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quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
Morre Nelson Mandela
TRAJETÓRIA
O sul-africano nasceu na vila de Qunu (Transkei), em 18 de julho de 1918. Filho de Henry Gadla, chefe da tribo Thembu da etnia xhosa, sua vocação para a liderança é atribuída à formação familiar, já que ele foi criado para seguir os passos do pai.
Ao contrário do que previa a tradição, decidiu estudar. Abandonou sua província e foi viver em Alexandra, bairro negro no subúrbio de Johannesburgo.
Casou-se com Evelyn Mandela em 1944, com quem teve dois filhos e duas filhas.
Formou-se advogado pela Universidade de Witwaterrand em 1952 e montou um escritório de advocacia para negros. É nesta época que entra para o Congresso Nacional Africano --movimento nacionalista de luta contra o apartheid.
Em 1960, aumenta a repressão contra o CNA, que nos últimos anos vira crescer sua importância política. O movimento liderava greves e manifestações de desobediência civil. Naquele ano, Mandela consegue autorização do líder do movimento, Albert Luthuli, para montar o que seria o braço armado do CNA, o Umkhonto we Sizwe ("Lança da Nação"). Ainda em 60, o CNA seria banido e passaria à clandestinidade.
Apesar de ter autorizado a criação do grupo, Luthuli, prêmio Nobel da Paz de 1960 e presidente do CNA de 1952 a 1967, nunca defendeu o uso das armas.
Mandela acreditava na luta armada e dizia lutar pela liberdade dos negros sul-africanos. Dentro do movimento, era acusado de ter atitudes contraditórias. Costumava se reunir com seus amigos brancos e asiáticos. Ele dizia: "Não sou inimigo dos brancos, mas de suas leis injustas".
PRISÃO PERPÉTUA
Mandela foi preso em 5 de agosto de 1962 e condenado à prisão perpétua por sabotagem contra o governo, em 12 de junho de 1964.
Quando foi preso, em 1962, Mandela estava casado pela segunda vez com a militante Winnie Madikizela, que conheceu nas reuniões do CNA, em 1956, quando ainda vivia com Evelyn. Casaram-se em 1958 e tiveram duas filhas.
Incomunicável durante 27 anos, Mandela deve a Winnie o início do movimento de luta por sua libertação. Não assistiu ao processo de mitificação de seu nome.
Winnie Mandela sofreu inúmeras represálias. Foi presa e ameaçada, além de processada por envolvimento em atos radicais.
No final da década de 80, Nelson Mandela era o preso político mais famoso do mundo.
FIM DO APARTHEID
O Conselho de Segurança da ONU (Organização das Nações Unidas) exigia, por meio de sanções econômicas, o fim do apartheid. A sociedade branca sul-africana parecia cansada do banimento imposto pela comunidade internacional.
Em 14 de setembro de 1989, assume a Presidência Frederik W. de Klerk. Herdeiro de fundadores do Partido Nacional, ele inicia reformas no regime político. No dia 2 de fevereiro de 1990, legaliza o CNA e, no dia 11, anuncia a libertação de Mandela.
Livre, ele inicia negociações por reformas políticas. Separa-se de Winnie em abril de 1992, após 33 anos de casamento. Recebeu o prêmio Nobel da Paz, juntamente com o presidente Frederik de Klerk, no dia 15 de outubro de 1993.
Em maio de 1994, ele tornou-se o primeiro presidente negro na história da África do Sul, encerrando o mandato em 1999, sem tentar uma reeleição, como já havia se comprometido ainda antes de tomar posse. Em 2004, ele anunciou que se retirava da vida pública.
Em 2009, as Nações Unidas declararam o dia 18 de julho como o Dia Internacional de Mandela, em que organizações e indivíduos são encorajados a tomar parte em ações humanitárias.
Fonte
Folha de SP
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social
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Suécia fecha 4 prisões por falta de detentos (a questão é social)
O jornal inglês The Guardian informou que 4 prisões e um centro de detenção foram fechados na Suécia, pela Justiça daquele país, por falta de prisioneiros. O diretor de serviços penitenciários local, Nils Oberg, afirmou que o número de detentos estava caindo 1% ao ano desde 2004 e, de 2011 para 2012, caiu 6%.
Oberg e outras fontes ouvidas pelo jornal inglês acreditam que a queda do número de presos tem os seguintes motivos: 1) investimentos na reabilitação de presos, ajudando-os a ser reinseridos na sociedade; 2) penas mais leves para delitos relacionados às drogas e 3) adoção de penas alternativas (como liberdade vigiada) em alguns casos.
