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sábado, 27 de dezembro de 2014
Guerra Virtual
Depois de Kim Dotcom subornar o Lizard Squad para deixar a PSN e a Xbox Live em paz, era uma questão de tempo para o grupo hacker se voltar contra outro alvo. Mas foi necessário esperar muito pouco para saber que os lagartos, agora, estão atacando a rede de navegação anônima Tor. O Anonymous, grupo que se auto intitula "hacktivista", não ficou nada feliz com isso e começou sua retaliação, já tendo vazado os dados de, supostamente, um dos membros do esquadrão.
Enquanto administradores do Tor informaram que a rede está, de fato, sob ataque, eles alegam que a capacidade de dano real do Lizard Squad é irrelevante.
Os hackers estão inscrevendo diversos novos relés na rede na intenção de se tornarem grande parte dela, mas, segundo os admins do Tor, eles não conseguiram alcançar nem 1% da capacidade da rede e já estão sendo removidos.
Ainda assim, por considerar o Tor importante em países com governo corrupto, o Anonymous decidiu ir atrás dos membros do Lizard Squad e afirma ter vazado os dados pessoais (doxxing) de um dos seus membros. A imagem abaixo, segundo os "hacktivistas", é o print screen de uma conversa de um membro do Anonymous com o membro do Lizard Squad que teve seus dados expostos.
Nos perfis do Twitter de cada grupo, os ataques e blefes estão generalizados. Enquanto o Anonymous continua sistematicamente tentando expor os dados e desmoralizar o Lizard Squad, no perfil dos lagartos eles tiram sarro de seus novos rivais e o líder do grupo se declara "um deus indoxável".
Semana passada o The Finest afirmava ter desmascarado o Lizard Squad e enviado suas informações para o FBI. Visivelmente, nenhuma retaliação contra o grupo aconteceu, o que faz parecer que o grupo estava talvez não estivesse sendo completamente honesto. Pelo menos essa é a opinião do Anonymous.
Lizard Squad é um grupo de auto-proclamados hackers que assumiu a autoria de um forte ataque de DDoS que derrubou a PSN.
The Finest é outro grupo hacker,que foi um dos primeiros a confrontar os lagartos.
Kim Dotcom. é o criador do Megaupload.
O tal subordo foi que Kim Dotcom ofereceu vales anuais de conta Pro I no Mega para que eles parassem o ataque e se os hackers deixarem a PSN e a Live em paz, os vales serão vitalícios.
FamedGod é um ex anonymous que também reivindica o atual ataque ao PSN.
FamedGod foi o responsavel pelo ataque conhecido em 2011 como "2011 PSN Indisponivel"
Doxxing é a prática de obter informações de uma pessoa pela Internet e a posterior
liberação das informações obtida durante uma invasão.
DDos é o ataque de negação de serviço (Denial of Service)
Não é uma invasão do sistema, mas sim da sua invalidação por sobrecarga.
Fonte
Adrenaline
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terça-feira, 14 de janeiro de 2014
sábado, 23 de novembro de 2013
Explicações sobre o "roubo"da pagina Anonymous Rio
SOBRE ACUSAÇÕES VINDAS DOS LADRÕES FASCISTÓIDES
Esse é um daqueles casos em que o acusador e as acusações são tão medíocres que não mereceriam atenção, porém devido às circunstâncias e assim como fizemos com relação a diversas “reportagens” da Globo e da Veja, vocês que sempre nos acompanharam precisam de uma resposta. Nossas satisfações são tão somente para vocês que depositam confiança em nosso trabalho.
Em primeiro lugar é curioso o acusador apontar características pessoais de possíveis administradores da página roubada, já que todos somos fakes. 100% da administração da página é fake. Fato é, por questões mais do que claras no sentido prático, todos os administradores escondem suas reais identidades. Além da questão de segurança tem a questão de não termos a mínima intenção e vontade de alimentar ego. O que é feito na página foi, e sempre será, visando a coletividade, então agentes pessoais não fazem o mínimo sentido e não passa de especulação baseada em boatos.
O segundo ponto são as alegadas ligações com comunistas e afins. Todo aquele que acompanha a página, que acompanha nosso trabalho, já deve ter lido uma centena de vezes que nós mesmos falamos claramente: na administração temos de comunista a anarquista, passando por pessoas que fazem uma salada ideológica que vai da permacultura passando pelo zeitgeist e projeto Venus. Todos progressistas. A administração não é sectária. Não precisava que ninguém invadisse a página para saber disso. Assim como todo coletivo, somos plurais, jamais singulares. Respeitamos a diversidade de pensamento. Sempre mantivemos um diálogo aberto entre nós, de forma que publicações com cunho ideológico forte foram produzidas em debate, à disposição de todos para lerem e editarem antes de ser publicada.
Anonymous é uma ideia que defende a democracia real, o fim do sistema baseado na competição e no acúmulo, na liberdade de expressão, na revolução coletiva dos humanos para a auto-gestão, a ação direta e a sustentabilidade. Coincidentemente ou não, essas metas batem com os ideais anarquistas, é a que mais se assemelha, por isso a defendemos e sempre incentivamos paralelo a isso que nós, como povo, precisamos pensar para criar estratégias para além daquilo que já foi pensado no passado. Sempre dissemos que é preciso questionar e criar.
Querer calar ideias divergentes demonstra apenas que o ladrão é propenso à censura e à imposição de ideias. Em uma democracia real, as pessoas têm a liberdade de pensarem e manifestarem o que quiserem. E você entra em um consenso com os demais através de um debate maduro e tenta mostrar ao outro que ele está errado a medida que se abre a ouvi-lo para que possa chegar a uma conclusão. Só assim uma ideia prevalece.
Compreendemos o ideário Anonymous como uma expressão exatamente assim: plural. Acima de tudo prezamos extremamente o respeito às ideias, sem o absolutismo de verdades. A alegação do detrator é fraca e ridícula, mostra que esperava uma pasteurização vertical de pensamentos. Apenas demonstra a falta de conhecimento do que é uma democracia real. Nessa página prezamos pelo plural e horizontal.
Fazia parte do nosso trabalho – e continua fazendo nessa nova página criada - deixar o mural aberto e responder os comentários, mesmo aqueles que nós discordávamos, aliás principalmente aqueles que discordávamos, afinal, assim que se produz um debate. É uma pena que tenham fechado o mural da página original. Seria medo às críticas e ao debate?
O terceiro ponto de resposta a vocês é a alegação veementemente que somos partidários do PSOL. Desde a última eleição a nossa posição de boicote eleitoral é clara e explícita. Sempre deixamos óbvia a nossa descrença em quem está inserido no jogo político, cremos que quem está dentro do jogo é pra seguir as regras do juiz. Durante a campanha para prefeitura fomos atacados por todos os lados por militantes apaixonados pelo Freixo justamente por não termos apoiado a sua candidatura. E que fique claro, nem a dele e muito menos a do bandido do Paes.
