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sábado, 21 de junho de 2014

Folclore Japonês - Kappa


Kappa é o nome de um youkai aquático do folclore japonês

Youkai  também escrito como Yōkai , é uma classe de criaturas sobrenaturais , que inclui o oni (ogro), a kitsune (raposa) e a Yuki-onna (mulher da neve).
Alguns são humanos com características de animais, ou o contrário, como o Kappa (criança do rio) e o Tengu (cães sagrados).
Um yōkai geralmente tem algum tipo de poder sobrenatural ou espiritual, e assim encontros com humanos tendem a ser perigosos. Um yōkai que tem a habilidade de se transformar é chamado de obake. O termo yōkai é ambíguo, e pode ser usado para designar todo tipo de monstro e criatura sobrenatural.


Kappa  pode ser tanto benéfico quanto maléfico um espírito anfíbio que quando plenamente desenvolvido, tem o tamanho de uma criança de dez anos e ele é hermafrodita.
Sua pele é escamosa e verde-amarelada; tem cara de macaco, costas de tartaruga; as mãos e os pés têm membranas, para nadar mais facilmente.
Talvez seu traço físico mais característico seja uma depressão em forma de pires no topo da cabeça, que deve sempre conter água, para que o kappa possa conservar seus poderes sobrenaturais e sua força extraordinária quando está em terra.


Vivem em rios,lagos,Lagoas, mas nunca hesitam em subir a terra firme em busca de sua presa. Tradicionalmente os contos retratam-nos como mal-intencionados, ávidos por sugar as entranhas de sua vítima e beber seu sangue.
Diz-se que adoram especialmente o fígado humano.
Mas também são representados como inteligentes e honrados.
Diz-se que a humanidade aprendeu a arte de curar fraturas de ossos com um kappa, que ofereceu esse conhecimento em troca do seu braço amputado em uma de suas aventuras de pilhagem.
Os braços e as pernas de um kappa, quando presos de novo ao corpo, ficam como novos em questão de dias.


O melhor método para subjugar um kappa é cumprimentá-lo muitas vezes, curvando a cabeça, como fazem os japoneses. Como é uma cortesia fora do comum, o kappa vai sentir-se obrigado a curvar a cabeça, em resposta.
Após vários cumprimentos com a cabeça, todo o líquido (que lhe dá poderes e força, fora da água) terá se derramado do topo de seu crânio e ele será forçado a voltar ao seu lar aquático. Outra estratégia para aplacar um kappa mal-intencionado é dar-lhe pepinos para comer, pois trata-se de seu alimento predileto. Diz-se que riscar o nome dos familiares na casca de pepinos e depois jogá-los dentro da água protege essas pessoa contra os kappas, que, ao aceitarem os pepinos para comer, ficam moralmente obrigados a não fazer mal a essas pessoas.

Desenhos/mangás/filmes que tem Kappa

Arakawa Under The Bridge
Touhou Project
Yu-Gi-Oh!
Hellboy: Sword of Storms
Harry Potter
Pokémon
Digimon
Harvest Moon
Naruto

Fonte
Wikipédia

quarta-feira, 18 de junho de 2014

Foi encontrado o túmulo de Drácula


Pesquisadores da Universidade de Tallinn (Estônia) acreditam que os restos mortais de Vlad III – “Vlad, o Empalador” -, o homem que inspirou a criação de Drácula, estão enterrados em uma igreja em Nápoles, na Itália. Para provar isso, no entanto, os pesquisadores precisam abrir esse túmulo – o que pode ser uma ideia extremamente péssima. Será que eles vão levar estacas de madeira e alho nessa empreitada?


Vlad III foi príncipe da Valáquia, uma província histórica da Romênia, três vezes. Ele viveu entre 1431 e 1476. Sua família nobre era parte da Ordem do Dragão, que estava envolvida na luta contra a expansão do Império Otomano na Europa.
Seu pai foi apelidado de Dracul, que significa “Dragão”, de forma que Vlad se tornou “Drácula”, ou “Filho do Dragão”. Já a filha de Drácula, Maria, foi levada para a corte napolitana, cuja família governante era aliada à sua, onde ela foi adotada e se casou com um nobre napolitano.
Depois de sua morte, o príncipe foi apelidado de “Vlad, o Empalador” devido à sua prática de empalar seus inimigos. O nome do conde vampiro Drácula do famoso livro de Bram Stoker, de 1897, foi inspirado em seu reinado.


No final de 1476, Vlad foi derrotado pelos otomanos. Alguns historiadores acreditam que ele foi morto, sua cabeça foi levada para Constantinopla e seu corpo enterrado em um mosteiro na Romênia.
No entanto, a arqueóloga Erika Stella diz ter descoberto evidências que sugerem que Vlad na verdade foi capturado e resgatado por sua filha.
Documentos mostram que Maria pagou um resgate para os turcos por Vlad, que foi então levado para Nápoles. A ideia da equipe de pesquisa é que o príncipe tenha falecido por lá e sido sepultado na igreja de Santa Maria La Nova, no mesmo lugar que sua filha e genro.


