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domingo, 27 de julho de 2014

O menino que tirou a sede de meio milhão de Africanos



Ryan Hreljac nasceu no Canadá em maio de 1991, ou seja, em (2012) tinham 21 anos. Quando pequeno, na escola, com apenas seis anos, sua professora lhes falou sobre como viviam as crianças na África. Profundamente comovido ao saber que algumas até morrem de sede, que não há poços de onde tirar água, e pensar que a ele bastavam alguns passos para que a água saísse da torneira durante horas, Ryan perguntou quanto custaria para levar água a eles. A professora pensou um pouco, e se lembrou de uma organização chamada WaterCan, dedicada ao tema, e lhe disse que um pequeno poço poderia custar cerca de 70 dólares.

Quando chegou em casa, foi direto a sua mãe Susan e lhe disse que necessitava de 70 dólares para comprar um poço para as crianças africanas. Sua mãe disse-lhe que ele deveria consegui-los e foi-lhe dando tarefas em casa com as quais Ryan ganhava alguns dólares por semana.


Finalmente reuniu os 70 dólares e pediu à sua mãe que o acompanhasse à sede da WaterCan para comprar seu poço para os meninos da África. Quando o atenderam, disseram-lhe que o custo real da perfuração de um poço era de 2.000 dólares. Susan deixou claro que ela não poderia lhe dar 2.000 dólares por mais que limpasse cristais durante toda a vida, porém Ryan não se rendeu. Prometeu aquele homem que voltaria… e o fez. Contagiados por seu entusiasmo, todos puseram-se a trabalhar: seus irmãos, vizinhos e amigos. Entre todo o bairro conseguiram reunir 2.000 dólares trabalhando e fazendo rifas e reunindo contribuições voluntárias. Ryan voltou triunfante a WaterCan para pedir seu poço.

Em janeiro de 1999 foi perfurado um poço em uma vila ao norte de Uganda. À partir daí começa a lenda. Ryan não parou de arrecadar fundos e de viajar por meio mundo buscando apoios. Quando o poço de Angola estava pronto, o colégio começou uma correspondência com as crianças do colégio que ficava ao lado do poço, na África. Assim Ryan conheceu Akana: um jovem que havia escapado das garras dos exércitos de meninos e que lutava para estudar a cada dia.


Ryan sentiu-se cativado por seu novo amigo e pediu a seus pais para ir vê-lo. Com um grande esforço econômico de sua parte, os pais pagaram sua viagem a Uganda e Ryan, em 2000, chegou ao povoado onde havia sido perfurado seu poço. Centenas de meninos dos arredores formavam um corredor e gritavam seu nome.

- Sabem meu nome? - Ryan perguntou a seu guia.
 - Todo mundo que vive 100 quilômetros ao redor sabe seu nome - ele respondeu.

Hoje em dia, Ryan – tem sua própria fundação e conseguiu levar mais de 600 poços à África. Encarrega-se também de proporcionar educação e de ensinar aos nativos a cuidar dos poços e da água. Recolhe doações de todo o mundo e estuda para ser engenheiro hidráulico. Ryan tem se empenhado em acabar com a sede na África.

Fonte
Ryan´s Well Foundation
Via Wanderlust

sábado, 7 de dezembro de 2013

Com a ajuda do Google Earth ,floresta perdida é encontrada no coração de Moçambique


Em poucos anos de exploração científica, centenas de espécies - entre plantas, borboletas, pássaros e mamíferos - já foram encontrados no Monte Mabu, que abriga o mais extenso remanescente de floresta tropical do sul da África. Apesar do excelente estado atual de conservação, a proteção efetiva desse rico ecossistema é essencial para garantir que sua enorme biodiversidade possa ser investigada e manejada de forma a beneficiar as comunidades que dependem diretamente dos serviços ambientais oferecidos pela floresta.

Com menos de um quarto dos 7.800 hectares de floresta cientificamente explorado, novas espécies de plantas e animais - cobras, camaleões, morcegos, borboletas – já foram registradas no Monte Mabu (e mais ainda são esperadas). Outras espécies, até então não observadas em Moçambique, fazem agora parte do registro de plantas e animais nativos do país. Essas descobertas têm chamado a atenção para a importância dos ecossistemas montanhosos do norte moçambicano no âmbito internacional.


Até recentemente, o Monte Mabu era uma das poucas áreas do planeta inexploradas pela ciência. Em 2005, a floresta foi finalmente identificada através de imagens de satélite geradas pelo Google Earth. A ausência de registros oficiais e o difícil acesso contribuíram para a manutenção de uma rica biodiversidade local. Expedições envolvendo pesquisadores moçambicanos e estrangeiros encontraram espécies e fenômenos ecológicos que fazem do Monte Mabu uma área de grande interesse científico e valor em potencial não somente para as comunidades residentes mas também em nível nacional.
A ONG Fauna & Flora International (FFI) tem trabalhado em parceria com organizações locais para garantir a conservação da floresta e, ao mesmo tempo, promover o desenvolvimento sócio-econômico da região.


