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quinta-feira, 23 de abril de 2015

Shakespeare



“Os covardes morrem muitas vezes antes de sua morte; os valentes morrem uma única vez.” Shakespeare

Há 399 anos, morria um dos maiores nomes da literatura mundial de todos os tempos.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Sites para baixar livros grátis

7 sites onde você pode baixar livros grátis.(Formatos PDF,ZIP,RAR entre outros..)
Livros dos mais diferentes idiomas e categoria,desde historinhas de nina a grandes mestres da literatura Mundial.
Conhecimento é poder.


Domínio publico

O "Portal Domínio Público", lançado em novembro de 2004 (com um acervo inicial de 500 obras), propõe o compartilhamento de conhecimentos de forma equânime, colocando à disposição de todos os usuários da rede mundial de computadores.

Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin

Foi criada em janeiro de 2005 para abrigar e integrar a coleção brasiliana reunida ao longo de mais de oitenta anos pelo bibliófilo José Mindlin e sua esposa Guita. A coleção foi doada pela família Mindlin à USP em um gesto de extrema generosidade para com a nação. Com o seu expressivo conjunto de livros e manuscritos, a brasiliana reunida por Guita e José Mindlin é considerada a mais importante coleção do gênero formada por particulares. São 32,2 mil títulos que correspondem a 60 mil volumes aproximadamente.

Biblioteca Digital Mundial
Vários idiomas.

Biblioteca Eduardo Sandez
10 mil volumes em espanhol

Ebook Brasil.Org

Elivros

Projeto Gutenberg

Oferece mais de 45 mil ebooks gratuitos: escolher entre os livros EPUB gratuitos, livros Kindle gratuitos, baixá-los ou lê-los online. Ebooks de alta qualidade: Todos  ebooks foram previamente publicados por boa fé dos editores. Digitalizados e diligentemente corrigidos com a ajuda de milhares de voluntários.

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Morre Gabriel García Márquez


Gabriel José García Márquez nasceu em Aracataca, 6 de março de 1927 na cidade do México.
Morreu hoje em 17 de abril de 2014,na cidade do México onde morava.


terça-feira, 21 de agosto de 2012

A Torre Negra

A Torre Negra (The Dark Tower) é uma série literária escrita pelo estadunidense Stephen King. Misturando ficção científica, fantasia e terror numa narrativa que forma um verdadeiro mosaico da cultura popular contemporânea, o enredo segue um "pistoleiro" e sua busca em direção a uma torre, cuja natureza é tanto física quanto metafórica. Considerada a magnum opus do escritor, levou trinta e três anos para ser concluída  de 1970 a 2003. Em 2010 havia alcançado a marca de 30 milhões de exemplares vendidos.A saga é inspirada no universo imaginário de J.R.R. Tolkien, no poema épico do século XIX "Childe Roland à Torre Negra Chegou" escrito por Robert Browning, e repleta de referências à cultura pop, às Lendas Arturianas e ao faroeste.

O Pistoleiro (The Gunslinger) Em março de 1970, Stephen King começou a escrever quando tinha apenas 19 anos, tendo como inspiração os livros de J. R. R. Tolkien e filmes de caubóis do Velho Oeste. Os cinco capítulos do livro foram primeiramente publicados na revista The Magazine of Fantasy & Science Fiction:
 "The Gunslinger" (Outubro de 1978)
 "The Way Station" (Abril de 1980)
 "The Oracle and the Mountains" (Fevereiro de 1981)
 "The Slow Mutants" (Julho de 1981)
 "The Gunslinger and the Dark Man" (Novembro de 1981)
A primeira publicação do texto integral ocorreu em 1982, como uma edição limitada, tendo sua publicação em massa ocorrido apenas em 1988.
Desde então o livro foi lançado em vários formatos diferentes, incluindo caixas contendo os demais volumes da série. Em 2003, King revisou a versão original de O Pistoleiro, acrescentando ou retirando algumas passagens, com o objetivo de manter o primeiro volume coerente com o restante da série.

A Escolha dos Três (The Drawing of the Three) é o segundo livro da série A Torre Negra escrito em 1970 e publicado por Donald M. Grant em 1987.

As Terras Devastadas (The Waste Lands) é o título do terceiro volume da série A Torre Negra publicado em 1991.

Mago e Vidro (Wizard and Glass) é o título do quarto volume da série A Torre Negra publicado em 1997.

Lobos de Calla (Wolves of the Calla) é o título do quinto volume da série A Torre Negra publicado em 2003.

Canção de Susannah (Song of Susannah)é o título do sexto volume da série A Torre Negra publicado em 2004.

