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domingo, 30 de novembro de 2014
Como cultivar plantas carnivoras
1-Solo
As plantas carnívoras em sua maioria necessita de um solo pobre em nutrientes.
Tem as exerções, como é bem comum na natureza,nada é regra.(Pinguícula)
Precisa-se de um solo com pH baixo (ácido) aproximando as plantas do seu habitat natural.
Os componentes mais usados nacionalmente são;
Musgo (Sphagnum ) Normalmente encontrado em floricultura desidratado,muito usado nos vasos com plantas de plastico,dando uma falsa impressão de terra.
Ele vem desidratado mas com o passar dos dias no contato com a água,aparecerá varias cores (verde,vermelho,amarelo)que vai rebrotando com a umidade..
Pó de xaxim (extinção) não vou nem me aprofundar nesse porque não é permitido,como o sphagnum além de não ter nutrientes de forma "satisfatoria"ajuda com a acidificação do solo.(pH baixo)
Areia utilizado como mistura nos outros componentes já citados,ajuda na drenagem.
Vale lembra que não pode ser areia do mar,rica em sais,preferência de rio,mesmo assim é muito difícil uma ideal com a poluição,vem contaminada principalmente com olhos.
Quando colocar a água na planta você verá na superfície da água que escorre,aquela "mancha de olho".
Fibra de coco esta cada vez sendo mais utilizado,depois da proibição do xaxim virou seu substituto imediato,com um pouco de resistência por alguns admiradores de xaxim,eu sou um dos admiradores mais a preservação vem em primeiro lugar.
A variação da porcentagem do composto são diversas.(1/2 1/3 2/3)
O composto tem "prazo de validade",que pode ser de 1,2 ou até 3 anos.(jamais deixe 3 anos)
Note pela deteriorização do composto,se já esta o suficiente ruim,pronto para muda o composto.
Eu particularmente mudo o composto todo ano.
2-Água/umidade/temperatura
Não coloque nas suas plantas á água de torneira diretamente,água da torneira tem possui sais,minerais,cloro, pH alto e uma infinidade de mistura que serviria como adubo para as plantas,exatamente o que as plantas carnívoras não iriam querer!
Como seriam inviável dar água destilada as plantas (No sentido financeiro)
A solução seriam junta e armazenar água da chuva ou mesmo água da torneira descançada.
O cloro na água da torneira evaporar em 24 horas,então coloque a água num balde descaçando um dia antes de usa-la.
A umidade é vital para a maioria das plantas carnívoras,um aliado que ajuda e muito a manter esse ambiente é o musgo sphagnum que segura bem a água.
Em alguns casos é usado um prato com água debaixo do vaso,
Para as pessoas que colocar o prato e vai completando com água é crucial trocar e lava a cada 3 dias.
É verdade que as plantas precisam de um pH baixo,mas no prato vai acumulando acidez em níveis não agradável a planta.(Também não da tempo para proliferação de mosquito,caso você não coloque musgo no prato)
Normalmente plantas de altitudes gostam de temperatura baixa e as plantas de lugares baixo gostam de temperaturas altas.
3-Dormência-Hibernação/luz
Quando a temperatura começar a cair no inverno e o sol costuma não ser tão constante, algumas plantas entra em dormência (hiberna).
Nesse período algumas plantas diminuir ou até mesmo para de crescer,chegando a ficar com aparência de morta.
O que "sobra" da planta que não é muito (núcleo) rebrotará na primavera (com o aumento da temperatura).
Maioria não suporta temperaturas muito baixas (geada) ou temperaturas altas (40ºC como é o caso de uma boa parte do Nordeste Brasileiro).Não se esqueça que tem sempre as exceções.
Grande parte das plantas necessita de boa luminosidade ( sol ),menos as do gênero Ultricularia e Nepenthes que não precisa de tanto,mas precisam.
Não aconselho ninguém a cultivar as plantas em um terrário,não por não ser legal,pelo contrario é muito show! Mas inviável financeiramente a não ser que você tenham uma grana para gastar..
As plantas sentem muito a mudança de ambiente,principalmente por causa da luz,então não fique mudando a planta de lugar a todo momento.
OBS;
Muda de vaso, quando a planta estiver grande para o vaso ou quando o musgo já esta deteriorado.
Algumas plantas nasce mudas na lateral da planta (brotação).é preciso retirar ou dividir como é o caso das Sarracenias.
Dionaea (papa-moscas) precisa de boa iluminação para ficar bem vermelhas.
Sarracenias gostam de muito sol e grande umidade(manter o pratinho com água)
É aconselhavel muda a planta na primavera (começo) é que estão saindo da hibernação e começando a voltar ao normal sua "funcionalidade"
Fonte
Seria chato da só uma fonte para a postagem porque foram diversas e também experiências próprias..
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domingo, 21 de setembro de 2014
Gênero Utricularia - Plantas Carnívoras
PLANTA CARNÍVORA
Utricularia cf. reniformis
Família: Lentibulariaceae
Nome popular em inglês: bladderworts
Utricularia é um gênero de plantas carnívoras composta por cerca de 233 espécies (contagens precisas diferem com base em pareceres de classificação; uma recente publicação lista 215 espécies). As plantas deste gênero podem ser aquática ou terrestres e ocorrem em todos os continentes, exceto na Antártida.
Utricularia são muito visadas pelas suas flores, que são muitas vezes comparados com os de snapdragons e orquídeas, especialmente entre os entusiastas de plantas carnívoras.
Todas as plantas do gênero Utricularia são carnívoras. Captura pequenos organismos com uma armadilha consistindo em um pequeno reservatório de água (bexiga).
Espécies terrestres tendem a ter pequenas armadilhas que se alimentam de presas minúsculas, como protozoários e rotíferos que nadam em água suja (de solo).
As armadilhas podem variar em tamanho de 0,2 mm a 1,2 centímetros.
Espécies aquáticas possuem bexigas que são geralmente maiores e podem se alimentar de presas maiores, como as pulgas de água (Daphnia), nematóides e até mesmo de peixes (alevinos), girinos jovens e larvas de mosquito.
Apesar de seu pequeno tamanho, as armadilhas são extremamente sofisticadas. A bexiga (armadilha), quando armada, fica sob pressão negativa em relação ao seu ambiente, de modo que, quando a porta do alçapão é mecanicamente acionada, a presa, junto com a água onde vive, é arrastada para dentro da bexiga.
Uma vez que a bexiga está cheia de água, a porta se fecha de novo, o processo como um todo, leva apenas de 10 a 15 milésimos de segundo.
