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quarta-feira, 18 de junho de 2014
Foi encontrado o túmulo de Drácula
Pesquisadores da Universidade de Tallinn (Estônia) acreditam que os restos mortais de Vlad III – “Vlad, o Empalador” -, o homem que inspirou a criação de Drácula, estão enterrados em uma igreja em Nápoles, na Itália. Para provar isso, no entanto, os pesquisadores precisam abrir esse túmulo – o que pode ser uma ideia extremamente péssima. Será que eles vão levar estacas de madeira e alho nessa empreitada?
Vlad III foi príncipe da Valáquia, uma província histórica da Romênia, três vezes. Ele viveu entre 1431 e 1476. Sua família nobre era parte da Ordem do Dragão, que estava envolvida na luta contra a expansão do Império Otomano na Europa.
Seu pai foi apelidado de Dracul, que significa “Dragão”, de forma que Vlad se tornou “Drácula”, ou “Filho do Dragão”. Já a filha de Drácula, Maria, foi levada para a corte napolitana, cuja família governante era aliada à sua, onde ela foi adotada e se casou com um nobre napolitano.
Depois de sua morte, o príncipe foi apelidado de “Vlad, o Empalador” devido à sua prática de empalar seus inimigos. O nome do conde vampiro Drácula do famoso livro de Bram Stoker, de 1897, foi inspirado em seu reinado.
No final de 1476, Vlad foi derrotado pelos otomanos. Alguns historiadores acreditam que ele foi morto, sua cabeça foi levada para Constantinopla e seu corpo enterrado em um mosteiro na Romênia.
No entanto, a arqueóloga Erika Stella diz ter descoberto evidências que sugerem que Vlad na verdade foi capturado e resgatado por sua filha.
Documentos mostram que Maria pagou um resgate para os turcos por Vlad, que foi então levado para Nápoles. A ideia da equipe de pesquisa é que o príncipe tenha falecido por lá e sido sepultado na igreja de Santa Maria La Nova, no mesmo lugar que sua filha e genro.
O colega de Erika, Raffaello Glinni, um estudioso da história medieval, aponta para um túmulo particular da igreja, do século 16, que tem símbolos que teriam sido usados pelo príncipe romeno.
Esses símbolos, incluindo um da Casa de Cárpatos da Transilvânia, são incongruentes com o túmulo de um nobre italiano. “Quando você olha para as esculturas em baixo-relevo, o simbolismo é óbvio.
O dragão significa Drácula e as duas esfinges opostas representam a cidade de Tebas, também conhecida como Tepes. Nestes símbolos, o próprio nome do Conde Drácula Tepes está escrito”.
O próximo passo da pesquisa é abrir o túmulo para buscar mais evidências dessa hipótese. Eles já pediram autorização oficial para tanto.
Fonte
Hypescience
DailyMail
quarta-feira, 27 de março de 2013
Exposição sobre as cidades de Pompeia e Herculano no Museu Britânico
Relíquias de antiga Pompeia está em exposição no Museu Britânico.
A exposição apresenta 450 peças, algumas nunca visto fora da Itália.
A exposição capta o momento de famílias inteiras que foram queimadas vivas em Pompéia ... mas também revela quão depravado os romanos foram.
Uma família em seus últimos momentos.
O berço enegrecida onde os ossos de um bebê foram descobertos na cidade de Herculano
Uma pintura de um padeiro e sua esposa na cidade de Pompéia
Esta vítima foi descoberta perto de um esqueleto de uma mula
Uma estátua do deus Pã(sátiro) com uma cabra
Estas duas estátuas mostram um par de veados sendo atacado por uma matilha de cães
Afresco de Vênus e o Cupido encontrado nas ruínas de Pompéia
Estátua de um homem nu, carregando uma bandeja
Fonte
Daily Mail
A exposição apresenta 450 peças, algumas nunca visto fora da Itália.
A exposição capta o momento de famílias inteiras que foram queimadas vivas em Pompéia ... mas também revela quão depravado os romanos foram.
Uma família em seus últimos momentos.
O berço enegrecida onde os ossos de um bebê foram descobertos na cidade de Herculano
Uma pintura de um padeiro e sua esposa na cidade de Pompéia
Esta vítima foi descoberta perto de um esqueleto de uma mula
Uma estátua do deus Pã(sátiro) com uma cabra
Estas duas estátuas mostram um par de veados sendo atacado por uma matilha de cães
Afresco de Vênus e o Cupido encontrado nas ruínas de Pompéia
Estátua de um homem nu, carregando uma bandeja
Fonte
Daily Mail
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Ossos encontrados podem ser da Mona Lisa
Arqueólogos italianos estão convencidos que já descobriram o segredo por trás da pintura mais famosa do mundo, a Mona Lisa, de Leonardo da Vinci.