A Torre Negra (The Dark Tower) é o título do sétimo e último volume da série A Torre Negra publicado em 2004.
Livro à parte( pode ser lido sozinho, sem o conhecimento prévio dos demais livros )
O Vento pelo buraco da fechadura (The Wind Through the Keyhole) foi anunciado no site oficial de King em 10 de março de 2011,tendo sido lançado em edição especial em 21 de fevereiro de 2012 e publicado oficialmente em 24 de abril do mesmo ano.
King observou que a história do romance está situada entre o quarto e o quinto livros da série, e deve contar o que aconteceu ao Ka-tet antes de chegar à cidade de Calla; a obra deverá ser também menor do que o segundo livro, porém maior do que o primeiro.

Fonte;
Wikipédia

domingo, 11 de setembro de 2011

Inklings

Foi um grupo informal de discussão sobre literatura associado à Universidade de Oxford, na Inglaterra. O grupo, basicamente masculino, como era típico em seu tempo, era formado por sua maioria de acadêmicos.

O grupo reuniu-se entre 1930 e 1949 aproximadamente. As reuniões eram costumeiramente às terças-feiras, nas dependências de Lewis, no Magdalene College, de Oxford. Igualmente frequentes eram as reuniões de quinta-feira em um bar local, o The Eagle and Child também conhecido na comunidade de Oxford como The Bird and Baby, ou simplesmente The Bird.

Os Inklings prezavam o valor da narrativa na ficção e encorajavam a fantasia. A despeito da ênfase em valores cristãos, o grupo incluía ateus, antroposofistas e participantes das mais variadas instituições religiosas.
Entre os integrantes do grupo tinham;

J. R. R. Tolkien (foi um escritor Inglês, poeta, filólogo e professor universitário, mais conhecido como o autor do clássico alta fantasia obras O Hobbit , O Senhor dos Anéis e O Silmarillion .)C. S. Lewis (foi um britânico romancista, acadêmico, medievalista , crítico literário, ensaísta, teólogo leigo e apologista cristão da Irlanda Obra mais conhecida,As Crônicas de Nárnia e A Trilogia Espacial)

Owen Barfield (Foi conhecido como o primeiro e último Inknling por ter sido um dos membros fundadores do grupo. C.S Lewis foi um amigo muito chegado no ano de 1920)

Charles Williams (foi um poeta, escritor, crítico literário e teólogo britânico, membro da Ordem Hermética da Aurora Dourada (Golden Dawn).

Adam Fox(Professor de Poesia,entre suas obras está,o poema dividido em quatro livros, Old King Coel.Ele publicou também trabalhos sobre o cristianismo e platonismo.Mas a diante tornou-se diretor do famoso Colégio Radley.

Hugo Dyson(Ensinou Inglês na Universidade de Reading de 1924, até obter uma comunhão com Merton College, Oxford em 1945. Ele se aposentou em 1963 mas retornou como companheiros emérito em 1969.Era especialista em Shakespeare)

Robert Havard (Era Doutor em Medicina,CS Lewis e sua esposa Joy Gresham eram pacientes dele)

Nevill Coghill (ele é conhecido sobretudo como diretor da Sociedade Dramática da Universidade de Oxford 1949)

Charles Leslie Wrenn(foi um britânico erudito. Ele se tornou Rawlinson e Bosworth professor de anglo-saxão na Universidade de Oxford , em 1945,foi o sucessor na cadeira de JRR Tolkien , e ocupou o cargo até 1963.)Roger Lancelyn Green (foi um biógrafo e escritor britânico,focado na literatura principalmente para as crianças.Obras mais conhecida,Rei Arthur e seus cavaleiros da Távola Redonda,A Saga de Asgard: Retold da Poemas Old Norse e Tales(essa segunda é das mais "conhecida" por mim,por isso incluir na postagem)

Christopher Tolkien (filho de Tolkien)é mais conhecido como o editor de grande parte das obras de seu pai, postumamente publicada. Ele desenhou os mapas originais para seu pai,na história O Senhor dos Anéis.

Roy Campbell ( foi um Anglo-Africano poeta e satírico,Obras mais conhecida,O Flaming Terrapin , Adamastor , Reeds Floração)

John Wain, R. B. McCallum, Gervase Mathew, C. E. Stevens, Lord David Cecil, Warren "Warnie" Lewis (irmão mais velho de C. S. Lewis)James Dundas-Grant,Colin Hardie,J.A.W Bennett,entre outros.

O nome foi associado originalmente com uma sociedade da Universidade de Oxford University College , iniciado pelo então graduação Edward Tangye, com a finalidade de leitura em voz alta.Em 1933, a sociedade acabou, e seu nome foi transferido por Tolkien e Lewis a seu grupo no Magdalen College.

A ressurreição do Inklings em Oxford foi feita em 2006, o grupo se reúne a cada domingo à noite, atualmente em St Cross College próximos a Eagle. Tem objetivos semelhantes e os métodos para o grupo original, embora com críticas pouco mais suave.