O colega de Erika, Raffaello Glinni, um estudioso da história medieval, aponta para um túmulo particular da igreja, do século 16, que tem símbolos que teriam sido usados pelo príncipe romeno.
Esses símbolos, incluindo um da Casa de Cárpatos da Transilvânia, são incongruentes com o túmulo de um nobre italiano. “Quando você olha para as esculturas em baixo-relevo, o simbolismo é óbvio.
O dragão significa Drácula e as duas esfinges opostas representam a cidade de Tebas, também conhecida como Tepes. Nestes símbolos, o próprio nome do Conde Drácula Tepes está escrito”.

O próximo passo da pesquisa é abrir o túmulo para buscar mais evidências dessa hipótese. Eles já pediram autorização oficial para tanto.

Fonte
Hypescience
DailyMail

domingo, 19 de janeiro de 2014

Janis Joplin

Hoje dia 19-01 é aniversario da uma das maiores cantoras de todos os tempos.

















domingo, 13 de janeiro de 2013

Vampiros sérvios

A Sérvia ocidental está em pânico. A população, com medo de vampiros, está literalmente esgotando o stock de alho das lojas! O problema foi a derrocada repentina de uma azenha abandonada no rio Rogacica, perto da aldeia de Zarozje, município de Bajina Basta.

O moinho pertencia em tempos a Sava Savanovic, um moleiro considerado vampiro, cujas vítimas eram as pessoas que vinham moer seus grãos. Savanovic morava há muito tempo no moinho mas agora que o seu refúgio ruiu, começaram a surgir rumores de que ele teria voltado à “caça”.
 O prefeito local, Miodrag Vujetic, reconheceu: "As pessoas estão assustadas: todo o mundo conhece a lenda desse vampiro.
A ideia de que ele agora ficou sem abrigo e busca um novo refúgio e novas vítimas provoca o terror dos habitantes. Todos temos medo". Ele acrescentou que “é fácil rir disso se não se vive aqui”, mas que nenhum dos habitantes locais tem dúvidas de que os vampiros existem.
O prefeito também confirmou que o conselho local aconselhou a todos a colocarem alho nas portas, porque os vampiros não aguentam o cheiro, e verificar se têm cruxifixos em todas as divisões de suas casas.
A existência de vampiros na Sérvia ocidental foi confirmada a dada altura: graças ao pedantismo dos burocratas austro-húngaros, as façanhas dos vampiros foram registadas documentalmente, conta o etnógrafo e historiador Vesna Marjanovic:
"Um dos vampiro era Saca Savanovic, que vivia em Zarozje (Sérvia ocidental). Já na aldeia de Kisilevo (no nordeste do país) viveu, no início do século XVIII, um outro vampiro, Petar Blagojevic.
Foi então que as autoridades austríacas, que efetuaram várias investigações exemplares de casos de mortes misteriosas, utilizaram pela primeira vez nas atas das investigações a palavra vampiro.
As atas foram publicadas e assim, através das fontes austríacas, essa palavra saltou da língua sérvia para o Ocidente".
Nesse contexto, as primeiras referências a vampiros não surgiram na Transilvânia, como se costuma pensar, mas sim no território das atuais Sérvia e Croácia.
Dados sobre vampiros estão contidos, nomeadamente, num édito de 1342 do czar sérvio Stefan Dusan, de acordo com o qual os sacerdotes eram proibidos de participar na exumação e queima dos cadáveres de pessoas suspeitas de vampirismo.
Assim, é mais correto considerar precisamente a Sérvia como a “pátria” dos vampiros. Felizmente, a tradição popular sérvia menciona vários métodos de proteção contra estes seres maléficos.
Tatjana Stojanovic, que defendeu a seu tempo a tese de fim de curso sobre o tema, aconselha: "Para se proteger dos vampiros é muito eficaz o uso do espinheiro-alvar ou de abrunheiro.
Também se pode recorrer às fórmulas mágicas mais comuns. Normalmente, as obscenidades e a linguagem grosseira.
Por exemplo, quando encontrar um vampiro (isso é bem conhecido dos moleiros, porque os vampiros na Sérvia habitam normalmente os moinhos), se deve insultar o seu joelho esquerdo, ou mandá-lo para a montanha ou para a água, desejando-lhe que ele encontre espinheiro-alvar pelo caminho.
Também os objetos benzidos ou a água benta podem ajudar contra os vampiros. Mas, de resto, realmente nada poderá livrar as pessoas de um vampiro enquanto ele não for destruído.
De que forma? Através dos filhos deles. O povo acredita que o vampiro pode regressar a casa e viver com a antiga esposa, a qual poderá dele engravidar.
Também as pessoas que tenham nascido num sábado, no dia dos mortos (na Sérvia o sábado é o dia dos mortos), podem destruir um vampiro.
Só tem de encontrar o caixão do vampiro e trespassá-lo com uma estaca de espinheiro-alvar".

