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quinta-feira, 13 de junho de 2013
Nota da Anistia Internacional
A Anistia Internacional divulgou nota nesta quinta-feira(13/06/2013)
"A Anistia Internacional vê com preocupação o aumento da violência na repressão aos protestos contra o aumento das passagens de ônibus no Rio de Janeiro e em São Paulo.
Também é preocupante o discurso das autoridades sinalizando uma radicalização da repressão e a prisão de jornalistas e manifestantes, em alguns casos enquadrados no crime de formação de quadrilha.
O transporte público acessível é de fundamental importância para que a população possa exercer seu direito de ir e vir, tão importante quanto os demais direitos como educação, saúde, moradia, de expressão etc.
A Anistia Internacional é contra a depredação do patrimônio púbico e atos violentos de ambos os lados e considera urgente o estabelecimento de um canal de diálogo entre governo e manifestantes para que se encontre uma solução pacífica para o impasse.
É fundamental que o direito à manifestação e a realização de protestos pacíficos seja assegurado."
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quarta-feira, 20 de março de 2013
Hora do Planeta 2013
Pelo quinto ano consecutivo, o WWF-Brasil promove no país o movimento global Hora do Planeta.
No dia 23 de março de 2013, das 20h30 às 21h30, milhões de pessoas ao redor do mundo vão apagar as luzes em um ato simbólico contra o aquecimento global e os problemas ambientais que a humanidade enfrenta.
Desde 2009, um número crescente de cidades, empresas e pessoas no Brasil aderiu ao movimento apagando as luzes de seus monumentos, escritórios ou casas e organizando atividades especiais para mostrar seu apoio na batalha contra as mudanças climáticas.
Neste ano de 2013, a Hora do Planeta no Brasil convida empresas, governos e toda a sociedade para responder uma pergunta em especial. “O que você faria para salvar o planeta?”.
No sábado, 23 de março, apagar as luzes será só o começo. Hoje, apesar de todos os problemas ambientais existem aqueles dispostos a fazer sua parte para salvar o planeta.
A responsabilidade é de todos.
Participe da Hora do Planeta, cadastre-se no site, apague suas luzes e reflita sobre como você pode mudar seu estilo de vida para ser mais sustentável. Lembre-se no sábado, dia 23 de março de 2013, às 20h30, apagar as luzes é só o começo!
Fonte
WWF Brasil
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
C.O.T.I.C
O C.O.T.I.C - Centro Organizado de Tratamento Intensivo a Criança, situado a Rua do Horto, 805 - Horto Florestal - São Paulo/ SP, surgiu através da formação de um grupo de pessoas que se reuniram por diversas vezes com o propósito de construir uma entidade privada sem fins lucrativos, que apoiasse crianças com necessidades especiais e câncer.
Fundada em 20.09.99 e há 2 anos e dez meses nossa casa abriga crianças e adolescentes na faixa etária de 0 a 18 anos, portadoras de necessidades especiais tais como doença mental leve, moderada e profunda, deformidades físicas severas e crianças em situação de risco pessoal e social. São crianças carentes abandonadas, vítimas de maus tratos, que foram retiradas dos familiares pelas Varas da Infância e da Juventude e Conselhos Tutelares da Capital, uma vez que seus direitos foram violados. Nossa instituição tem o objetivo de abrigar as crianças proporcionando-lhes um ambiente saudável, confortável, onde possam ser providas de recursos básicos. Aqui são tratadas como cidadãos de direitos, com amor, carinho e respeito. Recebem alimentação, vestuário, cuidados de higiene e saúde. Além disso, recebem também assistência social e psicológica, que viabilizam a manutenção dos vínculos familiares, quando os tem, bem como o retorno ao lar quando possível. Avalia e auxilia, sempre que possível, as famílias dos abrigados com o fornecimento de cestas básicas, orientação e encaminhamento a recursos da comunidade.
