 de novembro de 2013

O Homem e o tratamento que damos a outros animais..(crueldade)


Uma empresa americana desenvolveu uma "mochila eletrônica" que pode ser colocada em uma barata para permitir que os movimentos do inseto sejam controlados por meio de um telefone celular. O invento está obrigando a companhia a se defender de acusações de crueldade. A Backyard Brains diz que o aparelho tem o objetivo de fazer as crianças se interessarem por neurociência.

Uma porta-voz da empresa disse à BBC que o dispositivo, lançado recentemente, não é um chamariz. Mas os críticos dizem que a postura da companhia é falsa. Antes de receber a mochila, a barata tem que ser preparada. Primeiro, ela é colocada viva em água gelada – que funciona como uma espécie de anestesia. Depois, a cabeça do inseto é lixada para eliminar uma camada de cera. Um conector e eletrodos são então colados no corpo do inseto e uma agulha é usada para fazer um buraco no tórax, para que um fio seja inserido. As antenas da barata são então cortadas para que eletrodos sejam instalados. Um circuito é preso nas costas do inseto. Esse aparato é capaz de receber sinais emitidos por meio de um aplicativo instalado em um telefone celular. O sistema permite ao usuário controlar alguns movimentos da barata, definindo se ela anda para a esquerda ou para a direita.

O cientista Jonathan Balcombe, especializado em comportamento animal, disse a sites americanos especializados em ciência que os insetos são feridos no processo. "Se fosse descoberto que um professor estava incentivando seus alunos a usar lentes de aumento para queimar formigas e depois estudar seus tecidos, como as pessoas reagiriam?", ele disse em entrevista. Defendendo ponto de vista semelhante, o professor de filosofia da Queens University, Michal Allen, disse que o aparelho vai "encorajar amadores a operar de forma invasiva em organismos vivos" e "encorajar o pensamento de que organismos vivos e complexos são meras máquinas ou ferramentas". A companhia, baseada em Michigan, chegou a receber e-mails dizendo que a "mochila eletrônica" – batizada de Roboroach – "ensina crianças a serem psicopatas". Mas a Backyard Brains diz que 20% da população do mundo em breve terá uma desordem neurológica – enfermidades para as quais ainda não há cura conhecida.


As "mochilas eletrônicas" seriam uma forma dos estudantes começarem cedo a analisar o problema. A companhia disse à BBC que a "mochila eletrônica" foi desenvolvida exclusivamente para encorajar as crianças a desenvolver interesse pela neurociência, um conhecimento que precisaria ser melhor lecionado nas escolas americanas. "No momento, essa questão de importância crucial é lamentavelmente mal ensinada”, disse a porta-voz da empresa. Segundo ela, o assunto é abordado dentro da disciplina de biologia nas escolas dos EUA, mas na opinião da empresa a neurociência deveria ser uma matéria independente. "Isso especialmente vem ao caso quando doenças do cérebro, como o mal de Alzheimer, cobram um alto preço da sociedade". A porta-voz afirmou que os insetos são tratados com humanidade e as "mochilas", desenvolvidas em 2011, não os machucam. Os aparelhos chegarão ao mercado americano em Novembro a um preço estimado de US$ 99 (R$ 227).

Eu já fui a favor de pesquisa com animais,até descobrir que temos formas alternativas,os animais não precisam passar por isso,para melhorar a vida de outros animais "nós".
Então passei a levanta a bandeira contra a pesquisa usando animais,não importa que seja gato,cachorro,cobra, até mesmo barata que não é agradável a muito de nós,que não compreendemos as suas peculiaridades,a taxando como "nojentas"

Fonte
BBC

domingo, 29 de setembro de 2013

Humanos sendo humanos

Porque pessoas como essas são cada vez mais raros?
Porque teimamos em não agir como humanos,matamos uns aos outros e aos animais nem se fala!?
Será verdade que para o Mundo viver,os seres humanos precisem morrer?
Precisamos acabar com tudo por dinheiro,até percebermos que dinheiro não se "come"?
Obrigado aqueles que ainda temem em agir como humanos..
Vídeo muito show esse,vale a pena dar uma olhada.



Fonte
Youtube  By Alexandr Mish