São plantas incomuns e altamente especializadas.
Os órgãos vegetativos não estão claramente separadas em raízes, folhas e caules, como na maioria das angiospermas.
As armadilhas da bexiga são reconhecidos como uma das estruturas mais sofisticadas no reino das plantas.
Agradecemos à Luís Adriano Funez pela identificação da espécie
Fonte
Instituto Rã-Bugio para conservação da Biodiversidade
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domingo, 31 de agosto de 2014
25 países têm quase todas as florestas intactas do mundo
Delas, apenas 22% são protegidas, e encontram-se sob ameaça
Mais de metade destas florestas ficam na Austrália, Nova Zelândia, Rússia e Estados Unidos. E apenas 22% delas são protegidas. Este número consta de estudo publicado ontem na Conservation Letters.
O que poderia salvar os 13 milhões de quilômetros quadrados de áreas intocadas? Elas hospedam mais de metade das plantas e animais do planeta e fornecem serviços como ar e água limpos.
Mas estão sob séria ameaça, seja pela extração, mineração ou agricultura. Tais mudanças no uso da terra explicam porque apenas 3% das florestas que existiram no passado permanecem em partes temperadas do mundo.
Uma sugestão para sua preservação é torná-las parte das negociações internacionais do clima, como a Convenção-Quadro da Mudança do Clima, da ONU, tentou fazer. Os bens e serviços que as florestas fornecem deveriam ser incorporados também em avaliações econômicas, e não só o valor de sua madeira. E os governos deveriam evitar mais perdas de florestas, para desacelerar a mudança do clima e a taxa de extinção de espécies.
Brendan Mackey, diretor do Programa de Resposta à Mudança do Clima da Universidade Griffith, na Austrália, disse ontem que as negociações internacionais não estão dando conta de frear as perdas das florestas primárias mais importantes do mundo e que, na ausência de políticas específicas para proteção, seus valores únicos de biodiversidade e ecossistemas continuarão a ser perdidos tanto em países desenvolvidos quanto em desenvolvimento.
Os cientistas afirmam ainda que deve-se aceitar universalmente o papel importante de áreas conservadas por comunidades locais e indígenas, onde a proteção é eficaz, diz o Economic Times.
Fonte
Planeta Sustentavel
Imagem National Geographic
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sábado, 23 de agosto de 2014
Tatu Canastra
Encontrado em quase toda a América do Sul, o tatu-canastra é o maior membro de sua família (Dasypodidae). É um animal robusto, dotado de enormes garras que servem para cavar buracos em busca de formigas e cupins. Seu corpo é coberto por uma carapaça coriácea que o protege contra predadores. Pode pesar até 50 quilos e chega a medir 1,5 metro de comprimento (incluindo a cauda).
Apesar de seu tamanho e de sua grande área de distribuição é um animal raro de ser observado. A espécie é visada por caçadores e o desmatamento está destruindo o seu habitat. Além disso, passa a maior parte do tempo embaixo da terra. Há quem diga que é uma criatura mitológica, outros acreditam que não exista mais. Hoje se encontra na categoria vulnerável da lista vermelha de animais ameaçados de extinção da IUCN (União Internacional para a Conservação da Natureza, na sigla em inglês), mas o projeto Tatu Canastra, uma iniciativa do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ) e da Royal Zoological Society of Scotland, está tentando mudar essa história.
Um estudo realizado por Arnaud Desbiez, biólogo e coordenador do projeto, e pelo médico veterinário Danilo Kluyber, revelou que o tatu-canastra altera o ambiente, muda a disponibilidade de recursos para outras espécies e, por isso, é considerado um engenheiro do ecossistema indispensável para o meio ambiente.
O animal cava túneis para dormir ou procurar comida. As tocas podem atingir 5 metros de profundidade e 35 centímetros de largura. Esses buracos são utilizados por outros animais como refúgio térmico, abrigo contra predadores e área de alimentação e descanso. Pelo menos 24 espécies de vertebrados se beneficiam dos novos habitats criados pelos canastras.
A pesquisa também indica que as tocas podem ser importantes aliadas dos animais contra o aquecimento global. A temperatura do interior dos buracos se mantém constante em 24°C. “Com as mudanças climáticas e a tendência das temperaturas aumentarem, as tocas de tatu-canastra podem ajudar as espécies a sobreviverem a essas mudanças e temperaturas extremas”, diz Desbiez.
Os gigantes encouraçados são extremamente importantes para a manutenção de um ecossistema saudável e sua extinção causaria um desequilíbrio nos habitats onde são encontrados. Assim, o Projeto Tatu Canastra segue com as pesquisas e luta pela conservação da espécie.
Fonte
National geographic Brasil
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domingo, 5 de janeiro de 2014
Primeira estrada-parque oficial do Estado de São Paulo
A rodovia Nequinho Fogaça (SP-139), que liga o sudoeste paulista ao Vale do Ribeira, será interditada nesta segunda-feira (6) para a transformação de um trecho de 38 quilômetros na primeira estrada-parque oficial do Estado. O trecho, entre São Miguel Arcanjo e Sete Barras, corta o Parque Estadual Carlos Botelho e transpõe a Serra das Macacas, ligando a região ao litoral sul paulista. A interdição deve durar 18 meses, prazo de conclusão da obra. No período, o trânsito será desviado para outras rodovias.
Por cortar uma unidade de conservação com Mata Atlântica, considerada sítio do patrimônio natural da humanidade pela Unesco, a prioridade no trânsito será dos animais. A reserva, de 36,7 mil hectares, tem a maior população de mono-carvoeiro do Estado e outras espécies ameaçadas, como o bugio ruivo e a onça pintada.
O governo baixou uma lei para definir a estrada-parque. O projeto teve a supervisão de um grupo de trabalho formado pelas secretarias estaduais de Transportes e Meio Ambiente. Ao invés de asfalto, a empresa contratada pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER) vai usar bloquetes articulados que permitem a infiltração da água e reduzem a emissão de calor.
Quando a estrada estiver pronta, os veículos vão rodar a uma velocidade máxima de 40 km por hora controlada por doze radares com câmeras ao longo do percurso. Não serão permitidos veículos de carga. O controle do acesso será feito nos portais de entrada e saída. Nos corredores de fauna, haverá redutores de velocidade e sinalização que obriga o usuário a parar se tiver algum bicho sobre a pista. A estrada terá oito passagens subterrâneas para a fauna terrestre e seis aéreas ligando árvores para serem usadas pelos primatas. A estrutura inclui um pronto-socorro para animais silvestres e o ‘samu-animal’, um serviço de emergência que levará os bichos eventualmente acidentados ao hospital veterinário do zoológico municipal de Sorocaba.