Encontram-se conosco crianças totalmente dependentes em suas atividades diárias, sindrômicas, algumas com alto risco de morte, usuárias de medicamentos psicotrópicos e neuroléticos (medicamentos para acalmar distúrbios psiquiátricos e neurológicos) e que necessitam de assistência médica, odontológica, fisioterapeutica, fonoudióloga e terapia ocupacional. Dispomos de uma equipe de enfermagem, fisioterapeuta, psicóloga e assistente social para fornecer os recursos necessários para o tratamento especifico que necessitam. Sempre que necessário, deslocamos as crianças para consultas médicas e pronto atendimento no Conjunto Hospitalar do Mandaqui, unidade a 4km do abrigo. Os tratamentos mais complexos são realizados no Hospital São Paulo e Hospital das Clínicas. Para a realização de todo este trabalho, contamos apenas com o auxilio de contribuintes, voluntários e alguns grupos de pessoas que nos ajudam, doando roupas, alimentos, brinquedos, fraldas descartáveis, material de higiene e limpeza e etc.
Somos uma ONG, não recebemos qualquer ajuda governamental ou municipal.
Gostaríamos de receber sua visita em nossa casa. Desde já agradecemos sua atenção e colocamo-nos a sua disposição para outros esclarecimentos.
Atenciosamente,
Maria Margarida de Mello
Presidente
Unidade 1: Rua do Horto, 805 - Horto Florestal - São Paulo/SP Unidade 2: R. Cláudio Rodrigues Lopes, 224 - Imirim - São Paulo/SP Unidade 3: R. Luis Antonio dos Santos, 432 - Santa Terezinha - São Paulo/SP Doações: 2261-5797/ 2262-7240 E-mail: cotic@superig.com.br
FOTOS DOAÇÕES
Fonte
http://www.cotic.org/
Fundada em 20.09.99 e há 2 anos e dez meses nossa casa abriga crianças e adolescentes na faixa etária de 0 a 18 anos, portadoras de necessidades especiais tais como doença mental leve, moderada e profunda, deformidades físicas severas e crianças em situação de risco pessoal e social. São crianças carentes abandonadas, vítimas de maus tratos, que foram retiradas dos familiares pelas Varas da Infância e da Juventude e Conselhos Tutelares da Capital, uma vez que seus direitos foram violados. Nossa instituição tem o objetivo de abrigar as crianças proporcionando-lhes um ambiente saudável, confortável, onde possam ser providas de recursos básicos. Aqui são tratadas como cidadãos de direitos, com amor, carinho e respeito. Recebem alimentação, vestuário, cuidados de higiene e saúde. Além disso, recebem também assistência social e psicológica, que viabilizam a manutenção dos vínculos familiares, quando os tem, bem como o retorno ao lar quando possível. Avalia e auxilia, sempre que possível, as famílias dos abrigados com o fornecimento de cestas básicas, orientação e encaminhamento a recursos da comunidade.
Encontram-se conosco crianças totalmente dependentes em suas atividades diárias, sindrômicas, algumas com alto risco de morte, usuárias de medicamentos psicotrópicos e neuroléticos (medicamentos para acalmar distúrbios psiquiátricos e neurológicos) e que necessitam de assistência médica, odontológica, fisioterapeutica, fonoudióloga e terapia ocupacional. Dispomos de uma equipe de enfermagem, fisioterapeuta, psicóloga e assistente social para fornecer os recursos necessários para o tratamento especifico que necessitam. Sempre que necessário, deslocamos as crianças para consultas médicas e pronto atendimento no Conjunto Hospitalar do Mandaqui, unidade a 4km do abrigo. Os tratamentos mais complexos são realizados no Hospital São Paulo e Hospital das Clínicas. Para a realização de todo este trabalho, contamos apenas com o auxilio de contribuintes, voluntários e alguns grupos de pessoas que nos ajudam, doando roupas, alimentos, brinquedos, fraldas descartáveis, material de higiene e limpeza e etc.