Com uma política semelhante, a superpopulação carcerária no Brasil e em outros países poderia ser bastante atenuada. O exemplo sueco deixa claro, mais uma vez, que a questão da criminalidade é, sim, social. Ninguém nasce malvado, não existe o que popularmente é chamado de sangue ruim.
Na Suécia, 112º país do mundo em população carcerária, são 4.852 presidiários para 9,5 milhões de habitantes –51 para cada 100 mil habitantes. No Brasil, que tem a 4ª maior população carcerária do mundo, são 584.003 detentos, ou 274 por 100 mil habitantes.
E olha que a reportagem nem entra no mérito de que naquele país nórdico toda população têm acesso a serviços públicos de qualidade (educação, saúde, cultura etc) e que lá os direitos humanos são levados a sério pelos governantes.
Acreditar que não há ligação entre a questão social e o número de presos em um país é acreditar que há pessoas mais propensas para o mal. Ou que quem nasce abaixo da linha do Equador é mais malandro ou algo que o valha.
Isso sem falar na questão moral. Insuflada pelos Datenas da vida, boa parte da população acha que mesmo quem cometeu um crime leve tem de amargar longos períodos encarcerados em condições sub-humanas. E grita contra qualquer investimento na ressocialização de detentos –“pra quê gastar dinheiro com bandido?”. O que o autoproclamado “cidadão de bem” precisa entender é que a melhor opção para a segurança de sua família –e para um mundo melhor— é o modelo sueco, e não a manutenção das prisões brasileiras tais como estão hoje.
Fonte
Carta Capital
sábado, 9 de novembro de 2013
Ministério Público entra com ação contra "Comunidade Protegida"
Para MP, programa de fechamento ou modificação de bairros é 'elitista'.
Projeto 'Traffic Calming' limita velocidade de carros em bairro residencial.
O Ministério Público Estadual entrou com uma ação contra a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) por conta do fechamento ou modificações de ruas de bairros de São Paulo.
Segundo o MP, o programa “comunidade protegida ou moderação de tráfego” é discriminatório e elitista. Para a Promotoria, o programa privilegia bairros nobres porque os moradores têm dinheiro para bancar as obras e também porque limita o acesso de pessoas que não moram na região.
Como reportagem do SPTV mostrou, buzinaço virou rotina no cruzamento da rua Béltis com a Avenida Washington Luís, no Jardim Marajoara, Zona Sul da cidade. Ruas do bairro foram modificadas há quase um ano pelo projeto Traffic Calming (moderador de tráfego) para limitar a velocidade dos carros.
Canteiros mais largos, rotatórias com jardineiras e ruas cheias de curvas são alguns dos recursos para diminuir a velocidade e o fluxo dos carros em bairros residenciais.
Na Zona Oeste, as ruas do bairro City Boaçava também estão diferentes. Os cruzamentos da Avenida Bajuru, por exemplo, não existem mais e deram lugar à área verde.
O SPTV procurou as associações de moradores do bairro, mas não obteve resposta.
Fonte
G1
quinta-feira, 6 de junho de 2013
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Ladrão devolve carro e deixa bilhete
Após ter o seu Fusca furtado no domingo, 12, um eletricista recebeu nessa quarta-feira, 15, a notícia que tanto esperava: o carro havia sido localizado. O que ele certamente não previa é que o ladrão deixasse um bilhete se desculpando pelo crime e agradecendo pelo "empréstimo".
O veículo foi furtado em Mococa, no interior de São Paulo, e encontrado intacto pela Polícia Militar de Pirassununga (SP).
No bilhete o ladrão explica o motivo que o levou ao ato: "Infelizmente peguei este carro porque não tinha dinheiro para vir embora. Obrigado". E completou. "Observação: entregue ao dono." Com ou sem bilhete, o proprietário do carro, Cristiano César Leopoldino, de 20 anos, comemorou ter de volta o veículo.
Ele contou que é o primeiro carro de sua vida e que não tem seguro contra furto ou roubo. O rapaz disse que não está com raiva do ladrão, mas que ele "deveria por a mão na consciência pelo que fez".
A alegria do dono, porém, ainda não está completa. Como é preciso passar por pericia para ser liberado, o Fusca será devolvido pela polícia ao proprietário somente na próxima semana. O carro, ano 1975, foi adquirido há apenas dois meses, sendo levado pelo desconhecido no momento em que o jovem estacionou na rua para ir ao cinema.
Esse rapaz é ladrão ou vitima do sistema?
Fonte
Yahoo
O veículo foi furtado em Mococa, no interior de São Paulo, e encontrado intacto pela Polícia Militar de Pirassununga (SP).