Fonte;
Adaptação AJS(Devorador do Pecado)
Wikipédia EN
Wikipédia PT

terça-feira, 24 de agosto de 2010

Literatura de Cordel


Literatura de cordel é um tipo de poesia popular, originalmente oral, e depois impressa em folhetos rústicos ou outra qualidade de papel, expostos para venda pendurados em cordas ou cordéis, o que deu origem ao nome originado em Portugal, que tinha a tradição de pendurar folhetos em barbantes. No Nordeste do Brasil, o nome foi herdado (embora o povo chame esta manifestação de folheto), mas a tradição do barbante não perpetuou. Ou seja, o folheto brasileiro poderia ou não estar exposto em barbantes. São escritos em forma rimada e alguns poemas são ilustrados com xilogravuras, o mesmo estilo de gravura usado nas capas. As estrofes mais comuns são as de dez, oito ou seis versos. Os autores, ou cordelistas, recitam esses versos de forma melodiosa e cadenciada, acompanhados de viola, como também fazem leituras ou declamações muito empolgadas e animadas para conquistar os possíveis compradores.

A história da literatura de cordel começa com o romanceiro luso-holandês da Idade Contemporânea e do Renascimento. O nome cordel está ligado à forma de comercialização desses folhetos em Portugal, onde eram pendurados em cordões, chamados de cordéis. Inicialmente, eles também continham peças de teatro, como as de autoria de Gil Vicente (1465-1536). Foram os portugueses que introduziram o cordel no Brasil desde o início da colonização. Na segunda metade do século XIX começaram as impressões de folhetos brasileiros, com suas características próprias. Os temas incluem fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas , temas religiosos, entre muitos outros. As façanhas do cangaceiro Lampião (Virgulino Ferreira da Silva, 1900-1938) e o suicídio do presidente Getúlio Vargas (1883-1954) são alguns dos assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado. Não há limite para a criação de temas dos folhetos. Praticamente todo e qualquer assunto pode virar cordel nas mãos de um poeta competente.
No Brasil, a literatura de cordel é produção típica do Nordeste, sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. Costumava ser vendida em mercados e feiras pelos próprios autores. Hoje também se faz presente em outros Estados, como Rio de Janeiro, Minas Gerais e São Paulo. O cordel hoje é vendido em feiras culturais, casas de cultura, livrarias e nas apresentações dos cordelistas.
Os poetas Leandro Gomes de Barros (1865-1918) e João Martins de Athayde (1880-1959) estão entre os principais autores do passado.
Todavia, este tipo de literatura apresenta vários aspectos interessantes e dignos de destaque:
As suas gravuras, chamadas xilogravuras, representam um importante espólio do imaginário popular;
Pelo fato de funcionar como divulgadora da arte do cotidiano, das tradições populares e dos autores locais (lembre-se a vitalidade deste gênero ainda no nordeste do Brasil), a literatura de cordel é de inestimável importância na manutenção das identidades locais e das tradições literárias regionais, contribuindo para a perpetuação do folclore brasileiro;
Pelo fato de poderem ser lidas em sessões públicas e de atingirem um número elevado de exemplares distribuídos, ajudam na disseminação de hábitos de leitura e lutam contra o analfabetismo;
A tipologia de assuntos que cobrem, crítica social e política e textos de opinião, elevam a literatura de cordel ao estandarte de obras de teor didático e educativo.
As poesias do cordel na maioria são divididos em Quadra,Sextilha,Septilha,Oitava,Quadrão e Décima,mas as variações são muito mais do que essas citadas.

Nota do Blogueiro,esse resumo não é nada comparado a imensidão do que é a literatura de cordel,quem se interessou pelo assunto não pode deixar de entrar nesse site,da Academia Brasileira de literatura de cordel;http://www.ablc.com.br/

Fonte;http://pt.wikipedia.org/wiki/Literatura_de_Cordel

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

1* Semana de Arte Moderna (de 11 a 18 de fevereiro de 1922)


No início do século XX, a riqueza proporcionada pelo café torna possível que os filhos da aristocracia paulista estudem na Europa e de lá tragam idéias de renovação no campo das artes e da literatura.
Em 1912, Oswald de Andrade, recém-chegado da Europa, começa a divulgar as idéias futuristas de Marinetti, que só encontraram receptividade em grupos reduzidos de jovens intelectuais, que se sentiam sufocados pelas artes dominantes.
Em 1913, Lasar Segall faz uma exposição de arte considerada moderna para os padrões da época. Em 1917, Anita Malfatti, depois de estudar na Europa e nos Estados Unidos, faz uma exposição que foge aos cânones da arte tradicional, e é muito mal aceita, sobretudo pelo crítico de artes do O Estado de S. Paulo, Monteiro Lobato, que escreve um artigo intitulado Paranóia ou mistificação, no qual faz acusações a toda Arte Moderna.
Ainda em 1917, na literatura, há quatro estréias promissoras de jovens autores em que se pode vislumbrar propostas de renovação, ainda com timidez: Há uma gota de sangue em cada poema, de Mario de Andrade; Nós, de Guilherme de Almeida; Cinzas das horas, de Manuel Bandeira; e Juca Mulato, de Menotti del Picchia.