Somos uma ONG, não recebemos qualquer ajuda governamental ou municipal.
Gostaríamos de receber sua visita em nossa casa. Desde já agradecemos sua atenção e colocamo-nos a sua disposição para outros esclarecimentos.
Atenciosamente,
Maria Margarida de Mello
Presidente
Unidade 1: Rua do Horto, 805 - Horto Florestal - São Paulo/SP Unidade 2: R. Cláudio Rodrigues Lopes, 224 - Imirim - São Paulo/SP Unidade 3: R. Luis Antonio dos Santos, 432 - Santa Terezinha - São Paulo/SP Doações: 2261-5797/ 2262-7240 E-mail: cotic@superig.com.br
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Fonte
http://www.cotic.org/
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Solidariedade
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Desaparecimentos em cruzeiros marítimos
Entre as mais de 15 milhões de pessoas que se divertem em cruzeiros marítimos por ano no mundo, também navegam mistérios dignos de filmes de suspense. Segundo uma associação americana que monitora casos de morte e desaparecimento nesse tipo de embarcação desde 1995, 168 pessoas que estavam nas viagens foram consideradas mortas ou desaparecidas. O número inclui não apenas casos óbvios de acidentes e suicídios, mas também desaparecimentos difíceis de explicar.O americano Kendall Carver, fundador da ONG International Cruise Victims (Vítimas Internacionais de Cruzeiros) afirmou que, só este ano, 17 pessoas morreram durante as viagens marítimas.
Ele decidiu fundar a ONG depois que sua filha, Merrian Carver, desapareceu sem deixar vestígios, aos 40 anos, em 2006, num cruzeiro do Canadá ao Alasca. Para piorar, a empresa responsável não avisou a família e doou os pertences dela para caridade.
Reportagem da semana passada no jornal britânico ‘Daily Mail’ cita dois casos mais recentes e tão estranhos quanto: o dos britânicos John Halford, 63, e Rebeca Coriam, 24. Halford tinha ido da Inglaterra para o Egito e, na noite antes de seu desaparecimento, chegou a marcar um jantar com a mulher. “Passageiros que o viram disseram que ele estava feliz e não aparentava embriaguez. Na mala dele, havia presentes para a família”, disse a mulher de John, Ruth Halford, com quem ele teve três filhos.
Já o desaparecimento de Rebeca, que trabalhava num cruzeiro de crianças e adolescentes que atravessava o Caribe, fez com que autoridades britânicas estudassem maneiras de mudar os procedimentos de investigação das embarcações que partem do país o caso está sendo apurado por um único policial, de Bahamas. Políticos do país europeu querem que seus oficiais participem.
A Associação Brasileira de Cruzeiros Marítimos (Abremar) não comentou o levantamento da International Cruise Victims, mas assegurou que a indústria assume total compromisso com a saúde e segurança de seus hóspedes.
No País, o último caso noticiado de acidente grave aconteceu em dezembro. Um jovem que estava sentado num local proibido, um corrimão,caiu no mar e não resistiu.
Fonte;
O Dia Online
sábado, 16 de abril de 2011
ONG Human Rights Watch
Human Rights Watch foi fundada em 1978, sob o nome de Helsinki Watch , para monitorar a ex- União Soviética em respeito com os Acordos de Helsínquia(foi o ato final da Conferência sobre Segurança e Cooperação na Europa , realizada em Helsínquia na Finlândia em 1975)Helsinki Watch adotando uma metodologia de serviços de "nomear e envergonhar" governos abusivos através da cobertura da mídia e através do intercâmbio direto com os políticos. , Pondo o foco internacional sobre violações dos direitos humanos na União Soviética e seus estados vassalos na Europa Oriental , Helsinki Watch contribuíram para as transformações democráticas da região no final de 1980.