Fonte
Voz da Rússia

domingo, 11 de novembro de 2012

Expressões populares


Do tempo da onça
A expressão é associada ao Sargento-Mor José Correia da Silva, chefe do policiamento militar no Recife (de 1787-1811), cujo apelido era Onça, por causa de sua coragem e comportamento violento. O apelido e a expressão também são associados ao governador do Rio de Janeiro Luís Vahia Monteiro, no período de 1725 a 1732. Este teria escrito ao rei D. João VI “Nesta terra todos roubam. Só eu não roubo”. A frase é usada quando nos referimos a um tempo ou práticas antigas e datadas.

Outros quinhentos
“Ah, isso já são outros quinhentos...” Essa frase é tão comum que parece uma gíria atual, mas sua origem conta mais de 500 anos... No século 13, na Península Ibérica, os fidalgos da elite que tivessem sofrido alguma injúria poderiam exigir a reparação do agressor em 500 soldos. Quem não pertencesse a essa hierarquia, deveria pedir apenas 300 soldos. Se houvesse uma nova agressão ou insulto verbal, uma nova multa deveriar ser cobrada. Ou seja: outros quinhentos. O sentido dado é algo como “uma coisa é uma coisa; outra coisa é outra coisa”.

Pentear macacos
“Vá pentear macacos!”. É o que se diz para alguém que está incomodando; como se fosse “vá chatear outra pessoa”. Trata-se da adaptação brasileira de um provérbio português que diz “mal grado haja a quem asno penteia”, cujo primeiro registro data de 1651. Nessa época, pentear ou escovar animais de carga, como burros e jumentos, não era uma tarefa bem vista, já que esse tipo de animal não precisava estar lustroso nem penteado para executar sua tarefa.

Casa da Mãe Joana
Joana (1326-1382) era rainha de Nápoles e condessa da Provença. Acusada de estar envolvida numa conspiração de assassinato de seu próprio marido Andrew, ela fugiu para Avignon (França). Lá, “colocou as manguinhas de fora” e resolveu mandar na cidade. Uma de suas ações foi regulamentar os bordéis, que ficaram conhecidos como “paços da Mãe Joana”. Aqui no Brasil, a expressão utilizada foi “casa da Mãe Joana”, ou seja: um lugar sem regras, desorganizado, onde todos têm liberdade para tudo.

Santo do pau oco
Pessoa que se faz de boazinha, mas no fundo não é nada boazinha. Nos séculos 18 e 19 os contrabandistas recheavam estátuas ocas de santos com ouro em pó, moedas e pedras preciosas. Os inofensivos esconderijos eram enviados para Portugal.

Sem eira nem beira
O indivíduo “sem eira nem beira”, é um pobretão sem posse nenhuma. Para começo de conversa: a eira é um terreno onde secam grãos ao ar livre; a beira é a beirada da eira que impede que o vento leve os grãos. No Nordeste brasileiro, a explicação é um tanto diferente. Antigamente, as casas dos ricos tinham um telhado triplo, composto de eira, beira e tribeira. Os pobres, sem condições de construírem tal estrutura, apenas faziam a tribeira, ficando “sem eira nem beira”.

Rabo entre as pernas
O sujeito que sai de um lugar com o rabo entre as pernas sai humilhado, de forma covarde. Aliás, a palavra covarde tem relação com o francês “coue” (atualmente “queue”), que quer dizer cauda, rabo ou rabudo. Resgata a imagem dos animais que baixam a cauda quando fogem.

Maria vai com as outras
Nome dado a pessoas que costumam mudar de opinião muito facilmente, conforme a opinião da maioria ou a conveniência. Câmara Cascudo explica a sua origem: “ Refere-se à sequência das 150 ave-marias no rosário, cada qual separada por um dos quinze padre-nossos. A uma Maria, seguem-se as demais.
Há uma outra história para explicar a origem desta expressão. Ela faz referência à Dona Maria I, rainha de Portugal no final do século 18. Conhecida como “A Piedosa”, por sua extrema devoção religiosa, e também com “A Louca”, por ter sido acometida por uma doença mental. Em razão da sua condição, vivia reclusa e só saía acompanhada de suas damas (“as outras” da frase).

Virar a casaca
Denomina o indivíduo que muda drasticamente de convicção. Como, por exemplo, o torcedor apaixonado de um time que, de repente, passa a torcer para outro. Mais uma vez, Câmara Cascudo elucida a frase: “Contam que Carlos Emanuel III de Savóia, (1701 - 1773), defendendo seu ameaçado patrimônio territorial, aliava-se aos franceses ou aos espanhóis, conforme a utilidade, usando alternadamente as cores nacionais desses países em sua casaca de gala”.

Dois bicudos não se beijam
Antigamente, no Nordeste brasileiro, bicudo era o valentão que carregava a sua inseparável bicuda, punhal ou faca afiada e longa. Dificilmente, dois valentões com bicudas iriam se dar bem por aí e, ainda mais, se beijar..

