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sexta-feira, 13 de fevereiro de 2015
Ocupação humana mais antiga das Américas,encontrado no Piauí
Uma equipe internacional de arqueólogos encontrou novas evidências de que o sertão do Piauí abrigou alguns dos primeiros seres humanos das Américas, que teriam vivido por lá há mais de 20 mil anos.
A hipótese é polêmica e contestada pela maior parte da comunidade científica. Mas os autores do novo estudo realizaram uma análise de detalhes microscópicos da superfície dos artefatos achados no Parque Nacional Serra da Capivara, mostrando que eles só poderiam ter sido usados por pessoas para tarefas como cortar carne ou desbastar madeira, por exemplo.
Esse dado pode ser crucial porque, para muitos dos céticos que questionam a antiguidade dos sítios arqueológicos piauienses, os artefatos encontrados por lá não passariam de pedras alteradas por forças naturais, e não instrumentos feitos por mãos humanas.
O estudo, publicado em edição recente da revista especializada "Antiquity", é assinado pela arqueóloga brasileira Niède Guidon, da Fumdham (Fundação Museu do Homem Americano), pelo francês Eric Boëda, da Universidade Paris 10, e por outros colegas do Brasil, da França, da Espanha e do Chile. Conhecido como Vale da Pedra Furada, o sítio estudado pela equipe apresenta uma longa sequência de ocupações esparsas, com carvões de fogueira e instrumentos de pedra rudimentares, feitos de quartzo
"É normal que os instrumentos sejam simples, porque o quartzo é bastante difícil de trabalhar", declarou Guidon à Folha."Mesmo assim, em fases posteriores da ocupação, há artefatos de quartzo belíssimos, como pontas de flecha." Os pesquisadores usaram dois métodos independentes para datar o carvão e os próprios artefatos.
As duas metodologias levaram a datas bastante parecidas nas várias camadas do sítio, com as mais antigas sendo ligeiramente mais antigas que 20 mil anos antes do presente. Guidon diz não estranhar que as datas muito antigas da serra da Capivara pareçam isoladas, com quase todos os outros sítios do Brasil com idades a partir de cerca de 10 mil anos atrás. "O parque é talvez o único lugar do Brasil onde temos pesquisas o ano todo.
Não conhecemos datas semelhantes em outros lugares porque ainda se explorou muito pouco. Falta pesquisa mesmo", argumenta.
A "Antiquity" convocou arqueólogos do mundo todo para dar sua opinião sobre as novas descobertas no Piauí, já que o artigo de Guidon e seus colegas foi publicado na seção "Debate" da revista, destinada a temas polêmicos. A publicação dos brasileiros recebeu elogios cautelosos do antropólogo americano Tom Dillehay, da Universidade Vanderbilt, um dos responsáveis pela descoberta do sítio arqueológico de Monte Verde, no Chile –hoje considerado o mais antigo das Américas, com 14,5 mil anos. Dillehay conta que inicialmente não se convenceu com os artefatos achados na serra da Capivara. "Agora, depois de visitar outros locais na América do Sul, minhas expectativas mudaram. Estou mais aberto à possibilidade de que a região foi usada como acampamento por pequenos grupos móveis de seres humanos", afirma ele. O antropólogo, porém, diz que seria importante ter mais informações sobre a associação exata entre instrumentos de pedra e carvão de fogueiras, por exemplo.
Kjel Knutsson, da Universidade de Uppsala, na Suécia, foi mais incisivo: se a datação das camadas mais profundas do Vale da Pedra Furada estiver correta, "fica demonstrado que a América do Sul já tinha sido povoada por hábeis fabricantes de ferramentas há mais de 20 mil anos".
Segundo Guidon, no entanto, a continuidade das pesquisas na região está ameaçada pela "péssima" situação financeira da Fumdham, que cuida do parque nacional. O órgão enfrenta dificuldades para conseguir doações desde 2010. "Já avisamos os funcionários que, se a situação não melhorar, a partir de março teremos de fechar o parque", diz.
Fonte
Vooz Brasil
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sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Roseana Sarney diz que fará Maranhão crescer como Tigres Asiáticos
Vídeo de 94 em que Roseana diz que fará Maranhão crescer como Tigres Asiáticos.
Um vídeo da campanha de 1994, em que a atual governadora do Maranhão, Roseana Sarney, promete que o Maranhão se tornaria o "Tigre do Nordeste".
(Em alusão aos tigres asiáticos, Hong Kong, Coréia do Sul, Taiwan e Singapura, caracterizados pela atípica e substancial velocidade de crescimento e desenvolvimento observada no século XX).
Tem repercutido e se transformado em motivo de piadas nas redes sociais.
Fonte
Folha de SP
Um vídeo da campanha de 1994, em que a atual governadora do Maranhão, Roseana Sarney, promete que o Maranhão se tornaria o "Tigre do Nordeste".
(Em alusão aos tigres asiáticos, Hong Kong, Coréia do Sul, Taiwan e Singapura, caracterizados pela atípica e substancial velocidade de crescimento e desenvolvimento observada no século XX).
Tem repercutido e se transformado em motivo de piadas nas redes sociais.
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Folha de SP
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sábado, 19 de outubro de 2013
Grupo de Estudos Nordeste Independente
O Grupo de Estudos Nordeste Independente ou Movimento Nordeste Independente é um movimento e um grupo de estudo separatista organizado e pacífico.
Tem como objetivo a autodeterminação de parte da Região Nordeste com exceção do Maranhão e da Bahia. Foi fundado pelo pernambucano Prof. Dr. Jacques Ribemboim.
O grupo fundado entre 1992 e 1994, por Jacques Ribemboim, professor Adjunto da Universidade Federal de Pernambuco, economista, com mestrado pela University College London e doutorado em economia pela UFPE. O grupo teve como base de criação a rivalidade com a Região Sudeste do País. Para eles, as políticas econômicas adotadas pelo Brasil visam proteger as empresas do Sudeste e prejudicar o consumo dos nordestinos. O fundador do grupo lançou o livro "Nordeste Independente", que explica suas teorias sobre a separação.
A proposta do Prof. Dr. Jacques Ribemboim excluia os estados da Bahia e do Maranhão do novo mapa, por considerar que essas regiões tinham poucas afinidades culturais com o resto do Nordeste e desafios próprios a serem superados. Na proposta do Prof. Dr. Jacques Ribemboim, o novo país seria formado por doze estados
Rio Grande, ex-Rio Grande do Norte
Paraíba
Pernambuco
Petrolina, desmembrando a porção oeste de Pernambuco
Alagoas
Sergipe
Ceará
Cariri, desmembrando a porção sul do Ceará
Piauí
Picos, desmembrando a porção centro-sul do Piauí
Gurguéia, desmembrando a porção sudoeste do Piauí
Fernando de Noronha, ex-distrito estadual de Pernambuco
Jacques Ribemboim sugere que o novo país se chame simplesmente República do Nordeste, mas lista outros nomes possíveis como República do Mandacaru, Frei Caneca, Nova Holanda, Zumbi, Pindorama, Estados Unidos do Nordeste Sulamericano (United States of Northeastern South America) ou Confederação do Novo Equador.
O livro "Nordeste Independente" conta que os motivos encontrados pelo grupo foram o separatismo natural ao longo da história, o processo de concentração social e regional da renda nas Regiões Sul e Sudeste, os favorecimentos políticos e econômicos na Região Sudeste em detrimento de regiões como o Nordeste, entre outros motivos.
Fonte
Wikipédia
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terça-feira, 23 de julho de 2013
terça-feira, 26 de março de 2013
Pescador encontra canoas indígenas no Rio Grande do Norte
O baixo nível da lagoa de Extremoz, na Grande Natal, ajudou a revelar relíquias que resgatam a história: são três canoas indígenas, uma delas ainda presa a uma corrente. A maior mede mais de dois metros de comprimento, segundo o pescador Pedro Luiz da Silva,de 70 anos, que encontrou as embarcações no fundo da lagoa. "Eu encontrei durante uma pescaria. Marquei o local e depois voltamos para pegar", contou o pescador Pedro Luiz da Silva.