Somos apartidários – não antipartidários - porque não acreditamos no partidarismo eleitoreiro tal como é hoje. Os partidos perderam sua essência ideológica trabalhando exclusivamente para manter o jogo de poder - E PRINCIPALMENTE - acreditamos que o sistema representativo faliu, portanto não é elegendo “A” ou “B” que as coisas irão mudar, somente com o poder para o povo, com uma participação direta, parando de acreditar em heróis travestidos de políticos pedindo voto, que esse mundo realmente vai mudar.
Um quarto ponto envolve termos lido alguns comentários falando de termos relações com o Fora do Eixo e companhia. Quem acompanha a página sabe que já fizemos críticas a esse coletivo por conta de seu aparelhamento partidário e seu financiamento privado. Também sempre deixamos claro que não aceitamos, e jamais aceitaremos um centavo que for. Não trabalhamos com o vil metal por aqui. Engraçado que algumas das páginas que nos atacam são patrocinadas, nós não. Todo nosso alcance se deve ao engajamento orgânico dos nossos colaboradores, curtindo, comentando e compartilhando. Afinal, o que realmente é relevante não precisa ser pago para aparecer.
Por fim. Quanto à “visibilidade”. Anonymous é qualquer um que siga o ideal de liberdade e de luta contra opressão. Anonymous é sobre questionar, pensar, reagir, criar novas opções para sair do sistema que critica. Portanto criticamos abertamente todo aquele que tenta aparecer perante a uma ideia, impondo argumentos, se gabando de “ser dono” da mesma. Se gabar de “pertencer a um grupo”, como se isso fosse algum privilégio, isso nós rebatemos. Usar de um ideal para se dizer “melhor”, para se promover, isso é que é oportunismo. Como, por coincidência, é o que o ladrão da página fez.
As acusações contra a FIP e contra a Unidade Vermelha, sem dúvidas eles podem responder à altura que o detrator merece. Nem faz sentido terem sido vomitadas se referindo a nós. De resto, seguimos no trabalho. Mesmo com a intervenção do ladrão da página original, continuamos na Anonymous Rio – Fase 2. Sempre...
UNIDOS COMO UM, DIVIDIDOS POR ZERO!
Fonte
Anonymous
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Roubo
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Atalhos para o Facebook
Pouca gente sabe, mas o Facebook conta com vários pequenos atalhos para agilizar sua navegação. Com apenas uma tecla você pode executar determinada função dentro da rede social e facilitar as ações diárias. Confira algumas:
Postar algo – P
Pesquisar amigos no chat – Q
Navegar pelo Feed de notícias – J para descer ou K para subir
Compartilhar determinado post – S
Curtir post – L
Abrir link do post selecionado – O
Pesquisar no Graph Search – /
Comentar um post – C
Ir para a página de ajuda – ALT + 1
Ir para a sua linha do tempo – ALT + 2
Ir para sua página de amigos – ALT + 3
Ver as mensagens – ALT + 4
Ver as notificações – ALT + 5
Acessar as configurações de conta – ALT + 6
Acessar as configurações de privacidade – ALT + 7
Acessar a página do Facebook – ALT + 8
Acessar os termos de serviço – ALT + 9
Fonte
Anonymous
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segunda-feira, 2 de setembro de 2013
Anonymous FUEL-BR (Frente Unificadora de Emancipação e Libertação Nacional)
Antes de qualquer coisa, agradecemos. Aos que interagem com mídias Anonymous de qualquer célula e ajudam as estruturas a ganharem visibilidade, curtindo e compartilhando. Aos que comentam e interagem com as publicações, aos que criam debates em grupos e trazem conteúdo relevante e colaboram para a emancipação crítica de todos. Aos que, mesmo em silêncio, acompanham o trabalho e não se sentem confortáveis para se pronunciarem, mas estão conosco aguardando o momento certo para fazê-lo. Aos que têm pouco tempo livre e mesmo assim dedicam-se à Ideia.
Agradecemos pelo crescimento que a Anonymous teve entre 2012 e 2013 e reconhecemos que a maior parte dele se deve a cada um de vocês. Por isso somos um. Por isso somos os 99%!
Não percam o ânimo. Não percam a coragem. Todos teremos dias difíceis, e às vezes serão muitos dias. Todos teremos vontade de desistir, todos sentiremos que estamos nos sacrificando por algo que não dará certo. Mas existe um motivo para chamarmos uns aos outros de irmão e irmã. Esse é o motivo pelo qual resistimos.
Inicia-se para a Anonymous nacional uma fase de luta e enfrentamento. Gostaríamos de tê-los todos conosco, se concordarem com nossas propostas e metodologias. E os que não concordarem, gostaríamos que se organizassem sob seus próprios princípios e preparem-se igualmente para lutar ao nosso lado. Se a necessidade é de divisão agora, que seja. Mas o objetivo futuro deve ser o de união, e independente dos caminhos trilhados, somos irmãos.
Tome de volta o que o sistema te roubou. Reconquiste a riqueza (no sentido amplo de riqueza, a cultura, o saber, a iluminação, a esperança, a vontade, a individualidade) que está sendo tirada das suas mãos e concentrada nas mãos de poucos. Lute até que lhe tirem as armas. Grite até que lhe tirem a voz. E se tirarem tudo, lembrem-se: Suas mentes sempre permanecerão suas.
Em nome de um futuro democrático, lute.
Em nome de uma sociedade justa, de direito igualitário, levante-se.
Em nome de uma política honesta, manifeste-se.
Em nome da liberdade, liberte-se.
Nós somos Anonymous.
Nós somos Legião.
Nós não perdoamos.
Nós não esquecemos.
Esperem por nós!
Um forte abraço a todos, e desejos de união, emancipação, libertação e força.
Atenciosamente,
Célula FUEL-BR.
Agradecemos pelo crescimento que a Anonymous teve entre 2012 e 2013 e reconhecemos que a maior parte dele se deve a cada um de vocês. Por isso somos um. Por isso somos os 99%!
Não percam o ânimo. Não percam a coragem. Todos teremos dias difíceis, e às vezes serão muitos dias. Todos teremos vontade de desistir, todos sentiremos que estamos nos sacrificando por algo que não dará certo. Mas existe um motivo para chamarmos uns aos outros de irmão e irmã. Esse é o motivo pelo qual resistimos.
Inicia-se para a Anonymous nacional uma fase de luta e enfrentamento. Gostaríamos de tê-los todos conosco, se concordarem com nossas propostas e metodologias. E os que não concordarem, gostaríamos que se organizassem sob seus próprios princípios e preparem-se igualmente para lutar ao nosso lado. Se a necessidade é de divisão agora, que seja. Mas o objetivo futuro deve ser o de união, e independente dos caminhos trilhados, somos irmãos.