Moradores da região dependem da agricultura de subsistência, que ocorre portanto em pequena escala. Mas a prática atual de corte e queima da vegetação é danosa ao meio ambiente porque, após alguns anos de alta produtividade, os nutrientes do solo são quase que inteiramente consumidos pelas plantações e novas áreas devem ser desmatadas para manter a agricultura local. A caça também é praticada pela população que vive nos arredores da floresta. Se realizada de forma excessiva, a atividade poderia se tornar uma ameaça à fauna do Monte Mabu. Além disso, a extração de madeira vem aumentando na região e, caso Mabu não seja devidamente protegido, o desmatamento pode se tornar uma pressão concreta sobre a biodiversidade local.


Uma vez ao dia, e por apenas cerca de meia hora, milhares de borboletas de várias espécies, seguidas por libélulas e pássaros, surgem no topo do Monte Mabu (fenômeno conhecido como hilltopping). Buscando atrair parceiros, as borboletas impressionam não somente pretendentes em potencial como também visitantes afortunados (ou bem-informados) o suficiente para estar no local certo, na hora certa.

As mudanças climáticas no continente africano devem reduzir a produtividade agrícola, o que agravaria a escassez de alimentos e possivelmente resultaria numa maior pressão das populações da região sobre recursos naturais em áreas hoje pouco exploradas, como o Monte Mabu.


A floresta, que se encontra em excelente estado de preservação, atua na regulação da quantidade e qualidade da água que alimenta os rios que nascem no monte, além de armazenar água para que rios e córregos continuem fluindo tanto na estação chuvosa como na seca. A vegetação contribui também para o armazenamento de dióxido de carbono, que seria liberado na atmosfera em caso de desmatamento e queima da madeira. O Monte Mabu também contribui para a regulação do microclima regional aumentando a ocorrência de chuvas e, assim, reduzindo as temperaturas locais.


Devido à sua espetacular biodiversidade, o Monte Mabu tem significativo potencial para o ecoturismo. Se organizada por e para as comunidades que moram nos arredores da floresta, a atividade turística poderá contribuir com o desenvolvimento sócio-econômico local. Atualmente está em andamento o processo de obtenção do direito legal de uso e aproveitamento da terra (DUAT) para a floresta de Mabu pelas comunidades locais.


Após inúmeras reuniões e workshops para discutir estratégias de manejo com essas comunidades, organizações de Moçambique, inclusive departamentos governamentais, aliadas a parceiros internacionais, trabalham agora para desenvolver um projeto que permitirá a criação de uma área de proteção ambiental para que o Monte Mabu seja dedicado à conservação e ao ecoturismo que beneficie diretamente as comunidades locais.

Fonte
kew.org (Fotos e detalhes sobre a primeira expedição ao monte)
Fauna-Flora.org

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Burkina Faso

Burkina Faso (Burkina Fasso, Burquina Faso ou Burquina Fasso), antigo Alto Volta, é um país africano limitado a oeste e a norte pelo Mali, a leste pelo Níger, e a sul pelo Benin, pelo Togo, por Gana e pela Costa do Marfim. Sua capital é a cidade de Uagadugu.
O país possui a pior taxa de alfabetização do mundo (23,6%). Sua área territorial abrange 274,200 quilômetros quadrados (105.900 sq mi) com uma população estimada de mais de 15.757.000.( A saúde se concentra em serviços de atendimento primário e sem vacinação)
Anteriormente chamado de República do Alto Volta, foi rebatizado em 04 de agosto de 1984, pelo presidente Thomas Sankara, que significa "a terra de pessoas verticais" em More e Dioula, as principais línguas nativas do país.
Figurativamente, "Burkina" pode ser traduzido por "homens íntegros", da língua more, e "Faso" significa "pátria" em Dioula. Os habitantes de Burkina Faso são conhecidos como Burkinabè. Burkina Faso foi povoado entre 14.000 e 5.000 a.C. pelos caçadores-coletores na região noroeste do país. Assentamentos agrícolas apareceram entre 3.600 e 2.600 a.C. O que é agora central Burkina Faso foi composto principalmente pelo Reino Mossi.
Estes reinos Mossi se tornaria um protetorado francês em 1896. Depois de ganhar a independência da França em 1960, o país sofreu muitas mudanças governamentais até chegar à sua forma atual, uma república semi-presidencialista.
O presidente é Blaise Compaoré. É membro da União Africana, da Comunidade de Estados Sahel-Sahara, a Organização Internacional da Francofonia, a Organização da Conferência Islâmica e da Comunidade Econômica dos Estados da África Ocidental.