O pescador tem um documento para comprovar que já encontrou muitas partes da história potiguar em baixo d´água. Ele se orgulha de ter descoberto outras canoas e até imagens de santos. "Eu acho isso muito importante para a nossa história. Ajuda a contar nosso começo. Mas acho que seria melhor se as relíquias tivessem todas guardadinhas aqui", defendeu Pedro.
Pedro garante que outra canoa indígena ainda está submersa na Lagoa de Extremoz. As que foram retiradas da região irão passar por análises no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O objetivo é descobrir a idade das embarcações, que aparentam ser do século XVI, quando há registro da presença de jesuítas para catequizar os índios tupis e paiacus que habitavam a região, conhecida antigamente por Aldeia Guajiru, segundo os registros históricos.
O fotógrafo Canindé Santos registrou todas as descobertas que ficaram durante séculos escondidas pelas águas. Para Canindé, é uma forma de manter viva a memória da cidade. "Isso é importante para conscientizar as pessoas sobre a história de Extremoz desde a época dos índios. E também sobre as batalhas com portugueses e holandeses que aqui estiveram", destacou Canindé Santos.
Fonte
G1
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terça-feira, 19 de março de 2013
Campanha do ASA no Nordestão deve ser motivo de orgulho
Presidente do ASA, Jotinha Alexandre disse que está orgulhoso da campanha do clube na Copa do Nordeste. Após a derrota por 2 a 0 para o Campinense, (17/03/2013), o dirigente lembrou que o time enfrentou dificuldades ao longo do campeonato e derrubou grandes da região.
- Graças à comissão técnica e aos jogadores, o ASA teve grande destaque nesta Copa do Nordeste. O vice-campeonato é importante se lembrarmos que vencemos grandes do futebol. Eliminamos o ABC e o Ceará, além de derrotarmos na primeira fase o América-RN e o Vitória. Não é fácil conquistar os resultados que obtivemos. Isso é fruto de muito trabalho – declarou o dirigente.
Jotinha disse ainda que o elenco sofreu baixas importantes ao longo do Nordestão.
- Perdemos jogadores de qualidade antes e durante a competição, como o Valdívia e o Basílio. Na decisão, o Gilson foi para o sacrifício, já que estava lesionado, e ainda perdemos o Tiago Garça, suspenso. Mesmo diante de tantos problemas, nossa equipe foi valente e honrou o nome do nosso estado. Estou orgulhoso do ASA. O resultado mostra que estamos no caminho certo.
O ASA disputou 12 partidas no Nordestão, vencendo cinco, perdendo cinco e empatando duas vezes. O time perdeu três jogos no início do regional, depois passou sete rodadas invicto e, nas finais, foi batido pelo Campinense por 2 a 1 e 2 a 0. O vice-campeonato regional é uma das melhores colocações da história do Alvinegro em competições organizadas pela CBF.
Ainda sem treinador, o ASA volta a jogar pelo Estadual já nesta quarta-feira (20/03/2013), às 20h30, contra o Corinthians-AL, em Arapiraca. Leandro Campos fechou com o Ceará neste domingo e os dirigentes ainda buscam um treinador no mercado.
Não só o Campinense deve comemorar a campanha na Copa do Nordeste,o ASA também esta de parabéns pela memorável campanha,que deixou grandes times do Nordeste para trás como o Bahia, Vitória,sport,ABC,Fortaleza,Ceara,Santa Cruz entre outros..
Os dois finalistas mostraram que futebol no nordeste não é apenas nos estados do Pernambuco, Ceará e Bahia.
Fonte
Globo Esporte
- Graças à comissão técnica e aos jogadores, o ASA teve grande destaque nesta Copa do Nordeste. O vice-campeonato é importante se lembrarmos que vencemos grandes do futebol. Eliminamos o ABC e o Ceará, além de derrotarmos na primeira fase o América-RN e o Vitória. Não é fácil conquistar os resultados que obtivemos. Isso é fruto de muito trabalho – declarou o dirigente.
Jotinha disse ainda que o elenco sofreu baixas importantes ao longo do Nordestão.
- Perdemos jogadores de qualidade antes e durante a competição, como o Valdívia e o Basílio. Na decisão, o Gilson foi para o sacrifício, já que estava lesionado, e ainda perdemos o Tiago Garça, suspenso. Mesmo diante de tantos problemas, nossa equipe foi valente e honrou o nome do nosso estado. Estou orgulhoso do ASA. O resultado mostra que estamos no caminho certo.
O ASA disputou 12 partidas no Nordestão, vencendo cinco, perdendo cinco e empatando duas vezes. O time perdeu três jogos no início do regional, depois passou sete rodadas invicto e, nas finais, foi batido pelo Campinense por 2 a 1 e 2 a 0. O vice-campeonato regional é uma das melhores colocações da história do Alvinegro em competições organizadas pela CBF.
Ainda sem treinador, o ASA volta a jogar pelo Estadual já nesta quarta-feira (20/03/2013), às 20h30, contra o Corinthians-AL, em Arapiraca. Leandro Campos fechou com o Ceará neste domingo e os dirigentes ainda buscam um treinador no mercado.
Não só o Campinense deve comemorar a campanha na Copa do Nordeste,o ASA também esta de parabéns pela memorável campanha,que deixou grandes times do Nordeste para trás como o Bahia, Vitória,sport,ABC,Fortaleza,Ceara,Santa Cruz entre outros..
Os dois finalistas mostraram que futebol no nordeste não é apenas nos estados do Pernambuco, Ceará e Bahia.
Fonte
Globo Esporte
quarta-feira, 6 de março de 2013
Exemplo de humildade do jogador Bismarck(Campinense Clube)
No Brasil, 82% dos jogadores profissionais recebem até dois salários mínimos. É um dado real, longe dos milhões de reais que figuram no imaginário popular. São atletas que entram em campo por esperança, por amor e principalmente por necessidade.
Bismarck não está nessa estatística. Mas também não está nos outros 2% que ganham mais de R$ 12 mil mês. Aparece ali, no meio termo. Está na turma dos que ainda valorizam um prato de feijão com arroz, como diria o companheiro Vitor Sérgio Rodrigues. Não joga para comprar um cordão de ouro ou o terceiro carrão. Trabalha para ajudar em casa.
O depoimento que o camisa 10 do Campinense deu ao Esporte Interativo, logo após a classificação diante do Fortaleza, é de arrepiar. São palavras que nos obrigam a refletir. Afinal, num esporte onde muitas vezes só se olha para os milionários e bem sucedidos, exemplos podem vir também de quem apenas quer ajudar o pai.
Isso sim,é humildade!
Espero que o Campinense seja campeão da Copa do Nordeste.
Fonte
Yahoo
Bismarck não está nessa estatística. Mas também não está nos outros 2% que ganham mais de R$ 12 mil mês. Aparece ali, no meio termo. Está na turma dos que ainda valorizam um prato de feijão com arroz, como diria o companheiro Vitor Sérgio Rodrigues. Não joga para comprar um cordão de ouro ou o terceiro carrão. Trabalha para ajudar em casa.
O depoimento que o camisa 10 do Campinense deu ao Esporte Interativo, logo após a classificação diante do Fortaleza, é de arrepiar. São palavras que nos obrigam a refletir. Afinal, num esporte onde muitas vezes só se olha para os milionários e bem sucedidos, exemplos podem vir também de quem apenas quer ajudar o pai.
Isso sim,é humildade!
Espero que o Campinense seja campeão da Copa do Nordeste.
Fonte
Yahoo
terça-feira, 23 de outubro de 2012
Primeiro museu oceanográfico do Norte e do Nordeste
Mais de 30 mil amostras de organismos marinhos descobertos na parte do oceano que banha as regiões Norte e Nordeste do país passaram a ser reunidas no Museu Oceanográfico da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). A unidade, inaugurada nesta terça-feira, no Recife, Pernambuco, é a primeira desse tipo na região e a quinta no Brasil.