LAMARCA – A estrada em terra existe desde a década de 1940 e é anterior à criação do parque. Durante a ditadura militar, foi usada como rota de fuga pelo revolucionário Carlos Lamarca. O caminho é percorrido por peregrinos que se dirigem ao santuário do Bom Jesus, em Iguape. Como parte do projeto, foram instalados quiosques, áreas para observação da natureza, mirante, trilhas de interpretação do ambiente e central de monitoria. A estrada-parque está inserida no projeto de ecoturismo na Mata Atlântica da Secretaria do Meio Ambiente.
Fonte
Estadão
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sábado, 7 de dezembro de 2013
Com a ajuda do Google Earth ,floresta perdida é encontrada no coração de Moçambique
Em poucos anos de exploração científica, centenas de espécies - entre plantas, borboletas, pássaros e mamíferos - já foram encontrados no Monte Mabu, que abriga o mais extenso remanescente de floresta tropical do sul da África. Apesar do excelente estado atual de conservação, a proteção efetiva desse rico ecossistema é essencial para garantir que sua enorme biodiversidade possa ser investigada e manejada de forma a beneficiar as comunidades que dependem diretamente dos serviços ambientais oferecidos pela floresta.
Com menos de um quarto dos 7.800 hectares de floresta cientificamente explorado, novas espécies de plantas e animais - cobras, camaleões, morcegos, borboletas – já foram registradas no Monte Mabu (e mais ainda são esperadas). Outras espécies, até então não observadas em Moçambique, fazem agora parte do registro de plantas e animais nativos do país. Essas descobertas têm chamado a atenção para a importância dos ecossistemas montanhosos do norte moçambicano no âmbito internacional.
Até recentemente, o Monte Mabu era uma das poucas áreas do planeta inexploradas pela ciência. Em 2005, a floresta foi finalmente identificada através de imagens de satélite geradas pelo Google Earth. A ausência de registros oficiais e o difícil acesso contribuíram para a manutenção de uma rica biodiversidade local. Expedições envolvendo pesquisadores moçambicanos e estrangeiros encontraram espécies e fenômenos ecológicos que fazem do Monte Mabu uma área de grande interesse científico e valor em potencial não somente para as comunidades residentes mas também em nível nacional.
A ONG Fauna & Flora International (FFI) tem trabalhado em parceria com organizações locais para garantir a conservação da floresta e, ao mesmo tempo, promover o desenvolvimento sócio-econômico da região.
Moradores da região dependem da agricultura de subsistência, que ocorre portanto em pequena escala. Mas a prática atual de corte e queima da vegetação é danosa ao meio ambiente porque, após alguns anos de alta produtividade, os nutrientes do solo são quase que inteiramente consumidos pelas plantações e novas áreas devem ser desmatadas para manter a agricultura local. A caça também é praticada pela população que vive nos arredores da floresta. Se realizada de forma excessiva, a atividade poderia se tornar uma ameaça à fauna do Monte Mabu. Além disso, a extração de madeira vem aumentando na região e, caso Mabu não seja devidamente protegido, o desmatamento pode se tornar uma pressão concreta sobre a biodiversidade local.
Uma vez ao dia, e por apenas cerca de meia hora, milhares de borboletas de várias espécies, seguidas por libélulas e pássaros, surgem no topo do Monte Mabu (fenômeno conhecido como hilltopping). Buscando atrair parceiros, as borboletas impressionam não somente pretendentes em potencial como também visitantes afortunados (ou bem-informados) o suficiente para estar no local certo, na hora certa.
As mudanças climáticas no continente africano devem reduzir a produtividade agrícola, o que agravaria a escassez de alimentos e possivelmente resultaria numa maior pressão das populações da região sobre recursos naturais em áreas hoje pouco exploradas, como o Monte Mabu.
A floresta, que se encontra em excelente estado de preservação, atua na regulação da quantidade e qualidade da água que alimenta os rios que nascem no monte, além de armazenar água para que rios e córregos continuem fluindo tanto na estação chuvosa como na seca. A vegetação contribui também para o armazenamento de dióxido de carbono, que seria liberado na atmosfera em caso de desmatamento e queima da madeira. O Monte Mabu também contribui para a regulação do microclima regional aumentando a ocorrência de chuvas e, assim, reduzindo as temperaturas locais.
Devido à sua espetacular biodiversidade, o Monte Mabu tem significativo potencial para o ecoturismo. Se organizada por e para as comunidades que moram nos arredores da floresta, a atividade turística poderá contribuir com o desenvolvimento sócio-econômico local. Atualmente está em andamento o processo de obtenção do direito legal de uso e aproveitamento da terra (DUAT) para a floresta de Mabu pelas comunidades locais.
Após inúmeras reuniões e workshops para discutir estratégias de manejo com essas comunidades, organizações de Moçambique, inclusive departamentos governamentais, aliadas a parceiros internacionais, trabalham agora para desenvolver um projeto que permitirá a criação de uma área de proteção ambiental para que o Monte Mabu seja dedicado à conservação e ao ecoturismo que beneficie diretamente as comunidades locais.
Fonte
kew.org (Fotos e detalhes sobre a primeira expedição ao monte)
Fauna-Flora.org
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quinta-feira, 30 de maio de 2013
Fora o ser humano,as 5 espécies mais perigosa do mundo
As espécies mais perigosas do planeta
1. Acácia negra - Acacia mearnsii
Da - Austrália
Para - Mundo inteiro
Quando? - 1970
É uma árvore usada para ornamentação ou para recuperar matas nas margens de rios. Causou catástrofes por onde passou. É que ela altera os nutrientes do solo, gerando substâncias que impedem as espécies nativas de germinar. Só é eliminada com herbicidas poderosos, que afetam todas as plantas ao redor.
2. Caracol gigante - Achatina fulica
Da - África
Para - Mundo inteiro
Quando? - 1990
Vários países o importaram para criar como alternativa ao escargot. Mas a carne é mais dura e não caiu no gosto da clientela.
Resultado: criadouros destruídos e bichos jogados fora. Devastam plantações e transmitem doenças. Não há como exterminá-los em massa – precisam ser coletados manualmente.