Tome de volta o que o sistema te roubou. Reconquiste a riqueza (no sentido amplo de riqueza, a cultura, o saber, a iluminação, a esperança, a vontade, a individualidade) que está sendo tirada das suas mãos e concentrada nas mãos de poucos. Lute até que lhe tirem as armas. Grite até que lhe tirem a voz. E se tirarem tudo, lembrem-se: Suas mentes sempre permanecerão suas.
Em nome de um futuro democrático, lute.
Em nome de uma sociedade justa, de direito igualitário, levante-se.
Em nome de uma política honesta, manifeste-se.
Em nome da liberdade, liberte-se.
Nós somos Anonymous.
Nós somos Legião.
Nós não perdoamos.
Nós não esquecemos.
Esperem por nós!
Um forte abraço a todos, e desejos de união, emancipação, libertação e força.
Atenciosamente,
Célula FUEL-BR.
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quarta-feira, 17 de julho de 2013
Anonymous
Nos últimos dois meses vem acontecendo, no interior e entre os diversos grupos ou células que compõem o Anonymous no Brasil diversas disputas. Estas disputas se devem a divergências entre seus integrantes.
Os Anonymous
O maior grupo, pelo menos no Facebook, é o Anonymous Br4sil, cuja fan page tem mais de 1.100.000 curtidas.
Outra célula muito expressiva e ativa é o Anonymous Rio. que tem uma atuação junto aos movimentos sociais cariocas.
Uma terceira célula, saída do interior do Anonymous Br4sil é a FUEL – Frente Unificadora de Emancipação e Libertação Nacional, que se destaca por buscar construir um perfil mais ideológico para os diversos grupos Anonymous no país.
Também são expressivas as fan pages Anonimos BR e Anonymous Brasil, ambas com um perfil definido de oposição ao governo Dilma e ao PT.
As células Anonymous buscam, sempre que possível – e quase sempre é possível – trabalhar em conjunto. Afinal, o lema usado por eles é “unidos como um, dividido por zero”.
A Revolução Digital e a Revolta dos Coxinhas
Entretanto, nos últimos dois meses temos presenciado no Brasil intensas e imensas manifestações, verdadeiros levantes populares. Na minha opinião, isso é mais uma consequência da Revolução Digital, que assim como teve e segue tendo desdobramentos em várias áreas – indústria do entretenimento (música, cinema, jogos), mercado de publicações impressas, nas comunicações de modo geral, e teremos ainda mais consequências quando as impressoras 3D se popularizarem – também está tendo desdobramentos na política.
Hoje, as pessoas estão tendo acesso a muitas informações, o tempo todo. Mesmo quando não querem! Um exemplo é o Facebook, onde a todo instante algo é publicado, compartilhado, eventos criados, causas espalhadas. Com essa quantidade de informação disponível, hoje ficamos sabendo dos fatos logo que eles ocorrem. Informações sobre editais fraudulentos, agressões físicas às ditas minorias, absurdos realizados por agentes de governos, escândalos políticos, tudo isso, junto, claro, com muitas bobagens e memes, se espalha na velocidade da internet.
Por isso, não foi difícil para milhares, milhões de brasileiros e brasileiras, em todos os estados, em centenas de cidades, se “organizarem” e saírem às ruas querendo que as coisas melhorem. Pessoas que nunca haviam reivindicado saíram de sua acomodação e foram pra rua. Considero isso essencialmente um ato positivo!
Claro que nesse movimento gigantesco as pautas não são claras, nem poderiam, tamanha a diversidade presente. O estopim parece ter sido a questão dos reajustes das tarifas de ônibus em várias cidades. Mas esse foi apenas o estopim para outros clamores, alguns mais consensuais, outros nem tanto. As esquerdas e as direitas tradicionais não captaram e não entenderam essas manifestações. Não entenderam até agora, eu diria. Elas ainda olham pra esse movimento com olhares do século passado. Não compreendem as redes, não compreendem as inúmeras ligações entre as pessoas, não entendem pessoas e causas conectadas. Separam o virtual do real – não compreendem que não existe essa separação.
Não entendem que a internet coloca as pessoas em contato direto, sem a necessidade de mediadores, e menos ainda dos mediadores tradicionais, como partidos e sindicatos.
As manifestações e os Anonymous
Logo nas primeiras duas manifestações pela redução da tarifa em São Paulo, ficou nítida a importante participação da internet e das fan pages Anonymous na mobilização e convocação.
Dos cinco sites que mais distribuíam informações e convocavam para os atos, além do site do Movimento Passe Livre ocupavam espaço central três fan pages Anonymous.
Nas manifestações seguintes o papel das páginas Anonymous foi ainda maior, praticamente se tornando as disseminadoras de informações sobre elas. A célula Anonymous Rio também teve um papel protagonista nas manifestações por lá. Aliás, os anons Rio têm participação anterior à esta onda, tendo mobilizado e participado nas manifestações por ocasião da remoção da Aldeia Maracanã e seguem mobilizando em oposição ao governador Sérgio Cabral. Também já organizaram protestos em frente à sede da Rede Globo em mais de uma ocasião.
Práticas estranhas aos anons
Não é de agora que células anons dirigem uma série de críticas a outras células anons, principalmente à Anonymous Br4sil e Anonymous BR, que volta e meia publicam posts com conteúdos homofóbicos, preconceituosos e de tonalidades tucanas (PSDB). Há quem diga que essas células são “controladas” pela juventude do PSDB, e seriam ligadas a um senador tucano. Verdade ou mentira, logo saberemos, pois as eleições se aproximam e veremos como se comportarão.
O fato é que vários anons que divergiram da forma como as coisas estavam sendo encaminhadas na Anonymous Br4sil acabaram sendo excluídos do gerenciamento da fan page.
Os anons excluídos relatam uma prática centralizada, autoritária e atitudes auto-promocionais. Como é sabido, no Anonymous não se deve buscar notoriedade, “aparecer” ou qualquer tipo de crédito ou mérito. Se age por uma causa que beneficie a quem esteja sendo oprimido, seja por uma empresa, uma organização, um governo. Assim tem sido a história do Anonymous.
Os vídeos Anonymous
Como o Anonymous não tem porta-vozes, não tem uma cara, se tornou sujeito à ocorrência de manipulações, tanto pela esquerda quanto pela direita. Qual o critério para saber se um vídeo tem de fato alguma relação com o Anonymous? Só tem um jeito: você conhecer a história, conhecer a Ideia.
Desconfie de vídeos sensacionalistas. O sensacionalismo não é uma característica dos anons. Desconfie de vídeos com um discurso senso-comum. O Anonymous busca exatamente tirar as pessoas do senso-comum. Desconfie de vídeos com discurso igual ao do PSDB ou igual ao do PT. Anons fazem críticas a estes dois partidos e seus governos, pois o compromisso do Anonymous é com os fatos, com a verdade, não importando se vai com isso comprar inimizades com partido ou governo A ou B.
Um dos vídeos que circulou muito durante as manifestações foi o chamado “As 5 causas”, que teve sua autoria negada por grupos anons. Leia aqui o desmentido em outro vídeo do Anonymous.