Universidades federais do Rio de Janeiro e de São Paulo, por exemplo, já mantêm essas estruturas de pesquisa. O espaço é utilizado para concentrar descobertas de ecossistemas marinhos, analisar as características e monitorar espécies. A necessidade desse tipo de laboratório, que tem sido patrocinado pela Petrobras, ganhou impulso com a exploração petrolífera em águas profundas.
A proposta é que os pesquisadores consigam mais informações sobre a biodiversidade da região. Essas análises vão permitir, por exemplo, uma melhor avaliação do impacto ambiental provocado pelas atividades da indústria de petróleo.
O trabalho dos pesquisadores é uma demanda da estatal e de outras empresas do setor que precisam fazer análise de impacto antes de começar o trabalho de perfuração em busca de petróleo. O museu em Recife reúne coletas feitas nos últimos 60 anos, em expedições brasileiras e estrangeiras pela costa brasileira. ''A gente já armazenava aqui no Recife o que é raridade em todo o Brasil, mas armazenávamos em estantes inadequadas e perdíamos muito material. No museu, agora, temos armários deslizantes compactadores que ocupam menos espaço e onde cabe muito material'', disse a pesquisadora do Departamento de Oceanografia da UFPE, Sigrid Leitão. A unidade em Pernambuco, que custou R$ 1,5 milhão para ser construída e equipada, será utilizada por especialistas de várias áreas e de outras universidades, inclusive estrangeiras. Algumas amostras reunidas no museu da UFPE são partes de espécies que são encontradas apenas nas regiões Norte e Nordeste, como crustáceos, corais e estrelas-do-mar que escolhem águas mais quentes como habitat.
Curador da coleção instalada em Pernambuco, Jesser Fidelis, afirma que recentemente, com a atividade petrolífera, o volume de material entregue às equipes da universidade pernambucana tem aumentado. ''Temos recebido muito material para análise. Alguns materiais têm vindo inclusive de outras regiões, como da Bacia de Campos e muitas têm chance de ser o primeiro registro no Brasil'', disse.
Fidelis afirma que os pesquisadores ainda não conseguiram avaliar todas as mais de 30 mil amostras reunidas no museu. A estimativa é que esse material represente cerca de 3 mil espécies novas de crustáceos, ouriços do mar e corais, entre outros. ''Ainda temos muito material que não foi analisado e não tem como estimar, mas acreditamos que pode dobrar o número de espécies ainda não catalogadas no país'', calculou o pesquisador.
Em apenas um dos grupos de análise, cerca de 70% do material colhido recentemente nas regiões de exploração de petróleo representam espécies que ainda não tinham sido identificadas na parte brasileira do oceano.
Fonte
Terra
Imagens
Folha PE
Universidades federais do Rio de Janeiro e de São Paulo, por exemplo, já mantêm essas estruturas de pesquisa. O espaço é utilizado para concentrar descobertas de ecossistemas marinhos, analisar as características e monitorar espécies. A necessidade desse tipo de laboratório, que tem sido patrocinado pela Petrobras, ganhou impulso com a exploração petrolífera em águas profundas.
A proposta é que os pesquisadores consigam mais informações sobre a biodiversidade da região. Essas análises vão permitir, por exemplo, uma melhor avaliação do impacto ambiental provocado pelas atividades da indústria de petróleo.
O trabalho dos pesquisadores é uma demanda da estatal e de outras empresas do setor que precisam fazer análise de impacto antes de começar o trabalho de perfuração em busca de petróleo. O museu em Recife reúne coletas feitas nos últimos 60 anos, em expedições brasileiras e estrangeiras pela costa brasileira. ''A gente já armazenava aqui no Recife o que é raridade em todo o Brasil, mas armazenávamos em estantes inadequadas e perdíamos muito material. No museu, agora, temos armários deslizantes compactadores que ocupam menos espaço e onde cabe muito material'', disse a pesquisadora do Departamento de Oceanografia da UFPE, Sigrid Leitão. A unidade em Pernambuco, que custou R$ 1,5 milhão para ser construída e equipada, será utilizada por especialistas de várias áreas e de outras universidades, inclusive estrangeiras. Algumas amostras reunidas no museu da UFPE são partes de espécies que são encontradas apenas nas regiões Norte e Nordeste, como crustáceos, corais e estrelas-do-mar que escolhem águas mais quentes como habitat.
Curador da coleção instalada em Pernambuco, Jesser Fidelis, afirma que recentemente, com a atividade petrolífera, o volume de material entregue às equipes da universidade pernambucana tem aumentado. ''Temos recebido muito material para análise. Alguns materiais têm vindo inclusive de outras regiões, como da Bacia de Campos e muitas têm chance de ser o primeiro registro no Brasil'', disse.
Fidelis afirma que os pesquisadores ainda não conseguiram avaliar todas as mais de 30 mil amostras reunidas no museu. A estimativa é que esse material represente cerca de 3 mil espécies novas de crustáceos, ouriços do mar e corais, entre outros. ''Ainda temos muito material que não foi analisado e não tem como estimar, mas acreditamos que pode dobrar o número de espécies ainda não catalogadas no país'', calculou o pesquisador.
Em apenas um dos grupos de análise, cerca de 70% do material colhido recentemente nas regiões de exploração de petróleo representam espécies que ainda não tinham sido identificadas na parte brasileira do oceano.
Fonte
Terra
Imagens
Folha PE
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Hulk Jogador
Givanildo Vieira de Souza, mais conhecido como Hulk.
Filho de Djovan Souza e Socorro Souza, o único homem dos sete filhos do casal cresceu no bairro José Pinheiro, em Campina Grande-PB, acostumado a ajudar os pais na barraca de carnes nas feiras livres da cidade, tarefa da qual nunca gostou.
Foi revelado pelo Vitória, em 2004, atuando apenas em uma partida pela equipe principal do clube, ainda como lateral-esquerdo, tendo ainda passado pelo meio-campo antes de se tornar atacante.Suas principais características são a força fìsica o chute muito forte e preciso.
Nunca tendo sido prestigiado no Brasil, Hulk deixou o Vitória com apenas 18 anos.
Hulk é pai de dois filhos, Ian e Tiago.
Nota do Blogueiro;
Deixo aqui a minha humilde homenagem a esse jogador,que é "sem palavras". Mostra dentro de campo,e fora dele que é um exemplo a ser seguido como pessoa,não deixando de lado ou se envergonhando de suas raízes Nordestina.
Morei um ano em Campina Grande, por fazer muito tempo não recordo do Bairro José Pinheiro"do Hulk".
Fonte;
Wikipédia
Filho de Djovan Souza e Socorro Souza, o único homem dos sete filhos do casal cresceu no bairro José Pinheiro, em Campina Grande-PB, acostumado a ajudar os pais na barraca de carnes nas feiras livres da cidade, tarefa da qual nunca gostou.
Foi revelado pelo Vitória, em 2004, atuando apenas em uma partida pela equipe principal do clube, ainda como lateral-esquerdo, tendo ainda passado pelo meio-campo antes de se tornar atacante.Suas principais características são a força fìsica o chute muito forte e preciso.
Nunca tendo sido prestigiado no Brasil, Hulk deixou o Vitória com apenas 18 anos.
Hulk é pai de dois filhos, Ian e Tiago.
Nota do Blogueiro;
Deixo aqui a minha humilde homenagem a esse jogador,que é "sem palavras". Mostra dentro de campo,e fora dele que é um exemplo a ser seguido como pessoa,não deixando de lado ou se envergonhando de suas raízes Nordestina.
Morei um ano em Campina Grande, por fazer muito tempo não recordo do Bairro José Pinheiro"do Hulk".
Fonte;
Wikipédia
sexta-feira, 23 de março de 2012
Serra das Almas
A Reserva Particular do Patrimônio Natural Serra das Almas, mantida pela Associação Caatinga, é reconhecida, pela Unesco, como Posto Avançado da Reserva da Biosfera por abrigar uma representativa parte da caatinga no sertão de Crateús-CE. São 6.146 hectares de área protegida que resguardam três nascentes e espécies ameaçadas de extinção. São desenvolvidas atividades de pesquisa científica, recreação e visitação escolar, além de projetos de educação ambiental e desenvolvimento sustentável junto às comunidades do entorno da reserva, combinando preservação ambiental com geração de renda e melhoria da qualidade de vida local.A Associação Caatinga é uma organização não governamental cearense, sem fins lucrativos, desde 2004, qualificada, pelo Ministério da Justiça, como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), na qual tem por a missão conservar a biodiversidade da Caatinga.