3. Mainá indiano - Acridotheres tristis
Da - Índia
Para - Austrália
Quando? - 1862
Levados para acabar com insetos que atacavam as plantações, eles disputam território com outras aves, destroem ovos e transmitem doenças aos humanos.
Em 20 anos, podem levar à extinção todos os seus concorrentes nativos. Há um programa de caça com armadilhas sendo incentivado pelo governo.
4. Mosquito-tigre asiático - Aedes albopictus
Da - Ásia
Para - América
Quando? - 1985
Levado por navios cheios de pneus usados, ele se espalhou pelas Américas. Os machos costumam cruzar com as fêmeas de outras espécies de mosquito, tornando-as inférteis. Substituiu nos EUA o mosquito-da-febre-amarela, mas também pode causar encefalite e dengue. São sensíveis a pesticidas.
5. Formiga louca amarela - Anoplolepis gracilipes
Da - Índia
Para - Oceania
Quando? - 1940
Criam supercolônias com mais de 1 000 rainhas e que se espalham por 7 500 km2. É o suficiente para serem mais competitivas do que todos os demais invertebrados da mata. Agindo em conjunto, atacam caranguejos e até mamíferos. Um veneno especial está sendo criado para exterminá-las.
Fonte
Wikipédia via Super interressante
1. Acácia negra - Acacia mearnsii
Da - Austrália
Para - Mundo inteiro
Quando? - 1970
É uma árvore usada para ornamentação ou para recuperar matas nas margens de rios. Causou catástrofes por onde passou. É que ela altera os nutrientes do solo, gerando substâncias que impedem as espécies nativas de germinar. Só é eliminada com herbicidas poderosos, que afetam todas as plantas ao redor.
2. Caracol gigante - Achatina fulica
Da - África
Para - Mundo inteiro
Quando? - 1990
Vários países o importaram para criar como alternativa ao escargot. Mas a carne é mais dura e não caiu no gosto da clientela.
Resultado: criadouros destruídos e bichos jogados fora. Devastam plantações e transmitem doenças. Não há como exterminá-los em massa – precisam ser coletados manualmente.
3. Mainá indiano - Acridotheres tristis
Da - Índia
Para - Austrália
Quando? - 1862
Levados para acabar com insetos que atacavam as plantações, eles disputam território com outras aves, destroem ovos e transmitem doenças aos humanos.
Em 20 anos, podem levar à extinção todos os seus concorrentes nativos. Há um programa de caça com armadilhas sendo incentivado pelo governo.
4. Mosquito-tigre asiático - Aedes albopictus
Da - Ásia
Para - América
Quando? - 1985
Levado por navios cheios de pneus usados, ele se espalhou pelas Américas. Os machos costumam cruzar com as fêmeas de outras espécies de mosquito, tornando-as inférteis. Substituiu nos EUA o mosquito-da-febre-amarela, mas também pode causar encefalite e dengue. São sensíveis a pesticidas.
5. Formiga louca amarela - Anoplolepis gracilipes
Da - Índia
Para - Oceania
Quando? - 1940
Criam supercolônias com mais de 1 000 rainhas e que se espalham por 7 500 km2. É o suficiente para serem mais competitivas do que todos os demais invertebrados da mata. Agindo em conjunto, atacam caranguejos e até mamíferos. Um veneno especial está sendo criado para exterminá-las.
Fonte
Wikipédia via Super interressante
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Caraguatá
Nome científico: Bromelia antiacantha Bertol.
Família Botânica: Bromeliaceae
Categoria: Ácida
Origem: Brasil
Características da planta: Herbácea, terrestre, que forma estolões. Folhas numerosas, acuminadas, com bordas providas de espinhos rijos. Flores com pétalas alvas e sépalas roxas.
Fruto: Tipo baga, grande, oval. Polpa comestível de coloração amarelada, ácida.
Frutificação: Quase o ano todo.
Propagação: Semente e propagação vegetativa.
O caraguatá vislumbra-se um espetáculo único de transformação, em que, de cor em cor, lenta e pacientemente, a bromélia vai-se metamorfoseando para criar belas flores e, logo mais, frutos.
O processo inicia-se com a planta inteiramente verde, uma moita quase sem caule e cheia de espinhos. Como ela se reproduz em touceiras que vão se multiplicando uma ao lado da outra, em geral forma-se um aglomerado verde que se torna intransponível.
Então, a primeira surpresa para aqueles que pensam tratar-se apenas de uma moita espinhenta qualquer: as folhas internas da planta começam a alaranjar-se e, depois, a avermelhar-se. Nesse momento começam a dar as caras as belas flores do caraguatá.
Aos poucos, elas vão se revelando brancas como flocos de neve, em pequenos cálices; em seguida, começam a surgir algumas pétalas roxas, que logo tomam todo o cacho. Em breve, tem-se um belíssimo buquê, localizado exatamente no centro da planta. Enquanto isso, as folhas avermelha-se cada vez mais, atraindo nuvens de insetos polinizadores.
À medida que cada uma das florzinhas vai-se transformando em fruto, chegando a mais de 100 por cacho, que vão se inchando e se espremendo, a planta volta a ficar verde. O espectador pode pensar que o espetáculo está terminado, mas engana-se novamente.
O ato final, a maturação do fruto, ainda reserva mais uma surpresa: a sua casca, de verde que era vai se amarelando para dar seguimento à sua última transformação e chegar à coloração laranja, viva e brilhante dos caraguatás maduros.
Será praticamente impossível que o espectador não se sinta tentado a provar do fruto, o que, entretanto, será uma decepção. Ácido, ele queimará impiedosamente a boca incauta, como se avisasse que os prazeres chegaram ao fim. Talvez seja dessa característica que derive o nome “caruá-atã”, palavra que, em língua indígena tupi, significa duro, forte.
Mas não é preciso se render: com paciência e coragem para retirar os frutos do meio dos espinhos, o caraguatá poderá ser tranquilamente apreciado na forma de suco, doce ou licor. Também, por outros motivos, o esforço terá sido válido, pois o fruto é bastante prezado na medicina popular, sendo utilizado como base para xaropes contra tosse, asma e bronquite. O caraguatá é apenas uma das cerca de 1,5 mil espécies de bromélias que, estima-se, existem no Brasil. Dessas, mais de mil são nativas, espalhando-se por toda a área de ocorrência de Mata Atlântica, além de outras regiões de vegetação tropical semelhante.
Seu parente mais famoso talvez seja o abacaxi, que provém de uma moita muito semelhante à do caraguatá, porém sem apresentar o espetáculo festivo das cores em transformação.