Tal como toda a África ocidental, o Burkina Faso foi povoado em tempos remotos, com destaque para os caçadores-recoletores da parte noroeste do país (12 000 a 5 000 a.C.), cujas ferramentas (raspadeiras, cinzéis e pontas de seta) foram descobertos em 1973.
Entre 3 600 e 2 600 a.C. surgiram povoamentos de agricultores, e os vestígios dessas estruturas deixam a impressão de edifícios relativamente permanentes. O uso do ferro, cerâmica e pedra polida desenvolveu-se entre 1 500 e 1 000 a.C., tal como a preocupação com os assuntos espirituais, como é demonstrado pelos restos de enterramento que têm sido descobertos.
Em 1896, o reino Mossi de Uagadugu tornou-se protetorado francês depois de ser derrotado pelas forças francesas. Em 1898, a maior parte da região que corresponde hoje ao Burkina Faso foi conquistada. Em 1904, estes territórios foram integrados na África Ocidental Francesa, no coração da colônia do Alto-Senegal-Niger .
A 4 de Setembro de 1947, o Alto Volta foi recriado nas suas fronteiras de 1932.
A 11 de Dezembro de 1958, alcançou o auto-governo, e tornou-se numa república membro da Comunidade Franco-Africana.O primeiro golpe militar ocorreu em 1966, e o país regressou ao governo civil em 1978.
Em 1980 deu-se outro golpe, liderado por Saye Zerbo, que foi derrubado em 1982.
 Um contra-golpe foi lançado em 1983, deixando no poder o capitão Thomas Sankara.
Blaise Compaoré  chegou ao poder em 1987 depois de um golpe de estado que matou Thomas Sankara.

Fonte
Wikipédia

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Ganhe uma Ilha Paradisíaca


O governo de Moçambique lançou nesta quarta-feira (20) em Maputo a promoção turística "Ganhe uma Ilha Paradisíaca", na qual o vencedor terá o direito de usar uma vila situada na ilha de Benguerra, no Oceano Índico.
A campanha, divulgada pela internet e televisão, tem como objetivo divulgar aos turistas internacionais a riqueza natural e as ilhas da costa de Moçambique.

Os participantes poderão participar enviando mensagens por celular e 15 pessoas serão sorteadas para participar da grande final, informou o diretor do Instituto de Turismo de Moçambique (INATUR), José Tomo Psico.
Os 15 escolhidos disputarão o prêmio num programa de televisão. O vencedor terá o direito de frequentar a ilha e levar três convidados, com todas as despesas pagas, durante duas semanas ao ano ao longo de três anos. Além disso, receberá o pagamento pelo aluguel da vila durante 25 anos.
O valor total do prêmio é de cerca de US$ 25 milhões, segundo os organizadores da promoção. A campanha começará em 1º de julho e 120 países poderão participar.
"Queremos promover o turismo sustentável e ecológico e mostrar Moçambique ao mundo", afirmou o ministro de Turismo de Moçambique, Fernando Sumbana.
"Moçambique é um destino emergente e vemos que a maioria dos turistas estão escolhendo novos lugares, por isso estamos confiantes de que conseguiremos evitar a crise", acrescentou Sumbana, em referência à queda de visitantes registrada em todo mundo devido à situação econômica, especialmente na Europa e Estados Unidos.
A campanha pretende, além disso, atrair investidores do setor para incentivar a construção de novas instalações turísticas no país africano, segundo explicou o ministro.

"Melhoramos nossos hotéis, mas é momento de começar um trabalho maior e de fazer com que o turismo também sirva para o desenvolvimento social e econômico".
A vila em Benguerra tem duas casas e será construída no resort de luxo Marlin Lodge. A ilha faz parte da reserva natural do arquipélago de Bazaruto, a cerca de 15 quilômetros do litoral de Moçambique.
Bazaruto é uma das reservas marinhas mais importantes do leste da África e habitat de raias, tartarugas e tubarões baleias.

Fonte;
Planeta Bizarro

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Países que punem homossexualidade com pena de morte

O Irã, Arábia Saudita, Iêmen, Mauritânia e Sudão penalizam a homossexualidade com pena de morte, o que ocorre também em algumas regiões do norte da Nigéria e do sul da Somália.
A bandeira nacional iraniana é composta de 3 cores, verde no topo, branco no meio e vermelho embaixo. As tiras verdes e vermelhas são bordadas com o slogan “ Alá-o-Akbar, significando “Deus é o Grande”
A bandeira nacional do Iêmen, tem as cores vermelho representa o derramamento de sangue de mártires e unidade,Branco representa o futuro brilhante e Preto representando o passado escuro.
A Bandeira nacional da Arábia Saudita,tem um pano verde com texto em caracteres árabes brancos sobre uma espada, também branca.Texto;La ilaha Ilallah Muhammadar Rasululah "Não há deus senão Alá, e Maomé é o seu mensageiro"
A bandeira da Mauritânia tem as cores verde e dourada são consideradas cores pan-africanas. O verde também simboliza o Islão e a esperança de um futuro brilhante para o país e o dourado as areias do deserto do Sahara. O crescente e a estrela são símbolos do Islão, a maior religião do país.


A bandeira do Sudão(norte)tem o vermelho representando o socialismo, a luta contra o colonialismo britânico e o sangue dos combatentes sudaneses,O branco representa a pureza e o otimismo,O preto representa o Sudão e a Revolução do Mahdi e o triângulo verde representa a prosperidade, a agricultura e o islamismo.