A instituição foi criada em 21 de outubro de 1998, a partir da visão privilegiada de um cidadão norte-americano, Sr. Samuel Johnson (in memoriam), então presidente da SC Johnson, empresa multinacional que utilizava a cera da Carnaúba como principal matéria prima para produzir alguns de seus produtos.
Em 1998, Samuel Johnson refez a viagem que seu pai o Sr. H.F. Johnson (in memoriam), realizara em 1935: a Expedição Carnaúba. A bordo de um hidroavião, partiu da Flórida (EUA) com destino ao Brasil, visitando vários Estados dentre eles o Ceará, a fim de conhecer de perto as regiões de carnaubais.Samuel Johnson ficou encantando com a beleza da Caatinga, sobretudo com a palmeira Carnaúba. Com o intuito de ajudar na preservação deste bioma, resolveu doar um recurso, de sua fortuna pessoal, instituindo o Fundo Samuel Johnson, gerido pela The Nature Conservancy (TNC), com a finalidade de adquirir uma relevante área de Caatinga no Ceará, para transformá-la em uma unidade de conservação, bem como fundar uma instituição local que pudesse gerir esta área e fomentar a preservação da Caatinga. Com este propósito surge a Associação Caatinga!
A partir de 1999 foram adquiridas algumas fazendas no Município de Crateús (CE) e em 2000 a Reserva Natural Serra das Almas foi reconhecida pelo IBAMA como Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN). Atualmente são 6.146 ha de área protegida.
Ao longo de seus mais de 13 anos de atuação, a Associação Caatinga tem desenvolvido projetos que visam contribuir com a preservação da Caatinga. Dentre eles, destacam-se as ações diretamente voltadas para as comunidades que moram no entorno da Reserva Natural Serra das Almas, propiciando uma convivência mais sustentável e harmônica com a Caatinga, através da implementação de tecnologias sustentáveis como, por exemplo, a meliponicultura (criação de abelha Jandaíra), construção de cisternas de placas, produção de mudas nativas da Caatinga, restauração florestal de áreas degradadas, curso de produção de artesanatos e de sabonetes, fomento ao protagonismo juvenil através de capacitações diversas e inserção ao mercado de trabalho, tendo sempre como premissa a educação ambiental dos beneficiários de seus projetos.A Associação Caatinga também tem fomentado a criação e o apoio na gestão de RPPN’s aumentando a proteção da Caatinga.
Destaca-se também a atuação da Associação Caatinga na promoção de políticas públicas, tendo colaborado ativamente para a implementação do Programa Selo Município Verde e o ICMS Socioambiental, ambos no Estado do Ceará, que são importantes ferramentas em prol da valorização da Caatinga cearense.
Nota do Blogueiro
Se eu ganhasse na Mega-Sena,com certeza compraria algumas fazendas,para constituir uma reserva particular!.
É um dos meus inúmeros sonhos.
A Serra das Almas era o primeiro lugar, onde eu iria tirar algumas lições.
Fonte;
www.acaatinga.org.com.br
A instituição foi criada em 21 de outubro de 1998, a partir da visão privilegiada de um cidadão norte-americano, Sr. Samuel Johnson (in memoriam), então presidente da SC Johnson, empresa multinacional que utilizava a cera da Carnaúba como principal matéria prima para produzir alguns de seus produtos.
Em 1998, Samuel Johnson refez a viagem que seu pai o Sr. H.F. Johnson (in memoriam), realizara em 1935: a Expedição Carnaúba. A bordo de um hidroavião, partiu da Flórida (EUA) com destino ao Brasil, visitando vários Estados dentre eles o Ceará, a fim de conhecer de perto as regiões de carnaubais.Samuel Johnson ficou encantando com a beleza da Caatinga, sobretudo com a palmeira Carnaúba. Com o intuito de ajudar na preservação deste bioma, resolveu doar um recurso, de sua fortuna pessoal, instituindo o Fundo Samuel Johnson, gerido pela The Nature Conservancy (TNC), com a finalidade de adquirir uma relevante área de Caatinga no Ceará, para transformá-la em uma unidade de conservação, bem como fundar uma instituição local que pudesse gerir esta área e fomentar a preservação da Caatinga. Com este propósito surge a Associação Caatinga!
A partir de 1999 foram adquiridas algumas fazendas no Município de Crateús (CE) e em 2000 a Reserva Natural Serra das Almas foi reconhecida pelo IBAMA como Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN). Atualmente são 6.146 ha de área protegida.
Ao longo de seus mais de 13 anos de atuação, a Associação Caatinga tem desenvolvido projetos que visam contribuir com a preservação da Caatinga. Dentre eles, destacam-se as ações diretamente voltadas para as comunidades que moram no entorno da Reserva Natural Serra das Almas, propiciando uma convivência mais sustentável e harmônica com a Caatinga, através da implementação de tecnologias sustentáveis como, por exemplo, a meliponicultura (criação de abelha Jandaíra), construção de cisternas de placas, produção de mudas nativas da Caatinga, restauração florestal de áreas degradadas, curso de produção de artesanatos e de sabonetes, fomento ao protagonismo juvenil através de capacitações diversas e inserção ao mercado de trabalho, tendo sempre como premissa a educação ambiental dos beneficiários de seus projetos.A Associação Caatinga também tem fomentado a criação e o apoio na gestão de RPPN’s aumentando a proteção da Caatinga.
Destaca-se também a atuação da Associação Caatinga na promoção de políticas públicas, tendo colaborado ativamente para a implementação do Programa Selo Município Verde e o ICMS Socioambiental, ambos no Estado do Ceará, que são importantes ferramentas em prol da valorização da Caatinga cearense.
Nota do Blogueiro
Se eu ganhasse na Mega-Sena,com certeza compraria algumas fazendas,para constituir uma reserva particular!.
É um dos meus inúmeros sonhos.
A Serra das Almas era o primeiro lugar, onde eu iria tirar algumas lições.
Fonte;
www.acaatinga.org.com.br
domingo, 11 de setembro de 2011
Cangaço
Entre o final do século XIX e começo do XX (início da República), surgiu, no nordeste brasileiro, grupos de homens armados conhecidos como cangaceiros. Estes grupos apareceram em função, principalmente, das péssimas condições sociais da região nordestina. O latifúndio, que concentrava terra e renda nas mãos dos fazendeiros, deixava as margens da sociedade a maioria da população.Portanto, podemos entender o cangaço como um fenômeno social, caracterizado por atitudes violentas por parte dos cangaceiros. Estes, que andavam em bandos armados, espalhavam o medo pelo sertão nordestino. Promoviam saques a fazendas, atacavam comboios e chegavam a seqüestrar fazendeiros para obtenção de resgates. Aqueles que respeitavam e acatavam as ordens dos cangaceiros não sofriam, pelo contrário, eram muitas vezes ajudados. Esta atitude, fez com que os cangaceiros fossem respeitados e até mesmo admirados por parte da população da época.
Os cangaceiros não moravam em locais fixos. Possuíam uma vida nômade, ou seja, viviam em movimento, indo de uma cidade para outra. Ao chegarem nas cidades pediam recursos e ajuda aos moradores locais. Aos que se recusavam a ajudar o bando, sobrava a violência.
(Principais áreas de atuação dos cangaceiros)Como não seguiam as leis estabelecidas pelo governo, eram perseguidos constantemente pelos policiais. Usavam roupas e chapéus de couro para protegerem os corpos, durante as fugas, da vegetação cheia de espinhos da caatinga. Além desse recurso da vestimenta, usavam todos os conhecimentos que possuíam sobre o território nordestino (fontes de água, ervas, tipos de solo e vegetação) para fugirem ou obterem esconderijos.