Expressões que você achava que conhecia

Todos devem conhecer a brincadeira do telefone sem fio, onde a primeira segreda no ouvido da outra uma frase qualquer. Daí essa vai fazer a mesma coisa com a seguinte e assim por diante. A graça é quando a última pessoa revela o que lhe foi passado ou o que ela entendeu. O resultado é sempre diferente da frase inicial e, muitas vezes, não faz sentido algum.
Muitos ditos populares ou provérbios sofreram do mesmo processo. As expressões que conhecemos parecem tão “normais” que nem desconfiamos que a forma original era um tanto quanto diferente...

Quem tem boca vai a Roma
Dá a entender que o sujeito que se comunica se vira bem em qualquer lugar, até em Roma. A frase original: “Quem tem boca vaia Roma”, do verbo vaiar mesmo.

Batatinha quando nasce, esparrama pelo chão
O versinho, que aprendemos quando crianças, evoca uma imagem bonitinha de uma batatinha quase se esborrachando no chão.
A frase original: “Batatinha quando nasce, espalha a rama pelo chão”. A rama é o conjunto de ramos de uma planta.

Cor de burro quando foge
Geralmente usamos a expressão para indicar uma cor indefinida, às vezes esdrúxula. A frase original: “Corro de burro quando foge”. O que, pensando bem, faz muito mais sentido, visto que os burros quando fogem apresentam a mesma cor de quando estão parados...

Cuspido e escarrado
“O seu filho é você, cuspido e escarrado”. A expressão, um tanto quanto escatológica, é usada quando queremos dizer que alguém é muito parecido com outra pessoa. A frase original: “Esculpido em carrara” (tipo de mármore da região italiana de Carrara). O significado revela que alguém parece tanto outra pessoa, que parece ter sido esculpida em mármore carrara. Pouco acostumada a esta palavra, a população associou-a à “escarrada”, enquanto o “esculpida” virou “cuspida”, o que parecia combinar bastante.

Fonte
E-Mail do meu ex-professor C****   Provavelmente via fonte
CASCUDO, Luis da Câmara. Superstições no Brasil. Belo Horizonte: Ed. Itatiaia, 1985.
CASCUDO, Luis da Câmara. Locuções tradicionais no Brasil. São Paulo: Global, 2004.

sexta-feira, 19 de outubro de 2012

Bulgária, a terra dos vampiros

Arqueólogos na Bulgária encontraram dois esqueletos datados da era medieval cujos peitos foram perfuradas com barras de ferro para impedir que os mortos supostamente se transformassem em vampiros.
A descoberta, segundo historiadores, ilustra uma prática pagã, comum em algumas aldeias búlgaras até um século atrás.
Pessoas consideradas más tinham seus corações esfaqueados após a morte, devido a temores de que eles regressariam ao mundo dos vivos para sorver o sangue de humanos. Descobertas arqueológicas semelhantes também foram feitas em outros países dos Bálcãs.

A Bulgária abriga cerca de cem áreas que serviram como locais em que pessoas tidas como vampiros foram enterradas.
Os pesquisadores encontraram os dois esqueletos, datados da Idade Média, na cidade de Sozopol, no Mar Negro. "Estes esqueletos atravessados com barras de ferro ilustram uma prática comum em alguns vilarejos búlgaros até a primeira década do século 20'', explicou Bozhidar Dimitrov, que comanda o Museu de História Natural da capital búlgara, Sofia.
De acordo com o historiador, as pessoas acreditavam que as barras de ferro manteriam os mortos presos às suas covas de modo a impedir que elas as deixassem à meia-noite para atormentar os vivos.

O arqueólogo Petar Balabanov, que descobriu em 2004 seis esqueletos atravessados por ''barras antivampiro'' na cidade de Debelt, no leste da Bulgária, afirmou que o ritual pagão foi também praticado na Sérvia e em outros países balcânicos.
Lendas ligadas a vampiros formam uma parte importante do folclore da região. A mais famosa é a que envolve o conde romeno Vlad, o Empalador, conhecido como Drácula, que empalava suas vítimas na guerra e bebia seu sangue.
O mito inspirou o lendário romance gótico de Bram Stocker, Drácula, publicado em 1897, e, desde então já inspirou uma série de adaptações para o cinema.

Fonte
BBC Brasil

quinta-feira, 7 de junho de 2012

Encontrado esqueletos de Vampiros


As pessoas acreditavam que a vara fixaria os mortos em seus túmulos e impediria de tornar-se vampiros.
Arqueólogos na Bulgária encontraram dois esqueletos medievais furadas no peito com barras de ferro para supostamente impedi-los de ser transformado em vampiros.

A descoberta ilustra uma prática pagã, comum em algumas aldeias, até um século atrás,de dizem os historiadores.
As pessoas consideradas más,teriam seus corações esfaqueado após a morte, por medo de que voltaria a fazer festa sobre o sangue dos seres humanos.
Similares sítios arqueológicos também foram descobertos em outros países balcânicos.
Bulgária é o lar de cerca de 100 conhecidos "esqueleto de vampiros" .
Esses dois espécimes foram encontrado em Sozopol,que é próximo ao Mar negro. Eles remonta à Idade Média.