Os espinhos existentes nas folhas de caraguatá, assim como em outras plantas da mesma família, têm também outros usos. Os indígenas nativos costumavam utilizá-los como agulhas ou alfinetes, Com os quais costuravam redes, bolsas e vestes.
Hoje em dia, dando-se mais valor à beleza da planta aproveitando-se da força de seus espinhos, utilizam-se conjuntos de caraguatá alinhados no paisagismo de jardins e parques, com o objetivo de formar cercas vivas.
Fonte
Livro Frutas Brasil Frutas
Acervo pessoal Devorador d6 Pecado
Meu pouco aprendizado sobre Botânica, veio de forma oral,do qual eu conhecia essa planta pelo nome de abacaxi de raposa.
Imagens
UFRGS
UFSC
sábado, 19 de maio de 2012
Os seres humanos consomem,50% superior ao que a Terra pode produzir
De acordo com um relatório "Living Planet", divulgado nesta terça-feira, a Terra leva um ano e meio para repor todos os recursos que a população mundial consome a cada ano. Para muitos ambientalistas, a Rio+20, conferência internacional que será realizada no Brasil em junho, é uma oportunidade para os países aumentarem de forma urgente a proteção à natureza.
"A conferência Rio+20 é uma oportunidade para o mundo tratar com seriedade a necessidade de tornar o desenvolvimento sustentável", disse David Nussbaum, presidente do WWF na Grã-Bretanha. O Brasil ficou em 56º lugar.
"Nós precisamos aumentar o senso de urgência, e eu acho que em última instância isso não diz respeito somente às nossas vidas mas também ao legado que vamos deixar para as futuras gerações", acrescentou. Desde 1966, a demanda por esses recursos se duplicou, acentuando as diferenças entre habitantes de países ricos e pobres. Se cada morador da Terra consumisse como um americano, por exemplo, seriam necessários quatro planetas para responder a essa demanda.
Análises feitas por outra organização, a Global Footprint Network, também mostram um cenário preocupante.
Os cálculos têm como objetivo dimensionar o quão sustentável nossa sociedade global é em termos de sua pegada ecológica – uma medida composta por fatores tais como a queima de combustíveis fósseis, o uso de áreas agrícolas para produção de alimentos, e o consumo de madeira e peixes capturados em ambiente selvagem. No ranking elaborado pela organização, os Estados Unidos ficam entre os dez países como maior pegada ecológica. Entre os primeiros da lista aparecem ainda Dinamarca, Bélgica, Austrália e Irlanda.
No ranking elaborado pela organização, o Golfo Pérsico emerge como a região com a pegada ecológica per capita mais alta do mundo, com Catar, Kuwait e Emirados Árabes Unidos como os países menos sustentáveis.
O estudo mostrou, ainda, que a exploração dos recursos naturais provocou uma redução de 30% da vida selvagem no planeta desde 1970. Entre as espécies tropicais a redução foi ainda maior, de 60%.
O documento combinou dados de mais de 9.000 populações de animais ao redor do mundo para chegar a esta conclusão. Seus principais autores, os pesquisadores do WWF, dizem que o progresso global quanto à proteção da natureza e o combate às mudanças climáticas ainda é "glacial".
Fonte;
BBC Brasil
"A conferência Rio+20 é uma oportunidade para o mundo tratar com seriedade a necessidade de tornar o desenvolvimento sustentável", disse David Nussbaum, presidente do WWF na Grã-Bretanha. O Brasil ficou em 56º lugar.
"Nós precisamos aumentar o senso de urgência, e eu acho que em última instância isso não diz respeito somente às nossas vidas mas também ao legado que vamos deixar para as futuras gerações", acrescentou. Desde 1966, a demanda por esses recursos se duplicou, acentuando as diferenças entre habitantes de países ricos e pobres. Se cada morador da Terra consumisse como um americano, por exemplo, seriam necessários quatro planetas para responder a essa demanda.
Análises feitas por outra organização, a Global Footprint Network, também mostram um cenário preocupante.
Os cálculos têm como objetivo dimensionar o quão sustentável nossa sociedade global é em termos de sua pegada ecológica – uma medida composta por fatores tais como a queima de combustíveis fósseis, o uso de áreas agrícolas para produção de alimentos, e o consumo de madeira e peixes capturados em ambiente selvagem. No ranking elaborado pela organização, os Estados Unidos ficam entre os dez países como maior pegada ecológica. Entre os primeiros da lista aparecem ainda Dinamarca, Bélgica, Austrália e Irlanda.
No ranking elaborado pela organização, o Golfo Pérsico emerge como a região com a pegada ecológica per capita mais alta do mundo, com Catar, Kuwait e Emirados Árabes Unidos como os países menos sustentáveis.
O estudo mostrou, ainda, que a exploração dos recursos naturais provocou uma redução de 30% da vida selvagem no planeta desde 1970. Entre as espécies tropicais a redução foi ainda maior, de 60%.
O documento combinou dados de mais de 9.000 populações de animais ao redor do mundo para chegar a esta conclusão. Seus principais autores, os pesquisadores do WWF, dizem que o progresso global quanto à proteção da natureza e o combate às mudanças climáticas ainda é "glacial".
Fonte;
BBC Brasil
quarta-feira, 25 de abril de 2012
Classificação do estado de conservação das Espécie
O estado de conservação de uma espécie é um indicador da probabilidade de que esta espécie ameaçada continue a existir. Os factores usados nesta classificação incluem a amplitude de distribuição da espécie, o nível de ameaça a que está sujeita, a variação do tamanho da população, e outros.
Entre as classificações do estado de conservação das espécies animais e vegetais, a Lista Vermelha da UICN (União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais) é a mais conhecida.
A UICN usa as seguintes categorias:
Extinta EX: o último representante de espécie já morreu, ou se supõe que tenha morrido. Exemplo:Dodó das Maurícias Extinta na natureza EW: existem indivíduos em cativeiro, mas não há mais populações naturais. Exemplo:Dromedário Crítica ou criticamente ameaçada CR: sofre risco extremamente alto de extinção num futuro próximo.exemplo;Rinoceronte-de-sumatra Em perigo EN: sofre risco muito alto de extinção num futuro próximo.exemplo;Bacurau-de-rabo-branco Vulnerável VU: sofre alto risco de extinção a médio prazo.
Exemplo:camelo-bactriano Quase ameaçada NT: ainda não sofre risco de extinção, mas as ameaças sobre ela são crescentes.
Segura ou pouco preocupante LC: não sofre ameaça.