Fonte;
Terra

terça-feira, 20 de março de 2012

Rosa do Deserto

Originaria do Sul da África e Península Arábica(Ou seja de lugares áridos)
A rosa-do-deserto(também conhecida por Lírio-impala ou Adenium)é um arbusto com um caule grosso razoavelmente redondo,que chegar a lembra um barril(uma adaptação para suporta fortes ventos,guardar nutrientes e água).
Seu tamanho pode chegar a mais de 4 metros de altura!
Sua floração é muito bonita e exuberante ocorrendo principalmente na primavera(podendo ocorre também no verão/outono).
Apresenta folhas em espiral e agrupadas nas pontas dos ramos. Por ser originaria de lugares áridos,ela não suporta baixas temperaturas e nem excesso de umidade.
As flores são tubulares,com cinco pétalas"simples". As cores são variadas, indo do branco ao vinho escuro, passando por diferentes tons de rosa e vermelho.
A cada replantio(que pode ser entre 8 meses e 3 anos)deixe um pouco das raizes exposta,para da uma "força"na curiosa modelagem do caule. provocar queda das folhas.
Deve ser cultivada sob sol ou em lugar que receba pelo menos 5 horas de sol por dia(mas dessa forma,não terá uma floração plena em abundância)Que o solo seja arenoso,com facil drenagem,rico em fósforo/nitrogênio.

obs;
Sua seiva é tóxica,cuidado no manuseio!
Quando fertilizar a planta primeiro irrigá-la,caso fertilizar primeiro você pode queimar as raízes e caule.

Fonte;
Texto adaptado de diversas fontes do Google

quarta-feira, 26 de outubro de 2011

Morte de Khadafi

Com a morte de Khadafi,foram inúmeras as reações do mundo,principalmente de aprovação.
Eu por exemplo pensei bem assim "ainda saiu barato,a morrer com um tiro na testa"
Mas a cada dia aparece "novos" videos do momento da captura do ditador,e junto com esses videos mudei de opinião,vendo a tamanha crueldade empregada por seus captores.
Em um desses videos,ele aparece sendo espancado por uns 15"soldados".Em outro aparece nas mãos dos soldados,apenas o cadáver erguido como troféu.
Ele com certeza,fez atrocidades inimagináveis,mas todo ser humano merece um julgamento justo,com a maior quantidade de imparcialidade possível,caso não seja por completo.
Os captadores antes de ver um assassino,que causou muito sofrimento ao povo,deveria encara-lo como um ser humano.
Humano esse que deveria pagar por seus crimes,depois de julgado e condenado,onde a acusação e a defesa mostraria os dois lados da moeda.

O alerta amarelo para a Líbia foi ligado,já que essas atrocidades foram feitas sob o governo provisório,governo esse que deveria ser o primeiro a mostrar que esta deixando a ditadura para trás, e indo de braços abertos de encontro com a democracia.
Se caso fosse colocado na balança Muamar Khadafi x CNP(governo provisório)no momento atual,não pesaria para nenhum dos lados,ou mesmo que pesasse não teria tanta diferença,porque ambos cometeram crimes nessa guerra.
Como foi provado,que houve execução praticado por ambos os lados.
A própria morte do Ditador,foi uma execução,o Khadafi era cruel,mas não era burro de reagir depois de capturado.
Espero que a Líbia se recupere desses tristes episódios, que foi a guerra, e todos esses anos sob a ditadura.
Tirando lição de tudo, tornando-se um país democrático,onde todas essas injustiças,seja um breve detalhe na historia da Líbia,que ficou no passado,mas que contribuiu para que a população torna-se mais humanamente correta com o seu próximo.
Essa nova guerra,dessa vez de consciência, buscando a paz plena.
Essa meta não vai ser fácil,mais é o caminho certo, começando com; guerra nunca mais!

Fonte;
Rascunho Khadafi
Angelo (Devorador do Pecado)

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Morre o Ditador Muamar Khadafi

Em uma coletiva de imprensa na capital, Trípoli, Jibril disse que é o momento de dar início a uma Líbia nova e unida.

Nós esperamos por esse momento durante muito tempo. Muamar Khadafi foi morto", disse Mahmoud Jibril em uma coletiva de imprensa oficial, após um dia de relatos contraditórios e rumores.
Líderes de diversos países comemoraram a notícia, pedindo que o CNT mantenha sua promessa de realizar reformas no país.
O primeiro-ministro britânico David Cameron, que teve um papel de liderança na intervenção da Otan na Líbia, disse que este é "um dia para lembrar de todas as vítimas do coronel Khadafi".
O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, disse que é um momento "histórico", mas alertou que "o caminho à frente da Líbia e de seu povo será difícil e cheio de desafios".
A morte de Khadafi ocorreu após semanas de combate acirrado em Sirte um dos últimos bastiões de resistência na Líbia.

Há poucos detalhes da operação que teria resultado na morte de Khadafi. A Otan (aliança militar ocidental) afirmou que bombardeou dois veículos com forças leais ao líder deposto na manhã desta quinta-feira, perto de Sirte, mas não ficou claro se o bombardeio matou o coronel.
Chegaram a circular informações de que Khadafi teria sido capturado com vida. Logo em seguida, entretanto, a TV árabe Al-Jazeera exibiu imagens do que dizia ser o corpo de Khadafi.A Líbia é o terceiro país árabe, após Tunísia e Egito, a ter seu regime derrubado durante a onda de levantes conhecida como Primavera Árabe. O Tribunal Penal Internacional queria julgar o líder líbio deposto por acusações de crimes contra a humanidade.