Nesta terça-feira (17/07/12), historiadores anunciaram que encontraram uma ossada no convento de Santa Úrsula, em Florença, na Itália, que, supostamente, pode ser da modelo que posou para da Vinci durante a produção do quadro.
A pintura a óleo realizada sobre um painel de madeira, entre 1503 e 1506, representa, provavelmente, o busto, da florentina Lisa Gherardini (1479-1572), também conhecida como Lisa del Giocondo.
A identidade da modelo nunca foi estabelecida com segurança. Pesquisadores italianos especializados em esclarecer mistérios artísticos haviam afirmado em fevereiro de 2011 que Leonardo da Vinci havia usado uma garota como um modelo para a Mona Lisa.
Fonte;
G1
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arqueologia,
arte,
descoberta,
Itália,
Leonardo da Vinci
quarta-feira, 15 de junho de 2011
Soberania Nacional;caso Battisti
Assim como Lula decidiu pela não extradição de Battisti, no seu último dia de mandato.Nessa quarta(8/6/2011)o Supremo Tribunal Federal, decidiu que Cesare Battisti deve ser solto.(6 votos a 3)
Se vocês italianos queriam tanto o Battisti porque não pediram a extradição dele ao México ou a França onde ele passou longos período?porque esse barulho todo com o Brasil?esperaram o momento errado para exorciza os fantasma da década de 70 do seu pais, achando que iríamos curva a cabeça.
Ainda somos obrigados a escuta as pérolas vinda de representantes italianos como essa do Alfredo Mantica(subsecretário das Relações Exteriores da Itália)
“Esta libertação demonstra que o Brasil ainda não está pronto para entrar no círculo das grandes potências mundiais, e isto a Itália vai recordar em todas as oportunidades e fóruns internacionais”
“A libertação de Battisti demonstra como, no Brasil, a dependência entre o sistema judiciário e a política limita fortemente os padrões democráticos deste país emergente"
Não aceitamos ingerências de país nenhum,aqui é Brasil.Que circulo é esse,que nós fariam se arrepender de mantermos a nossa soberania?
Em que forma vital precisamos da "potência"itália?
tudo isso por causa de dolares?temos dimensões geográficas continentais,grande parte da maior floresta do Mundo, esta em nosso território.
Produzimos alimentos que abasteceria dois Brasil.
Temos a maior concentração de agua doce da terra, em forma liquida,mas mesmo assim se vocês querem ir por lado financeiro,somos a sétima maior economia do mundo!é nós mesmo os emergentes..
Estou pouco se lixando se vão boicota nossos produtos,se não virão para a Copa de 2014,vocês precisam muito mais de nós o emergentes,que nós de você potência.
Não pense que esquecemos do bandido Salvatore Cacciola não,é aquele mesmo que o governo italiano nos negou extradição,agora aprenda uma lição bem básica"tudo que vai volta"
Vão pedir ajuda as outras potências falidas da Europa,as coisas mudaram,nós não iremos mais baixa a cabeça e fazer cegamente o que nos pedem mais não,o nosso complexo de vira-lata acabou,agora somos Brasil o pais do futuro.
Manteremos até o fim a nossa Soberania,quem manda aqui somos nós brasileiros!
Fonte;
Devorador do Pecado(A.J.S)
Texto;Soberania Brasileira em risco.
sábado, 8 de janeiro de 2011
Mulher retratada no quadro Mona Lisa

Lisa Gherardini nasceu Florença, 15 de junho de 1479 também conhecida como Lisa del Giocondo, Lisa di Antonio Maria (ou Antonmaria) ou Mona Lisa era um membro da família Gherardini de Florença e da Toscana.
Florença era uma das maiores cidades da Europa, considerada rica e de economia desenvolvida. A vida, porém, não era 'idílica' a todos os seus habitantes, havendo grande disparidade em nível econômico e social. A família de Lisa era antiga e aristocrática, mas com o tempo havia perdido influência na cidade. Tinham uma vida confortável mas não eram ricos, vivendo de rendimentos agrícolas. Antonmaria di Noldo Gherardini, o pai dela, ficou viúvo de duas mulheres, Lisa di Giovanni Filippo de Carducci, com quem se casou em 1465, e Caterina Rucellai, com quem se uniu em 1473. As duas morreram de complicações de parto. A mãe de Lisa era sua terceira mulher, Lucrezia del Caccia, com quem se casou em 1476.