No bilhete o ladrão explica o motivo que o levou ao ato: "Infelizmente peguei este carro porque não tinha dinheiro para vir embora. Obrigado". E completou. "Observação: entregue ao dono." Com ou sem bilhete, o proprietário do carro, Cristiano César Leopoldino, de 20 anos, comemorou ter de volta o veículo.
Ele contou que é o primeiro carro de sua vida e que não tem seguro contra furto ou roubo. O rapaz disse que não está com raiva do ladrão, mas que ele "deveria por a mão na consciência pelo que fez".
A alegria do dono, porém, ainda não está completa. Como é preciso passar por pericia para ser liberado, o Fusca será devolvido pela polícia ao proprietário somente na próxima semana. O carro, ano 1975, foi adquirido há apenas dois meses, sendo levado pelo desconhecido no momento em que o jovem estacionou na rua para ir ao cinema.
Esse rapaz é ladrão ou vitima do sistema?
Fonte
Yahoo
Participação excessiva da mulher na vida social do homem pode estar ligada à disfunção erétil
Homens cujas namoradas se dão muito bem com seus amigos sofrem na cama, afirmam cientistas. Um estudo realizado pela Cornell University descobriu que homens mais velhos que passam a maior parte de suas vidas sociais ao lado das parceiras são mais propensos a sofrer de disfunção erétil.
O fenômeno foi apelidado de "parceira de intermediação" - quando a parceira está sempre entre o homem e seus amigos. Cerca de 25% dos homens pesquisados passam pelo problema. -Homens que convivem com uma 'parceira de intermediação' nas relações amorosas são mais propensos a ter problemas para obter ou manter uma ereção e também costumam ter mais dificuldades em atingir o orgasmo durante o sexo comentou em entrevista ao "Daily Mail" Benjamin Cornwell, que realizou o estudo com Edward Laumann, da Universidade de Chicago.
Explica-se. Os cientistas dizem que esse tipo de relação míngua a sensação de autonomia e privacidade, que são centrais no conceito tradicional de masculinidade. Eles afirmaram que mulheres que tentam administrar a vida social do marido também podem vir a acumular problemas para si mesmas.
Os pesquisadores americanos também descobriram que homens que não têm muito tempo livre para passar com seus próprios amigos podem se sentir menos atraídos pelas parceiras.
E disseram que não há nada de errado com a esposa fazer a maior parte da organização de suas atividades sociais conjuntas, já que as mulheres tendem a ser mais organizadas.
Mas eles afirmam que reduzir o contato com os amigos ao ponto de toda a socialização ser feita em conjunto pode ser perigoso. E sugerem que as mulheres devem encorajar seus maridos a passar mais tempo sozinhos com os amigos homens.
A questão chave é se esse comportamento das mulheres reduz o contato dos homens com seus amigos enquanto aumenta o delas,por exemplo, se ela altera a programação dele ao ponto de seu contato com os amigos ocorrer cada vez mais no contexto de jantares com amigos,acrescentou o Professor Benjamin Cornwell, da Cornell University.
Os estudiosos analisaram dados do Projeto Nacional de Vida Social, Saúde e Envelhecimento, uma pesquisa de 2005 com três mil pessoas em Chicago, com idade entre 57 e 85 anos. Edward Laumann, professor de sociologia da Universidade de Chicago, completou: - O homem precisa ter alguém para conversar sobre as coisas que importam para ele seja futebol, política, carro ou qualquer outro tema de seu interesse ou mesmo preocupação que ele queira dividir com os amigos.
Fonte
O Globo
Explica-se. Os cientistas dizem que esse tipo de relação míngua a sensação de autonomia e privacidade, que são centrais no conceito tradicional de masculinidade. Eles afirmaram que mulheres que tentam administrar a vida social do marido também podem vir a acumular problemas para si mesmas.
Os pesquisadores americanos também descobriram que homens que não têm muito tempo livre para passar com seus próprios amigos podem se sentir menos atraídos pelas parceiras.
E disseram que não há nada de errado com a esposa fazer a maior parte da organização de suas atividades sociais conjuntas, já que as mulheres tendem a ser mais organizadas.
Mas eles afirmam que reduzir o contato com os amigos ao ponto de toda a socialização ser feita em conjunto pode ser perigoso. E sugerem que as mulheres devem encorajar seus maridos a passar mais tempo sozinhos com os amigos homens.
A questão chave é se esse comportamento das mulheres reduz o contato dos homens com seus amigos enquanto aumenta o delas,por exemplo, se ela altera a programação dele ao ponto de seu contato com os amigos ocorrer cada vez mais no contexto de jantares com amigos,acrescentou o Professor Benjamin Cornwell, da Cornell University.