Existiram diversos bandos de cangaceiros. Porém, o mais conhecido e temido da época foi o comandado por Lampião (Virgulino Ferreira da Silva), também conhecido pelo apelido de “Rei do Cangaço”. O bando de Lampião atuou pelo sertão nordestino durante as décadas de 1920 e 1930. Morreu numa emboscada armada, junto com a mulher Maria Bonita e outros cangaceiros, em 29 de julho de 1938. Tiveram suas cabeças decepadas e expostas em locais públicos, pois o governo queria assustar e desestimular esta prática na região.
Depois do fim do bando de Lampião, os outros grupos de cangaceiros, já enfraquecidos, foram se desarticulando até terminarem de vez ,no final da década de 1930.
Nota;Importante dizer que Januário Garcia Leal, o Sete Orelhas,diferente dos demais cangaceiros agia no sudeste do Brasil, no início do século XIX, tendo sido considerado justiceiro e honrado por uns e cangaceiro por outros.
Fonte;
SuaPesquisa.com
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
Arquipélago de Fernando de Noronha
A ocupação de Fernando de Noronha é quase tão antiga quanto a do continente. Em decorrência da sua posição geográfica, o arquipélago foi uma das primeiras terras localizadas no Novo Mundo, registrada em carta náutica no ano de 1500 pelo cartógrafo espanhol Juan de La Cosa e em 1502 pelo português Alberto Cantino, neste com o nome "Quaresma".Sua descoberta, em 1503, é atribuida ao navegador Américo Vespúcio, participante da segunda expedição exploratória às costas brasileiras, comandada por Gonçalo Coelho e financiada pelo fidalgo português Fernão de Loronha, cristão novo, arrendatário de extração de Pau-Brasil.
Foto: Antônio Melcop
"O paraíso é aqui." Assim Américo Vespúcio descreveu o Ilha em 1503, que chamou de São Lourenço .
"O paraíso é aqui", disse Vespúcio quando abordou aquela ilha deserta em l0 de agosto de 1503, logo após o naufrágio da principal nau das seis que compunham a expedição. A carta que escreveu, a LETTERA, é o primeiro documento relativo à Ilha, a qual chamava de São Lourenço, fala de "infinitas águas e infinitas árvores; aves muito mansas, que vinham comer às mãos; um boníssimo porto que foi bom para toda a tripulação". Em decorrência da descoberta, em 1504, foi doada a Fernão de Loronha, que havia financiado a expedição. Foi a primeira Capitania Hereditária do Brasil, porém jamais ocupada pelo seu donatário.
Invasões estrangeirasAbandonada por mais de dois séculos e situada na rota das grandes navegações, foi abordada por muitos povos, sendo ocupada temporariamente no século XVII por holandeses (que a chamaram "Pavônia") e no século XVIII por franceses (que a rebatizaram de "Ile Delphine").
Esse ponto vulnerável a invasões motivou a definitiva ocupação por Portugal, através da Capitania de Pernambuco, a partir de 1737, sendo construído o sistema defensivo com dez fortificações - "o maior sistema fortificado do século XVIII no Brasil" -, dentre os quais a Fortaleza de N.Sª dos Remédios. A maioria desses fortes estão de pé ainda hoje e dos demais restam evidências arqueológicas.
Na mesma época, o Arquipélago transformava-se num Presídio Comum, para presos condenados a longas penas. Foram esses presidiários a mão-de-obra que ergueu todo o patrimônio edificado e o sistema viário que interliga vilas e fortes. O cruel regime possuía até mesmo solitárias e leitos de pedra, nos quais o prisioneiro mal podia se virar de lado.
Por medida disciplinar, a fim de evitarem-se fugas e esconderijos de presos, desde essa época a vegetação original foi sendo derrubada, alterando o clima do arquipélago. Por essa razão, somente em alguns locais da ilha pode ser vista um pouco da cobertura vegetal original, como na Ponta da Sapata, na encosta do Morro do Pico e nos mirantes do Sancho, Baía dos Golfinhos e Praia do Leão.
Interesse Científico
Cientistas ilustres visitaram o arquipélago em diversas épocas, como o naturalista Charles Darwin, pai da Teoria da Evolução das Espécies, em 1832. Todos foram atraídos pela sua grande biodiversidade e levantaram dados sobre o meio ambiente, descrevendo-o em trabalhos memoráveis. Também no século XIX, artistas como os franceses Debret e Laissaily registraram em tela a ocupação humana.
Período MilitarEm 1938 o Arquipélago foi cedido à União, para a instalação de um Presídio Político. Em 1942, durante a II Guerra Mundial, criava-se o Território Federal Militar, juntamente com o Destacamento Misto de Guerra e a aliança com a Marinha norte-americana, que instalou na ilha uma Base de Apoio, com cerca de 300 homens.
Nesse período, uma superpopulação de mais de 3.000 expedicionários condicionaram a construção de casas pré-moldadas, para abrigá-los. De 1942 a 1988, a ilha foi administrada por militares: Exército, até 1981; Aeronáutica, até 1986; e EMFA, até 1987. Ainda território federal passou para o MINTER, tendo o seu único Governador Civil. Nesse período, entre 1957 e 1965, houve uma nova presença americana, no Posto de Observação de Mísseis Teleguiados.
Em 1988, por força da Constituinte, foi reintegrado ao Estado de Pernambuco, sendo hoje um Distrito Estadual. Também em 1988 foi criado o Parque Nacional Marinho, coexistindo, no espaço de 26 km², o PARNAMAR/FN e a Área de Proteção Ambiental estadual.
Em 13 de dezembro de 2001, a UNESCO considerou o arquipélago SÍTIO DO PATRIMÔNIO MUNDIAL NATURAL, tendo o diploma sido entregue em 27 de dezembro de 2002. Em 2003, comemorou-se 500 anos da entrada de Fernando de Noronha na história dos homens. 500 anos da sua primeira abordagem, de sua descrição, por um dos maiores navegadores da história, Américo Vespúcio.
Fonte;
http://www.noronha.pe.gov.br/
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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010
História da Uva
CARACTERÍSTICAS DA PLANTATrepadeira de caule espesso e resistente, verde quando jovem, tornando-se escuro posteriormente. Folhas grandes divididas em s lobos com uma leve pilosidade esbranquiçada em sua superfície. Flores creme-esverdeadas e pequenas.
FRUTO
De formato arredondado ou elipsóide, podendo ser branco, verde, amarelo, rosado, vermelho ou azulado de acordo com a variedade. Polpa aquosa que pode envolver até 4 sementes de coloração escura. Frutifica de outubro a fevereiro.
CULTIVO
Preferem climas secos com temperatura em torno de 220C, e adapta-se a diversos tipos de solos, com exceção dos úmidos e mal drenados, porém devem ser ricos em matéria orgânica. O solo tem grande influência sobre a qualidade da uva e do vinho. Seu cultivo é por alporque e enxertia.
A videira é uma das plantas frutíferas mais conhecidas desde a Antiguidade, podendo ser encontrada em fósseis de épocas geológicos anteriores mesmo ao aparecimento do homem na Terra.
No entanto, a cultura da uva, que é permanente e de longa duração - alguns vinhedos chegam a durar até 150 anos de idade - só se tornou possível no seio das comunidades que abandonaram o nomadismo.Fixo à terra, pouco a pouco, de geração em geração, o homem foi aprimorando as técnicas de cultivo e de processamento da fruta. Pode-se, até mesmo, dizer que a história da uva resume parte da história do homem ocidental.
Primitivamente, a cultura da uva teve apenas um caráter doméstico, desenvolvendo-se para o comércio e para a exportação apenas com o desenvolvimento da navegação no Mar Mediterrâneo.
Segundo conta Pio Corrêa, foi por volta do ano 600 antes de Cristo que o homem aprendeu a podar a videira para obter uma abundante e saborosa carga de frutos, um salto definitivo na melhoria das técnicas de produção da fruta. Diz a lenda, também, que foi um asno e não um homem quem, pela primeira vez, descobriu o poder da poda ao comer os ramos e as folhas verdes de uma videira.
Acredita-se que as uvas originaram-se na Ásia, tendo sido introduzidas na Península Itálica e na Europa pelos povos gregos.