Americas Watch foi fundada em 1981, enquanto as guerras civis sangrentas engolfou a América Central . Baseando-se no fato de encontrar, ver não somente nas Américas abusos feitos pelas forças governamentais,não se mantendo a apenas governos mas também aplicado o direito humanitário internacional, de investigar e expor os crimes de guerra cometidos por grupos rebeldes. Além de aumentar as suas preocupações nos países afetados, Americas Watch também examinado o papel desempenhado por governos estrangeiros, particularmente os governo dos Estados Unidos , na prestação de apoio político e militar a regimes abusivos.
Posteriomente foram criados,Asia Watch (1985), África Watch (1988), e do Médio Oriente Watch (1989) foram adicionados ao que era então conhecido como "Os Comitês de ver." Em 1988, todas as comissões foram unidas sob um único guarda-chuva para dar forma a Human Rights Watch.
De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos , Human Rights Watch se opõe à violação do que considera os direitos humanos básicos, que incluem a pena capital e da discriminação com base na orientação sexual . Human Rights Watch defende as liberdades no âmbito dos direitos humanos fundamentais, como liberdade de religião e de imprensa .
Produz relatórios de investigações sobre as violações de normas internacionais de direitos humanos, tal como estabelecido pela Declaração Universal dos Direitos do Homem e do que ele percebe ser outras normas internacionalmente aceita sobre direitos humanos. Esses relatórios são usados como base para atrair a atenção internacional para as violações e pressionar os governos e organizações internacionais para a reforma. Pesquisadores conduta missões de averiguação para investigar situações suspeitas e gerar cobertura no local e internacional de mídia . Questões levantadas pela Human Rights Watch em seu relatório incluir social e discriminação de gênero , tortura , uso militar de crianças , corrupção política , os abusos na justiça penal sistemas, ea legalização do aborto .Human Rights Watch documenta e faz relatórios de violações das leis da guerra e do direito humanitário internacional.Também apoia os escritores do mundo inteiro que estão sendo perseguidos por seu trabalho e necessitam de assistência financeira. A Hellman / Hammett bolsas são financiadas pelo espólio do dramaturgo Lillian Hellman em fundos constituídos em seu nome eo da sua companheira de longa data, o escritor Dashiell Hammett . Além de prestar assistência financeira, a Hellman / Hammett concede ajudar a aumentar a consciência internacional de ativistas que estão a ser silenciados para falar em defesa dos direitos humanos.
Human Rights Watch foi um dos seis ONGs internacionais que fundou a Coalizão para Acabar com a Utilização de Crianças-Soldados , em 1998. É também o co-presidente da Campanha Internacional para Banir as Minas Terrestres.
A ONG tamém é membro fundador da Internacional de Liberdade de Expressão Exchange , uma rede global de organizações não-governamentais que monitoram a censura em todo o mundo.
Co-fundador da Cluster Munition Coalition , que levou cerca de uma convenção internacional que proíbe as armas. Human Rights Watch emprega mais de 275 especialistas de países-funcionários, advogados, jornalistas e acadêmicos - e opera em mais de 90 países ao redor do mundo.
A ONG não aceita qualquer financiamento direto ou indireto por parte dos governos e é financiado através de contribuições de particulares e de fundações(esta política foi violada pelo apoio do governo holandês e maio 2009 em um levantamento de fundos de viagem para a Arábia Saudita)
Fonte;
http://en.wikipedia.org/wiki/Human_Rights_Watch
sábado, 19 de março de 2011
AMAMOS(Associação de Municípes para Amparo ao Menor Osasquence)
A história da AMAMOS- Associação de Munícipes para o Amparo ao Menor Osasquense, remonta à figura de uma senhora chamada D. MARIA BELISIÁRIO ( já falecida ) que nos idos de 1960, num bairro humilde de Osasco recebeu orientação amorosa do médium espírita FRANCISCO CANDIDO XAVIER para abraçar uma grande missão junto as crianças colocadas em risco pelo abandono,criada para ser uma Casa Abrigo dentro dos conceitos elevados na preservação da criança e do adolescente em convívio fraterno.Desta maneira dentro de uma simples e pequena casa D. MARIA como era conhecida, passa a receber e cuidar de bebes indesejados e, em poucos meses a sua casa estava superlotada.A D. MARIA BELISIÁRIO teve a seu lado um grande incentivador e protetor, cuja labuta foi o de construir o prédio que hoje abriga a sede da AMAMOS, seu nome era BRAULIO FANTINATO (já falecido).