Khadafi estava foragido desde agosto, quando rebeldes entraram na capital Trípoli e puseram fim ao seu regime de 42 anos o mais longevo da África, e um dos mais longos do Oriente Médio.
O governo interino pretende anunciar a Líbia "liberada" antes de indicar quais serão os próximos passos em direção às eleições democráticas no país.
O primeiro-ministro disse que as forças do CNT ainda estão em busca de Saif al-Islam, o filho mais conhecido do coronel Khadafi, que deixou Sirte em um comboio antes da tomada da cidade.

Fonte;
BBC Brasil

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Indústria farmacêutica não quer curar pessoas

Essa denuncia foi feita,pelo nada mais, nada menos que vencedor do prêmio Nobel de Química de 2009, o americano Thomas Steitz(Pesquisador do Instituto Médico Howard Hughes da Universidade americano de Yale)
Ele afirmou que os laboratórios farmacêuticos não fazem pesquisam de antibióticos efetivos,do qual curariam o povo.
Por causa disso muitas das grandes industrias farmacêuticas fecharam suas pesquisas sobre antibióticos.
Em contraste a isso,as industrias preferem investir em remédios que deverão ser tomado pelas pessoas por toda vida."

Steitz falou sobre o assunto em Madri,onde ele esta assistindo o Congresso Internacional de Cristalografia (estudo da estrutura ordenada dos átomos nos cristais da natureza).
Ele analisou que no caso da tuberculose deveriam ser feito um novo antibiótico para combater as novas cepas resistente que surgem,sobretudo no sul da África.
Mas nenhum laboratorio farmacêutico estariam disposto a financiar essas pesquisas avançadas, da qual precisariam de grandes investimentos,já que vender antibioticos em paises no sul da África não gerariam dinheiro para as empresas do setor farmacêutico.
Preferindo investir em pesquisas desses remédios dos quais os doentes "tomam pra vida toda"

Por enquanto, estes novos antibióticos são "só um sonho, uma esperança, até que alguém esteja disposto a financiar o trabalho".

Steitz junto com os espanhóis Enrique Gutiérrez-Puebla e Martín M. Ripoll,do CSPC.
Pediram que os países continuem investindo cada vez mais em ciência,por causa da resistência das bactérias aos antibióticos sendo assim necessária as pesquisas de maneira continua.

Nota;
CSPC é a abreviação do Conselho Superior de Pesquisas Científicas.

Fonte;Texto baseado em
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5314058-EI8147,00-Industria+farmaceutica+nao+quer+curar+pessoas+diz+premio+Nobel.html

sexta-feira, 8 de julho de 2011

O mais novo país

Nas ruas da capital do país, Juba, centenas de pessoas comemoraram a mudança logo após o horário oficial da separação do norte.
A independência está sendo celebrada sem que as fronteiras entre o sul e o norte já estejam completamente definidas. Um foco de tensão é o debate sobre quem ficará a região de Abyei, rica em petróleo.

O país nasce a partir de um acordo de paz firmado em 2005, após 12 anos de uma guerra civil que deixou 1,5 milhão de mortos. Em janeiro, 99% dos eleitores do Sudão do Sul votaram a favor da separação da região, predominantemente cristã e animista, em relação ao norte, governado a partir de Cartum, onde a população é em sua maioria muçulmana e de origem árabe.Nesta sexta-feira(08/07/2011), o governo do presidente sudanês, Omar Bashir, reconheceu formalmente a independência da parte sul de seu país. Ele estará em Juba, no sábado para a festa, assim como o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, que será recepcionado pelo presidente interino do Sudão do Sul, Salva Kiir Mayardit.
Apesar de possuir grandes reservas de petróleo, o Sudão do Sul nasce como um dos países mais pobres do mundo, com a maior taxa de mortalidade materna, a maioria das crianças fora da escola e um índice de analfabetismo que chega em 84% entre as mulheres.
Embora não haja estatísticas oficiais, a ONU estima que a população do país varie entre 7,5 e 9,5 milhões. O Sudão do Sul também nasce sendo um dos maiores do continente, superando as áreas de Quênia, Uganda e Ruanda somadas.A questão do petróleo é uma das questões mais sensíveis na divisão do Sudão.
A maior parte das reservas fica no sul, mas quase toda a infraestrutura para refino e transporte fica no norte. Por enquanto, a receita é dividida meio a meio.
Antecipando-se a uma eventual retomada da guerra civil, o Conselho de Segurança da ONU aprovou, também em maio, o envio de uma missão de paz com 7 mil militares para a área, a maioria da Etiópia.
A separação também acendeu os ânimos na região de Kordofan do Sul, que está sob controle do governo de Cartum.
Povoada por minorias étnicas sem ligação com a população árabe do norte, a região quer se juntar ao novo país.

