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quinta-feira, 30 de abril de 2015
Túmulo de Vampiro Encontrado na Bulgária
Foi encontrado mais um esqueleto humano, do séc, XIII, com um objecto pontiagudo, de ferro, espetado no seu peito.
A descoberta foi feita por Nikolai Ovcharov, na Bulgária, que não tem dúvidas de se tratar de mais um ritual anti-vampiro, prática comum naquele país.
O arqueólogo, um dos mais consagrados do seu país, explicou que encontrou aquele esqueleto enquanto escavava as ruínas de Perperikon, uma cidade no sul da Bulgária, perto da Grécia.
Os restos humanos pertencem a um homem entre os 40 e 50 anos, que tem uma barra de ferro a perfurar o seu peito.
Para além disso, a perna esquerda também foi removida e deixada ao lado do esqueleto.
O objectivo, de todo o ritual, seria impedir que os cadáveres voltassem à vida e contaminassem novas pessoas, exactamente como começa o mito dos vampiros.
Para isso, a estaca de ferro era suficiente, mas a perna era removida para que os mortos-vivos não conseguissem andar.
A forma de morrer era geralmente trágica, por isso o espírito ia para o além inquieto, com assuntos por resolver, voltando depois à vida.
Neste caso, acredita-se que a causa da morte tenha sido suicídio o que explica todo o ritual.
A cidade de Perperikon pertencia à antiga Trácia, mas apenas foi descoberta há 20 anos.
Acredita-se que era o local onde estava o Templo de Dionísio e foram encontradas algumas sepulturas de vampiros.
Na Bulgária, têm-se descoberto alguns deste túmulos, quase todas cumprem o mesmo ritual apresentado.
Para Dimitar Nedez, Director do Museus Arqueológico de Sazopol, eram claras medidas de proteção contra o vampirismo.
Fonte
CM
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sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014
"Descoberto" cidade Submersa na China
Era uma vez, uma cidade antiga na China foi nomeada a cidade do leão porque fica no sopé da montanha Wu Shi (ou "Cinco Leão" Mountain).
A cidade, também conhecida como Shi Cheng, foi enterrado sob a água há 53 anos. Como a cidade perdida dos Incas de Machu Picchu foi 'redescoberta', esta cidade perdida subaquática que tinha sido fundada cerca de 1.300 anos atrás.
Lion City agora está localizado a cerca de 26-40 metros embaixo d´agua (Qiandao Lake).
Este vale ficou submerso quando a barragem foi construída em 1959.
A hidrelétrica do rio Xin tem 1.078 grandes ilhas pontilham o lago e alguns milhares de menores estão espalhados por toda ela.
As ilhas no lago cobrir cerca de 86 km ².
O lago ocupa uma área de 573 km ² e tem uma capacidade de armazenamento de 17,8 km ³.
Shi Cheng 'desafiou' a norma chinesa desde 5 portas e 5 torres foram construídas na cidade, em vez de 4.
A cidade de Lion City é aproximadamente do tamanho de 62 campos de futebol.
Arqueólogos internacionais e uma equipe de filmagem gravou a surpreendente conservação das "ruínas" perdidas.
Como seria normal com "aquela opinião formada sobre tudo"eu já estava preparado para reclamar como um povo poderia colocar as ruínas milenares de uma cidade embaixo da água.
Mas como de costume, diz uma folheada nas postagens do qual já tinham gente reclamando dessa barbaridade.
Mas tinham um descendente chinês respondendo as criticas,uma unica frase e meu pensamento ja´caiu por terra. Ele falou o seguinte - A china estava numa época de muita fome,uma hidrelétrica seria vital para muda isso,você acha que o povo iria proteger ruínas do qual atrapalharia uma das formas dele matar essa fome?!
Fonte
Love These Pics
A cidade, também conhecida como Shi Cheng, foi enterrado sob a água há 53 anos. Como a cidade perdida dos Incas de Machu Picchu foi 'redescoberta', esta cidade perdida subaquática que tinha sido fundada cerca de 1.300 anos atrás.
Lion City agora está localizado a cerca de 26-40 metros embaixo d´agua (Qiandao Lake).
Este vale ficou submerso quando a barragem foi construída em 1959.
A hidrelétrica do rio Xin tem 1.078 grandes ilhas pontilham o lago e alguns milhares de menores estão espalhados por toda ela.
As ilhas no lago cobrir cerca de 86 km ².
O lago ocupa uma área de 573 km ² e tem uma capacidade de armazenamento de 17,8 km ³.
Shi Cheng 'desafiou' a norma chinesa desde 5 portas e 5 torres foram construídas na cidade, em vez de 4.
A cidade de Lion City é aproximadamente do tamanho de 62 campos de futebol.
Arqueólogos internacionais e uma equipe de filmagem gravou a surpreendente conservação das "ruínas" perdidas.
Como seria normal com "aquela opinião formada sobre tudo"eu já estava preparado para reclamar como um povo poderia colocar as ruínas milenares de uma cidade embaixo da água.