"Estes esqueletos esfaqueado com varas ilustram uma prática que era comum em algumas aldeias búlgaras até a primeira década do século 20", explicou Bozhidar Dimitrov que dirige o Museu Histórico Nacional na capital búlgara, Sofia.

As pessoas acreditavam que a vara seria para fixar os mortos em seus túmulos para impedi-los de sair à meia-noite e aterroriza as pessoas, acrescentou o historiador.
Arqueólogo Petar Balabanov, que em 2004 descobriu seis esqueletos pregado para baixo em um local perto da cidade oriental de Debelt búlgaro, disse que o rito pagão também havia sido praticado na vizinha Sérvia e outros países dos Balcãs.
Lendas de vampiros são uma parte importante do folclore da região.
Os mitos diretamente inspirado romance de Bram Stoker horror gótico lendário, Drácula, que foi publicado pela primeira vez em 1897 e desde então foi transformada em numerosas versões cinematográficas.

Fonte;
BBC

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

O Navio Holandês Voador

Holandês Voador é um lendário navio-fantasma que supostamente vagará pelos mares até o fim dos tempos.

Em antigos documentos, pode-se encontrar registro de um navio real que zarpou de Amsterdã para Batavia (hoje Jakarta )em 1680 e foi alcançado por uma tormenta no Cabo da Boa Esperança. Como o capitão insistiu em dobrar o cabo, foi condenado a vagar para sempre pelos mares, atraindo outros navios e, por fim, causando sua destruição. Vários relatos sobre o tal navio foram considerados miragens, embora haja uma grande variedade de detalhes descritos pelas testemunhas.

Durante a segunda guerra mundial, o contra-almirante nazista Karl Donitz, oficial de alto escalão do exército alemão, reportou a Hitler que uma das suas tripulações mais rebeldes comunicou que não iria participar de uma viagem a Suez pois havia visto o Holandês Voador.
No ano de 1939, 100 nadadores que descansavam na Baía Falsa, na África do Sul, disseram ter avistado o Holandês Voador.
O futuro rei da Inglaterra Jorge V e sua tripulação de 12 homens em seu navio, o HMS Inconstant, avistaram o navio-fantasma no dia 11 de Julho de 1881 quando navegavam em torno da Austrália.A lenda diz que o capitão Cornelius Vanderdecken foi amaldiçoado e condenado a vagar pelos mares para sempre.
A lenda da embarcação-fantasma Holandês Voador é muito antiga e possui diversas versões. A mais conhecida é do século XVII e narra que o capitão do navio se chamava Bernard Fokke, o qual, em certa ocasião, teria insistido, a despeito dos protestos de sua tripulação, em atravessar o conhecido Estreito de Magalhães, na região do Cabo Horn, que vem a ser o ponto extremo sul do continente americano. Ora, a região, desde sua primeira travessia, realizada pela navegador português Fernão de Magalhães, é famosa por seu clima instável e sua geleiras, os quais tornam a navegação no local extremamente perigosa.
Ainda assim, Fokke conduziu seu navio pelo estreito, com suas funestas consequências, das quais ele teria escapado, ao que parece, fazendo um pacto com o Diabo, em uma aposta em um jogo de dados que o capitão venceu.
Desde então, o navio e seu capitão teriam sido amaldiçoados, condenados a navegar perpetuamente e causando o naufrágio de outras embarcações que porventura o avistassem.
O navio foi visto no Triângulo das Bermudas comandado pelo seu capitão fantasma Amos Dutchman. O marujo disse que o capitão tinha rosto de peixe e corpo de homem, assim como seus tripulantes. Logo após contar esse relato, o navegador morreu. Uns dizem que foi para o reino dos mortos; outros, que hoje navega com Dutchman no Holandês.

Existem lendas que surgiram no século XVIII sobre Davy Jones ser o capitão do Holândes voador, nessa lenda Davy Jones seria o capitão amaldiçoado do navio e estaria condenada a vagar para sempre no mar pela ninfa do Mar Calypso, podendo desembarcar por 1 dia a cada 10 anos.

Fonte;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Holandês_Voador
http://nl.wikipedia.org/wiki/De_Vliegende_Hollander_(spookschip)