Os estudiosos analisaram dados do Projeto Nacional de Vida Social, Saúde e Envelhecimento, uma pesquisa de 2005 com três mil pessoas em Chicago, com idade entre 57 e 85 anos. Edward Laumann, professor de sociologia da Universidade de Chicago, completou: - O homem precisa ter alguém para conversar sobre as coisas que importam para ele seja futebol, política, carro ou qualquer outro tema de seu interesse ou mesmo preocupação que ele queira dividir com os amigos.
Fonte
O Globo
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terça-feira, 14 de maio de 2013
Beneficio do ladrão na sociedade
Ladrão mais sincero, que os nossos políticos!!
Pela "boa" forma de se expressa,ele não teve "chance" na vida.
Provavelmente esse é um entre muitos, vitimas de uma sociedade injusta e desigual.,como a nossa.
Fonte
Youtube
sábado, 11 de maio de 2013
Desrespeito aos Artistas (osgemeos)
Pouco tempo depois, grafitaram novamente o local e escreveram nova mensagem: "Sr. prefeito: apagar arte é apagar cultura, apagar cultura é desrespeitar o povo". Desta vez, a subprefeitura pintou por cima da obra em menos de 24 horas.
Segundo a assessoria da Subprefeitura da Sé, os recados escritos pela dupla transformaram os murais em pichações, que devem ser apagadas, diferentemente de manifestações artísticas. Um quarto mural --desta vez sem parte escrita-- foi pintado pelos gêmeos no mesmo local. Até a conclusão desta edição, a obra ainda permanecia no local.
Em nota, a Subprefeitura da Sé informou já haver tomado providências para que as remoções de grafites "não se repitam". "A arte de rua é apagada desde 2007 na cidade! Esperamos com este alerta que a Prefeitura de São Paulo e seus órgãos 'competentes' PAREM definitivamente de apagar os graffitis e respeitem e preservem a arte de rua em todos os seus segmentos", disseram osgemeos, em nota divulgada por sua assessoria.
Em julho de 2008, durante a gestão do então prefeito Gilberto Kassab (antes DEM, hoje PSD), um mural de 680 m na av. 23 de maio com trabalhos de osgemeos e outros grafiteiros foi apagado. Na ocasião, a prefeitura disse haver sido uma ocorrência acidental.
Fonte
Folha de SP
quinta-feira, 11 de outubro de 2012
C.O.T.I.C
O C.O.T.I.C - Centro Organizado de Tratamento Intensivo a Criança, situado a Rua do Horto, 805 - Horto Florestal - São Paulo/ SP, surgiu através da formação de um grupo de pessoas que se reuniram por diversas vezes com o propósito de construir uma entidade privada sem fins lucrativos, que apoiasse crianças com necessidades especiais e câncer.
Fundada em 20.09.99 e há 2 anos e dez meses nossa casa abriga crianças e adolescentes na faixa etária de 0 a 18 anos, portadoras de necessidades especiais tais como doença mental leve, moderada e profunda, deformidades físicas severas e crianças em situação de risco pessoal e social. São crianças carentes abandonadas, vítimas de maus tratos, que foram retiradas dos familiares pelas Varas da Infância e da Juventude e Conselhos Tutelares da Capital, uma vez que seus direitos foram violados. Nossa instituição tem o objetivo de abrigar as crianças proporcionando-lhes um ambiente saudável, confortável, onde possam ser providas de recursos básicos. Aqui são tratadas como cidadãos de direitos, com amor, carinho e respeito. Recebem alimentação, vestuário, cuidados de higiene e saúde. Além disso, recebem também assistência social e psicológica, que viabilizam a manutenção dos vínculos familiares, quando os tem, bem como o retorno ao lar quando possível. Avalia e auxilia, sempre que possível, as famílias dos abrigados com o fornecimento de cestas básicas, orientação e encaminhamento a recursos da comunidade.
Encontram-se conosco crianças totalmente dependentes em suas atividades diárias, sindrômicas, algumas com alto risco de morte, usuárias de medicamentos psicotrópicos e neuroléticos (medicamentos para acalmar distúrbios psiquiátricos e neurológicos) e que necessitam de assistência médica, odontológica, fisioterapeutica, fonoudióloga e terapia ocupacional. Dispomos de uma equipe de enfermagem, fisioterapeuta, psicóloga e assistente social para fornecer os recursos necessários para o tratamento especifico que necessitam. Sempre que necessário, deslocamos as crianças para consultas médicas e pronto atendimento no Conjunto Hospitalar do Mandaqui, unidade a 4km do abrigo. Os tratamentos mais complexos são realizados no Hospital São Paulo e Hospital das Clínicas. Para a realização de todo este trabalho, contamos apenas com o auxilio de contribuintes, voluntários e alguns grupos de pessoas que nos ajudam, doando roupas, alimentos, brinquedos, fraldas descartáveis, material de higiene e limpeza e etc.
