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sexta-feira, 20 de junho de 2014
A cada gol do Brasil, empresa plantará mil árvores
O futebol voltou a casa e os artilheiros da Seleção Brasileira terão novamente um incentivo a mais para fazer a rede balançar durante a Copa do Mundo. A Brahma, patrocinadora oficial da Copa do Mundo FIFA 2014 e grande parceira do futebol brasileiro, dá continuidade ao seu projeto de meio ambiente, iniciado em 2012, com o objetivo de transformar o momento de maior alegria do futebol em benefício de uma boa causa: a plantação de árvores e a conservação das florestas e áreas verdes do país.
O Brahma MOB – Mobilize-se por uma Boa Causa é uma continuidade do projeto Alegria no Pé, Floresta de Pé. A novidade é que, ao invés de 1 gol = 100 árvores, agora serão mil árvores plantadas e conservadas a cada gol marcado pela Seleção Brasileira durante o mundial. No jogo de estreia do Brasil, Neymar e Oscar contribuíram para o plantio e conservação de 3 mil árvores. Além dos gols, o projeto pretende mobilizar as pessoas para deixar, junto com a Brahma, um legado para o país. Por meio do site www.brahmamob.com.br os usuários terão acesso a conteúdos exclusivos que poderão ser compartilhados com outros usuários, além do filme criado para sensibilizar e mobilizar os internautas a aderir à causa.
“Transformamos o nosso projeto de meio ambiente em uma plataforma mais abrangente, utilizando como ferramenta a transformação pela alegria e mobilização. O futebol faz parte do DNA da Brahma e vamos usar a Copa do Mundo a favor da nossa causa: um planeta sustentável. Após sediarmos eventos tão importantes como a Copa das Confederações e agora a Copa do Mundo, queremos deixar um legado para o povo brasileiro e para o meio ambiente”, declara o gerente de marketing da Brahma, Daniel Cordeiro.
O projeto Brahma MOB acontece em parceria com a WWF – World Wide Fund for Nature, organização não governamental internacional que atua nas áreas da conservação, investigação e recuperação ambiental.
Mesmo eu achando que deveriam especificar mais detalhes sobre essa ação,como quem vai plantar,onde vai plantar e quem garantirá a sobrevivência dessas arvores futuramente e não só durante o Mundial,a iniciativa no geral é muito boa.
Fonte
Sou Brasilia
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WWF
quinta-feira, 22 de maio de 2014
Dia Internacional da Biodiversidade
A biodiversidade é a base de nossas vidas
Além da fascinante beleza e abundância de todas as espécies e ecossistemas naturais, não podemos esquecer os benefícios diretos que esta riqueza oferece, como ar e água limpos, proteção contra desastres naturais, medicamentos e alimentos.
Fonte
WWF Brasil
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WWF Brasil
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WWF
quarta-feira, 20 de março de 2013
Hora do Planeta 2013
Pelo quinto ano consecutivo, o WWF-Brasil promove no país o movimento global Hora do Planeta.
No dia 23 de março de 2013, das 20h30 às 21h30, milhões de pessoas ao redor do mundo vão apagar as luzes em um ato simbólico contra o aquecimento global e os problemas ambientais que a humanidade enfrenta.
Desde 2009, um número crescente de cidades, empresas e pessoas no Brasil aderiu ao movimento apagando as luzes de seus monumentos, escritórios ou casas e organizando atividades especiais para mostrar seu apoio na batalha contra as mudanças climáticas.
Neste ano de 2013, a Hora do Planeta no Brasil convida empresas, governos e toda a sociedade para responder uma pergunta em especial. “O que você faria para salvar o planeta?”.
No sábado, 23 de março, apagar as luzes será só o começo. Hoje, apesar de todos os problemas ambientais existem aqueles dispostos a fazer sua parte para salvar o planeta.
A responsabilidade é de todos.
Participe da Hora do Planeta, cadastre-se no site, apague suas luzes e reflita sobre como você pode mudar seu estilo de vida para ser mais sustentável. Lembre-se no sábado, dia 23 de março de 2013, às 20h30, apagar as luzes é só o começo!
Fonte
WWF Brasil
domingo, 23 de dezembro de 2012
126 novas espécies no Sudeste Asiático
Pesquisadores identificaram 126 espécies animais e vegetais até então desconhecidas no Sudeste da Ásia, na região conhecida como Grande Mekong (que engloba Camboja, Laos, Mianmar, Tailândia, Vietnã e um pedaço da China), informa um relatório recém-divulgado pela ONG WWF.