Mas como de costume, diz uma folheada nas postagens do qual já tinham gente reclamando dessa barbaridade.
Mas tinham um descendente chinês respondendo as criticas,uma unica frase e meu pensamento ja´caiu por terra. Ele falou o seguinte - A china estava numa época de muita fome,uma hidrelétrica seria vital para muda isso,você acha que o povo iria proteger ruínas do qual atrapalharia uma das formas dele matar essa fome?!
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domingo, 11 de agosto de 2013
Hospital da era das Cruzadas é descoberto
Arqueólogos israelenses descobriram na velha Jerusalém uma estrutura de grandes dimensões que pertencia a um hospital do período das Cruzadas há cerca de mil anos, que era muito movimentado e abrigava até 2.000 pacientes.
É o que informa nesta segunda-feira em comunicado a Autoridade de Antiguidades de Israel (AAI, na sigla em inglês), que realizou as escavações e encontrou uma galeria de arcos, de até seis metros de altura, do período das Cruzadas (1099-1291 d.C.).
O edifício, propriedade do Waqf, a autoridade de bens inalienáveis islâmicos, está situada no coração do bairro cristão da cidadela antiga de Jerusalém, em uma área conhecida como Muristan. Há cerca de dez anos, o lugar era ocupado por um movimentado mercado de frutas e verduras, mas desde então tenha ficado em desuso.
De acordo com a pesquisa, a estrutura descoberta é apenas uma pequena parte do que foi o grande hospital que parece abranger uma área que compreende 1,5 hectare.
Sua arquitetura é caracterizada por vários pilares e abóbadas de mais de seis metros, o que sugere que foi uma ampla estadia composta por pilares, quartos e pequenas salas.
Os coordenadores da escavação, Renee Forestany e Amit Reem, pesquisaram documentos da época para conhecer a história do centro ambulatório.
"Aprendemos sobre o hospital por documentos históricos contemporâneos, a maior parte em latim", contam, e explicam que os textos mencionam a existência de um sofisticado hospital construído por uma ordem militar cristã denominada "Ordem de San Juan do Hospital em Jerusalém".
Seus integrantes prometeram cuidar e atender os peregrinos na Terra Santa, e quando fosse necessário somar-se aos combatentes cruzados como unidade de elite.
Assim como nos modernos hospitais, o edifício estava dividido em diferentes alas e departamentos segundo a natureza das doenças e condição dos pacientes, e em situações de emergência podia ter capacidade de tratar 2 mil pessoas.
Os integrantes da ordem atendiam homens e mulheres doentes de diferentes religiões e também acolhiam recém-nascidos abandonados pelos pais.
Os órfãos eram atendidos com grande dedicação e, quando adultos, passavam a integrar a ordem militar, diz o comunicado.
A AAI destaca, no entanto, que quanto à medicina e à higiene, os cruzados eram ignorantes, e como exemplo cita um depoimento da época relatando que um médico amputou a perna de um cavaleiro por uma pequena ferida infectada, levando o paciente à morte.
Grande parte do edifício desmoronou durante um terremoto em 1457 e suas ruínas ficaram sepultadas até o período Otomano. Na Idade Média, parte da estrutura foi usada como estábulo e foram encontrados ossos de cavalos e camelos.
Fonte
UOL
É o que informa nesta segunda-feira em comunicado a Autoridade de Antiguidades de Israel (AAI, na sigla em inglês), que realizou as escavações e encontrou uma galeria de arcos, de até seis metros de altura, do período das Cruzadas (1099-1291 d.C.).
O edifício, propriedade do Waqf, a autoridade de bens inalienáveis islâmicos, está situada no coração do bairro cristão da cidadela antiga de Jerusalém, em uma área conhecida como Muristan. Há cerca de dez anos, o lugar era ocupado por um movimentado mercado de frutas e verduras, mas desde então tenha ficado em desuso.
De acordo com a pesquisa, a estrutura descoberta é apenas uma pequena parte do que foi o grande hospital que parece abranger uma área que compreende 1,5 hectare.
Sua arquitetura é caracterizada por vários pilares e abóbadas de mais de seis metros, o que sugere que foi uma ampla estadia composta por pilares, quartos e pequenas salas.
Os coordenadores da escavação, Renee Forestany e Amit Reem, pesquisaram documentos da época para conhecer a história do centro ambulatório.
"Aprendemos sobre o hospital por documentos históricos contemporâneos, a maior parte em latim", contam, e explicam que os textos mencionam a existência de um sofisticado hospital construído por uma ordem militar cristã denominada "Ordem de San Juan do Hospital em Jerusalém".
Seus integrantes prometeram cuidar e atender os peregrinos na Terra Santa, e quando fosse necessário somar-se aos combatentes cruzados como unidade de elite.
Assim como nos modernos hospitais, o edifício estava dividido em diferentes alas e departamentos segundo a natureza das doenças e condição dos pacientes, e em situações de emergência podia ter capacidade de tratar 2 mil pessoas.