Foram os romanos, por sua vez, que transformaram a viticultura em um comércio lucrativo, enchendo as paisagens mediterrâneas de videiras.
As uvas de então, ainda por vários séculos depois disso, destinavam-se, basicamente, à produção de vinho.Fruta difícil de se transportar e de conservar, exigente de cuidados, o homem logo aprendeu a aproveitar de outras formas os valores e delícias embriagantes da uva.
Por sua alta concentração de açúcares, o processo de fermentação das uvas gera uma bebida excepcional, de teores alcoólicos variáveis, e que passou a ocupar o lugar do mais conhecido, consumido e importante entre todos os vinhos de frutas existentes.
O vinho de uva constitui-se, de fato e desde tempos muito antigos, num produto de enorme significado social e econômico para o homem ocidental.
Nota do Blogueiro;
A partir dos anos 70, o Brasil viveu uma grande transformação em relação à produção de uvas, que se processou quando grandes grupos nacionais e internacionais, através de incentivos governamentais, passaram a investir no desenvolvimento e na instalação de modernos projetos de irrigação ao longo de todo o vale fértil, quente e seco do Rio São Francisco.
Inúmeras agroindústrias produtoras de sucos, de vinhos e de doces foram atraídas para a região do Vale, ampliando ainda mais a oferta de trabalho e alterando profundamente as condições sócio econômicas de toda uma população habituada, há séculos, às dificuldades da caatinga e da seca.
Em poucos anos, a terra do licuri e do mandacaru começou a produzir em abundância frutas de todo tipo, como mamão, abacate, figo, goiaba, maracujá, melão, melancia, carambola, manga, limão, laranja e, é claro, uva.
Fonte;
http://www.portalsaofrancisco.com.br/alfa/uva/uva.php
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quarta-feira, 8 de setembro de 2010
Forró Com letra de Qualidade
Nota do Blogueiro;Dessa vez meu comentário veio antes da postagem,para ter certeza que a postagem não iriam ser esnobada, só pelo titulo.
Ficar essa música aqui, para todos que acham que forró é só amassa,amassa, sem letra nenhuma e com uma batida "sugestiva".
Vejam um forró que não abandona as origens,de qualidade e com uma letra invejável.

Saga De Um Vaqueiro
Catuaba com Amendoim
Composição: Rita de Cássia
Vou pedir licença pra contar a minha história
Como um vaqueiro tem suas perdas e suas glórias
Mesmo sendo forte, o coração é um menino
Que ama e chora por dentro, e segue seu destino
Desde cedo assumi minha paixão
De ser vaqueiro e ser um campeão
Nas vaquejadas sempre fui batalhador
Consegui respeito por ser um vencedor
Da arquibancada uma morena me aplaudia
Seus cabelos longos, olhos negros, sorria
Perdi um boi naquele dia lá na pista
Mas um grande amor surgia em minha vida
Naquele dia começou o meu dilema
Apaixonado por aquela morena
Cada boi que eu derrubava, ela aplaudia
E eu, todo prosa, sorria
Então começamos um namoro apaixonado
Ela vivia na garupa do meu cavalo
Meus planos já estavam, traçados em meu coração
De tê-la como esposa ao pedir a sua mão
Que tristeza abalou meu coração
Quando seu pai negou-me sua mão
Desprezou-me, por eu ser um vaqueiro
Pra sua filha só queria um fazendeiro
A gente se encontrava, sempre às escondidas
E vivia aquele amor, proibido
Cada novo encontro era sempre perigoso
Mas o nosso amor era tão gostoso
Decidimos então fugir, pra outras vaquejadas
Iríamos seguir
Marcamos um lugar, pra gente se encontrar
Mas na hora marcada ela não estava lá
Voltei em um galope
Saí cortando o vento
Como se procura uma novilha, no relento
E tudo em mim chorava por dentro...
E tudo em mim chorava por dentro...
Vieram me contar, que mandaram ela pra longe
Onde o vento se esconde o som do berrante se desfaz
Um fruto do nosso amor
Ela estava a esperar
Fiquei desesperado, com tamanha maldade
Pensei fazer desgraça, mas me controlei
E saí pelo mundo, um vaqueiro magoado
Só porque um dia eu amei
Passaram muitos anos e eu pelo mundo
De vaquejada em vaquejada, sempre a viajar
Era um grande vaqueiro, mas meu coração
Continuava a penar
Um dia eu fui convidado, pra uma vaquejada
Naquela região
Pensei em não voltar lá
Mas um bom vaqueiro nunca pode vacilar
Nunca mais soube de nada do que lá acontecia
Eu fugia da minha dor e da minha agonia
Ser sempre campeão era a minha alegria
Depois de dezessete anos, preparei-me pra voltar
Como um campeão!
Queria aquele prêmio pra lavar meu coração
Mas sabia que por lá, existia um vaqueirão
Começou a vaquejada e uma disputa acirrada
Eu botava o boi no chão, ele também botava
Eu entrei na festa e ele lá estava
Eu fiquei impressionado, como ele era valente
Tão jovem e tão forte, e tão insistente
Eu derrubava o boi
E ele sempre à minha frente
Chegava o grande momento, de pegar o primeiro lugar
Os bois eram mais fortes, ele não iria derrubar
E sorri comigo mesmo: "dessa vez eu vou ganhar"
Quando me preparava, pra entrar na pista
Quando olhei de lado, quase escureci a vista
Quando vi uma mulher
Aquela que foi a minha vida
Segurei no meu cavalo, para não cair
Tremi, fiquei nervoso, quando eu a vi
Enxugando e abraçando
O vaqueiro bem ali
Entrei na pista como um louco
O bate-esteira percebeu
Andei foi longe do boi
"Ah! Isso nunca aconteceu!"
O vaqueiro entrou na pista e eu fiquei a observar
Ela acenava, ela aplaudia e ele, o boi a derrubar
Derrubou o boi na faixa
Ganhou o primeiro lugar
Fiquei desconsolado, envergonhado eu fiquei
Perdi o grande prêmio, isso até eu nem liguei
Mas perder aquele amor
Ah eu não me conformei
Ela veio sorridente, em minha direção
E trouxe o vaqueiro, pegado em sua mão.
Olhou-me nos meus olhos, falou com atenção:
"Esse é o nosso filho, que você não conheceu.
Sempre quis ser um vaqueiro, como você, um campeão!
E pela primeira vez, quer a sua Benção!"
Eu chorava, de feliz
Abraçado, com meu filho!
Um vaqueiro, como eu! Eu nunca tinha visto.
Posso confessar: "o maior prêmio... Deus me deu!"
Fonte;Youtube,http://letras.terra.com.br/catuaba-com-amendoin/66155/
Ficar essa música aqui, para todos que acham que forró é só amassa,amassa, sem letra nenhuma e com uma batida "sugestiva".
Vejam um forró que não abandona as origens,de qualidade e com uma letra invejável.

Saga De Um Vaqueiro
Catuaba com Amendoim
Composição: Rita de Cássia
Vou pedir licença pra contar a minha história
Como um vaqueiro tem suas perdas e suas glórias
Mesmo sendo forte, o coração é um menino
Que ama e chora por dentro, e segue seu destino
Desde cedo assumi minha paixão
De ser vaqueiro e ser um campeão
Nas vaquejadas sempre fui batalhador
Consegui respeito por ser um vencedor
Da arquibancada uma morena me aplaudia
Seus cabelos longos, olhos negros, sorria
Perdi um boi naquele dia lá na pista
Mas um grande amor surgia em minha vida
Naquele dia começou o meu dilema
Apaixonado por aquela morena
Cada boi que eu derrubava, ela aplaudia
E eu, todo prosa, sorria
Então começamos um namoro apaixonado
Ela vivia na garupa do meu cavalo
Meus planos já estavam, traçados em meu coração
De tê-la como esposa ao pedir a sua mão
Que tristeza abalou meu coração
Quando seu pai negou-me sua mão
Desprezou-me, por eu ser um vaqueiro
Pra sua filha só queria um fazendeiro
A gente se encontrava, sempre às escondidas
E vivia aquele amor, proibido
Cada novo encontro era sempre perigoso
Mas o nosso amor era tão gostoso
Decidimos então fugir, pra outras vaquejadas
Iríamos seguir
Marcamos um lugar, pra gente se encontrar
Mas na hora marcada ela não estava lá
Voltei em um galope
Saí cortando o vento
Como se procura uma novilha, no relento
E tudo em mim chorava por dentro...