Entre as novas espécies encontradas estão um morcego vietnamita batizado de Murina beelzebub por causa de "sua aparência maligna", um peixe cego, um sapo que canta como um pássaro e uma víbora de olhos vermelhos.
"Ainda que essas descobertas (datadas de 2011) reforcem o Mekong como uma região de biodiversidade incrível, muitas dessas novas espécies já estão lutando para conseguir sobreviver em habitats que estão encolhendo", afirma Nick Cox, diretor da WWF na região.
Desde 1997, mais de 1,7 mil espécies foram identificadas pelos cientistas na região. Segundo Cox, o rio Mekong, que atravessa a área pesquisada, "contém biodiversidade aquática que só perde para o rio Amazonas".
"A caça ilegal é um dos maiores desafios para a sobrevivência de muitas das espécies no sudeste da Ásia", acrescenta o diretor da WWF.
Fonte
BBC Brasil
Entre as novas espécies encontradas estão um morcego vietnamita batizado de Murina beelzebub por causa de "sua aparência maligna", um peixe cego, um sapo que canta como um pássaro e uma víbora de olhos vermelhos.
"Ainda que essas descobertas (datadas de 2011) reforcem o Mekong como uma região de biodiversidade incrível, muitas dessas novas espécies já estão lutando para conseguir sobreviver em habitats que estão encolhendo", afirma Nick Cox, diretor da WWF na região.
Desde 1997, mais de 1,7 mil espécies foram identificadas pelos cientistas na região. Segundo Cox, o rio Mekong, que atravessa a área pesquisada, "contém biodiversidade aquática que só perde para o rio Amazonas".
"A caça ilegal é um dos maiores desafios para a sobrevivência de muitas das espécies no sudeste da Ásia", acrescenta o diretor da WWF.
Fonte
BBC Brasil
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WWF
terça-feira, 5 de junho de 2012
Mamífero mistérioso descoberto há 20 anos

O saola, um mamífero parecido com o antílope que habita as selvas fronteiriças entre o Laos e o Vietnã, ainda é um mistério para a comunidade científica duas décadas após seu descobrimento.
"É um animal extremamente reservado. Os cientistas ainda não puderam estudá-lo em estado selvagem apesar de habitarem em uma área reduzida e os capturados não conseguiram sobreviver", disse Nick Cox, diretor do Programa de Espécies do Fundo Mundial para a Natureza (WWF) para a área do Grande Mekong, em um comunicado divulgado na semana passada.
As primeiras provas de sua existência datam de 1992, quando um grupo de exploradores do WWF e do Ministério de Florestas vietnamita encontrou a ossada de um exemplar que não reconheceram na choça de um caçador local na reserva nacional de Vu Quang, no Vietnã, perto da fronteira com o Laos.
O crânio, estranhamente longo para as espécies conhecidas e com dois chifres longos e retos, representava a descoberta de um novo mamífero em mais de 50 anos, quando em 1937 os cientistas encontraram uma espécie de bovino selvagem nas selvas do norte do Camboja que batizaram como kouprey.

Desde então pouco se avançou no conhecimento dos costumes e comportamentos deste escorregadio vertebrado de 90 centímetros de altura e 100 quilos, cujas primeiras imagens foram feitas em 1999 por uma câmara automática na região laosiana de Bolikhamxay.
Há dois anos nessa mesma região, localizada na parte central do Laos, conseguiram capturar com vida um exemplar que morreu em cativeiro alguns dias depois e antes que os especialistas pudessem examiná-lo.
"Os cientistas não puderam calcular o número de saolas (que vivem em liberdade) devido às dificuldades para detectá-los. Se as coisas vão bem, pode haver cerca de 200, mas se vão mal sua população seria inferior a dez espécimes", declarou à Agência Efe Sarah Bladen, chefe de comunicação do WWF para o Grande Mekong.
Os esforços para salvar o saola, classificado pelos conservacionistas como espécie "em risco crítico de extinção" redobraram desde que se confirmou no ano passado a extinção do rinoceronte-de-java no Vietnã pelas mãos de caçadores.
As autoridades do Vietnã e do Laos estabeleceram, desde a descoberta do saola, uma rede de áreas protegidas e criaram algumas reservas naturais para proteger o habitat natural deste raro exemplar.
No entanto, a principal ameaça para sua sobrevivência e reprodução é a caça ilegal, embora seja assim de forma indireta porque o animal não faz parte do lucrativo negócio da venda ilegal ou da demanda da medicina tradicional chinesa.