Os integrantes da ordem atendiam homens e mulheres doentes de diferentes religiões e também acolhiam recém-nascidos abandonados pelos pais.
Os órfãos eram atendidos com grande dedicação e, quando adultos, passavam a integrar a ordem militar, diz o comunicado.
A AAI destaca, no entanto, que quanto à medicina e à higiene, os cruzados eram ignorantes, e como exemplo cita um depoimento da época relatando que um médico amputou a perna de um cavaleiro por uma pequena ferida infectada, levando o paciente à morte.
Grande parte do edifício desmoronou durante um terremoto em 1457 e suas ruínas ficaram sepultadas até o período Otomano. Na Idade Média, parte da estrutura foi usada como estábulo e foram encontrados ossos de cavalos e camelos.
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UOL
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sexta-feira, 31 de maio de 2013
Grupo planeja reerguer universidade destruída há mais de 800 anos
A Universidade de Nalanda, na Índia, foi um centro de ensino importante muito antes de Oxford, Cambridge, e Bolonha a faculdade mais antiga da Europa.
Localizada no norte da Índia, Nalanda atraiu estudiosos de toda a Ásia, e sobreviveu durante cententas de anos, até ser destruída por invasores em 1193.A ideia de Nalanda como um centro internacional de ensino está agora sendo revivida por um grupo de autoridades e estudiosos liderados pelo ganhador do prêmio Nobel de economia Amartya Sen.
O grupo quer atrair estudantes e pesquisadores de todo o mundo, em especial nas áreas de humanas, economia, administração, integração asiática, desenvolvimento sustentável e línguas orientais.
Fundada por volta do século 5º, Nalanda já teve mais de 10 mil alunos, em sua maioria monges budistas, que saíam de China, Japão, Coreia e outros países asiáticos.
A universidade será reconstruída perto de uma antiga instituição budista no Estado indiano de Bihar.
Mas estabelecer uma universidade de nível superior em uma parte pobre e subdesenvolvida da Índia é uma tarefa difícil. Alguns críticos duvidam que uma universidade internacional possa prosperar na região.
"A localização de uma instituição acadêmica é muito importante", diz Philip Altbach, diretor do Centro para Educação Superior Internacional do Boston College, nos Estados Unidos. "Nalanda pode atrair grandes pensadores, mas acadêmicos gostam de lugares com infraestrutura."
Apesar dos problemas, Bihar é hoje o Estado que mais cresce na Índia, com uma expansão econômica de 12% em 2012.
E Amartya Sen, novo reitor da universidade, é destemido. "Nosso trabalho é estabelecer o currículo da universidade e fazê-la acontecer. Estamos só no começo. A antiga universidade levou 200 anos para chegar a um estado florescente. Não levaremos 200 anos, mas pelo menos algumas décadas."
Em 2006, Índia, China, Cingapura, Japão e Tailândia anunciaram o plano de revitalizar a universidade com base na antiga Nalanda. O projeto recebeu o apoio de países do Sudeste Asiático, Austrália, Nova Zelândia, Rússia e Estados Unidos.
Instalações provisórias já estão funcionando, e o departamento de pós-graduação já publicou convites para pesquisadores e acadêmicos de todo o mundo. As duas primeiras faculdades serão de História e Ecologia & Meio Ambiente, com a primeira turma no ano que vem.
Amartya Sen diz que haverá uma cooperação ativa com a escola de estudos florestais da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, com o departamento de história da Universidade Chulalongkorn, de Bangcoc, e com as Universidades de Seul, na Coreia do Sul, e de Pequim, na China.
Segundo Sen, a nova Nalanda será "asiática em termos de inspiração e motivação, mas não em termos de conhecimento, competência e envolvimento pessoal". A expectativa dele é de que, se tudo correr bem, a nova universidade seja capaz de fazer jus à boa reputação da antiga Nalanda, mesmo após um intervalo de mais de 800 anos.
Fonte
BBC
Localizada no norte da Índia, Nalanda atraiu estudiosos de toda a Ásia, e sobreviveu durante cententas de anos, até ser destruída por invasores em 1193.A ideia de Nalanda como um centro internacional de ensino está agora sendo revivida por um grupo de autoridades e estudiosos liderados pelo ganhador do prêmio Nobel de economia Amartya Sen.
O grupo quer atrair estudantes e pesquisadores de todo o mundo, em especial nas áreas de humanas, economia, administração, integração asiática, desenvolvimento sustentável e línguas orientais.
Fundada por volta do século 5º, Nalanda já teve mais de 10 mil alunos, em sua maioria monges budistas, que saíam de China, Japão, Coreia e outros países asiáticos.
A universidade será reconstruída perto de uma antiga instituição budista no Estado indiano de Bihar.
Mas estabelecer uma universidade de nível superior em uma parte pobre e subdesenvolvida da Índia é uma tarefa difícil. Alguns críticos duvidam que uma universidade internacional possa prosperar na região.