domingo, 15 de maio de 2011

Lenda da princesa e do pastor no reino das Sete Cidades

(Lago "todo")
Os reis desta terra encantada tinham uma linda filha que não gostava de se sentir presa entre as muralhas do castelo e saía todos os dias para os campos. Adorava o verde e as flores, o canto dos pássaros, o mar no horizonte. Passeava-se pelas aldeias, pelos montes e pelos vales.
Durante um dos seus passeios pelos campos conheceu um pastor, filho de gente simples do campo que vinha do trabalho com os seus rebanhos. Conversaram quase toda uma tarde das coisas da vida, e viram que gostavam das mesmas coisas. Dessa conversa demorada veio a nascer o amor e passaram a encontrar-se todos os dias, jurando amores eternos.
No entanto a princesa já com o destino traçado pelos seus pais, tinha o casamento marcado com um príncipe de um reino vizinho.(Parte verde)
E quando o seu pai soube desses encontros com o pastor, tratou de os proibir, concedendo-lhe no entanto um encontro derradeiro para a despedida.
Quando os dois apaixonados se encontraram pela última vez, choraram tanto que junto aos seus pés aos poucos foram crescendo duas lagoas. Uma das lagoas, com águas de cor azul, nasceu das lágrimas derramadas pelos olhos também azuis da princesa. A outras, de cor verde, nasceu das lágrimas derramadas dos olhos também verdes do pastor.
Para o futuro ficou, reza a lenda, que se os dois apaixonados não puderam viver juntos para sempre, pelo menos as lagoas nascidas das suas lágrimas ficaram juntas para sempre, jamais se separando.(Parte azul)
Complemento;
A Caldeira das Sete Cidades é o maior lago de água doce dos Açores, ocupando uma área de 4,35 km quadrados na parte oeste da ilha de São Miguel. A lagoa das Sete Cidades é um duplo lago composto pelas lagoas Verde e Azul, ligadas por canal pouco profundo atravessado por uma ponte baixa sobre a qual passa a estrada de acesso à freguesia das Sete Cidades.
O comprimento máximo do lago, no sentido norte-sul, é de 4,2 km, por uma largura de 2,0 km. A profundidade máxima é de 33 m. Existem muitas lendas sobre estas duas lagoas, incluindo a da princesa e do pastor. Foi considerada no dia 11 de Setembro de 2010 como uma das Sete Maravilhas de Portugal.

Fonte;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Caldeira_das_Sete_Cidades
http://pt.wikipedia.org/wiki/Lenda_da_princesa_e_do_pastor_no_reino_das_Sete_Cidades

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Os Primeiros Vampiros/Aset ka


A Ordem de Aset Ka é uma sociedade espiritual e instituição ocultista cujos seguidores acreditam que as origens remontam ao Antigo Egito. Responsável por manter a tradição Asetiana, é a principal referência relativamente a conhecimento vampírico e a mais influente ordem de vampiros de extrema repercussão internacional. Tendo uma das suas sedes na cidade do Porto, em Portugal, a influência da Aset Ka é mais demarcada no panorama oculto Europeu, onde é reconhecida principalmente pelos seus trabalhos publicados com temas relacionados ao vampirismo.

O livro central relativo à tradição vampírica é a Asetian Bible, a Bíblia Asetiana, cuja versão de acesso público foi publicada em 2007 pela Aset Ka e escrita por Luis Marques, um autor de origem Portuguesa reconhecido internacionalmente como especialista em simbologia antiga, mitologia e religião. O texto explora toda a componente filosófica e espiritual da tradição Asetiana, bem como as suas práticas metafísicas e rituais religiosos de origem Egípcia, com grande influência do simbolismo milenar do Médio Oriente. Toda a cultura vampírica é assim analisada ao pormenor, bem como a evolução do arquétipo vampírico desde os tempos antigos até aos modernos e onde a influência do simbolismo vampírico é explorado na forma como influênciou a sociedade ao longo dos tempos.
A tradição Asetiana, com origem no Antigo Egito, é habitualmente vista como a religião dos vampiros,Os Asetianos acreditam ser os primeiros seres vampíricos. Segundo a mitologia, eles são os descendentes de Aset, uma divindade Egípcia cuja história e arquétipo remontam ao Pré-Dinástico, e cuja desenvolvimento e evolução teológicos aconteceram ao longo das diversas Dinastias até às eras mais tardias. Aset é o nome em Egípcio para Isis, designação Grega para esta divindade antiga.
A Marca Negra dos vampiros, refere-se a uma tatuagem gravada no pulso esquerdo do vampiro Asetiano. Este símbolo trata-se de um sigilo mágico de origem muito antiga, e cujos verdadeiros poderes são até hoje desconhecidos
A estrutura hierárquica da Ordem de Aset Ka não é totalmente conhecida de fora do seu sistema iniciático, sabendo-se apenas que é baseada num rígido sistema tendo como valores centrais a lealdade, dedicação, honra e conhecimento. Contudo, os Asetianos dividem-se em três linhagens distintas, que representam os três tipos de vampiros Asetianos que se tem conhecimento e, segundo os seus textos, reflectem muito mais do que apenas um arquétipo espiritual ou emocional, mas uma profunda condição da alma inerente ao ser vampírico.

Serpente, A Linhagem dos Viperines

Escorpião, A Linhagem dos Guardians

Escaravelho, A Linhagem dos Concubines

Fonte;http://pt.wikipedia.org/wiki/Aset_Ka

sábado, 26 de dezembro de 2009

A lenda do monge e do escorpião


Monge e discípulos iam por uma estrada e, quando passavam por uma ponte, viram um escorpião sendo arrastado pelas águas.
O monge correu pela margem do rio, meteu-se na água e tomou o bichinho na mão. Quando o trazia para fora, o bichinho o picou e, devido à dor, o homem deixou-o cair novamente no rio.
Foi então a margem tomou um ramo de árvore, adiantou-se outra vez a correr pela margem, entrou no rio, colheu o escorpião e o salvou.