E tudo em mim chorava por dentro...
Vieram me contar, que mandaram ela pra longe
Onde o vento se esconde o som do berrante se desfaz
Um fruto do nosso amor
Ela estava a esperar
Fiquei desesperado, com tamanha maldade
Pensei fazer desgraça, mas me controlei
E saí pelo mundo, um vaqueiro magoado
Só porque um dia eu amei
Passaram muitos anos e eu pelo mundo
De vaquejada em vaquejada, sempre a viajar
Era um grande vaqueiro, mas meu coração
Continuava a penar
Um dia eu fui convidado, pra uma vaquejada
Naquela região
Pensei em não voltar lá
Mas um bom vaqueiro nunca pode vacilar
Nunca mais soube de nada do que lá acontecia
Eu fugia da minha dor e da minha agonia
Ser sempre campeão era a minha alegria
Depois de dezessete anos, preparei-me pra voltar
Como um campeão!
Queria aquele prêmio pra lavar meu coração
Mas sabia que por lá, existia um vaqueirão
Começou a vaquejada e uma disputa acirrada
Eu botava o boi no chão, ele também botava
Eu entrei na festa e ele lá estava
Eu fiquei impressionado, como ele era valente
Tão jovem e tão forte, e tão insistente
Eu derrubava o boi
E ele sempre à minha frente
Chegava o grande momento, de pegar o primeiro lugar
Os bois eram mais fortes, ele não iria derrubar
E sorri comigo mesmo: "dessa vez eu vou ganhar"
Quando me preparava, pra entrar na pista
Quando olhei de lado, quase escureci a vista
Quando vi uma mulher
Aquela que foi a minha vida
Segurei no meu cavalo, para não cair
Tremi, fiquei nervoso, quando eu a vi
Enxugando e abraçando
O vaqueiro bem ali
Entrei na pista como um louco
O bate-esteira percebeu
Andei foi longe do boi
"Ah! Isso nunca aconteceu!"
O vaqueiro entrou na pista e eu fiquei a observar
Ela acenava, ela aplaudia e ele, o boi a derrubar
Derrubou o boi na faixa
Ganhou o primeiro lugar
Fiquei desconsolado, envergonhado eu fiquei
Perdi o grande prêmio, isso até eu nem liguei
Mas perder aquele amor
Ah eu não me conformei
Ela veio sorridente, em minha direção
E trouxe o vaqueiro, pegado em sua mão.
Olhou-me nos meus olhos, falou com atenção:
"Esse é o nosso filho, que você não conheceu.
Sempre quis ser um vaqueiro, como você, um campeão!
E pela primeira vez, quer a sua Benção!"
Eu chorava, de feliz
Abraçado, com meu filho!
Um vaqueiro, como eu! Eu nunca tinha visto.
Posso confessar: "o maior prêmio... Deus me deu!"
Fonte;Youtube,http://letras.terra.com.br/catuaba-com-amendoin/66155/
terça-feira, 24 de agosto de 2010
Literatura de Cordel

Literatura de cordel é um tipo de poesia popular, originalmente oral, e depois impressa em folhetos rústicos ou outra qualidade de papel, expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome originado em Portugal, que tinha a tradição de pendurar folhetos em barbantes. No Nordeste do Brasil, o nome foi herdado (embora o povo chame esta manifestação de folheto), mas a tradição do barbante não perpetuou. Ou seja, o folheto brasileiro poderia ou não estar exposto em barbantes. São escritos em forma rimada e alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, o mesmo estilo de gravura usado nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.

A história da literatura de cordel começa com o romanceiro luso-holandês da Idade Contemporânea e do Renascimento. O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos em Portugal, onde eram pendurados em cordões, chamados de cordéis. Inicialmente, eles também continham peças de teatro, como as de autoria de Gil Vicente (1465-1536). Foram os portugueses que introduziram o cordel no Brasil desde o início da colonização. Na segunda metade do século XIX começaram as impressões de folhetos brasileiros, com suas características próprias. Os temas incluem fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas , temas religiosos, entre muitos outros. As façanhas do cangaceiro Lampião (Virgulino Ferreira da Silva, 1900-1938) e o suicídio do presidente Getúlio Vargas (1883-1954) são alguns dos assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado. Não há limite para a criação de temas dos folhetos. Praticamente todo e qualquer assunto pode virar cordel nas mãos de um poeta competente.
No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O cordel hoje é vendido em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.
Os poetas Leandro Gomes de Barros (1865-1918) e João Martins de Athayde (1880-1959) estão entre os principais autores do passado.
Todavia, este tipo de literatura apresenta vários aspectos interessantes e dignos de destaque:

As suas gravuras, chamadas xilogravuras, representam um importante espólio do imaginário popular;
Pelo fato de funcionar como divulgadora da arte do cotidiano, das tradições populares e dos autores locais (lembre-se a vitalidade deste gênero ainda no nordeste do Brasil), a literatura de cordel é de inestimável importância na manutenção das identidades locais e das tradições literárias regionais, contribuindo para a perpetuação do folclore brasileiro;
Pelo fato de poderem ser lidas em sessões públicas e de atingirem um número elevado de exemplares distribuídos, ajudam na disseminação de hábitos de leitura e lutam contra o analfabetismo;
A tipologia de assuntos que cobrem, crítica social e política e textos de opinião, elevam a literatura de cordel ao estandarte de obras de teor didático e educativo.
As poesias do cordel na maioria são divididos em Quadra,Sextilha,Septilha,Oitava,Quadrão e Décima,mas as variações são muito mais do que essas citadas.
Nota do Blogueiro,esse resumo não é nada comparado a imensidão do que é a literatura de cordel,quem se interessou pelo assunto não pode deixar de entrar nesse site,da Academia Brasileira de literatura de cordel;http://www.ablc.com.br/
Fonte;http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_Cordel
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domingo, 22 de agosto de 2010
Guerra de Canudos
A Guerra de Canudos ou Campanha de Canudos, também conhecida como Guerra dos Canudos em certas regiões do sertão baiano, foi o confronto entre o Exército Brasileiro e integrantes de um movimento popular de fundo sócio-religioso liderado por Antônio Conselheiro, que durou de 1896 a 1897, na então comunidade de Canudos, no interior do estado da Bahia, no nordeste do Brasil.
O episódio foi fruto de uma série de fatores como a grave crise econômica e social pela qual passava a região à época, historicamente caracterizada por latifúndios improdutivos, secas cíclicas e desemprego crônico. Milhares de sertanejos partiram para Canudos, cidadela liderada pelo peregrino Antônio Conselheiro, unidos na crença numa salvação milagrosa que pouparia os humildes habitantes do sertão dos flagelos do clima e da exclusão econômica e social.
Canudos era uma pequena aldeia que surgiu durante o século XVIII nos arredores da Fazenda Canudos, às margens do rio Vaza-Barris. Com a chegada de Antônio Conselheiro em 1893 passou a crescer vertiginosamente, em poucos anos chegando a contar por volta de 25 000 habitantes. Antônio Conselheiro rebatizou o local de Belo Monte, apesar de estar situado num vale, entre colinas.

Os grandes fazendeiros da região, unindo-se à Igreja, iniciaram um forte grupo de pressão junto à República recém-instaurada, pedindo que fossem tomadas providências contra Antônio Conselheiro e seus seguidores. Criaram-se rumores de que Canudos se armava para atacar cidades vizinhas e partir em direção à capital para depor o governo republicano, reinstalando a Monarquia. Apesar de não haver nenhuma prova para estes rumores, o Exército foi mandado para Canudos. Três expedições militares contra Canudos saíram derrotadas, inclusive uma comandada pelo Coronel Antônio Moreira César, conhecido como "corta-cabeças" por ter mandado executar mais de cem pessoas a sangue frio na repressão à Revolução Federalista em Santa Catarina. A derrota das tropas do Exército pelos canudenses nestas primeiras expedições apavorou a opinião pública, que acabou exigindo a destruição do arraial, dando legitimidade ao massacre de até vinte mil sertanejos. Além disso, estima-se que cinco mil militares tenham morrido. A guerra terminou com a destruição total de Canudos, a degola de muitos prisioneiros de guerra, e o incêndio de todas as 5.200 casas do arraial.