"A localização de uma instituição acadêmica é muito importante", diz Philip Altbach, diretor do Centro para Educação Superior Internacional do Boston College, nos Estados Unidos. "Nalanda pode atrair grandes pensadores, mas acadêmicos gostam de lugares com infraestrutura."
Apesar dos problemas, Bihar é hoje o Estado que mais cresce na Índia, com uma expansão econômica de 12% em 2012.
E Amartya Sen, novo reitor da universidade, é destemido. "Nosso trabalho é estabelecer o currículo da universidade e fazê-la acontecer. Estamos só no começo. A antiga universidade levou 200 anos para chegar a um estado florescente. Não levaremos 200 anos, mas pelo menos algumas décadas."
Em 2006, Índia, China, Cingapura, Japão e Tailândia anunciaram o plano de revitalizar a universidade com base na antiga Nalanda. O projeto recebeu o apoio de países do Sudeste Asiático, Austrália, Nova Zelândia, Rússia e Estados Unidos.
Instalações provisórias já estão funcionando, e o departamento de pós-graduação já publicou convites para pesquisadores e acadêmicos de todo o mundo. As duas primeiras faculdades serão de História e Ecologia & Meio Ambiente, com a primeira turma no ano que vem.
Amartya Sen diz que haverá uma cooperação ativa com a escola de estudos florestais da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, com o departamento de história da Universidade Chulalongkorn, de Bangcoc, e com as Universidades de Seul, na Coreia do Sul, e de Pequim, na China.
Segundo Sen, a nova Nalanda será "asiática em termos de inspiração e motivação, mas não em termos de conhecimento, competência e envolvimento pessoal". A expectativa dele é de que, se tudo correr bem, a nova universidade seja capaz de fazer jus à boa reputação da antiga Nalanda, mesmo após um intervalo de mais de 800 anos.
Fonte
BBC
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quarta-feira, 27 de março de 2013
Exposição sobre as cidades de Pompeia e Herculano no Museu Britânico
Relíquias de antiga Pompeia está em exposição no Museu Britânico.
A exposição apresenta 450 peças, algumas nunca visto fora da Itália.
A exposição capta o momento de famílias inteiras que foram queimadas vivas em Pompéia ... mas também revela quão depravado os romanos foram.
Uma família em seus últimos momentos.
O berço enegrecida onde os ossos de um bebê foram descobertos na cidade de Herculano
Uma pintura de um padeiro e sua esposa na cidade de Pompéia
Esta vítima foi descoberta perto de um esqueleto de uma mula
Uma estátua do deus Pã(sátiro) com uma cabra
Estas duas estátuas mostram um par de veados sendo atacado por uma matilha de cães
Afresco de Vênus e o Cupido encontrado nas ruínas de Pompéia
Estátua de um homem nu, carregando uma bandeja
Fonte
Daily Mail
A exposição apresenta 450 peças, algumas nunca visto fora da Itália.
A exposição capta o momento de famílias inteiras que foram queimadas vivas em Pompéia ... mas também revela quão depravado os romanos foram.
Uma família em seus últimos momentos.
O berço enegrecida onde os ossos de um bebê foram descobertos na cidade de Herculano
Uma pintura de um padeiro e sua esposa na cidade de Pompéia
Esta vítima foi descoberta perto de um esqueleto de uma mula
Uma estátua do deus Pã(sátiro) com uma cabra
Estas duas estátuas mostram um par de veados sendo atacado por uma matilha de cães
Afresco de Vênus e o Cupido encontrado nas ruínas de Pompéia
Estátua de um homem nu, carregando uma bandeja
Fonte
Daily Mail
quinta-feira, 15 de março de 2012
Templo de Hefesto
O Templo de Hefesto, no centro da Atenas antiga, na Grécia, é o templo grego antigo mais bem preservado do mundo, mas é bem mais desconhecido que seu vizinho, o Partenon. O templo também é chamado de Hephaesteum ou Hephaesteion. É às vezes chamado Theseion (em Grego: Θησείο, theseio), devido a uma crença, no tempo do Império Bizantino, de que os ossos do lendário herói Teseu estava enterrados lá; na verdade, os ossos que supostamente eram de Teseu foram enterrados no século V AC em outro local perto da Acrópoles de Atenas.
Diferente do Partenon, o Templo tem todas as suas colunas intactas e conserva muito de seu teto original. Suas decorações, contudo, desapareceram em décadas de pilhagens e roubos. O Templo deve muito de sua sobrevivência ao fato de ter sido convertido em uma Igreja Cristã, a Igreja de São Jorge, no século VII DC. O interior foi removido e substitído por estruras de igrejas cristãs.
Durante os séculos do Império Otomano na Grécia, o templo foi a principal igreja da Igreja Ortodoxa em Atenas.
Hoje o Templo é um sítio arqueológico e conserva uma cerca em sua volta. Mas os visitantes podem se aproximar bem mais perto do que do Partenon ou de outros locais gregos.