Somos uma ONG, não recebemos qualquer ajuda governamental ou municipal.
Gostaríamos de receber sua visita em nossa casa. Desde já agradecemos sua atenção e colocamo-nos a sua disposição para outros esclarecimentos.
Atenciosamente,
Maria Margarida de Mello
Presidente
Unidade 1: Rua do Horto, 805 - Horto Florestal - São Paulo/SP Unidade 2: R. Cláudio Rodrigues Lopes, 224 - Imirim - São Paulo/SP Unidade 3: R. Luis Antonio dos Santos, 432 - Santa Terezinha - São Paulo/SP Doações: 2261-5797/ 2262-7240 E-mail: cotic@superig.com.br
FOTOS DOAÇÕES
Fonte
http://www.cotic.org/
Fundada em 20.09.99 e há 2 anos e dez meses nossa casa abriga crianças e adolescentes na faixa etária de 0 a 18 anos, portadoras de necessidades especiais tais como doença mental leve, moderada e profunda, deformidades físicas severas e crianças em situação de risco pessoal e social. São crianças carentes abandonadas, vítimas de maus tratos, que foram retiradas dos familiares pelas Varas da Infância e da Juventude e Conselhos Tutelares da Capital, uma vez que seus direitos foram violados. Nossa instituição tem o objetivo de abrigar as crianças proporcionando-lhes um ambiente saudável, confortável, onde possam ser providas de recursos básicos. Aqui são tratadas como cidadãos de direitos, com amor, carinho e respeito. Recebem alimentação, vestuário, cuidados de higiene e saúde. Além disso, recebem também assistência social e psicológica, que viabilizam a manutenção dos vínculos familiares, quando os tem, bem como o retorno ao lar quando possível. Avalia e auxilia, sempre que possível, as famílias dos abrigados com o fornecimento de cestas básicas, orientação e encaminhamento a recursos da comunidade.
Encontram-se conosco crianças totalmente dependentes em suas atividades diárias, sindrômicas, algumas com alto risco de morte, usuárias de medicamentos psicotrópicos e neuroléticos (medicamentos para acalmar distúrbios psiquiátricos e neurológicos) e que necessitam de assistência médica, odontológica, fisioterapeutica, fonoudióloga e terapia ocupacional. Dispomos de uma equipe de enfermagem, fisioterapeuta, psicóloga e assistente social para fornecer os recursos necessários para o tratamento especifico que necessitam. Sempre que necessário, deslocamos as crianças para consultas médicas e pronto atendimento no Conjunto Hospitalar do Mandaqui, unidade a 4km do abrigo. Os tratamentos mais complexos são realizados no Hospital São Paulo e Hospital das Clínicas. Para a realização de todo este trabalho, contamos apenas com o auxilio de contribuintes, voluntários e alguns grupos de pessoas que nos ajudam, doando roupas, alimentos, brinquedos, fraldas descartáveis, material de higiene e limpeza e etc.
Somos uma ONG, não recebemos qualquer ajuda governamental ou municipal.
Gostaríamos de receber sua visita em nossa casa. Desde já agradecemos sua atenção e colocamo-nos a sua disposição para outros esclarecimentos.
Atenciosamente,
Maria Margarida de Mello
Presidente
Unidade 1: Rua do Horto, 805 - Horto Florestal - São Paulo/SP Unidade 2: R. Cláudio Rodrigues Lopes, 224 - Imirim - São Paulo/SP Unidade 3: R. Luis Antonio dos Santos, 432 - Santa Terezinha - São Paulo/SP Doações: 2261-5797/ 2262-7240 E-mail: cotic@superig.com.br
FOTOS DOAÇÕES
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Solidariedade
quarta-feira, 25 de julho de 2012
Novo desafio no combate à Aids no Brasil
"Hoje sou um sem-teto", afirma Silva, de 47 anos, desempregado. Há quatro meses, ele passa as noites na Rodoviária Novo Rio, dormindo em um banco no segundo andar, usando a mochila como travesseiro. Quando consegue dinheiro de amigos solidários, dorme em uma pensão.
Silva toma os medicamentos antirretrovirais todos os dias, religiosamente, mesmo que não tenha o que comer. O coquetel vem ajudando a controlar o HIV, mas o tratamento médico não mata a sua fome. Sua única renda fixa são R$ 70 que recebe do Bolsa Família.