Estaremos acompanhando a evolução dessa importante disputa de rumos entre os anons brasileiros, torcendo para que prevaleça a prática que, historicamente, esteve ao lado dos oprimidos, dos injustiçados, se levantando e realizando ações em defesa dos povos em luta na África e Oriente Médio, no Occupy Wall Street, ao lado de Assange e do WikiLeaks, nos protestos contra o SOPA, PIPA e ACTA.
Fonte
Nerdices
Os Anonymous
O maior grupo, pelo menos no Facebook, é o Anonymous Br4sil, cuja fan page tem mais de 1.100.000 curtidas.
Outra célula muito expressiva e ativa é o Anonymous Rio. que tem uma atuação junto aos movimentos sociais cariocas.
Uma terceira célula, saída do interior do Anonymous Br4sil é a FUEL – Frente Unificadora de Emancipação e Libertação Nacional, que se destaca por buscar construir um perfil mais ideológico para os diversos grupos Anonymous no país.
Também são expressivas as fan pages Anonimos BR e Anonymous Brasil, ambas com um perfil definido de oposição ao governo Dilma e ao PT.
As células Anonymous buscam, sempre que possível – e quase sempre é possível – trabalhar em conjunto. Afinal, o lema usado por eles é “unidos como um, dividido por zero”.
A Revolução Digital e a Revolta dos Coxinhas
Entretanto, nos últimos dois meses temos presenciado no Brasil intensas e imensas manifestações, verdadeiros levantes populares. Na minha opinião, isso é mais uma consequência da Revolução Digital, que assim como teve e segue tendo desdobramentos em várias áreas – indústria do entretenimento (música, cinema, jogos), mercado de publicações impressas, nas comunicações de modo geral, e teremos ainda mais consequências quando as impressoras 3D se popularizarem – também está tendo desdobramentos na política.
Hoje, as pessoas estão tendo acesso a muitas informações, o tempo todo. Mesmo quando não querem! Um exemplo é o Facebook, onde a todo instante algo é publicado, compartilhado, eventos criados, causas espalhadas. Com essa quantidade de informação disponível, hoje ficamos sabendo dos fatos logo que eles ocorrem. Informações sobre editais fraudulentos, agressões físicas às ditas minorias, absurdos realizados por agentes de governos, escândalos políticos, tudo isso, junto, claro, com muitas bobagens e memes, se espalha na velocidade da internet.
Por isso, não foi difícil para milhares, milhões de brasileiros e brasileiras, em todos os estados, em centenas de cidades, se “organizarem” e saírem às ruas querendo que as coisas melhorem. Pessoas que nunca haviam reivindicado saíram de sua acomodação e foram pra rua. Considero isso essencialmente um ato positivo!
Claro que nesse movimento gigantesco as pautas não são claras, nem poderiam, tamanha a diversidade presente. O estopim parece ter sido a questão dos reajustes das tarifas de ônibus em várias cidades. Mas esse foi apenas o estopim para outros clamores, alguns mais consensuais, outros nem tanto. As esquerdas e as direitas tradicionais não captaram e não entenderam essas manifestações. Não entenderam até agora, eu diria. Elas ainda olham pra esse movimento com olhares do século passado. Não compreendem as redes, não compreendem as inúmeras ligações entre as pessoas, não entendem pessoas e causas conectadas. Separam o virtual do real – não compreendem que não existe essa separação.
Não entendem que a internet coloca as pessoas em contato direto, sem a necessidade de mediadores, e menos ainda dos mediadores tradicionais, como partidos e sindicatos.
As manifestações e os Anonymous
Logo nas primeiras duas manifestações pela redução da tarifa em São Paulo, ficou nítida a importante participação da internet e das fan pages Anonymous na mobilização e convocação.
Dos cinco sites que mais distribuíam informações e convocavam para os atos, além do site do Movimento Passe Livre ocupavam espaço central três fan pages Anonymous.
Nas manifestações seguintes o papel das páginas Anonymous foi ainda maior, praticamente se tornando as disseminadoras de informações sobre elas. A célula Anonymous Rio também teve um papel protagonista nas manifestações por lá. Aliás, os anons Rio têm participação anterior à esta onda, tendo mobilizado e participado nas manifestações por ocasião da remoção da Aldeia Maracanã e seguem mobilizando em oposição ao governador Sérgio Cabral. Também já organizaram protestos em frente à sede da Rede Globo em mais de uma ocasião.
Práticas estranhas aos anons
Não é de agora que células anons dirigem uma série de críticas a outras células anons, principalmente à Anonymous Br4sil e Anonymous BR, que volta e meia publicam posts com conteúdos homofóbicos, preconceituosos e de tonalidades tucanas (PSDB). Há quem diga que essas células são “controladas” pela juventude do PSDB, e seriam ligadas a um senador tucano. Verdade ou mentira, logo saberemos, pois as eleições se aproximam e veremos como se comportarão.
O fato é que vários anons que divergiram da forma como as coisas estavam sendo encaminhadas na Anonymous Br4sil acabaram sendo excluídos do gerenciamento da fan page.
Os anons excluídos relatam uma prática centralizada, autoritária e atitudes auto-promocionais. Como é sabido, no Anonymous não se deve buscar notoriedade, “aparecer” ou qualquer tipo de crédito ou mérito. Se age por uma causa que beneficie a quem esteja sendo oprimido, seja por uma empresa, uma organização, um governo. Assim tem sido a história do Anonymous.
Os vídeos Anonymous
Como o Anonymous não tem porta-vozes, não tem uma cara, se tornou sujeito à ocorrência de manipulações, tanto pela esquerda quanto pela direita. Qual o critério para saber se um vídeo tem de fato alguma relação com o Anonymous? Só tem um jeito: você conhecer a história, conhecer a Ideia.
Desconfie de vídeos sensacionalistas. O sensacionalismo não é uma característica dos anons. Desconfie de vídeos com um discurso senso-comum. O Anonymous busca exatamente tirar as pessoas do senso-comum. Desconfie de vídeos com discurso igual ao do PSDB ou igual ao do PT. Anons fazem críticas a estes dois partidos e seus governos, pois o compromisso do Anonymous é com os fatos, com a verdade, não importando se vai com isso comprar inimizades com partido ou governo A ou B.
Um dos vídeos que circulou muito durante as manifestações foi o chamado “As 5 causas”, que teve sua autoria negada por grupos anons. Leia aqui o desmentido em outro vídeo do Anonymous.
Estaremos acompanhando a evolução dessa importante disputa de rumos entre os anons brasileiros, torcendo para que prevaleça a prática que, historicamente, esteve ao lado dos oprimidos, dos injustiçados, se levantando e realizando ações em defesa dos povos em luta na África e Oriente Médio, no Occupy Wall Street, ao lado de Assange e do WikiLeaks, nos protestos contra o SOPA, PIPA e ACTA.