Nota do blogueiro;Infelizmente de maneira histórica,a 2* canudos esta em baixo dágua,ela se localizava onde hoje fica o açude de Cocorobó,de acordo com as palavras de Euclides da Cunha,canudos foi uma "Tróia de barro"
Hoje os governos federais e estaduais não se esforça expressivamente para manter a memoria de canudos vivas,tem até quem diga que a construção do açude sobre canudos não foi com intenções de cunho social,mas para enterra de uma vez por todas um passado de um levante de um povo miséravel,que infelizmente pra eles não conseguiu passar em branco na memoria do povo.um exemplo claro desse "esquecimento governamental"é, tinham um lugar muito mais viavél de construir essa barragem, chamada Caipã,de acordo com IBGE em 1991 a população local continuou em péssima condições de vida,tendo como índice 52% da população maior de 15 anos são analfabetos.
As terras ferteis que na época eram usasdos na agricultura pelo povo de canudos ficaram em baixo do açude restando os cascalhos e pedras das atuais margem do açude,pouco promissora á agricultura. como falei antes o que estava importando para o governo não era o cunho social mais o local do açude,tentando apagar uma memoria com a desculpa de "estudos"técnicos do local apropriado para a construção,não tenho a menor duvida caso esse açude fosse construído hoje, não seriam sobre canudos,esse que estariam tombado pelo PHH.
Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Guerra_de_Canudos
domingo, 14 de fevereiro de 2010
72ºBatalhão de Infantaria Motorizado(Caatinga)
72º Batalhão de Infantaria Motorizado é um batalhão do Exército brasileiro sediado em Petrolina, sendo a única Unidade do Exército Brasileiro a formar o combatente para o ambiente operacional de caatinga. Possui um Centro de Instrução de Operações na Caatinga, abrangendo uma área com aproximadamente 28.000 km². Preocupado com a questão ambiental, o batalhão preserva, desde a sua criação, uma vegetação de 3.000 km² inserida na área urbana de Petrolina, tendo também um parque zoobotânico, com uma grande variedade de representantes de fauna e flora do bioma caatinga, sendo 22 viveiros e mais de 40 espécies de vegetais. Em uma integração social, o parque que é aberto à visitação pública é constantemente visitado por alunos que desenvolvem pesquisas escolares e também por acadêmicos de entidades de ensino superior locais que desenvolvem projetos de pesquisa.
Um país como o Brasil que possui uma enorme variedade geográfica precisa ter combatentes aptos para operar em diferentes ambientes operacionais.
Como uma Força Armada moderna, o Exército Brasileiro mantem seus soldados preparados para o combate em diversos terrenos. Por isso, possui tropas especializadas no combate na selva, no pantanal, na caatinga, na montanha e em diversos tipos operações militares. Os combatentes são treinados exaustivamente para atuar de acordo com o ambiente em que estão inseridos, desta forma se pode garantir qualidade e êxito nas operações militares.
O combate na caatinga, já há muitos anos, vem sendo objeto de pesquisas e estudos por parte do Exército Brasileiro, com o objetivo de determinar as características que o diferenciam das operações desenvolvidas em outros ambientes operacionais.
O militar especializado no combate na caatinga deve conhecer as peculiaridades da região e adaptar-se a elas. Para isso existem dois tipos de adaptação, a ambiental e a de instrução. Na primeira, o combatente aprende a lidar com os rigores térmicos da região e com a escassez de água, características marcantes neste ambiente operacional. Os treinamentos dessa fase duram de 10 a 15 dias e, após esse período, o aluno já está perfeitamente ambientado às peculiaridades da região. Durante a segunda fase, o treinamento busca adequar o homem à área de operações, instruindo-o as peculiaridades do combate próprio da região seca e arida da caatinga e elevar o preparo psicológico necessário ao cumprimento das mais variadas missões no ambiente da caatinga. Entre as instruções ministradas neste período, especial enfase é dada a observação e orientação, tanto diurna como noturna; a capacidade de utilização de cobertas e abrigos para deslocamentos e ações militares; o reconhecimento operacional; a localização de alvos importantes; a utilização de estradas e demais vias de acesso à área de operações; os deslocamentos a pé, motorizados ou aeromóveis; e aos exercícios de combate e sobrevivência.
O 72 BIMtz abriga as instalações do Centro de Instrução de Operações na Caatinga (CIOpC) que situa-se em imóvel da União, conhecido por Fazenda Tanque do Ferro, jurisdicionado ao Ministério da Defesa , passando a ser chamado de Campo de Instrução Fazenda Tanque do Ferro (CIFTF.), responsável pela formação do Combatente de Caatinga. A vegetação é agressiva e espinhosa, o sol é causticaste o relevo é pouco ondulado, solos muitas vezes pedregoso, e, sobretudo com aglomerados humanos esparsos e uma grande escassez de água.
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Tambaba-Naturalismo(Made In PB)
Tambaba é uma praia situada no município de Conde, no estado da Paraíba. É conhecida pela sua seção naturista sendo a primeira praia do Brasil a permitir o naturismo por lei municipal.
O naturismo é gerido pela SONATA, Sociedade Naturista de Tambaba. Esta sociedade organizou uma série de normas de conduta ética, como meio de garantir um padrão de comportamento na praia. Estas incluem proibição de filmagens ou fotografia, sem autorização, a obrigação de nudez total para aceder ao local, a proibição total de qualquer comportamento ou praticas sexuais e proibição do uso de drogas. Todos estes ítens são relacionados com o Código de Ética Naturista.
Congresso Internacional de Naturismo
Tambaba foi a área naturista escolhida para sediar o 31º Congresso Internacional de Naturismo da INF-FNI (Federação Internacional de Naturismo) que ocorreu em 2008. Este congresso é bianual e sediá-lo é algo comparável a sediar uma olimpíada tendo em vista o grau de importância do mesmo no cenário mundial.
A votação foi realizada durante o 30º Congresso Internacional de Naturismo que ocorreu na cidade de Cartagena na Espanha nos dias 7 a 10 de Setembro de 2006. A votação foi expressiva a favor de Tambaba que venceu por 137 votos a 99 dados à região da Calábria na Itália que era o concorrente.
Com isto, Tambaba entrou para a história do Naturismo mundial, já que é a primeira área Naturista do Hemisfério Sul e primeira área Naturista da América Latina a sediar um evento deste porte.
Regras
1. Mulheres podem entrar sozinhas;
2. Homens não podem entrar sozinhos ou acompanhados de outros homens;
3. Homem só entra acompanhado de uma mulher ou portando um passaporte naturista da INF-FNI;
4. Não é permitida a prática de sexo ou comportamento afim;
5. Crianças podem acompanhar seus pais em praias naturistas;
6. O ambiente é 100% familiar, controlado pela Policia Militar e pela Guarda Municipal.
Fonte;http://pt.wikipedia.org/wiki/Tambaba
sábado, 18 de julho de 2009
Engenho itapuá
Ruínas do engenho Itapuá,na margem do rio paraíba do norte município de são miguel de taipú/PB,simbolo de uma época rica no nordeste brasileiro movido pela lucrativa industria da cana de açúca,hoje o que resta são lembranças ruins e boas,movido por varias histórias contadas pelos os mais velhos,entre elas tem uma história em especial, a da igreja de nossa senhora das angústias que é uma santa local e de acordo com a "lenda"já foi uma jovem moradora da comunidade,se alguém deseja conto o resto dessa história...Uma coisa que eu não poderia deixa de falar,próximo a essas ruínas em 2004 encontrei uma moeda de ouro,que tenho até hoje data de 1699.
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