Hefesto, filho de Hera e Zeus (chamado de Vulcano em Roma), era o deus grego do fogo, dos metais e da metalurgia.
Fonte;
Wikipédia
Diferente do Partenon, o Templo tem todas as suas colunas intactas e conserva muito de seu teto original. Suas decorações, contudo, desapareceram em décadas de pilhagens e roubos. O Templo deve muito de sua sobrevivência ao fato de ter sido convertido em uma Igreja Cristã, a Igreja de São Jorge, no século VII DC. O interior foi removido e substitído por estruras de igrejas cristãs.
Durante os séculos do Império Otomano na Grécia, o templo foi a principal igreja da Igreja Ortodoxa em Atenas.
Hoje o Templo é um sítio arqueológico e conserva uma cerca em sua volta. Mas os visitantes podem se aproximar bem mais perto do que do Partenon ou de outros locais gregos.
Hefesto, filho de Hera e Zeus (chamado de Vulcano em Roma), era o deus grego do fogo, dos metais e da metalurgia.
Fonte;
Wikipédia
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
Palácio de Massada(Fortaleza)
Massada é um monte rochoso, de topo achatado, que se eleva a cerca de 520 metros acima do Mar Morto, a cerca de dois quilômetros e meio de sua margem ocidental. Esse topo apresenta uma forma ovalada, com cerca de 200 metros de comprimento por 60 metros de largura.
O cume era alcançado por apenas dois caminhos: o do lado oriental, era denominado de "Caminho da Cobra"", tinha uma extensão de cerca de seis quilómetros e meio e era tão estreito que quem o percoria tinha de colocar exatamente um pé à frente do outro; o outro, no lado ocidental, era guarnecido por um forte, a 450 metros de altura, no topo.
O rei Herodes, o Grande, aproveitou as características do local, naturalmente inexpugnável, para construir, na sua extremidade ocidental, um palácio, reforçando e ampliando a antiga fortaleza.
Quando os zelotas tomaram a fortaleza em 66, após eliminar uma coorte da Legio III Gallica ali estacionada, encontraram um bem sortido estoque de armas, bem como quantidade de ferro, bronze e chumbo para o fabrico de armas e munição. Os armazéns estavam completos com grãos, óleos, tâmaras e vinho; as hortas forneciam alimentos frescos; os canais, escavados na pedra de calcário, coletavam e conduziam as águas pluviais para grandes cisternas subterrâneas, com capacidade superior a 200 mil galões.Na Primavera de 73, a fortaleza encontrava-se ocupada por 960 zelotas, incluindo mulheres e crianças, sob o comando de Eleazar ben Yair. A guarnição vinha resistindo por dois anos a um assédio das legiões romanas, constituindo-se no último foco de resistência judaica.
Nesse momento, o governador romano, general Flavius Silva, reassumiu as operações militares no sul da Judéia. Em fim de março, à frente da Legio X Fretensis, marchou de Jerusalém para o Mar Morto.
As tropas tomaram posição diante de Masada, passando a construir oito acampamentos de campanha na planície do lado Oeste da elevação.Foi principada ainda uma muralha de circunvalação ao redor de Masada, com cerca de três metros de altura, que se estendia por mais de duas milhas de comprimento, amparada por fortes e torres.No lado Oeste, 137 metros abaixo do topo de Massada, e separado por um vale rochoso, havia um promontório chamado de Penhasco Branco. Os engenheiros militares romanos decidiram que, a partir desse promontório, seria construída uma única rampa para o topo do monte, iniciando-se a movimentação de terras.
A rampa assim construída, apresentava um gradiente de 1:3 e uma base de 210 metros. Em pouco tempo alvançou os 100 metros de altura e, em sua extremidade foi montada uma plataforma de 22 metros de altura por 22 de largura. Em seguida, uma torre de cerco de 28 metros de altura foi posicionada contra a muralha. Do seu alto, os artilheiros romanos faziam disparos com os escorpiões e balistas, enquanto que na sua base, um aríete golpeava a base da muralha.
Quando a muralha foi rompida, os legionários que penetraram pela brecha constataram a existência de uma segunda muralha, interna. Ao atacá-la, por sua vez, com o aríete, constatou-se que esta fora construída com vigas de madeira alternadas com pedra, técnica que absorvia os golpes de aríete. Desse modo, a 2 de Maio, promoveu-se o incêndio desta muralha, iniciando-se os preparativos para o assalto final no dia seguinte.Enquanto isso, na fortaleza, os zelotas acompanhavam os preparativos romanos, constatando a iminência do assalto romano. Durante a noite, decidiram que preferiam morrer a ser escravizados ou mortos pelos romanos. Sacrificaram assim as mulheres e crianças, e depois os próprios defensores, até que restaram apenas dez e o comandante Eleazar ben Yair. Tiraram sortes para ver qual deles sacrificaria os demais. Após cumprir a sua tarefa, o último homem ateou fogo ao palácio, e lançou-se sobre a própria espada, ao lado da família morta.