Silva é um exemplo de como o programa brasileiro para pessoas com HIV no Brasil, que inovou no passado ao determinar a oferta universal da terapia antirretroviral, hoje precisa de mais que remédio.
Ele não tem família e depende da solidariedade de amigos e da ajuda de ativistas de ONGs onde milita. A incerteza sobre o teto se arrasta desde que soube da doença. Morava com a namorada, mas ela pediu que saísse de casa um dia após saber do diagnóstico.
Coordenadora de um programa educativo no Grupo Pela Vidda, Mara Moreira afirma que há um aumento de pessoas que chegam à ONG com demandas de cunho social.
Há muitos casos de pessoas que recebem alta do programa de Previdência Social, deixam de receber o benefício, mas não conseguem emprego, diz.
"A epidemia mudou de perfil e hoje está atingindo pessoas mais pobres. Temos recebido várias demandas na área de assistência social, com pessoas que precisam de recursos financeiros e de condições de sobrevivência mínima, mas não temos a quem recorrer", diz Mara, que tentou buscar apoio na Secretaria Municipal de Assistência Social, mas foi encaminhada de volta à Secretaria de Saúde.
Ela ressalta que a terapia antirretroviral exige que as pessoas se alimentem bem, e alguns medicamentos precisam ser mantidos na geladeira. "E aí as pessoas estão dormindo na rua. Como fazer?"
Para o psicólogo Veriano Terto Júnior, coordenador-geral da Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia), faltam medidas para além do fornecimento de antirretrovirais.
"O Brasil tem acesso universal (ao tratamento). Esse é o nosso grande resultado", diz. "Mas infelizmente começamos a ver um novo crescimento da taxa de mortalidade em alguns lugares, o que está menos relacionado à Aids em si do que a deficiências na assistência."
No ano passado, 11 mil pessoas morreram por causa da Aids no Brasil. No Rio, o ritmo de óbitos vem aumentando desde 2007, diz Terto. "Isso é inaceitável para um país que tem acesso universal ao medicamento."
Apesar de ser bem articulado, Silva tem pouca esperança de conseguir um emprego. A última vez que tentou foi em uma empresa de ônibus do Rio que anunciara vagas para pessoas com necessidades especiais.
"O médico perguntou qual era a minha deficiência. Quando respondi, ele rasgou a minha ficha e disse que não contratavam soropositivos", lembra.
Ele diz querer um emprego, mas duvida que encontre um empregador que preencha seus requisitos. "Os patrões têm que entender que a cada três meses vou ter que me ausentar para ir ao médico, e que de vez em quando vou chegar atrasado."
Ele defende que pessoas em sua situação sejam beneficiadas por uma política de segurança nutricional, de moradia e de assistência pecuniária. "Eu não vou viver só de antirretroviral. Tenho que me alimentar."
Fonte; BBC
Silva toma os medicamentos antirretrovirais todos os dias, religiosamente, mesmo que não tenha o que comer. O coquetel vem ajudando a controlar o HIV, mas o tratamento médico não mata a sua fome. Sua única renda fixa são R$ 70 que recebe do Bolsa Família.
Silva é um exemplo de como o programa brasileiro para pessoas com HIV no Brasil, que inovou no passado ao determinar a oferta universal da terapia antirretroviral, hoje precisa de mais que remédio.
Ele não tem família e depende da solidariedade de amigos e da ajuda de ativistas de ONGs onde milita. A incerteza sobre o teto se arrasta desde que soube da doença. Morava com a namorada, mas ela pediu que saísse de casa um dia após saber do diagnóstico.
Coordenadora de um programa educativo no Grupo Pela Vidda, Mara Moreira afirma que há um aumento de pessoas que chegam à ONG com demandas de cunho social.
Há muitos casos de pessoas que recebem alta do programa de Previdência Social, deixam de receber o benefício, mas não conseguem emprego, diz.
"A epidemia mudou de perfil e hoje está atingindo pessoas mais pobres. Temos recebido várias demandas na área de assistência social, com pessoas que precisam de recursos financeiros e de condições de sobrevivência mínima, mas não temos a quem recorrer", diz Mara, que tentou buscar apoio na Secretaria Municipal de Assistência Social, mas foi encaminhada de volta à Secretaria de Saúde.
Ela ressalta que a terapia antirretroviral exige que as pessoas se alimentem bem, e alguns medicamentos precisam ser mantidos na geladeira. "E aí as pessoas estão dormindo na rua. Como fazer?"