Fonte
Nerdices
Marcadores:
anonymous,
Brasil,
corrupção,
manifestação
sexta-feira, 5 de julho de 2013
A ditadura no Brasil acabou ? Nem todos sabem ainda..
Essa é a nossa policia,treinada para nós proteger.
Mau paga é verdade,mas para os verdadeiros policiais que vão atrás de ladrão,invés desses que da porrada gratuita em manifestantes, ainda tentar censura seu abuso de poder.NÃO ESTAMOS MAIS NA DITADURA!
Engana-se quem acha que isso é caso isolado,estive em algumas manifestações, e vi com meus próprios olhos,como a "coisa funciona".
Infelizmente tenho certeza que caso como esses aconteceram em todos estados do Brasil,principalmente nas atuais ocasiões, das quais estão ocorrendo recentes manifestações em "todo" o nosso país.
Felizmente imagens apagadas, não é significado de definitivo,também tem as imagens salvas por heróis anônimos que expõe tais brutalidades..
Por via das duvidas,fiz o download do vídeo,sabe como é..a ditadura ainda paira por muitos setores do Brasil(Por muitos,com os dedos,em todos)
Descrição do vídeo
Momento em policiais militares abordam manifestantes em posto de gasolina após o ataque do BME na Terceira Ponte para dispersar o protesto.
Como as imagens mostram, um dos integrantes do grupo de pesquisa Labic.Ufes e colaborador Ninja tem a câmera, que é equipamento público da UFES, retida pela polícia que vasculha (cenas finais) e apaga parte do material.
Pouco tempo depois, outro pesquisador (que acompanhava e fez parte dessas imagens) foi agredido, derrubado no chão e teve material apreendido.
Fonte
Ufeslabic via
Anonymous BR
quinta-feira, 27 de junho de 2013
Guy Fawkes e a Conspiração da Pólvora
Guy Fawkes nasceu em 1570 em Stonegate, Iorque . Ele era o segundo de quatro filhos de Edward Fawkes, um procurador e defensor do tribunal consistório em York, e sua esposa, Edith.
Os pais de Guy foram comungantes regulares da Igreja da Inglaterra , assim como o seu avós paternos, sua avó, nascida Ellen Harrington, era filha de um comerciante de destaque, que serviu como Lord Mayor de York , em 1536.
No entanto, a família da mãe de Guy eram católicos, e seu primo, Richard Carenagem, tornou-se um padre Jesuíta. Guy era um nome incomum na Inglaterra, mas pode ter sido popular em York por conta de um notável família local, Sir Guy Fairfax de Steeton.
A data do nascimento de Fawkes é desconhecida, mas ele foi batizado , na igreja de St. Michael le Belfrey em 16 de abril. Como a diferença habitual entre o nascimento e batismo era de três dias, ele provavelmente nasceu no dia 13 de abril. Em 1568, Edith tinha dado à luz uma filha, Anne, mas a criança morreu com cerca de sete semanas, em novembro daquele ano.
Ela deu à luz a mais dois filhos após Guy: Anne (nascida em 1572) e Elizabeth (nascida em 1575). Ambos se casaram, em 1599 e 1594, respectivamente.
Em 1579, quando Guy tinha oito anos, seu pai morreu. Sua mãe se casou novamente alguns anos mais tarde,na Igreja Católica Dionis Baynbrigge (ou Denis Bainbridge) de Scotton, Harrogate .
Fawkes pode ter se tornado católico através da tendências da família Baynbrigge, e também os ramos católicos das famílias dos Scotton, Pulleyn e Percy , mas também de seu tempo em St. Escola de São Pedro , em York. O governador da escola passou cerca de 20 anos na prisão por não-conformidade, e seu diretor, John Pulleyn, veio de uma família de Yorkshire , os Pulleyns de Blubberhouses . Em seu trabalho de 1915 Os Pulleynes de Yorkshire , autor Catharine Pullein sugeriu que a educação católica de Fawkes veio de seus parentes Harrington, que eram conhecidos por abrigar os sacerdotes, um dos quais mais tarde acompanhados Fawkes para a Flandres em 1592-1593. colegas de Fawkes incluídos John Wright e seu irmão Christopher (ambos mais tarde envolvido com Fawkes na Conspiração da Pólvora ) e Oswald Tesimond , Edward Oldcorne e Robert Middleton, que se tornaram sacerdotes (o último executado em 1601)
Em outubro 1591 Fawkes vendeu a propriedade em Clifton que tinha herdado de seu pai.
Ele viajou para lutar na guerra do lado da Espanha católica contra a nova República Holandesa, a partir de 1595 até a Paz de Vervins em 1598, na França.
Embora a Inglaterra não fosse tão engajados em operações terrestres contra a Espanha, os dois países estavam em guerra , e a Armada Espanhola de 1588 tinha apenas cinco anos no passado. Juntou-se Sir William Stanley , um católico Inglês e comandante veterano em meados dos anos cinquenta, que tinha levantado um exército na Irlanda para lutar na expedição de Leicester para a Holanda . Stanley tinha uma certa consideração por Elizabeth I , mas depois de sua rendição de Deventer para os espanhóis em 1587 ele, e a maioria de suas tropas, tinha mudado de lado para servir Espanha.
Fawkes tornou-se um Alférez oficial ou júnior, lutou bem no siege de Calais em 1596.
Naquele ano, ele viajou para a Espanha para buscar apoio para uma rebelião Católica na Inglaterra. Ele aproveitou a ocasião para adotar a versão italiana do seu nome, Guido, e em seu memorando descreveu James I como "herege", que pretende "ter toda a seita papista expulsos da Inglaterra." Ele denunciou a Escócia e do Rei favoritos entre os nobres escoceses, escrever "não vai ser possível conciliar estas duas nações, como são, por muito tempo".
Apesar de ter sido recebido com educação,na corte de Filipe III foi dispostos a oferecer-lhe "todo o apoio".
Em 1604 Fawkes envolveu-se com um pequeno grupo de Ingleses católicos, liderados por Robert Catesby , que planejava assassinar o rei protestante James e substituí-lo com sua filha, terceiro na linha de sucessão, Princesa Isabel .
Fawkes foi descrito pelo padre jesuíta e ex-colega de escola Oswald Tesimond como "agradável de abordagem e alegre de forma, opôs-se a brigas e conflitos ... leal aos seus amigos."
Tesimond também alegou que Fawkes era "um homem altamente qualificado em assuntos de guerra", e que era a mistura de piedade e profissionalismo que falá-lo para seus colegas conspiradores.
O autor Antonia Fraser Fawkes descreve como "um homem alto, corpulento homem, com cabelo grosso marrom-avermelhada, um bigode fluindo na tradição da época, e uma barba espessa marrom-avermelhada ", e que ele era" um homem de ação ... capaz de argumento inteligente, bem como resistência física, tanto para a surpresa de seus inimigos ".