Na manhã do dia 3 de Maio, os legionários ultrapassaram a brecha aberta na muralha interna, encontrando a fortaleza em silêncio. Chamando os rebeldes à luta, apresentou-se uma anciã seguida por uma mulher jovem, parente de Eleazar, e cinco crianças pequenas, que haviam se escondido em um dos condutos de água subterrâneos.Os acampamentos, fortificações e rampa para ataques que circundam o monumento constituem, em nossos dias, o mais completo conjunto-testemunho de cerco romano.
Atualmente encontra-se aberto à visitação pública, com acesso pelo lado Sul, a partir da estrada de Bersheva. No local há estacionamento para veículos e um teleférico para acesso ao alto do monte. Para os mais aptos, a subida é gratuita pelo antigo "Caminho da Cobra", a primitiva trilha que percorre a encosta.
Fonte;
Wikipédia
O cume era alcançado por apenas dois caminhos: o do lado oriental, era denominado de "Caminho da Cobra"", tinha uma extensão de cerca de seis quilómetros e meio e era tão estreito que quem o percoria tinha de colocar exatamente um pé à frente do outro; o outro, no lado ocidental, era guarnecido por um forte, a 450 metros de altura, no topo.
O rei Herodes, o Grande, aproveitou as características do local, naturalmente inexpugnável, para construir, na sua extremidade ocidental, um palácio, reforçando e ampliando a antiga fortaleza.
Quando os zelotas tomaram a fortaleza em 66, após eliminar uma coorte da Legio III Gallica ali estacionada, encontraram um bem sortido estoque de armas, bem como quantidade de ferro, bronze e chumbo para o fabrico de armas e munição. Os armazéns estavam completos com grãos, óleos, tâmaras e vinho; as hortas forneciam alimentos frescos; os canais, escavados na pedra de calcário, coletavam e conduziam as águas pluviais para grandes cisternas subterrâneas, com capacidade superior a 200 mil galões.Na Primavera de 73, a fortaleza encontrava-se ocupada por 960 zelotas, incluindo mulheres e crianças, sob o comando de Eleazar ben Yair. A guarnição vinha resistindo por dois anos a um assédio das legiões romanas, constituindo-se no último foco de resistência judaica.
Nesse momento, o governador romano, general Flavius Silva, reassumiu as operações militares no sul da Judéia. Em fim de março, à frente da Legio X Fretensis, marchou de Jerusalém para o Mar Morto.
As tropas tomaram posição diante de Masada, passando a construir oito acampamentos de campanha na planície do lado Oeste da elevação.Foi principada ainda uma muralha de circunvalação ao redor de Masada, com cerca de três metros de altura, que se estendia por mais de duas milhas de comprimento, amparada por fortes e torres.No lado Oeste, 137 metros abaixo do topo de Massada, e separado por um vale rochoso, havia um promontório chamado de Penhasco Branco. Os engenheiros militares romanos decidiram que, a partir desse promontório, seria construída uma única rampa para o topo do monte, iniciando-se a movimentação de terras.
A rampa assim construída, apresentava um gradiente de 1:3 e uma base de 210 metros. Em pouco tempo alvançou os 100 metros de altura e, em sua extremidade foi montada uma plataforma de 22 metros de altura por 22 de largura. Em seguida, uma torre de cerco de 28 metros de altura foi posicionada contra a muralha. Do seu alto, os artilheiros romanos faziam disparos com os escorpiões e balistas, enquanto que na sua base, um aríete golpeava a base da muralha.
Quando a muralha foi rompida, os legionários que penetraram pela brecha constataram a existência de uma segunda muralha, interna. Ao atacá-la, por sua vez, com o aríete, constatou-se que esta fora construída com vigas de madeira alternadas com pedra, técnica que absorvia os golpes de aríete. Desse modo, a 2 de Maio, promoveu-se o incêndio desta muralha, iniciando-se os preparativos para o assalto final no dia seguinte.Enquanto isso, na fortaleza, os zelotas acompanhavam os preparativos romanos, constatando a iminência do assalto romano. Durante a noite, decidiram que preferiam morrer a ser escravizados ou mortos pelos romanos. Sacrificaram assim as mulheres e crianças, e depois os próprios defensores, até que restaram apenas dez e o comandante Eleazar ben Yair. Tiraram sortes para ver qual deles sacrificaria os demais. Após cumprir a sua tarefa, o último homem ateou fogo ao palácio, e lançou-se sobre a própria espada, ao lado da família morta.
Na manhã do dia 3 de Maio, os legionários ultrapassaram a brecha aberta na muralha interna, encontrando a fortaleza em silêncio. Chamando os rebeldes à luta, apresentou-se uma anciã seguida por uma mulher jovem, parente de Eleazar, e cinco crianças pequenas, que haviam se escondido em um dos condutos de água subterrâneos.Os acampamentos, fortificações e rampa para ataques que circundam o monumento constituem, em nossos dias, o mais completo conjunto-testemunho de cerco romano.