Voltou o monge e juntou-se aos discípulos na estrada.
Eles haviam assistido à cena e o receberam perplexos e penalizados.
"Mestre, deve estar doendo muito! Porque foi salvar esse bicho ruim e venenoso? Que se afogasse! Seria um a menos! Veja como ele respondeu à sua ajuda! Picou a mão que o salvara! Não merecia sua compaixão!"

O monge ouviu tranqüilamente os comentários e respondeu:
"Ele agiu conforme sua natureza, e eu de acordo com a minha."

Fonte;F 8123948449497253542

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Lilith

Lilith (לילית em hebraico) é referida na Cabala como a primeira mulher do bíblico Adão, sendo que em uma passagem (Patai81:455f) ela é acusada de ser a serpente que levou Eva a comer o fruto proibido. No folclore popular hebreu medieval, ela é tida como a primeira esposa de Adão, que o abandonou, partindo do Jardim do Éden por causa de uma disputa sobre igualdade dos sexos, chegando depois a ser descrita como um demônio.
De acordo com certas interpretações da criação humana em Gênesis, no Antigo Testamento, reconhecendo que havia sido criada por Deus com a mesma matéria prima, Lilith rebelou-se, recusando-se a ficar sempre em baixo durante as suas relações sexuais. Na modernidade, isso levou a popularização da noção de que Lilith foi a primeira mulher a rebelar-se contra o sistema patriarcal.Assim dizia Lilith: ‘‘Por que devo deitar-me embaixo de ti? Por que devo abrir-me sob teu corpo? Por que ser dominada por ti? Contudo, eu também fui feita de pó e por isso sou tua igual.’’ Quando reclamou de sua condição a Deus, ele retrucou que essa era a ordem natural, o domínio do homem sobre a mulher, dessa forma abandonou o Éden.
Três anjos foram enviados em seu encalço, porém ela se recusou a voltar. Juntou-se aos anjos caídos onde se casou com Samael que tentou Eva ao passo que Lilith Tentou a Adão os fazendo cometer adultério. Desde então o homem foi expulso do paraíso e Lilith tentaria destruir a humanidade, filhos do adultério de Adão com Eva, pois mesmo abandonando seu marido ela não aceitava sua segunda mulher. Ela então perseguiria os homens, principalmente os adúlteros, crianças e recém casados para se vingar.
Após os hebreus terem deixado a Babilônia Lilith perdeu aos poucos sua representatividade e foi limada do velho testamento. Eva é criada no sexto dia, e depois da solidão de Adão ela é criada novamente, sendo a primeira criação referente na verdade a Lilith no Gênesis.
No período medieval ela era ainda muito citada entre as superstições de camponeses, como deixar um amuleto com o nome dos 3 anjos que a perseguiram para fora do Éden, Sanvi, Sansavi e Samangelaf para que ela não o matasse, assim como acordar o marido que sorrisse durante o sono, pois ele estaria sendo seduzido por Lilith.
A imagem de Lilith, sob o nome Lilitu, apareceu primeiramente representando uma categoria de demônios ou espíritos de ventos e tormentas na Suméria por volta de 3000 A.E.C. Muitos estudiosos atribuem a origem do nome fonético Lilith por volta de 700 A.E.C.
Ela é também associada a um demônio feminino da noite que originou na antiga Mesopotâmia. Era associada ao vento e, pensava-se, por isso, que ela era portadora de mal-estares, doenças e mesmo da morte. Porém algumas vezes ela se utilizaria da água como uma espécie de portal para o seu mundo. Também nas escrituras hebraicas (Talmud e Midrash) ela é referida como uma espécie de demônio.
Talvez dada a sua longa associação à noite, surge sem quaisquer precedentes a denominação screech owl, ou seja, como coruja, na famosa tradução inglesa da bíblia, na Bíblia KJV ou King James Version. Ali está escrito, em Isaías 34:14 que ... the screech owl also shall rest there. É preciso salientar, comparativamente, que na renomada versão em língua portuguesa da bíblia, isto é, na tradução de João Ferreira de Almeida, esta passagem relata que ... os animais noturnos ali pousarão, não havendo menção da coruja[1], como é freqüentemente, muito embora erroneamente, citado no Brasil (tratando-se de um claro exemplo da forte influência da cultura anglo-saxã no mundo lusófono atual).
Na Suméria e na Babilônia ela ao mesmo tempo que era cultuada era identificada com os demônios e espíritos malignos. Seu símbolo era a lua, pois assim como a lua ela seria uma deusa de fases boas e ruins. Alguns estudiosos assimilam ela a várias deusas da fertilidade, assim como deusas cruéis devido ao sincretismo com outras culturas. A imagem mais conhecida que temos dela é a imagem que nos foi dada pela cultura hebraica, uma vez que esse povo foi aprisionado e reduzido à servidão na Babilônia, onde Lilith era cultuada, é bem provável que viam Lilith como um símbolo de algo negativo. Vemos assim a transformação de Lilith no modelo hebraico de demônio. Assim surgiu as lendas vampíricas, Lilith tinha 100 filhos por dia, súcubus quando mulheres e íncubus quando homens, ou simplesmente lilims. Eles se alimentavam da energia desprendida no ato sexual e de sangue humano. Também podiam manipular os sonhos humanos, seriam os geradores das poluções noturnas. Mas uma vez possuído por um súcubus dificilmente um homem saía com vida.
Há certas particularidades interessantes nos ataques de Lilith, como o aberto esmagador sobre o peito, uma vingança por ter sido obrigada a ficar por baixo de Adão, e sua habilidade de cortar o pênis com a vagina segundo os relatos católicos medievais. Ao mesmo tempo que ela representa a liberdade sexual feminina, também representa a castração masculina.
Pensa-se que o Relevo Burney (ver alusões à coruja na reprodução do Relevo de Burney, nesta página), um relevo sumério, represente Lilith; muitos acreditam também que há uma relação entre Lilith e Inanna, deusa suméria da guerra e do prazer sexual.
Algumas vezes Lilith é associada com a deusa grega Hécate, "A mulher escarlate", um demônio que guarda as portas do inferno montada em um enorme cão de três cabeças, Cérbero. Hécate, assim como Lilith, representa na cultura grega a vida noturna e a rebeldia da mulher sobre o homem.