Um dos conspiradores, Thomas Percy , foi promovido em junho de 1604, ganhando acesso a uma casa em Londres, que pertencia a John Whynniard, Keeper of Wardrobe do rei. Fawkes foi instalado como um zelador e começou a usar o pseudônimo de John Johnson, servo de Percy.
O relato contemporâneo do Ministério Público (retirado da confissão de Thomas Wintour) afirmou que os conspiradores tentaram cavar um túnel debaixo da casa de Whynniard ao Parlamento, embora esta história pode ter sido uma invenção do governo, nenhuma evidência para a existência de um túnel foi apresentado pelo Ministério Público, e nenhum traço jamais foi encontrado; próprio Fawkes não admitir a existência de um tal sistema até seu quinto interrogatório, mas mesmo assim ele não conseguiu localizar o túnel.
Se a história é verdadeira,não se sabe, no entanto, em 1604 os conspiradores foram ocupando o lugar a partir de sua casa alugada para a Câmara dos Lordes.
Durante o tunelamento, eles ouviram um barulho que chamou atenção.
Fawkes foi enviada para investigar, e voltou com a notícia de que a viúva do inquilino estava limpando o próximo quarto , diretamente abaixo da Câmara dos Lordes.
Os plotters comprou o contrato de arrendamento para o quarto, que também pertencia a John Whynniard. Inutilizados e imundo, ele foi considerado um esconderijo ideal para a pólvora que os conspiradores planejavam guardar.De acordo com Fawkes, 20 barris de pólvora foram trazidos em primeiro lugar, seguido por mais em 16 a 20 de julho.
Em 28 de julho no entanto, a ameaça sempre presente da peste atrasaram a abertura do Parlamento até Domingo, 5 de Novembro.
Em uma tentativa de ganhar apoio estrangeiro,em maio 1605 Fawkes viajou para o exterior e informou Hugh Owen do plano dos conspiradores.
É incerto quando Fawkes voltou para a Inglaterra, mas ele estava de volta a Londres no final de agosto de 1605, quando ele e Wintour descobriu que a pólvora armazenada na cripta(quarto) tinha deteriorado. Mais pólvora foi trazido para o quarto, juntamente com lenha para escondê-la.O último papel de Fawkes na trama foi resolvida durante uma série de reuniões, em outubro. Ele era para acender o pavio e, em seguida, fugir através da Tamisa. Simultaneamente, uma revolta em o Midlands iria ajudá-para garantir a captura da Princess Elizabeth. Atos de regicídio foi desaprovado, e Fawkes, portanto, dirigir-se ao continente, onde ele iria explicar às potências católicas seu dever sagrado para matar o rei e sua comitiva.
Alguns dos conspiradores estavam preocupados com os companheiros católicos que estaria presente no Parlamento durante a abertura.
Na noite de 26 de outubro de Lord Monteagle recebeu uma carta anônima advertindo-o a ficar longe,Apesar de rapidamente se tornando conscientes da letra informada por um dos servos de Monteagle , os conspiradores decidiram continuar com os seus planos, como apareceu que "foi claramente pensado para ser uma brincadeira".(Traidor)
Fawkes verificado a cripta em 30 de outubro, e informou que nada havia sido perturbado. suspeitas de Monteagle tinha sido despertada, no entanto, a carta foi mostrada a rei James. O rei ordenou Sir Thomas Knyvet para realizar uma pesquisa das caves debaixo do Parlamento, o que ele fez na madrugada de 5 de Novembro. Fawkes tinha tomado a sua estação de tarde na noite anterior, armado com um jogo lento e um relógio dado a ele por Percy "becaus ele deveria knowe Howe o tempo foi-se embora".
Ele foi encontrado deixando a adega, pouco depois da meia-noite , e preso. No interior, foram descobertos os barris de pólvora escondido sob pilhas de lenha e carvão.
Fawkes deu seu nome como John Johnson e foi interrogado pela primeira vez por membros do Privy Câmara do Rei, onde permaneceu desafiador. Quando perguntado por um dos senhores que ele estava fazendo na posse de tanta pólvora, Fawkes respondeu que sua intenção era "acabar com você Scotch mendigos de volta para suas montanhas nativas"
As feridas em seu corpo notada por seus interrogadores, ele explicou como os efeitos da pleurisia . Fawkes admitiu sua intenção de explodir a Câmara dos Lordes, e lamentou a sua incapacidade de fazê-lo. Fawkes foi transferido para a Torre de Londres . O Rei compôs uma lista de perguntas a fazer para "Johnson", como " quanto ao que ele é , porque eu nunca pode ainda ouvir de alguém que o conhece "," Quando e onde aprendeu a falar francês? " e "Se ele era um papista, que trouxe em cima dele?" O quarto em que Fawkes foi interrogado posteriormente ficou conhecido como Guy Fawkes Room.
A base de muita tortura,sua compostura foi quebrado em algum ponto durante o dia seguinte..
Ele começou a revelar seus nomes em 8 de novembro, e contou como tinham a intenção de colocar a princesa Elizabeth no trono. Sua terceiro confissão, em 9 de novembro, implicado Francis Tresham . Seguindo o enredo Ridolfi de 1571 prisioneiros foram feitos para ditar as suas confissões, antes de copiar e assiná-los, se eles ainda podia. A assinatura de Fawkes, pouco mais de um rabisco, dá testemunho do sofrimento que ele sofreu nas mãos de seus interrogadores.
O julgamento de oito dos conspiradores começou na segunda-feira 27 janeiro de 1606. Fawkes compartilhou a barca da torre de Westminster Hall , com sete de seus co-conspiradores.
O resultado nunca esteve em dúvida. O júri considerou todos os réus culpados, e o Lord Chefe da Justiça Sir John Popham proclamou-los culpados de alta traição .
O procurador-geral Sir Edward Coke disse ao tribunal que cada um dos condenados seriam atraídos para trás de sua morte, por um cavalo, com a cabeça perto do chão. Eles estavam a ser "condenados à morte a meio caminho entre o céu e a terra como indigno de ambos." Seus órgãos genitais seria cortado e queimado diante de seus olhos, e as suas entranhas e o coração retirado. Em seguida, serão decapitados, e as partes desmembradas de seu corpo exibido para que eles possam tornar-se "presa para as aves do céu".
Em 31 de janeiro de 1606, Fawkes e outros três, Thomas Wintour, Ambrose Rookwood e Robert Keyes foram arrastados da Torre em wattled obstáculos à jarda Antigo Palácio de Westminster, em frente ao prédio que havia tentado destruir. Seus colegas conspiradores foram enforcados e esquartejados . Fawkes foi o último a ficar sobre o cadafalso.
Ele pediu perdão do rei e do Estado, mantendo-se suas "cruzes e cerimônias ociosas", e auxiliado pelo carrasco começou a subir a escada para a forca. Embora enfraquecido pela tortura, Fawkes conseguiu saltar da forca, quebrando o pescoço na queda, evitando assim a agonia da última parte de sua execução. Seu corpo sem vida foi esquartejado, no entanto, e, como foi o costume, partes de seu corpo foram então distribuídos aos "quatro cantos do reino", a ser exibida como um aviso para outros possíveis traidores.