Fonte;
Wikipédia
Entre as classificações do estado de conservação das espécies animais e vegetais, a Lista Vermelha da UICN (União Internacional para a Conservação da Natureza e dos Recursos Naturais) é a mais conhecida.
A UICN usa as seguintes categorias:
Extinta EX: o último representante de espécie já morreu, ou se supõe que tenha morrido. Exemplo:Dodó das Maurícias Extinta na natureza EW: existem indivíduos em cativeiro, mas não há mais populações naturais. Exemplo:Dromedário Crítica ou criticamente ameaçada CR: sofre risco extremamente alto de extinção num futuro próximo.exemplo;Rinoceronte-de-sumatra Em perigo EN: sofre risco muito alto de extinção num futuro próximo.exemplo;Bacurau-de-rabo-branco Vulnerável VU: sofre alto risco de extinção a médio prazo.
Exemplo:camelo-bactriano Quase ameaçada NT: ainda não sofre risco de extinção, mas as ameaças sobre ela são crescentes.
Segura ou pouco preocupante LC: não sofre ameaça.
Fonte;
Wikipédia
sexta-feira, 23 de março de 2012
Serra das Almas
A Reserva Particular do Patrimônio Natural Serra das Almas, mantida pela Associação Caatinga, é reconhecida, pela Unesco, como Posto Avançado da Reserva da Biosfera por abrigar uma representativa parte da caatinga no sertão de Crateús-CE. São 6.146 hectares de área protegida que resguardam três nascentes e espécies ameaçadas de extinção. São desenvolvidas atividades de pesquisa científica, recreação e visitação escolar, além de projetos de educação ambiental e desenvolvimento sustentável junto às comunidades do entorno da reserva, combinando preservação ambiental com geração de renda e melhoria da qualidade de vida local.A Associação Caatinga é uma organização não governamental cearense, sem fins lucrativos, desde 2004, qualificada, pelo Ministério da Justiça, como Organização da Sociedade Civil de Interesse Público (OSCIP), na qual tem por a missão conservar a biodiversidade da Caatinga.
A instituição foi criada em 21 de outubro de 1998, a partir da visão privilegiada de um cidadão norte-americano, Sr. Samuel Johnson (in memoriam), então presidente da SC Johnson, empresa multinacional que utilizava a cera da Carnaúba como principal matéria prima para produzir alguns de seus produtos.
Em 1998, Samuel Johnson refez a viagem que seu pai o Sr. H.F. Johnson (in memoriam), realizara em 1935: a Expedição Carnaúba. A bordo de um hidroavião, partiu da Flórida (EUA) com destino ao Brasil, visitando vários Estados dentre eles o Ceará, a fim de conhecer de perto as regiões de carnaubais.Samuel Johnson ficou encantando com a beleza da Caatinga, sobretudo com a palmeira Carnaúba. Com o intuito de ajudar na preservação deste bioma, resolveu doar um recurso, de sua fortuna pessoal, instituindo o Fundo Samuel Johnson, gerido pela The Nature Conservancy (TNC), com a finalidade de adquirir uma relevante área de Caatinga no Ceará, para transformá-la em uma unidade de conservação, bem como fundar uma instituição local que pudesse gerir esta área e fomentar a preservação da Caatinga. Com este propósito surge a Associação Caatinga!
A partir de 1999 foram adquiridas algumas fazendas no Município de Crateús (CE) e em 2000 a Reserva Natural Serra das Almas foi reconhecida pelo IBAMA como Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN). Atualmente são 6.146 ha de área protegida.
Ao longo de seus mais de 13 anos de atuação, a Associação Caatinga tem desenvolvido projetos que visam contribuir com a preservação da Caatinga. Dentre eles, destacam-se as ações diretamente voltadas para as comunidades que moram no entorno da Reserva Natural Serra das Almas, propiciando uma convivência mais sustentável e harmônica com a Caatinga, através da implementação de tecnologias sustentáveis como, por exemplo, a meliponicultura (criação de abelha Jandaíra), construção de cisternas de placas, produção de mudas nativas da Caatinga, restauração florestal de áreas degradadas, curso de produção de artesanatos e de sabonetes, fomento ao protagonismo juvenil através de capacitações diversas e inserção ao mercado de trabalho, tendo sempre como premissa a educação ambiental dos beneficiários de seus projetos.A Associação Caatinga também tem fomentado a criação e o apoio na gestão de RPPN’s aumentando a proteção da Caatinga.
Destaca-se também a atuação da Associação Caatinga na promoção de políticas públicas, tendo colaborado ativamente para a implementação do Programa Selo Município Verde e o ICMS Socioambiental, ambos no Estado do Ceará, que são importantes ferramentas em prol da valorização da Caatinga cearense.
Nota do Blogueiro
Se eu ganhasse na Mega-Sena,com certeza compraria algumas fazendas,para constituir uma reserva particular!.
É um dos meus inúmeros sonhos.
A Serra das Almas era o primeiro lugar, onde eu iria tirar algumas lições.
Fonte;
www.acaatinga.org.com.br
A instituição foi criada em 21 de outubro de 1998, a partir da visão privilegiada de um cidadão norte-americano, Sr. Samuel Johnson (in memoriam), então presidente da SC Johnson, empresa multinacional que utilizava a cera da Carnaúba como principal matéria prima para produzir alguns de seus produtos.
Em 1998, Samuel Johnson refez a viagem que seu pai o Sr. H.F. Johnson (in memoriam), realizara em 1935: a Expedição Carnaúba. A bordo de um hidroavião, partiu da Flórida (EUA) com destino ao Brasil, visitando vários Estados dentre eles o Ceará, a fim de conhecer de perto as regiões de carnaubais.Samuel Johnson ficou encantando com a beleza da Caatinga, sobretudo com a palmeira Carnaúba. Com o intuito de ajudar na preservação deste bioma, resolveu doar um recurso, de sua fortuna pessoal, instituindo o Fundo Samuel Johnson, gerido pela The Nature Conservancy (TNC), com a finalidade de adquirir uma relevante área de Caatinga no Ceará, para transformá-la em uma unidade de conservação, bem como fundar uma instituição local que pudesse gerir esta área e fomentar a preservação da Caatinga. Com este propósito surge a Associação Caatinga!
A partir de 1999 foram adquiridas algumas fazendas no Município de Crateús (CE) e em 2000 a Reserva Natural Serra das Almas foi reconhecida pelo IBAMA como Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN). Atualmente são 6.146 ha de área protegida.