"Apesar de sua raridade, o saola é um dos poucos vertebrados da Annamita (cordilheira montanhosa que se estende por Laos, Vietnã e Camboja) sem um alto preço no mercado negro, e só é capturado pelos caçadores de maneira acidental", declarou William Robichaud, coordenador do grupo de trabalho para a proteção desta espécie.
Nas últimas décadas, a exploração das recônditas selvas do Vietnã e do Laos permitiu descobrir um bom número de animais e plantas até então desconhecidos.
Apenas em 2010, especialistas de WWF percorreram os diferentes ecossistemas que enriquecem o delta do Mekong e descobriram 208 novas espécies, entre elas cinco plantas carnívoras e um macaco sem nariz.
"O saola completou o 20º aniversário de seu descobrimento, mas não haverá mais comemorações a menos que se tomem medidas urgentes para sua proteção", concluiu Chris Hallam, da organização WCS-Laos.
Fonte;
Uol
Via Insólito
sábado, 19 de maio de 2012
Os seres humanos consomem,50% superior ao que a Terra pode produzir
De acordo com um relatório "Living Planet", divulgado nesta terça-feira, a Terra leva um ano e meio para repor todos os recursos que a população mundial consome a cada ano. Para muitos ambientalistas, a Rio+20, conferência internacional que será realizada no Brasil em junho, é uma oportunidade para os países aumentarem de forma urgente a proteção à natureza.
"A conferência Rio+20 é uma oportunidade para o mundo tratar com seriedade a necessidade de tornar o desenvolvimento sustentável", disse David Nussbaum, presidente do WWF na Grã-Bretanha. O Brasil ficou em 56º lugar.
"Nós precisamos aumentar o senso de urgência, e eu acho que em última instância isso não diz respeito somente às nossas vidas mas também ao legado que vamos deixar para as futuras gerações", acrescentou. Desde 1966, a demanda por esses recursos se duplicou, acentuando as diferenças entre habitantes de países ricos e pobres. Se cada morador da Terra consumisse como um americano, por exemplo, seriam necessários quatro planetas para responder a essa demanda.
Análises feitas por outra organização, a Global Footprint Network, também mostram um cenário preocupante.
Os cálculos têm como objetivo dimensionar o quão sustentável nossa sociedade global é em termos de sua pegada ecológica – uma medida composta por fatores tais como a queima de combustíveis fósseis, o uso de áreas agrícolas para produção de alimentos, e o consumo de madeira e peixes capturados em ambiente selvagem. No ranking elaborado pela organização, os Estados Unidos ficam entre os dez países como maior pegada ecológica. Entre os primeiros da lista aparecem ainda Dinamarca, Bélgica, Austrália e Irlanda.
No ranking elaborado pela organização, o Golfo Pérsico emerge como a região com a pegada ecológica per capita mais alta do mundo, com Catar, Kuwait e Emirados Árabes Unidos como os países menos sustentáveis.
O estudo mostrou, ainda, que a exploração dos recursos naturais provocou uma redução de 30% da vida selvagem no planeta desde 1970. Entre as espécies tropicais a redução foi ainda maior, de 60%.
O documento combinou dados de mais de 9.000 populações de animais ao redor do mundo para chegar a esta conclusão. Seus principais autores, os pesquisadores do WWF, dizem que o progresso global quanto à proteção da natureza e o combate às mudanças climáticas ainda é "glacial".
Fonte;
BBC Brasil
"A conferência Rio+20 é uma oportunidade para o mundo tratar com seriedade a necessidade de tornar o desenvolvimento sustentável", disse David Nussbaum, presidente do WWF na Grã-Bretanha. O Brasil ficou em 56º lugar.
"Nós precisamos aumentar o senso de urgência, e eu acho que em última instância isso não diz respeito somente às nossas vidas mas também ao legado que vamos deixar para as futuras gerações", acrescentou. Desde 1966, a demanda por esses recursos se duplicou, acentuando as diferenças entre habitantes de países ricos e pobres. Se cada morador da Terra consumisse como um americano, por exemplo, seriam necessários quatro planetas para responder a essa demanda.
Análises feitas por outra organização, a Global Footprint Network, também mostram um cenário preocupante.
Os cálculos têm como objetivo dimensionar o quão sustentável nossa sociedade global é em termos de sua pegada ecológica – uma medida composta por fatores tais como a queima de combustíveis fósseis, o uso de áreas agrícolas para produção de alimentos, e o consumo de madeira e peixes capturados em ambiente selvagem. No ranking elaborado pela organização, os Estados Unidos ficam entre os dez países como maior pegada ecológica. Entre os primeiros da lista aparecem ainda Dinamarca, Bélgica, Austrália e Irlanda.