Quadro Lilith de John Collier, pintada em 1892

Nos dois últimos séculos a imagem de Lilith começou a passar por uma notável transformação em certos círculos intelectuais seculares europeus, por exemplo, na literatura e nas artes, quando os românticos passaram a se ater mais a imagem sensual e sedutora de Lilith .

3 perguntas básicas;

quem não cometeria adultério com lilith?

o que seria na verdade o fruto proibido?

Quem não deixaria Lilith ficar por cima,se mantendo o ativo?

você não comeria a "maça"?

Fonte;http://pt.wikipedia.org/

domingo, 26 de julho de 2009

Ilha de Avalon,Possivel tumúlo do Rei Athur



Glastonbury é uma pequena cidade situada no sudoeste da Inglaterra, aproximadamente a 150km de Londres em Somerset, sendo um ponto de peregrinação importante no Ocidente desde a Idade Média, é o local onde se encontra enterrado santos que ali haviam vivido, como San Patrício, San David, San Dunstan, San Benedictus e Santa Brígida. Suas coordenadas geográficas coincidem precisamente com o meridiano norte-sul que passa pela capela de Rosslyn. Essa linha longitudinal chamada de Linha Rosa é o marco tradicional da ilha de Avalon, do rei Arthur, e é considerada o pilar central da geometria sagrada da Grã Bretanha.




Pesquisas arqueológicas atestam que os campos de Glastonbury há milhares de anos, foram pântanos drenados, ou seja, a cidade já foi uma ilha, o que reforça sua proximidade com as lendas de Avalon também chamada de "Ynis Vitrin" ou Ilha de Vidro. O nome Avalon tem origem no semi-deus celta Avalloc. Os Celtas a consideravam uma passagem para outro nível de existência.



Segundo pesquisadores, Avalon ainda pertencia ao mundo, a comunidade de lá convivia pacificamente com os cristãos, que ali chegaram pedindo abrigo. Foram acolhidos com a condição de que não interferissem nos cultos e nas tradições antigas. Diz-se que padre José de Arimatéia levou o cálice Graal contendo o sangue de Jesus para a ilha de Avalon (Glastonbury com seus pântanos atualmente drenados).



Giraldus Cambrensis, um galês de ascendência parcialmente normanda, escreveu entre 1193 e 1199, a obra De Principis Instructione, onde relata que Arthur teria sido um benfeitor da abadia e que teria sido enterrado nela, já que seu corpo fora encontrado em 1190.




Por ordem de Hnrique II, os monges de Glastonbury iniciaram a busca do túmulo. Pouco ou nada se conseguiu descobrir, acabando por haver um incêndio na Abadia em 1184, que a destruiu quase por completo. Mas seis anos mais tarde, quando Henrique II já havia morrido, foi encontrada um túmulo com um esqueleto e uma mecha de cabelo louro e que tinha junto uma placa com a seguinte inscrição: Aqui jaz o ilustre rei na ilha de Avalon
100 Anos mais tarde o monge Adam de Domerham, escreve que retiraram os restos mortais do Rei e transladaram-no para a Grande Igreja num túmulo magnificamente esculpido, o corpo de Arthur foi colocado na cabeceira do tumulo e a rainha a seus pés e permanecem lá até aos dias de hoje.


As marcas da localização do segundo túmulo foram descobertas em 1931. A sepultura, assim como o resto da abadia, que havia sido destruída durante a reforma, no séc. XVI. Os esqueletos atribuídos a Arthur e Guinevere nunca mais foram recuperados


No entanto para os habitantes de Glostunbury, a certeza de que o Rei Arthur lá se encontra é inabalável.