Fonte
Wikipédia
Os pais de Guy foram comungantes regulares da Igreja da Inglaterra , assim como o seu avós paternos, sua avó, nascida Ellen Harrington, era filha de um comerciante de destaque, que serviu como Lord Mayor de York , em 1536.
No entanto, a família da mãe de Guy eram católicos, e seu primo, Richard Carenagem, tornou-se um padre Jesuíta. Guy era um nome incomum na Inglaterra, mas pode ter sido popular em York por conta de um notável família local, Sir Guy Fairfax de Steeton.
A data do nascimento de Fawkes é desconhecida, mas ele foi batizado , na igreja de St. Michael le Belfrey em 16 de abril. Como a diferença habitual entre o nascimento e batismo era de três dias, ele provavelmente nasceu no dia 13 de abril. Em 1568, Edith tinha dado à luz uma filha, Anne, mas a criança morreu com cerca de sete semanas, em novembro daquele ano.
Ela deu à luz a mais dois filhos após Guy: Anne (nascida em 1572) e Elizabeth (nascida em 1575). Ambos se casaram, em 1599 e 1594, respectivamente.
Em 1579, quando Guy tinha oito anos, seu pai morreu. Sua mãe se casou novamente alguns anos mais tarde,na Igreja Católica Dionis Baynbrigge (ou Denis Bainbridge) de Scotton, Harrogate .
Fawkes pode ter se tornado católico através da tendências da família Baynbrigge, e também os ramos católicos das famílias dos Scotton, Pulleyn e Percy , mas também de seu tempo em St. Escola de São Pedro , em York. O governador da escola passou cerca de 20 anos na prisão por não-conformidade, e seu diretor, John Pulleyn, veio de uma família de Yorkshire , os Pulleyns de Blubberhouses . Em seu trabalho de 1915 Os Pulleynes de Yorkshire , autor Catharine Pullein sugeriu que a educação católica de Fawkes veio de seus parentes Harrington, que eram conhecidos por abrigar os sacerdotes, um dos quais mais tarde acompanhados Fawkes para a Flandres em 1592-1593. colegas de Fawkes incluídos John Wright e seu irmão Christopher (ambos mais tarde envolvido com Fawkes na Conspiração da Pólvora ) e Oswald Tesimond , Edward Oldcorne e Robert Middleton, que se tornaram sacerdotes (o último executado em 1601)
Em outubro 1591 Fawkes vendeu a propriedade em Clifton que tinha herdado de seu pai.
Ele viajou para lutar na guerra do lado da Espanha católica contra a nova República Holandesa, a partir de 1595 até a Paz de Vervins em 1598, na França.
Embora a Inglaterra não fosse tão engajados em operações terrestres contra a Espanha, os dois países estavam em guerra , e a Armada Espanhola de 1588 tinha apenas cinco anos no passado. Juntou-se Sir William Stanley , um católico Inglês e comandante veterano em meados dos anos cinquenta, que tinha levantado um exército na Irlanda para lutar na expedição de Leicester para a Holanda . Stanley tinha uma certa consideração por Elizabeth I , mas depois de sua rendição de Deventer para os espanhóis em 1587 ele, e a maioria de suas tropas, tinha mudado de lado para servir Espanha.
Fawkes tornou-se um Alférez oficial ou júnior, lutou bem no siege de Calais em 1596.
Naquele ano, ele viajou para a Espanha para buscar apoio para uma rebelião Católica na Inglaterra. Ele aproveitou a ocasião para adotar a versão italiana do seu nome, Guido, e em seu memorando descreveu James I como "herege", que pretende "ter toda a seita papista expulsos da Inglaterra." Ele denunciou a Escócia e do Rei favoritos entre os nobres escoceses, escrever "não vai ser possível conciliar estas duas nações, como são, por muito tempo".
Apesar de ter sido recebido com educação,na corte de Filipe III foi dispostos a oferecer-lhe "todo o apoio".
Em 1604 Fawkes envolveu-se com um pequeno grupo de Ingleses católicos, liderados por Robert Catesby , que planejava assassinar o rei protestante James e substituí-lo com sua filha, terceiro na linha de sucessão, Princesa Isabel .
Fawkes foi descrito pelo padre jesuíta e ex-colega de escola Oswald Tesimond como "agradável de abordagem e alegre de forma, opôs-se a brigas e conflitos ... leal aos seus amigos."
Tesimond também alegou que Fawkes era "um homem altamente qualificado em assuntos de guerra", e que era a mistura de piedade e profissionalismo que falá-lo para seus colegas conspiradores.
O autor Antonia Fraser Fawkes descreve como "um homem alto, corpulento homem, com cabelo grosso marrom-avermelhada, um bigode fluindo na tradição da época, e uma barba espessa marrom-avermelhada ", e que ele era" um homem de ação ... capaz de argumento inteligente, bem como resistência física, tanto para a surpresa de seus inimigos ".
Um dos conspiradores, Thomas Percy , foi promovido em junho de 1604, ganhando acesso a uma casa em Londres, que pertencia a John Whynniard, Keeper of Wardrobe do rei. Fawkes foi instalado como um zelador e começou a usar o pseudônimo de John Johnson, servo de Percy.
O relato contemporâneo do Ministério Público (retirado da confissão de Thomas Wintour) afirmou que os conspiradores tentaram cavar um túnel debaixo da casa de Whynniard ao Parlamento, embora esta história pode ter sido uma invenção do governo, nenhuma evidência para a existência de um túnel foi apresentado pelo Ministério Público, e nenhum traço jamais foi encontrado; próprio Fawkes não admitir a existência de um tal sistema até seu quinto interrogatório, mas mesmo assim ele não conseguiu localizar o túnel.
Se a história é verdadeira,não se sabe, no entanto, em 1604 os conspiradores foram ocupando o lugar a partir de sua casa alugada para a Câmara dos Lordes.
Durante o tunelamento, eles ouviram um barulho que chamou atenção.
Fawkes foi enviada para investigar, e voltou com a notícia de que a viúva do inquilino estava limpando o próximo quarto , diretamente abaixo da Câmara dos Lordes.
Os plotters comprou o contrato de arrendamento para o quarto, que também pertencia a John Whynniard. Inutilizados e imundo, ele foi considerado um esconderijo ideal para a pólvora que os conspiradores planejavam guardar.De acordo com Fawkes, 20 barris de pólvora foram trazidos em primeiro lugar, seguido por mais em 16 a 20 de julho.
Em 28 de julho no entanto, a ameaça sempre presente da peste atrasaram a abertura do Parlamento até Domingo, 5 de Novembro.
Em uma tentativa de ganhar apoio estrangeiro,em maio 1605 Fawkes viajou para o exterior e informou Hugh Owen do plano dos conspiradores.