No ranking elaborado pela organização, o Golfo Pérsico emerge como a região com a pegada ecológica per capita mais alta do mundo, com Catar, Kuwait e Emirados Árabes Unidos como os países menos sustentáveis.
O estudo mostrou, ainda, que a exploração dos recursos naturais provocou uma redução de 30% da vida selvagem no planeta desde 1970. Entre as espécies tropicais a redução foi ainda maior, de 60%.
O documento combinou dados de mais de 9.000 populações de animais ao redor do mundo para chegar a esta conclusão. Seus principais autores, os pesquisadores do WWF, dizem que o progresso global quanto à proteção da natureza e o combate às mudanças climáticas ainda é "glacial".
Fonte;
BBC Brasil
segunda-feira, 26 de março de 2012
Hora do planeta 2012
Tudo começou em 2006, quando o WWF-Austrália estimulou os residentes de Sydney a demonstrar seu apoio às ações relacionadas com as mudanças climáticas por meio da participação na primeira realização de Hora do Planeta. Foi um exemplo de que todos, desde as crianças até os executivos e políticos, têm o poder de mudar o mundo em que vivem.
Depois, em 2007, na mesma cidade de Sydney, na Austrália, 2,2 milhões de pessoas e mais de 2 mil companhias apagaram suas luzes durante uma hora para mostrar que tinham tomado uma atitude perante as mudanças climáticas.
Em 2008, o plano foi de disseminar a Hora do Planeta para toda a Austrália. Entretanto, naquele mesmo ano a cidade de Toronto, no Canadá, se inscreveu e, pouco depois, havia 35 países e quase 400 cidades fazendo parte do evento.
O movimento disseminou, ao mundo, uma mensagem que não podia ser ignorada: os desafios do clima que o nosso mundo está encarando são de uma seriedade tão grande que as mudanças, urgentes e necessárias, precisam ser na escala global.
Obs Hora do planeta 2011
Fonte;
WWF
Depois, em 2007, na mesma cidade de Sydney, na Austrália, 2,2 milhões de pessoas e mais de 2 mil companhias apagaram suas luzes durante uma hora para mostrar que tinham tomado uma atitude perante as mudanças climáticas.
Em 2008, o plano foi de disseminar a Hora do Planeta para toda a Austrália. Entretanto, naquele mesmo ano a cidade de Toronto, no Canadá, se inscreveu e, pouco depois, havia 35 países e quase 400 cidades fazendo parte do evento.
O movimento disseminou, ao mundo, uma mensagem que não podia ser ignorada: os desafios do clima que o nosso mundo está encarando são de uma seriedade tão grande que as mudanças, urgentes e necessárias, precisam ser na escala global.
Obs Hora do planeta 2011
Fonte;
WWF
segunda-feira, 14 de março de 2011
Hora do Planeta 2011

Às 20h30 do dia 26 de março de 2011, cidades em todo o planeta irão
apagar as luzes durante uma hora, num ato simbólico, como uma eloqüente
mensagem de que é possível agir contra o aquecimento global e as
mudanças climáticas.
Um gesto simples, possível de ser feito em todos os
lugares do planeta, foi a forma encontrada pelo WWF para gerar uma
reflexão sobre o tema ambiental.
Seja mas um defensor do nosso planeta Terra,faça parte dessa corrente rumo a um futuro diferente do nosso presente.
Sem aquecimento global, e os inúmeros malefícios que os seres humanos estão impondo aos seus descendentes,onde os animais são visto em zoológicos e as águas correm pelo esgoto,invés de rios..
Não queira isso para seus filhos e netos,vamos tentar atenuar todo mau que já causamos a nós mesmos.
Então vamos começar já!Não esquecendo que temos um compromisso inadiável com o planeta dia 26 agora.
Existem diversas formas pela qual você pode apoiar a Hora do Planeta 2011,
seja apagando as luzes da sua casa durante a noite, divulgando a mensagem
da Hora do Planeta entre familiares, amigos e trabalho.
Divulgue o máximo que puder, no site abaixo terá diversas formas de download, do material de mobilização para lhe auxiliar nessa tarefa.
'O Planeta precisa de você,nunca é tarde demais'
Fonte;
Texto baseado no do site abaixo,da WWF-BRASIL
http://www.horadoplaneta.org.br
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