Fonte;
http://www.bbc.co.uk/portuguese

domingo, 30 de janeiro de 2011

Crocodilo do Nilo

O crocodilo-do-nilo é uma espécie de crocodilo africano, cuja distribuição se estende desde a bacia do Nilo às regiões ao sul do deserto do Sahara a Madagáscar e ao arquipélago das Comores. Esta espécie, é uma das maiores do mundo, é bastante perigosa para o Homem e foi venerada como divindade no Antigo Egito.
O crocodilo-do-nilo é, assim como as demais espécies de crocodilos, um animal carnívoro, embora sua boca longa e cheia de dentes curtos e afiados não seja própria para devorar pedaços de carne. Por esse motivo ele carrega a vítima para dentro da água e espera até que a carne fique mais macia.
Os ovos da fêmea do crocodilo-do-nilo são colocados em ninhos na areia e os filhotes demoram de 11 a 14 semanas para nascer. Os ovos e os filhotes são alvos fáceis de predadores, incluindo outros crocodilos maiores. Como é próprio da espécie, os crocodilos-do-nilo fêmeas são mães atenciosas. Constroem grandes ninhos perto da água nos quais põem os ovos, tomam conta dos ninhos por dois a três meses até os filhotes saírem dos ovos e cuidam das crias nos dois primeiros anos. Na maior parte da vida, os crocodilos são solitários; grande número de crocodilos é encontrado junto a locais onde existem alimentos, mas sem formar grupos como manadas ou cardumes, que têm um sentido técnico em outras espécies.
Habitam água doce ou de baixa salinidade, como rios e lagos da África subsaariana. Entre suas várias técnicas de caça, usam a cauda para encurralar peixes ou abater presas terrestres, atacam de emboscada animais grandes e, com as mandíbulas, arrastam-nos até a água ou até mesmo aprisionam animais sob árvores ou pedras para afogá-los. Por terem dificuldade em retirar pedaços das presas, os crocodilos executam o "rolo da morte", usando o peso do corpo para despedaçar a carne das presas.Um crocodilo-do-nilo adulto é um animal extremamente forte e agressivo. O seu couro grosso o protege de qualquer ataque, sendo os olhos o único ponto fraco. Geralmente vivem muitos anos e seus dentes e patas crescem novamente se perdidos, além disso eles conseguem passar longos períodos debaixo da água e esta capacidade aumenta com os anos. Outra característica sofisticada é que seus olhos possuem pupilas que se dilatam de noite, assim como acontece com os gatos, permitindo que os crocodilos enxerguem muito bem no escuro.
O crocodilo-do-nilo é caçado pelo homem devido ao valor do seu couro, mas não chega a ser uma espécie ameaçada. Entre seus inimigos o que se destaca é o elefante, pois suas patas destroem qualquer crocodilo distraído que estiver no caminho.

Fonte;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Crocodilo-do-nilo

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Ilha do Sal

É uma das menores ilhas habitadas, estendendo-se por 30 km de comprimento e 12 km de largura, no sentido leste-oeste e distante cerca de 50 km em linha reta da Boa Vista, sua mais próxima vizinha. O concelho do Sal é constituído apenas por uma freguesia: Nossa Senhora das Dores.
A ilha deve seu nome à descoberta de uma mina de sal mineral na localidade de Pedra de Lume, em 1833. O seu povoamento iniciou-se no século XIX, tendo pertencido ao concelho da Boavista até 1935. A ilha, praticamente deserta, só começou a ter atividade econômica expressiva com a exploração das suas salinas, tornando-se exportadora de sal até meados de 1980.
Com o objetivo de constituir um ponto de escala para os voos com destino à América do Sul, em 1939 surgiu na ilha plana, por iniciativa italiana, o "Aeroporto Internacional da Ilha do Sal", projetado pelo Engenheiro Raul Pires Ferreira Chaves. O desenvolvimento da ilha, possibilitado a partir dos anos 30 por um engenhoso incremento na captação de água doce, da responsabilidade do mesmo engenheiro, determinou a migração interna, sobretudo de S. Nicolau para a ilha do Sal; tendo a população aumentado cerca de cinco vezes, num curto espaço de tempo.
O Aeroporto Internacional Amílcar Cabral é hoje o principal ponto de entrada no país e possibilita a exploração de modernos complexos turísticos, que nos últimos 20 anos se vêm instalando principalmente na Cidade de Santa Maria.
O Sal tem uma superfície total de 216 km² e uma extensão máxima de cerca de 30 km, com cerca de 35000 habitantes( censo junho 2010).Pertence ao grupo das três ilhas do arquipélago de Cabo Verde (do qual também fazem parte Boa Vista e Maio) que partilham as características físicas.
Tem piscinas rochosas naturais, destacando-se a designada por buracona, na costa ocidental norte da ilha.
Extensas praias de areia branca, que é transportada pelos ventos a partir do deserto do Saara, o que se revela de grande interesse turístico.
A ilha do Sal é o principal foco de atração turística do país. A sua boa rede de hotéis é responsável por mais de 50% das dormidas turísticas em todo o arquipélago.
Para além do português, língua oficial, o crioulo cabo-verdiano é usado no dia-a-dia pela maioria da população do Sal.
Fonte;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Ilha_do_Sal

quinta-feira, 16 de dezembro de 2010

5 Maiores Desertos do Mundo

Deserto do Saara (África) 9 000 000
Deserto da Arábia (Arábia) 1 300 000
Deserto de Gobi (Ásia) 1 125 000