Para o psicólogo Veriano Terto Júnior, coordenador-geral da Associação Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia), faltam medidas para além do fornecimento de antirretrovirais.
"O Brasil tem acesso universal (ao tratamento). Esse é o nosso grande resultado", diz. "Mas infelizmente começamos a ver um novo crescimento da taxa de mortalidade em alguns lugares, o que está menos relacionado à Aids em si do que a deficiências na assistência."
No ano passado, 11 mil pessoas morreram por causa da Aids no Brasil. No Rio, o ritmo de óbitos vem aumentando desde 2007, diz Terto. "Isso é inaceitável para um país que tem acesso universal ao medicamento."
Apesar de ser bem articulado, Silva tem pouca esperança de conseguir um emprego. A última vez que tentou foi em uma empresa de ônibus do Rio que anunciara vagas para pessoas com necessidades especiais.
"O médico perguntou qual era a minha deficiência. Quando respondi, ele rasgou a minha ficha e disse que não contratavam soropositivos", lembra.
Ele diz querer um emprego, mas duvida que encontre um empregador que preencha seus requisitos. "Os patrões têm que entender que a cada três meses vou ter que me ausentar para ir ao médico, e que de vez em quando vou chegar atrasado."
Ele defende que pessoas em sua situação sejam beneficiadas por uma política de segurança nutricional, de moradia e de assistência pecuniária. "Eu não vou viver só de antirretroviral. Tenho que me alimentar."
Fonte; BBC
sábado, 16 de abril de 2011
ONG Human Rights Watch
Human Rights Watch foi fundada em 1978, sob o nome de Helsinki Watch , para monitorar a ex- União Soviética em respeito com os Acordos de Helsínquia(foi o ato final da Conferência sobre Segurança e Cooperação na Europa , realizada em Helsínquia na Finlândia em 1975)Helsinki Watch adotando uma metodologia de serviços de "nomear e envergonhar" governos abusivos através da cobertura da mídia e através do intercâmbio direto com os políticos. , Pondo o foco internacional sobre violações dos direitos humanos na União Soviética e seus estados vassalos na Europa Oriental , Helsinki Watch contribuíram para as transformações democráticas da região no final de 1980.
Americas Watch foi fundada em 1981, enquanto as guerras civis sangrentas engolfou a América Central . Baseando-se no fato de encontrar, ver não somente nas Américas abusos feitos pelas forças governamentais,não se mantendo a apenas governos mas também aplicado o direito humanitário internacional, de investigar e expor os crimes de guerra cometidos por grupos rebeldes. Além de aumentar as suas preocupações nos países afetados, Americas Watch também examinado o papel desempenhado por governos estrangeiros, particularmente os governo dos Estados Unidos , na prestação de apoio político e militar a regimes abusivos.
Posteriomente foram criados,Asia Watch (1985), África Watch (1988), e do Médio Oriente Watch (1989) foram adicionados ao que era então conhecido como "Os Comitês de ver." Em 1988, todas as comissões foram unidas sob um único guarda-chuva para dar forma a Human Rights Watch.
De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos , Human Rights Watch se opõe à violação do que considera os direitos humanos básicos, que incluem a pena capital e da discriminação com base na orientação sexual . Human Rights Watch defende as liberdades no âmbito dos direitos humanos fundamentais, como liberdade de religião e de imprensa .
Produz relatórios de investigações sobre as violações de normas internacionais de direitos humanos, tal como estabelecido pela Declaração Universal dos Direitos do Homem e do que ele percebe ser outras normas internacionalmente aceita sobre direitos humanos. Esses relatórios são usados como base para atrair a atenção internacional para as violações e pressionar os governos e organizações internacionais para a reforma. Pesquisadores conduta missões de averiguação para investigar situações suspeitas e gerar cobertura no local e internacional de mídia . Questões levantadas pela Human Rights Watch em seu relatório incluir social e discriminação de gênero , tortura , uso militar de crianças , corrupção política , os abusos na justiça penal sistemas, ea legalização do aborto .Human Rights Watch documenta e faz relatórios de violações das leis da guerra e do direito humanitário internacional.Também apoia os escritores do mundo inteiro que estão sendo perseguidos por seu trabalho e necessitam de assistência financeira. A Hellman / Hammett bolsas são financiadas pelo espólio do dramaturgo Lillian Hellman em fundos constituídos em seu nome eo da sua companheira de longa data, o escritor Dashiell Hammett . Além de prestar assistência financeira, a Hellman / Hammett concede ajudar a aumentar a consciência internacional de ativistas que estão a ser silenciados para falar em defesa dos direitos humanos.