Atualmente encontra-se aberto à visitação pública, com acesso pelo lado Sul, a partir da estrada de Bersheva. No local há estacionamento para veículos e um teleférico para acesso ao alto do monte. Para os mais aptos, a subida é gratuita pelo antigo "Caminho da Cobra", a primitiva trilha que percorre a encosta.
Fonte;
Wikipédia
quinta-feira, 8 de dezembro de 2011
Encontrado 'casa de bruxa' do século 17
A casa foi descoberta perto de um reservatório no vilarejo de Barley. A construção tem uma sala fechada e, dentro de uma das paredes, foi encontrado o gato mumificado.Os historiadores afirmam que a casa pode ter pertencido a uma mulher acusada de bruxaria que vivia na região no século 17 e acredita-se que o gato tenha sido emparedado vivo para proteger os moradores da casa de maus espíritos.
Uma companhia de fornecimento de água, a United Utilities, levou os arqueólogos para o local, um procedimento de rotina da companhia antes de fazer obras de escavação em áreas que podem ter importância arqueológica.
"É como descobrir sua pequena Pompeia. Raramente temos a oportunidade de trabalhar em algo tão bem preservado", disse Frank Giecco, arqueólogo que descobriu a casa.
"Assim que começamos a cavar, encontramos o topo das portas e sabíamos que tínhamos em mãos algo especial", acrescentou.
A região de Lancashire teve muitos registros da presença de mulheres acusadas de bruxaria no século 17, principalmente na área de Pendle Hill, onde a casa foi encontrada.
Na época, distritos inteiros em algumas partes de Lancashire relatavam ocorrências de bruxaria, contra homens e animais, gerando uma onda de acusações contra muitas pessoas.Em 1612, 20 pessoas, entre elas 16 mulheres de várias idades, foram levadas a julgamento, a maioria delas acusada de bruxaria, em um episódio que ficou conhecido na região como o 'julgamento das bruxas de Pendle'.
Frank Giecco afirmou que a construção encontrada é um "microcosmo da ascensão e queda desta área, do tempo das 'bruxas de Pendle' até a era industrial. Há camadas de história bem na sua frente"."Não é com frequência que você encontra uma casa de contos de fada completa, incluindo o gato da bruxa", disse Carl Sanders, gerente de projeto da companhia.
"A construção está em ótimas condições, você pode andar por ela e ter um sentimento real de que está espiando o passado."
"Pendle Hill tem uma verdadeira aura, é difícil não ser afetado pelo lugar", afirmou Sanders.
"Mesmo antes de descobrirmos a construção, havia muitas piadas entre os funcionários sobre vassouras e gatos pretos. A descoberta realmente nos surpreendeu", disse.
"Em termos de importância, é como descobrir a tumba do (faraó egípcio) Tutancâmon", disse Simon Entwistle, especialista nas bruxas de Pendle.
"Daqui a alguns meses teremos os 400 anos dos julgamentos das bruxas de Pendle e aqui temos uma descoberta rara e incrível, bem no coração da região das bruxas."
"Gatos aparecem muito no folclore sobre bruxas. Quem quer que tenha dado este destino horrível a este gato, certamente estava buscando proteção de espíritos malignos", acrescentou.
Fonte;
BBC Brasil
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terça-feira, 14 de dezembro de 2010
Forte de Cabedelo
O Forte de Santa Catarina do Cabedelo, popularmente conhecido como Fortaleza de Santa Catarina, localiza-se sobre uma elevação arenosa ("cabedelo" = pequeno cabo) à margem direita da barra do rio Paraíba do Norte, atual município de Cabedelo, no litoral do estado da Paraíba, no Brasil.A sua primitiva estrutura é confundida ora com o Forte de São Filipe (1584), ora com o Forte de Nossa Senhora das Neves (1585), com a mesma função de defesa da barra do rio Paraíba do Norte e da povoação de Filipéia de Nossa Senhora das Neves (atual João Pessoa), na primitiva Capitania da Paraíba.
Em "taipa e area solta", esta primitiva estrutura foi arrasada durante o governo de André de Albuquerque por um ataque combinado de corsários francesas e indígenas (1591), foi reconstruído a partir do ano seguinte, em alvenaria de pedra e cal. Foi concluído em 1597 sob a invocação de Santa Catarina de Alexandria, padroeira da Capela do forte, e em homenagem a Dona Catarina de Portugal, Duquesa de Bragança. Nesse mesmo ano, uma esquadra de treze navios franceses desembarcou uma força de 350 homens, que atacaram o forte por terra. Durante a resistência ao assalto registrou-se a morte do comandante do forte, reassumindo o comando o Capitão João de Matos Cardoso.Reconstruído em 1618 pelo Engenheiro-mor e dirigente das obras de fortificação do Brasil Francisco de Frias da Mesquita (1603-34), auxiliou a defesa de terra contra um desembarque holandês comandado pelo Almirante Boudewign Hendrickszoon na altura da baía da Traição, em agosto de 1625. refere que esta estrutura foi levantada sob a invocação de São Luís (Forte de São Luís, Forte Novo da Paraíba) só sendo concluída em 1631-1632.
descreve as providências do Conde Maurício de Nassau (1604-1679), quando de sua visita em 1637, confiadas a Elias Herckmans, diretor da Paraíba:
"Fez Maurício restaurar na Paraíba o forte arruinado do Cabedelo ou de Santa Catarina e guarnecê-lo com um fosso mais largo e mais fundo e, por cima, com uma coiraça. Mudou-lhe Nassau o nome para o de Margarida, como se chama sua irmã.