A AMAMOS é uma instituição de amparo à crianças em situação de risco, vítimas de maus tratos ou provenientes de famílias desestruturadas no município de Osasco.
Seu regime atende à legislação do Estatuto da Criança e do Adolescente atuando como "Casa Abrigo" e recebendo as crianças enviadas pelo fórum da Comarca de Osasco, através de processos formalizados pelo juiz da Vara da Infância e Juventude de Osasco.
A estrutura tem capacidade para abrigar cerca de 75 crianças de zero a 12 anos, de ambos os sexos.
Em suas instalações
O Berçário dotado de copa e fraldário com capacidade para 15 recém- nascidos.
Dormitórios masculino e feminino que comportam 30 vagas por ala.
Três salas de atividades, cozinha industrial, enfermaria, sala de vídeo, sala de informática, mini-quadra, brinquedoteca, depósitos de alimentos e materiais de higiene, lavanderia, rouparia, salas de administração, pedagogia, psicologia, tesouraria.
Quadro de funcionários:
Auxiliares administrativos (2)
Cozinheiras (2)
Motorista (1)
Lavadeiras (2)
Faxineiras (2)
Passadeira (1)
Vigia noturno (1)
Monitoras (10)
Pedagoga (1)
Psicóloga (1)
Auxiliar de Enfermagem (1)
Assistente Social (1)
No quadro de funcionários que atua em média com cerca de 22 a 26 funcionários, onerando substancialmente a Instituição em sua folha de pagamento e encargos sociais.
A Diretoria da AMAMOS é formada por associados voluntários eleitos para uma gestão de quatro anos, promovendo o gerenciamento administrativo, educacional e financeiro da instituição.
A AMAMOS Possui um bazar beneficente onde as doações recebidas de roupas e utensílios usados, são comercializadas junto a comunidade em valores simbólicos , ajudando os menos favorecidos, como também reforçando a receita necessária para complementar as necessidades da casa.
Também como forma de levantar fundos, nossos voluntários promovem eventos como bingos e jantares diversos.
A AMAMOS é uma entidade reconhecida, de utilidade pública no âmbito municipal e estadual, recebendo apoio financeiro de ambos de forma irrisória, se confrontado com a envergadura do trabalho.
Dentro do sistema de atendimento, a AMAMOS promove a educação de seus assistidos nas escolas municipais e estaduais do bairro, além dos ensinamentos da moral cristã e reforço escolar pelo departamento pedagógico da casa.
Outro trabalho desenvolvido na AMAMOS, é a assistência social às famílias que se reintegram com seus filhos e que necessitam ainda de reforços alimentares e vestimentas , bem como orientação moral e social.
A casa tem a consciência de amparar a qualquer custo e esforços o final da linha de pobreza que são as crianças , sendo as que mais sofrem.
Infelizmente, os custos de ordem previdenciários dos funcionários dobram os salários nominais, e a AMAMOS não conta com isenções desta natureza. As despesas com energia elétrica, água e telefone, não são subvencionadas, e as manutenções de toda ordem são grandes, tais como veículo, lavanderia, cozinha e prediais.
Desta forma, valemo-nos de vossas interferências neste processo fraterno de auxilio a esta entidade, que fará jus ao esforço e carinho com que nos premiam pela sua lembrança.