Ao longo de seus mais de 13 anos de atuação, a Associação Caatinga tem desenvolvido projetos que visam contribuir com a preservação da Caatinga. Dentre eles, destacam-se as ações diretamente voltadas para as comunidades que moram no entorno da Reserva Natural Serra das Almas, propiciando uma convivência mais sustentável e harmônica com a Caatinga, através da implementação de tecnologias sustentáveis como, por exemplo, a meliponicultura (criação de abelha Jandaíra), construção de cisternas de placas, produção de mudas nativas da Caatinga, restauração florestal de áreas degradadas, curso de produção de artesanatos e de sabonetes, fomento ao protagonismo juvenil através de capacitações diversas e inserção ao mercado de trabalho, tendo sempre como premissa a educação ambiental dos beneficiários de seus projetos.A Associação Caatinga também tem fomentado a criação e o apoio na gestão de RPPN’s aumentando a proteção da Caatinga.
Destaca-se também a atuação da Associação Caatinga na promoção de políticas públicas, tendo colaborado ativamente para a implementação do Programa Selo Município Verde e o ICMS Socioambiental, ambos no Estado do Ceará, que são importantes ferramentas em prol da valorização da Caatinga cearense.
Nota do Blogueiro
Se eu ganhasse na Mega-Sena,com certeza compraria algumas fazendas,para constituir uma reserva particular!.
É um dos meus inúmeros sonhos.
A Serra das Almas era o primeiro lugar, onde eu iria tirar algumas lições.
Fonte;
www.acaatinga.org.com.br
terça-feira, 20 de março de 2012
Rosa do Deserto
Originaria do Sul da África e Península Arábica(Ou seja de lugares áridos)
A rosa-do-deserto(também conhecida por Lírio-impala ou Adenium)é um arbusto com um caule grosso razoavelmente redondo,que chegar a lembra um barril(uma adaptação para suporta fortes ventos,guardar nutrientes e água).
Seu tamanho pode chegar a mais de 4 metros de altura!
Sua floração é muito bonita e exuberante ocorrendo principalmente na primavera(podendo ocorre também no verão/outono).Apresenta folhas em espiral e agrupadas nas pontas dos ramos. Por ser originaria de lugares áridos,ela não suporta baixas temperaturas e nem excesso de umidade.
As flores são tubulares,com cinco pétalas"simples". As cores são variadas, indo do branco ao vinho escuro, passando por diferentes tons de rosa e vermelho.
A cada replantio(que pode ser entre 8 meses e 3 anos)deixe um pouco das raizes exposta,para da uma "força"na curiosa modelagem do caule. provocar queda das folhas.Deve ser cultivada sob sol ou em lugar que receba pelo menos 5 horas de sol por dia(mas dessa forma,não terá uma floração plena em abundância)Que o solo seja arenoso,com facil drenagem,rico em fósforo/nitrogênio.
obs;
Sua seiva é tóxica,cuidado no manuseio!
Quando fertilizar a planta primeiro irrigá-la,caso fertilizar primeiro você pode queimar as raízes e caule.
Fonte;
Texto adaptado de diversas fontes do Google
A rosa-do-deserto(também conhecida por Lírio-impala ou Adenium)é um arbusto com um caule grosso razoavelmente redondo,que chegar a lembra um barril(uma adaptação para suporta fortes ventos,guardar nutrientes e água).
Seu tamanho pode chegar a mais de 4 metros de altura!
Sua floração é muito bonita e exuberante ocorrendo principalmente na primavera(podendo ocorre também no verão/outono).Apresenta folhas em espiral e agrupadas nas pontas dos ramos. Por ser originaria de lugares áridos,ela não suporta baixas temperaturas e nem excesso de umidade.
As flores são tubulares,com cinco pétalas"simples". As cores são variadas, indo do branco ao vinho escuro, passando por diferentes tons de rosa e vermelho.
A cada replantio(que pode ser entre 8 meses e 3 anos)deixe um pouco das raizes exposta,para da uma "força"na curiosa modelagem do caule. provocar queda das folhas.Deve ser cultivada sob sol ou em lugar que receba pelo menos 5 horas de sol por dia(mas dessa forma,não terá uma floração plena em abundância)Que o solo seja arenoso,com facil drenagem,rico em fósforo/nitrogênio.
obs;
Sua seiva é tóxica,cuidado no manuseio!
Quando fertilizar a planta primeiro irrigá-la,caso fertilizar primeiro você pode queimar as raízes e caule.
Fonte;
Texto adaptado de diversas fontes do Google
Arquipélago de Socotorá(ou Socotra)
O arquipélago é formado por uma ilha montanhosa principal, Socotorá (3625 km²), três ilhas menores, conhecidas coletivamente como "Os Irmãos" e ainda outras pequenas ilhotas desabitadas.
Em frente à costa do Chifre da África ,a 250 km a leste do cabo Guardafui e a uns 380 km a sudeste da costa do Iémen, que administra Socotorá em nome do Sultanato de Mahra e Socotorá.
Abd Al Kuri e Samha somam uma população de umas poucas centenas de pessoas, enquanto que Darsa está desabitada. A principal cidade é Hadiboh (43 000 habitantes em 2004).
Socotorá é uma das ilhas de origem continental mais isoladas do mundo, separando-se provavelmente da África como uma falha durante o Plioceno médio, no mesmo conjunto de eventos que abriu o Golfo de Áden para o noroeste.O clima em geral é desértico tropical, com poucas chuvas, concentradas no inverno e mais abundantes nas maiores alturas do que nas zonas costeiras. O clima é fortemente influenciado pela monção. De junho a setembro tradicionalmente a ilha era inacessível por causa dos fortes ventos.
Os habitantes de Socotorá criam gado e cabras. A maioria vive sem eletricidade, água corrente ou estradas pavimentadas. Nos finais da década de 1990, foi implementado um Programa da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento dedicado à ilha. Assim, em julho de 1999 um novo aeroporto internacional permitiu o acesso a Socotorá durante todo o ano.
Nas ilhas se fala um idioma semítico próprio, o socotri, que está relacionado com outros idiomas da península Arábica.O grande isolamento geológico do arquipélago, juntamente com o intenso calor e a falta de água, deu origem a uma interessante flora endêmica que é muito vulnerável a mudanças. Pelo menos um terço das 800 espécies de plantas que se encontram em Socotorá são endemismos. Os botânicos situam a flora de Socotorá entre as dez que correm os maiores perigos de extinção no mundo. Umas das plantas que se destacam é a "Dracaena cinnabari", uma árvore seiva de cor vermelha, procurada na Antiguidade para ser usada na Medicina e na tinturaria.