Os neozelandeses perderam o controle da cidade de Frederica (Filipéia de Nossa Senhora das Neves) em 1645, ficando restritos à ocupação deste forte e do Forte de Santo Antônio. Quando da capitulação no Recife (1654), estes foram abandonados e reocupados por forças portuguesas comandadas pelo Coronel Francisco de Figueiroa.A reconstrução do forte foi ordenada pelas Cartas Régias de 28 de novembro de 1689 e de 29 de agosto de 1697, reiterada por ordens a esse respeito datadas de 28 de agosto de 1699. A planta inicialmente traçada pelo Sargento-mor Pedro Correia Rebello, foi mais tarde revisada e ampliada pelo Engenheiro Luiz Francisco Pimentel. Apresentava formato de um polígono irregular, com dois bastiões e quatro vértices. Tinha fosso com entrada pelo mar, dotado de contra-muralha até à ponte. A entrada fazia-se através de portada em arco pleno e colunas de pedra regular, encimada por brasão de armas.
Com as obras ainda incompletas em 1702, a Carta-Régia de 23 de maio de 1709 ordenou a construção de dois baluartes e duas cortinas, com cantaria vinda do reino como lastro de navios.
Durante a Revolução Pernambucana (1817), morto o seu comandante José de Mello Muniz, que aderira aos revoltosos, foi utilizada como presídio político, recebendo, entre outros, José Peregrino Xavier de Carvalho. Tomou parte na Confederação do Equador (1824).
O imóvel, de propriedade da União, encontra-se tombado pelo Serviço do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (SPHAN) desde 24 de maio de 1938.
Administrado pelo Governo do Estado da Paraíba, sofreu intervenção de restauro entre 1974 e 1978, de acordo com a planta do século XVIII, valorizando suas arcadas.
A partir de 1991 o imóvel passou a ser mantido pela Associação Artístico-Cultural de Cabedelo, sendo criada, a partir de 22 de dezembro de 1992 a Fundação Fortaleza de Santa Catarina, que atualmente o administra.
OBS;Neste forte foi celebrado o primeiro culto protestante da Paraíba, quando da conquista pelos neerlandeses, em janeiro de 1635.
Fonte;
Cabedelo
sábado, 5 de dezembro de 2009
Real Forte Do Príncipe Da Beira

O Real Forte do Príncipe da Beira, também conhecido como Fortaleza do Príncipe da Beira, localiza-se na margem direita do rio Guaporé, atual Guajará-Mirim, no município de Costa Marques, estado de Rondônia, no Brasil.
A primeira pedra foi lançada em 20 de Junho de 1776, reinado de D. Jose I, e o traçado deve-se ao Eng. Domingos Saboceti que faleceu de malária antes do término das obras, no reinado de D. Jose I como atesta placa na frontaria da entrada principal. Inaugurado em 20 de Agosto de 1783, situa-se na fronteira entre o Brasil e a Bolivia, o forte foi abandonado em 1889 tendo sido saqueado e invadido pela floresta. Em 1914 o Marechal Rondon redescobriu o forte. Atualmente esta protegido pela autoridade máxima Brasileira para o acervo patrimonial do país:

Em posição dominante na fronteira com a Bolívia, esta fortaleza é considerada uma das maiores edificadas pela Engenharia Militar portuguesa no Brasil Colonial, fruto da política pombalina de limites com a coroa espanhola na América do Sul, definida pelos tratados firmados entre as duas coroas entre 1750 e 1777.

Fonte;http://www.skyscrapercity.com,Parte do texto do Forista Arpels.
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sábado, 18 de julho de 2009
Engenho itapuá
Ruínas do engenho Itapuá,na margem do rio paraíba do norte município de são miguel de taipú/PB,simbolo de uma época rica no nordeste brasileiro movido pela lucrativa industria da cana de açúca,hoje o que resta são lembranças ruins e boas,movido por varias histórias contadas pelos os mais velhos,entre elas tem uma história em especial, a da igreja de nossa senhora das angústias que é uma santa local e de acordo com a "lenda"já foi uma jovem moradora da comunidade,se alguém deseja conto o resto dessa história...Uma coisa que eu não poderia deixa de falar,próximo a essas ruínas em 2004 encontrei uma moeda de ouro,que tenho até hoje data de 1699.
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