Deserto do Kalahari (África) 580 000
Deserto de Karakum (Ásia) 350 000

Fonte;
Google/pesquisa do Devorador do Pecado

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Dinastias faraónicas(Quarta e última parte)


Dinastia ptolemaica

A Dinastia ptolomaica foi uma dinastia macedónia que governou o Egipto de 305 a 30 a.C.. Recebe a designação de ptolomaica (ou ptolemaica) devido ao facto dos seus soberanos terem assumido o nome Ptolomeu (ou Ptolemeu, do grego Ptolemaios). É também conhecida como dinastia lágida em função do nome do pai do fundador da dinastia. Ptolomeu foi um dos generais de Alexandre Magno.

A dinastia insere-se no período helenístico, época que decorre entre a morte de Alexandre e a ascensão do Império Romano, durante a qual se assistiu à difusão da civilização grega pela bacia do mar Mediterrâneo, criando novas formas artísticas, religiosas e políticas. Embora tivesse uma origem estrangeira, a dinastia ptolemaica respeitou a cultura egípcia, revivendo alguns dos seus aspectos do passado e adoptando as suas divindades.

Os faraós desta dinastia foram responsáveis por várias construções, entre as quais se destacam a cidade de Alexandria (com o seu farol e biblioteca), o templo de Hórus em Edfu e o templo de Ísis em Filae.

Nome Consorte Reinado Comentários

Ptolemeu I Sóter, o Salvador Berenice I 305 - 285 Foi um dos generais de Alexandre, o Grande, e foi a testemunha ocular que influenciou os relatos de Plutarco e Ariano, os hisoriadores de Alexandre mais confiáveis da Antiguidade

Ptolemeu II Filadelfo,(Que ama a irmã)Arsínoe I, Arsínoe II 285 - 246 Fundador do museu de Alexandria. Casou com a sua irmã, Arsínoe II

Ptolemeu III Evérgeta I,(o Benfeitor )Berenice II 246 - 221 Incorpora o reino de Cirene no Egito. Auge do poder da dinastia ptolemaica

Ptolemeu IV Filopator,(o Amigo do pai)Arsínoe III 221 - 205 Cruel e fraco, dominado pelo seu ministro Sosíbio

Ptolemeu V Epifânio,(o Ilustre)Cleópatra I 205 - 180

Ptolemeu VI Filometor,(o Amigo da mãe)Cleópatra II 180 - 145 Quando ascendeu ao trono tinha apenas cinco anos, pelo que a sua mãe Cleópatra I foi regente

Ptolemeu VII Neos Filopator 145

Ptolemeu VIII Evérgeta II Cleópatra II, Cleópatra III 170 - 116

Ptolemeu IX Sóter II (1º reinado) Cleópatra IV, Cleópatra V Selene 116 - 107

Ptolemeu X Alexandre I Berenice III 107 - 88
Ptolemeu IX Sóter II (2º reinado) 88 - 80

Ptolemeu XI Alexandre II Berenice III 80

Ptolemeu XII Neos Dionisos Cleópatra V 80 - 51

Cleópatra VII 51 - 30 Casou com o irmão Ptolomeu XIII com o qual reinou a partir de 51 a.C.. Retirada do poder, foi reposta em 46 a.C. graças à intervenção de Júlio César, seu amante. Após a morte de Ptolomeu XIII, casa com outro irmão, Ptolomeu XIV, mero rei fantoche. Com outro amante romano, Marco António tentou formar um império no Oriente, mas foi derrotada por Octávio em 31 a.C..

Ptolemeu XIII 51 - 47

Ptolemeu XIV 47 - 40

Ptolemeu XV (César, dito Cesarião"pequeno César) 44 - 30 Filho de Cleópatra VII, foi declarado co-regente aos três anos em 44 a.C.. Foi assassinado por Octávio em 30 a.C..

Fonte:Wikipédia BRA.

Dinastias faraónicas(Terceira parte)


XXII dinastia

Shoshenk I, (Hedjkheper-re-setepenre) – 945-924 a.C.
Osorkon I[5], (Sekhemkheper-re-setepenre) – 924-890 a.C.
Shoshenk II, (Heqakheper-re-setepenre) – 890-883 a.C.
Takelot I, (Usermaat-re-setepenamun) – 883-874 a.C.
Osorkon II[9], (Usermaat-re-setepenamun) – 874-855 a.C.
Takelot II, (Hedjkheper-re-setepenre) – 860-835 a.C.
Shoshenk III, (Usermaat-re-setepen-re/amun) – 835-783 a.C.
Pami, (Usermaat-re-setepen-re/amun) – 783-773 a.C.
Shoshenk V, (Akheper-re) – 773-735 a.C.
Osorkon IV[15], (Akheper-re-setepenamun) – 735-712 a.C.

XXIII dinastia

A XXIII dinastia egípcia contem várias linhagens de faraós reinando, às vezes ao mesmo tempo, em Tebas, Hermópolis, Leontópolis e Tanis.