Em 1920, as esculturas de Brecheret tornam-se conhecidas. Impregnadas de modernidade, constituirão uma das bandeiras da Semana de 22, pois Brecheret, contratado para realizar o Monumento às Bandeiras, teve suas maquetes recusadas pelas autoridades. Posteriormente sua obra foi aceita e tornou-se um marco da cidade de São Paulo e uma das mais belas esculturas do Brasil.

Embora com fortes influências européias, os artistas alertavam para a importância de valorizar as raízes nacionais, que deviam ser o ponto de partida para os trabalhos brasileiros. Assim, Oswald de Andrade cria movimentos como o Pau-Brasil e começa a escrever e publicar em jornais, reunindo grupos de artistas em torno de uma nova proposta estética.

A divisão entre os defensores de uma estética conservadora e os renovadores prevaleceu por muito tempo e atingiu seu clímax na Semana de Arte Moderna de 1922. Na verdade, foram três dias de fevereiro – 13, 15 e 17 –, no Theatro Municipal de São Paulo. No interior do Theatro, foram apresentados concertos e conferências, enquanto no saguão foram montadas exposições de artistas plásticos como os arquitetos Antonio Moya e George Prsyrembel, os escultores Vitor Brecheret e W. Haerberger, os desenhistas e pintores Anita Malfati, John Graz, Martins Ribeiro, Zina Aita, João Fernando de Almeida Prado, Ignacio da Costa Ferreira, Vicente do Rego Monteiro e Emiliano Di Cavalcanti (o idealizador da Semana e autor do desenho que ilustra a capa do catálogo). Se a Semana é realizada por jovens inexperientes, sob o domínio de doutrinas européias, conforme acentuam alguns críticos, ela significa também o rompimento com a arte dominante.
Como afirmava Oswald de Andrade “Não sabemos o que queremos. Mas sabemos o que não queremos”. A proposição de uma Semana, na verdade só três dias, implicava uma amostragem geral da prática modernista. Toda uma atmosfera de antagonismo foi estabelecida nos círculos intelectuais da cidade de São Paulo.

Desde o início da Semana, o público manifestava-se ruidosamente, porém o momento mais sensacional ocorreu na segunda noite, quando Ronald de Carvalho leu o poema “Os sapos”, de Manuel Bandeira, impedido de fazê-lo pessoalmente por questões de saúde. É um poema de uma ironia corrosiva contra o parnasianismo, que ainda dominava o gosto do público. A platéia reagiu com vaias, que interromperam a leitura. Mas, metaforicamente, com sua iconoclastia pesada, o poema delimita o fim de uma época cultural.Um dos poetas brasileiros mais originais também foi impulsionado pela semana de Arte Moderna,Augusto dos Anjos tal esse que não se pode encaixa em uma categoria como parnasianismo, porque os seus poemas são únicos,infelizmente toda essa sua "popularidade"veio depois da sua morte em 1917.
Mário de Andrade diria mais tarde que faltou aos modernistas de 22 um maior empenho social, uma maior impregnação “com a angústia do tempo”. Com efeito, os autores que organizaram a Semana colocaram a renovação estética acima de outras preocupações importantes. As questões da arte são sempre remetidas para a esfera técnica e para os problemas da linguagem e da expressão. O principal inimigo eram as formas artísticas do passado. De qualquer maneira, a rebelião modernista destrói o imobilismo cultural – que entravava as criações mais revolucionárias e complexas – e instaura o império da experimentação, algo de indispensável para a fundação de uma arte verdadeiramente nacional.
A Semana de Arte Moderna foi um marco na história da Literatura Brasileira. Nenhuma manifestação artística pôde ignorar o Movimento Modernista a partir de então.

Principais participantes da Semana:
Mário de Andrade – Oswald de Andrade – Graça Aranha – Ronald de Carvalho -Menotti Del Picchia – Guilherme de Almeida – Sérgio Milliet
Anita Malfatti - Di Cavalcanti – Santa Rosa – Tarsila do Amaral – Villa-Lobos – Guiomar Novaes

Fonte;http://acervos.ims.uol.com.br,Pesquisa e parte do texto de Maria Inês Rivaben Ricci