É incerto quando Fawkes voltou para a Inglaterra, mas ele estava de volta a Londres no final de agosto de 1605, quando ele e Wintour descobriu que a pólvora armazenada na cripta(quarto) tinha deteriorado. Mais pólvora foi trazido para o quarto, juntamente com lenha para escondê-la.O último papel de Fawkes na trama foi resolvida durante uma série de reuniões, em outubro. Ele era para acender o pavio e, em seguida, fugir através da Tamisa. Simultaneamente, uma revolta em o Midlands iria ajudá-para garantir a captura da Princess Elizabeth. Atos de regicídio foi desaprovado, e Fawkes, portanto, dirigir-se ao continente, onde ele iria explicar às potências católicas seu dever sagrado para matar o rei e sua comitiva.
Alguns dos conspiradores estavam preocupados com os companheiros católicos que estaria presente no Parlamento durante a abertura.
Na noite de 26 de outubro de Lord Monteagle recebeu uma carta anônima advertindo-o a ficar longe,Apesar de rapidamente se tornando conscientes da letra informada por um dos servos de Monteagle , os conspiradores decidiram continuar com os seus planos, como apareceu que "foi claramente pensado para ser uma brincadeira".(Traidor)
Fawkes verificado a cripta em 30 de outubro, e informou que nada havia sido perturbado. suspeitas de Monteagle tinha sido despertada, no entanto, a carta foi mostrada a rei James. O rei ordenou Sir Thomas Knyvet para realizar uma pesquisa das caves debaixo do Parlamento, o que ele fez na madrugada de 5 de Novembro. Fawkes tinha tomado a sua estação de tarde na noite anterior, armado com um jogo lento e um relógio dado a ele por Percy "becaus ele deveria knowe Howe o tempo foi-se embora".
Ele foi encontrado deixando a adega, pouco depois da meia-noite , e preso. No interior, foram descobertos os barris de pólvora escondido sob pilhas de lenha e carvão.
Fawkes deu seu nome como John Johnson e foi interrogado pela primeira vez por membros do Privy Câmara do Rei, onde permaneceu desafiador. Quando perguntado por um dos senhores que ele estava fazendo na posse de tanta pólvora, Fawkes respondeu que sua intenção era "acabar com você Scotch mendigos de volta para suas montanhas nativas"
As feridas em seu corpo notada por seus interrogadores, ele explicou como os efeitos da pleurisia . Fawkes admitiu sua intenção de explodir a Câmara dos Lordes, e lamentou a sua incapacidade de fazê-lo. Fawkes foi transferido para a Torre de Londres . O Rei compôs uma lista de perguntas a fazer para "Johnson", como " quanto ao que ele é , porque eu nunca pode ainda ouvir de alguém que o conhece "," Quando e onde aprendeu a falar francês? " e "Se ele era um papista, que trouxe em cima dele?" O quarto em que Fawkes foi interrogado posteriormente ficou conhecido como Guy Fawkes Room.
A base de muita tortura,sua compostura foi quebrado em algum ponto durante o dia seguinte..
Ele começou a revelar seus nomes em 8 de novembro, e contou como tinham a intenção de colocar a princesa Elizabeth no trono. Sua terceiro confissão, em 9 de novembro, implicado Francis Tresham . Seguindo o enredo Ridolfi de 1571 prisioneiros foram feitos para ditar as suas confissões, antes de copiar e assiná-los, se eles ainda podia. A assinatura de Fawkes, pouco mais de um rabisco, dá testemunho do sofrimento que ele sofreu nas mãos de seus interrogadores.
O julgamento de oito dos conspiradores começou na segunda-feira 27 janeiro de 1606. Fawkes compartilhou a barca da torre de Westminster Hall , com sete de seus co-conspiradores.
O resultado nunca esteve em dúvida. O júri considerou todos os réus culpados, e o Lord Chefe da Justiça Sir John Popham proclamou-los culpados de alta traição .
O procurador-geral Sir Edward Coke disse ao tribunal que cada um dos condenados seriam atraídos para trás de sua morte, por um cavalo, com a cabeça perto do chão. Eles estavam a ser "condenados à morte a meio caminho entre o céu e a terra como indigno de ambos." Seus órgãos genitais seria cortado e queimado diante de seus olhos, e as suas entranhas e o coração retirado. Em seguida, serão decapitados, e as partes desmembradas de seu corpo exibido para que eles possam tornar-se "presa para as aves do céu".
Em 31 de janeiro de 1606, Fawkes e outros três, Thomas Wintour, Ambrose Rookwood e Robert Keyes foram arrastados da Torre em wattled obstáculos à jarda Antigo Palácio de Westminster, em frente ao prédio que havia tentado destruir. Seus colegas conspiradores foram enforcados e esquartejados . Fawkes foi o último a ficar sobre o cadafalso.
Ele pediu perdão do rei e do Estado, mantendo-se suas "cruzes e cerimônias ociosas", e auxiliado pelo carrasco começou a subir a escada para a forca. Embora enfraquecido pela tortura, Fawkes conseguiu saltar da forca, quebrando o pescoço na queda, evitando assim a agonia da última parte de sua execução. Seu corpo sem vida foi esquartejado, no entanto, e, como foi o costume, partes de seu corpo foram então distribuídos aos "quatro cantos do reino", a ser exibida como um aviso para outros possíveis traidores.
Fonte
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julgamento
quinta-feira, 6 de junho de 2013
domingo, 2 de junho de 2013
COMUNICADO
COMUNICADO IMPORTANTE
SE FOR LUTAR POR ALGO,FAÇA POR ALGO QUE VALA REALMENTE A PENA!
Nós somos Anonymous.
Nós somos uma Legião.
Nós não perdoamos.
Nós não esquecemos.
Nos aguarde..
segunda-feira, 8 de abril de 2013
Código IMEI
Porém, existe algo muito interessante que vcs devem conhecer e é a forma de se vingar do ladrão que te roubou.
Todos os celulares GSM (ou seja que tem chip) têm um registro de série único que em nenhum telefone a nivel mundial se repete e que se chama : Código IMEI.
As operadoras, como é lógico, não o tem registrado para te ajudar. Só os donos do aparelho podem ter acesso ao código. Para obtê-lo digitem : *#06#
Só isso e NÃO PRESSIONE "SEND".
Na tela aparecerá o código IMEI.
Anote-o e guarde-o em lugar seguro.
Se te roubarem o celular, chame a operadora e indique o código. O celular será bloqueado completamente e mesmo que o ladrão mude de cartão ou chip, não poderá ligá-lo.
Provavelmente não recuperes teu celular mas pelo menos vc terá a certeza de quem o tiver roubado não poderá utilizá-lo nunca. Se todos nós soubéssemos disto, o roubo de celulares diminuiria porque não tería sentido roubar um aparelho sem serventia.
Envia esta dica a todos teus amigos e conhecidos e vamos acabar com os roubos de celulares!!!
Fonte
Anonymous Brasil
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