Human Rights Watch foi um dos seis ONGs internacionais que fundou a Coalizão para Acabar com a Utilização de Crianças-Soldados , em 1998. É também o co-presidente da Campanha Internacional para Banir as Minas Terrestres.
A ONG tamém é membro fundador da Internacional de Liberdade de Expressão Exchange , uma rede global de organizações não-governamentais que monitoram a censura em todo o mundo.
Co-fundador da Cluster Munition Coalition , que levou cerca de uma convenção internacional que proíbe as armas. Human Rights Watch emprega mais de 275 especialistas de países-funcionários, advogados, jornalistas e acadêmicos - e opera em mais de 90 países ao redor do mundo.
A ONG não aceita qualquer financiamento direto ou indireto por parte dos governos e é financiado através de contribuições de particulares e de fundações(esta política foi violada pelo apoio do governo holandês e maio 2009 em um levantamento de fundos de viagem para a Arábia Saudita)
Fonte;
http://en.wikipedia.org/wiki/Human_Rights_Watch
domingo, 14 de novembro de 2010
Rotary International

O Rotary International é a associação de Rotary Clubs do Mundo Inteiro. O Rotary é uma organização de líderes de negócios e profissionais, que prestam serviços humanitários, fomentam um elevado padrão de ética em todas as profissões, através da Prova Quádrupla e ajudam a estabelecer a paz e a boa vontade no mundo.
Rotary Club é definido como um clube de serviços à comunidade local e mundial sem fins lucrativos, não é secreto, nem filantrópico ou social.
Os rotarianos são sócios de seus respectivos Rotary Clubs, os quais, por sua vez, são membros do Rotary International.
O objetivo do Rotary é estimular e fomentar o Ideal de Servir como base de todo empreendimento digno, promovendo e apoiando:
1) O desenvolvimento do companheirismo como elemento capaz de proporcionar oportunidade de servir.
2) O reconhecimento do mérito de toda a ocupação útil e a difusão das normas de ética profissional.
3) A melhoria da comunidade pela conduta exemplar de cada um na sua vida pública e privada.
4) A aproximação dos profissionais de todo o mundo, visando a consolidação das boas relações, da cooperação e da paz entre as nações.
Sua missão é: ajudar os rotarianos e os Rotary Clubs a alcançar o Objetivo do Rotary e, neste estágio atual de desenvolvimento da organização, apoiar as atividades de indivíduos e grupos prestadores de serviços que melhorem a qualidade de vida, mantenham a dignidade humana e promovam a compreensão e paz mundial.
Seu lema principal é: Dar de si antes de pensar em si.

O primeiro Rotary Club foi fundado na cidade de Chicago, Estados Unidos, em 1905 pelo advogado Paul Percy Harris e mais três homens de negócios, Gustav Loehr - engenheiro de minas, Hiran Shorey - alfaiate, Silvester Schiele - comerciante de carvão. A Associação Nacional de Rotary Clubs (National Association of Rotary Clubs) foi fundada em 1910 e em 1912 seu nome mudou para Rotary International em função da admissão do primeiro Rotary Club fora dos Estados Unidos, em Winnipeg, Canadá.
Atualmente, existem mais de 1.2 milhão de rotarianos associados a mais de 32.400 Rotary Clubs espalhados por 168 países do mundo.
A Fundação Rotária do Rotary International é a principal organização não governamental sem fins lucrativos do mundo, promovendo a paz e a compreensão mundial através de programas internacionais humanitários, educacionais e de intercâmbio cultural.
A Fundação Rotária é patrocinada exclusivamente por doações de rotarianos e outros que compartilham a visão de um mundo melhor. As contribuições para o Fundo Anual de Programas são investidas durante três anos, sendo os rendimentos obtidos também utilizados para cobrir os custos administrativos da entidade, isto é, os dólares doados financiam os nossos programas três anos mais tarde. As doações feitas ao Fundo Permanente permanecem continuamente investidas, e apenas os juros resultantes são usados em apoio aos programas.
A Fundação teve início em 1917 com um fundo de dotações com o objetivo de fazer o bem no mundo. Embora a Fundação Rotária tenha sido oficialmente estabelecida em 1928. Todos os subsídios da Fundação Rotária são iniciados por clubes e distritos.
Nota do Blogueiro;
A Prova Quádrupla foi criada em 1932, pelo rotariano Herbert J. Taylor
Do que nós pensamos, dizemos ou fazemos.
É a VERDADE?
É JUSTO para todos os interessados?
Criará BOA VONTADE e MELHORES AMIZADES?
Será BENÉFICO para todos os interessados?
Fonte;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Rotary_International
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