Fonte;
http://www.amamos.org.br
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Greenpeace faz cavalgada "apocalíptica" em Copenhague 14/12/09

Ativistas da organização ambientalista Greenpeace organizaram nesta segunda-feira uma "cavalgada apocalíptica" em Copenhague para lembrar aos políticos o que eles acreditam que pode acontecer em menos de cinquenta anos se não for assinado um tratado vinculativo na conferência sobre alterações climáticas.
"Atualmente as alterações climáticas já afetam milhares de pessoas. Em menos de 50 anos, estima-se que os números atinjam os milhões", explicou à Agência Lusa Sini Harkki, coordenadora de campanha da Greenpeace que acompanhou a cavalgada. "Estamos a falar de vida e morte, e de uma crise urgente", rematou.
Quatro ativistas montados a cavalo, mascarados de Cavaleiros do Apocalipse, partiram do navio da Greenpeace Artic Sunrise em direção ao Ministério do Meio-Ambiente, terminando o protesto em frente ao Edifício do Parlamento Dinamarquês. Um grupo de ativistas com estandartes juntou-se a passeata, hasteando mensagens de anúncio de peste, guerra, fome e morte. Dezenas de pedestres pararam para assistir a manifestação e membros das duas instituições políticas espreitaram pelas janelas.
Fonte;http://noticias.uol.com.br
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quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
GREENPEACE

O Greenpeace está presente em 40 países da Europa, Américas, Ásia, África e Pacífico.
Para manter sua independência, a Greenpeace não aceita doações de governos ou empresas, mas depende de contribuições de adeptos individuais e bolsas de fundação.
Greenpeace tem feito campanha contra a degradação ambiental desde 1971, quando um pequeno barco de voluntários e jornalistas navegou Amchitka, uma área ao norte do Alasca, onde o Governo E.U. estava realizando testes nucleares subterrâneos. Esta tradição de "testemunho" de uma forma não-violenta continua até hoje, e nossa navios são uma parte importante de todo o trabalho de nossa campanha.
O nome da organização veio do acaso: Na ocasião da viagem para impedir um teste nuclear americano foi vendido um buttom para ajudar a arrecadar fundos para a viagem, as palavras "green" e "peace" foram pensadas para expressar a idéia de pacifismo e defesa do meio ambiente, porém não cabiam num buttom e foi necessário juntá-las. Nascia o Greenpeace.
Nós existimos para expor os criminosos ambientais, e para desafiar o governo e as corporações, quando eles não conseguem fazer jus ao seu mandato para proteger o nosso ambiente e nosso futuro.
Ao prosseguir a nossa missão, nós não temos aliados ou inimigos permanentes. Promovemos aberto, debate informado sobre a sociedade de escolhas ambientais. Nós usamos a pesquisa, o lobby, e uma diplomacia discreta para perseguir os nossos objectivos, bem como de alto perfil, não-violenta de conflitos para elevar o nível ea qualidade do debate público.
E acreditamos que a luta para preservar o futuro do nosso planeta não é sobre nós. É sobre você. Greenpeace fala por 2,8 milhões de adeptos em todo o mundo, e incentiva muitos milhões mais do que isso para tomar medidas a cada dia.
Levamos o nome da nossa bandeira, o Rainbow Warrior, a partir de uma lenda norte-americana Cree Indian. É descrito um momento em que a ganância da humanidade tem feito a Terra doente. Naquele tempo, uma tribo de pessoas conhecidas como os Guerreiros do Arco-Íris iria se levantar para defendê-la.
Como uma das maiores bandeiras que já fizemos resumir as coisas, "Quando a última árvore for cortada, o último rio envenenado, eo último peixe morto, descobriremos que não podemos comer dinheiro ..."
GREENPEACE BRAZIL
Rua Alvarenga, 2331, Butanta - Sao Paulo
CEP 05509-006 - SP, Brazil
Tel: +55 11 3035 1155 Fax: +55 11 3817 4600
Email: relacionamento@br.greenpeace.org
Fonte;http://www.greenpeace.org/international
Wikipédia BRA;http://pt.wikipedia.org/wiki/Greenpeace
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