Pedubast I – 828 - 803 a. C.
Osorkon III[4] – 777 - 749 a. C.
Peftjau-awybast, (Neferkare) – 740 - 725 a. C.

XXIV dinastia

A XXIV dinastia egípcia contém um pequeno grupo de faraós que viverm por pouco tempo e governaram tendo como capita a cidade de Saís, na região ocidental do Delta.

Tefnakht, (Shepsesre? [1]) – 724 - 712 a. C.
Bakenranef ou Bocchoris, (Wahkare [1]) – 717 - 712 a. C.

XXV dinastia

Kashta, (Nimaat-re [1]) – 770 - 750 a. C.
Piye, (Usermaat-re) – 750 - 712 a. C.
Shabaka, (Neferkare) – 712 - 698 a. C.
Shebiteku, (Djedkau-re) – 698 - 690 a. C.
Taharka, (Khurenefertem) – 690 - 664 a. C.
Tanutamon, (Baka-re) – 664 - 657 a. C.

XXVI dinastia

Necho I – 672 - 664 a. C.
Psamético I, (Wahib-re[1]) – 664 - 610 a. C.
Necho II, (Wehemib-re) – 610 - 690 a. C.
Psamético II, (Neferib-re) – 595 - 589 a. C.
Apries, (Haaib-re) – 589 - 570 a. C.
Ahmés II, (Khnemib-re) – 570 - 526 a. C.
Psamético III, (Ankhkaen-re) – 526 - 525 a. C.

XXVII dinastia

Cambisés II, (Mesut-i-re) – 525 - 522 a. C.
Dario I – 521 - 486 a. C.
Xerxes I – 486 - 466 a. C.
Artaxerxes I – 466 - 424 a. C.
Dario II – 424 - 404 a. C.
Artaxerxes II – 404 - 358 a. C.

XXVIII dinastia

A XXVIII dinastia egípcia teve como único faraó Amirteus, que, em 404 a. C. libertou o Delta do domínio Persa e 4 anos depois já tinha o Egito sob o seu domínio e intitulou-se faraó, acabando com o domínio persa da 27ª e iniciando a 28ª dinastia

Amirteus – 404 - 399 a. C.

XXIX dinastia

Neferites I, (Baenre-merynetjeru) – 399 - 393 a. C.
Psamutis, (User-re-setepenptah) – 393 a. C.
Hakor, (Khnem-maat-re) – 393 - 380 a. C.
Neferites II – 380 a. C.

XXX dinastia

A XXX dinastia egípcia iniciou-se quando Nectanebo I, general natural de Sebennytos, antiga cidade localizada no Delta, usurpou o trono de Neferites II e fundou a 30ª dinastia no ano de 380 a. C.

Nectanebo I, (Kheperkare) – 380 - 362 a. C.
Teos, (Irmaaten-re) – 365 - 360 a. C.
Nectanebo II, (Senedjemib-re-setepenan-hur) – 360 - 343 a. C.

Fonte;Wikipédia BRA.

Dinastias faraónicas(primeira parte)


I dinastia

Nome Comentários Data do reinado

Narmer ou Menés 3100 – 3050 a.C.
Hor-Aha 3050 – 3049 a.C.
Djer 3049 – 3008 a.C.
Djet ou Uadji 3008 – 2975 a.C.
Merneith Regente de Den –
Den ou Udimu 2975 – 2935 a.C.
Anedjib ou Adjib 2935 – 2925 a.C.
Semerkhet 2925 – 2916 a.C.
Kaa ou Qa'a 2916 – 2890 a.C.

II dinastia

Hotepsekhemui
Nebré ou Rêneb
Ninetjer ou Neterimu
Weneg
Senedj
Peribsen
Khasekhem
Khasekhemui

III dinastia

Sanakht (ou Nebka)
Djoser (Netjerirkhet)
Sekhemkhet (Djoser Teti)
Khaba
Huni

IV dinastia

Seneferu
Khufu (em grego, Quéops)
Djedef-re (Didrufi)
Khaf-re (Quéfren)
Bauef-re
Menkaure (Miquerinos)
Chepseskaf

V dinastia

Userkaf
Sahuré
Neferirkaré
Chepseskaré
Neferefré
Niuserré
Menkauhor
Djedkaré Isesi
Unas

VI dinastia

Teti
Userkaré
Pepi I
Merenré I
Pepi II
Merenré II
Nitócris

VII dinastia

Netjerkare
Menkare
Neferkare II
Neferkare Neby
Djedkare Shemai
Neferkare Khendu
Merenhor
Seneferka Neferkamin
Nikare
Neferkare Tereru
Neferkahor

VIII dinastia

Neferkare Pepiseneb
Neferkamin Anu
Qakare Ibi
Neferkaure II
Neferkauhor
Neferirkare

IX dinastia

Akhtoy Meryibtowe
Akhtoy Wahkare
Akhtoy Nebkaure
Merykare

X dinastia

Akhtoy Meryibtowe
Akhtoy Wahkare
Akhtoy Nebkaure
Merykare

Fonte;WIKIPÉDIA BRA