Assim como ocorre com outras ilhas isoladas, os morcegos são os únicos mamíferos nativos da ilha. Em contraste, a diversidade marinha é muito grande, e se caracteriza pela presençpresença de espécies originárias das regiões biológicas próximas: o Oceano Índico e o Mar Vermelho.
Fonte;
Wikipédia
Em frente à costa do Chifre da África ,a 250 km a leste do cabo Guardafui e a uns 380 km a sudeste da costa do Iémen, que administra Socotorá em nome do Sultanato de Mahra e Socotorá.
Abd Al Kuri e Samha somam uma população de umas poucas centenas de pessoas, enquanto que Darsa está desabitada. A principal cidade é Hadiboh (43 000 habitantes em 2004).
Socotorá é uma das ilhas de origem continental mais isoladas do mundo, separando-se provavelmente da África como uma falha durante o Plioceno médio, no mesmo conjunto de eventos que abriu o Golfo de Áden para o noroeste.O clima em geral é desértico tropical, com poucas chuvas, concentradas no inverno e mais abundantes nas maiores alturas do que nas zonas costeiras. O clima é fortemente influenciado pela monção. De junho a setembro tradicionalmente a ilha era inacessível por causa dos fortes ventos.
Os habitantes de Socotorá criam gado e cabras. A maioria vive sem eletricidade, água corrente ou estradas pavimentadas. Nos finais da década de 1990, foi implementado um Programa da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento dedicado à ilha. Assim, em julho de 1999 um novo aeroporto internacional permitiu o acesso a Socotorá durante todo o ano.
Nas ilhas se fala um idioma semítico próprio, o socotri, que está relacionado com outros idiomas da península Arábica.O grande isolamento geológico do arquipélago, juntamente com o intenso calor e a falta de água, deu origem a uma interessante flora endêmica que é muito vulnerável a mudanças. Pelo menos um terço das 800 espécies de plantas que se encontram em Socotorá são endemismos. Os botânicos situam a flora de Socotorá entre as dez que correm os maiores perigos de extinção no mundo. Umas das plantas que se destacam é a "Dracaena cinnabari", uma árvore seiva de cor vermelha, procurada na Antiguidade para ser usada na Medicina e na tinturaria.
Assim como ocorre com outras ilhas isoladas, os morcegos são os únicos mamíferos nativos da ilha. Em contraste, a diversidade marinha é muito grande, e se caracteriza pela presençpresença de espécies originárias das regiões biológicas próximas: o Oceano Índico e o Mar Vermelho.
Fonte;
Wikipédia
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sábado, 15 de outubro de 2011
Biopirataria
A biopirataria é a exploração, manipulação, exportação e/ou comercialização internacional de recursos biológicos que contrariam as normas da Convenção sobre Diversidade Biológica, de 1992.As informações de um grupo de indivíduos acumuladas por anos, portanto, são bens coletivos; e não simplesmente mercadorias podem ser comercializadas como qualquer objeto de mercado.
Nos últimos anos, graças ao avanço da biotecnologia e à facilidade de se registrar marcas e patentes em âmbito internacional, as possibilidades de tal exploração se multiplicaram.
Biopirataria no Brasil começou logo após o descobrimento do Brasil pelos portugueses, em 1500, quando estes se apropriaram das técnicas de extração do pigmento vermelho do Pau Brasil, dominadas pelos índios, explorando o Pau Brasil, causando o risco de sua extinção.
Outro caso de biopirataria, foi o contrabando de 70.000 sementes da árvore de seringueira, Hevea brasiliensis, da região de Santarém no Pará no ano de 1876, pelo inglês Henry Wickham. As sementes foram contrabandeadas para o Royal Botanic Garden, em Londres e daí, após seleção genética, levadas para a Malásia, África e outras destinações tropicais. Após algumas décadas a Malásia passou a ser o principal exportador mundial de látex, prejudicando economicamente o Brasil.
O ladrão ainda foi considerado heroi no Reino Unido e a Rainha Victoria concedeu-lhe um título de nobreza,Pelo trabalho.
O termo biopirataria não refere-se apenas ao contrabando de diversas espécies naturais da flora e da fauna, mas principalmente, à apropriação e monopolização dos conhecimentos das populações tradicionais no âmbito do uso dos recursos naturais. Estas populações estão perdendo o controle sobre esses recursos.A biopirataria prejudica a Amazônia. Causa risco de extinção a inúmeras espécies da fauna e da flora, com o contrabando das mesmas retirando-as de seu habitat natural.
Os biopiratas geralmente se fazem passar por turistas ou por cientistas, todos documentados portando passaporte e em alguns casos, aval governamental, porém com intenções bem definidas, como a exploração e o tráfico de mudas, sementes, insetos, e toda a sorte de interesses em nossa farta biodiversidade, sempre se aproveitando da inocência e da carência social e econômica de nossa gente.
Dos animais silvestres comercializados no Brasil, estima-se que 30% sejam exportados. O principal fluxo de comércio ilegal nacional dirige-se da região Norte para a região Sudeste, precisamente o eixo Rio - São Paulo. Grande parte da fauna silvestre é contrabandeada diretamente para países vizinhos, através das fronteiras fluviais e secas. Destes países fronteiriços seguem para países do primeiro mundo.
Em todo negócio clandestino, é difícil estabelecer cifras precisas, mas sabe-se que o tráfico internacional de animais silvestres só perde, em faturamento, para o de drogas e de armas.
O comércio ilegal de animais silvestres movimenta cerca de US$ 10 bilhões por ano em todo o mundo.80% dos animais morrem antes de chegar ao "consumidor final"
95% do comércio de animais silvestres brasileiros é ilegal.
Empresas que já registraram patentes de flora alheia(roubo)como; Espinheira Santa(Maytenus ilicifolia),Jaborandi(Pilocarpus pennatifolius),Copaíba(Copaifera sp),Andiroba(Carapa guianensis),Açaí(Euterpe oleracea )e Veneno da jararaca(Bothrops jararaca)
A empresa inglesa de cosméticos Body Shop.
A empresa japonesa Nippon Mektron.
A indústria farmacêutica alemã Merk.
A empresa norte-americana Aveda.
A empresa francesa Technico-flor.
A empresa francesa Yves Roches.
A empresa japonesa Masaru Morita.
Fonte;
Wikipédia
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