Lisa nasceu na Via Maggio, apesar de por muitos anos os historiadores pensarem que ela havia nascido numa das propriedades rurais da família em Villa Vignamaggio e recebeu o nome de Lisa, uma esposa de seu avô paterno. A mais velha de sete filhos, tinha três irmãs, uma delas chamada Ginevra, e três irmãos, Giovangualberto, Francesco e Noldo.
Em 5 de maio de 1495, Lisa casou-se com Francesco di Bartolomeo di Zanobi del Giocondo, um comerciante, tornando-se sua segunda esposa, com a idade de quinze anos.
O casamento deu a Lisa um status social mais elevado, já que a família do marido tinha mais posses que a dela; por outro lado, imagina-se que Francesco tenha se beneficiado por Lisa ter um nome de família antigo e tradicional.
O casal teve cinco filhos: Piero, Camilla, Andrea, Giocondo e Marietta, quatro deles entre 1496 e 1507. Lisa também criou Bartolomeo, o filho da primeira mulher de seu marido, que tinha um ano quando a mãe morreu.
Como outros florentinos de posses, a família de Francesco era amante e patrona das artes. Seu filho Bartolommeo pediu a Antonio di Donnino Mazzieri que pintasse um afresco no mausoléu da família na Basilica della Santissima Annunziata.

Francesco então encomendou uma pintura de São Francisco de Assis a Domenico Puligo e um retrato de sua mulher a Leonardo Da Vinci. Acredita-se que ele tenha feito a encomenda do quadro de Lisa para comemorar o nascimento de Andrea e a compra da nova casa da família.
Mona Lisa preenchia os requisitos morais dos séculos XV e XVI do retrato de uma mulher de virtudes. Ela é retratada como uma fiel mulher pelos gestos - com sua mão direita pousada sobre a esquerda. Da Vinci também a apresenta como uma mulher na moda e bem sucedida, talvez um pouco mais do que realmente era. Seu costume e o véu negro eram influenciados pela alta moda espanhola da época e não uma imagem de luto pela morte de sua primeira filha, como alguns estudiosos falaram. O retrato tinha os padrões de tamanho dos encomendados pelos bem sucedidos e patronos da época, sendo esta extravagância explicada como uma tentativa de ascensão social do casal.
Da Vinci não teve encomendas nem rendimentos durante a primavera de 1503, o que talvez explique seu interesse em fazer um retrato particular,mas no fim do ano, ele tentou adiar seu trabalho em Mona Lisa por ter recebido uma encomenda para pintar a A Batalha de Anghiari, que tinha um valor superior, e que foi contratado para entregar em fevereiro de 1505. Em 1506, ele considerou a pintura de Lisa inacabada,não recebeu o pagamento e nunca o entregou a seu cliente Francesco.Suas pinturas viajaram com ele por toda a vida e estima-se que a tenha completado finalmente por volta de 1516, na França.
Existem duas versões de estudiosos consideradas para a morte de Francesco e Lisa. Numa delas, ele morreu vitimado pela praga de 1538. Lisa adoeceu e foi levada por sua filha para Sant'Orsola, onde morreu quatro anos depois, em 1 de julho de 1542, com a idade de 63 anos. Outra, afirma que ele viveu até os oitenta anos, morrendo em 1539 e que Lisa deve ter vivido até 1551, quando tinha 71 ou 72 anos.Seus restos estariam enterrados no convento de Santa Úrsula.

Em 2005, um pesquisador-especialista da biblioteca da Universidade de Heidelberg, na Alemanha, descobriu uma anotação num canto de margem de um livro sobre Cícero, na coleção da livraria, que confirmava a visão tradicional de que Lisa era a retratada no quadro. Na anotação, datada de 1503, um oficial da chancelaria florentina, Agostino Vespucci, comparava Da Vinci ao grande pintor clássico Apeles e comentava que ele no momento pintava o retrato de Lisa del Giocondo, permitindo ligar a data à obra de arte com exatidão.
A pintura, oficialmente catalogada e anunciada pelo Museu do Louvre como Lisa Gherardini, esposa de Francesco del Giocondo,tem estado em custódia da França desde o século XVI, quando foi adquirida pelo rei Francisco I, um patrono das artes; após a Revolução Francesa, em 1789, ela tornou-se patrimônio do povo francês.
Fonte
Wikipédia
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Mona Lisa
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