Mostrando postagens com marcador Medicina. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Medicina. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

Anvisa libera o canabidiol

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decidiu nesta quarta-feira (14) retirar o canabidiol da lista de substâncias de uso proscrito.



A medida foi aprovada pela Diretoria Colegiada da agência durante reunião em Brasília. Com ela, abre-se o caminho para que a comercialização de medicamentos com a substância seja facilitada no país. Antes, a venda do produto com a substância classificada como proibida era vetada.

Agora, as empresas interessadas poderão produzir e vender derivados de canabidiol após a obtenção de um registro da Anvisa. Há menos de um mês, uma empresa europeia entrou com um pedido para vender medicamentos com a substância, mas ele ainda está em análise e não há prazo para ser concluído. A aquisição do produto deverá ocorer de forma controlada, com a exigência de receita médica de duas vias.

A agência também vai criar uma ordem de serviço em regime especial para regulamentar a importação dos remédios com a substância, que continuará pecisando de autorização para ser feita. A resolução ainda não está pronta. Com ela, deve haver uma flexibilização da importação. Segundo Jaime Oliveira, medicamentos já conhecidos pela Anvisa que contêm a substância serão autorizados mais rapidamente do que medicamentos desconhecidos, que precisarão de uma maior análise.

O canabidiol é uma substância química encontrada na maconha e que, segundo estudos científicos, tem utilidade médica para tratar diversas doenças, entre elas, neurológicas.

O diretor-presidente da Anvisa, Jaime Oliveira, votou pela liberação do uso do canabidiol, mas com controle e com a permanência da necessidade de autorização de importação pela Anvisa. "A reclassificação, por si só, em nada altera o quadro de necessidade excepcional de autorização da Anvisa. Os produtos importados não são só compostos de canabidiol", disse.


De acordo com o diretor-presidente, estudos científicos mostraram que o canabidiol não traz dependência. "Portanto não há razões para que ela [a substância] permaneça proibida. Apesar dos relatos bibliográficos, a avaliação nao teve objetivo de comprovar a eficácia do canabidiol e sim o risco de desvios e seu potencial para causar dependência."

Ivo Bucaresky, membro da diretoria colegiada, disse que, em curto prazo, pode parecer que a decisão não mudará muita coisa, mas há um efeito simbólico e prático. "Além de mostrar que não é algo ilegal que está sendo feito, que o médico não está impedido de prescrever, vai permitir que saia essa tarja de ilegalidade, que está sendo feito algo proibido", afirmou.

Segundo Bucaresky, a decisão também será importante para as pesquisas científicas no Brasil. "O efeito prático primeiro é na academia. Vai facilitar as pesquisas e os debates na academia. Outro ponto que vi muito é o acesso. Hoje consegue trazer [o remédio] quem tem estrutura econômica e muitas famílias têm dificuldades de ter acesso."

De acordo com a Anvisa, o órgão recebeu até esta terça-feira 374 pedidos de importação da substância para uso pessoal, por meio do pedido excepcional de importação de medicamentos de controle especial e sem registro no Brasil. Desse total, 336 foram autorizados, 20 aguardam o cumprimento de exigência pelos interessados e 11 estão em análise pela área técnica.

A Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) divulgou uma nota na qual elogiou a decisão da Anvisa, considerando-a como um "reconhecimento ao pedido de inúmeras famílias que buscaram na Justiça o direito ao tratamento".


Apelo de pais

Durante a reunião, Katiele Fischer e Norberto Fischer, pais de Anny, de 6 anos, portadora da rara síndrome CDKL5, fizeram um apelo aos membros da diretoria colegiada. Anny tem uma doença genética que provoca deficiência neurológica grave e grande quantidade de convulsões. Em 3 de abril do ano passado, o casal obteve, na Justiça, autorização para importar o canabidiol.

"A reclassificação é fruto de um apelo social. Não é uma decisão política. Isso é uma decisão técnica da equipe da Anvisa com esse apoio popular", afirmou Norberto Fischer. "Com a reclassificação o aspecto sociológico da sociedade vai mudar. A sociedade começa a acreditar que essa substância não é algo ruim."

Conselho Federal de Medicina

Em dezembro do ano passado, o Conselho Federal de Medicina autorizou o uso do canabidiol no tratamento de crianças e adolescentes que sejam resistentes aos tratamentos convencionais. A prescrição é restrita a neurologistas, neurocirurgiões e psiquiatras.
Segundo a entidade, os médicos autorizados a prescrever a substância deverão ser previamente cadastrados em uma plataforma online. Já os pacientes serão acompanhados por meio de relatórios frequentes feitos pelos profissionais.
Pela norma, pacientes ou os responsáveis legais deverão ser informados sobre os riscos e benefícios do uso do canabidiol e, então, assinar o termo de consentimento. Além disso, a decisão do conselho deverá ser revista no prazo de dois anos.
O canabidiol deve ser prescrito a pacientes de epilepsia ou que sofram de convulsões que não tiveram melhoras no quadro clínico após passar por tratamentos convencionais.

De acordo com o conselho, o uso da substância deve ser restrito a crianças e adolescentes menores de 18 anos – mas quem eventualmente use o medicamento antes dessa idade pode continuar o tratamento mesmo após ficar maior de idade.
As doses variam de 2,5 miligramas diários por quilo de peso do paciente a até 25 miligramas, dependendo do caso. A estimativa do conselho é que o limite diário total fique entre 200 miligramas e 300 miligramas por paciente.

 Finalmente!
Apesar de toda burocracia,já é um começo..

Fonte
G1

domingo, 14 de dezembro de 2014

Brasileiros descobrem composto que reduz em até 80% a dor inflamatória


Uma nova molécula descoberta por cientistas brasileiros pode reduzir em até 80% a dor causada por inflamações agudas e crônicas provenientes de diabetes, artrite ou artrose, informou a Agência Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo).
Em testes feitos com animais, a molécula mostrou capacidade para agir em dores neuropáticas, associadas ao sistema nervoso central, como lesão no nervo ciático ou pelo efeito de drogas quimioterápicas, com índice de redução da dor de até 60%.

A descoberta abre caminhos para a produção de remédios com menos efeitos colaterais contra dor causada por processos inflamatórios, segundo pesquisadores do Centro de Pesquisa em Doenças Inflamatórias vinculado à Fapesp, que faz o estudo em parceria com o laboratório farmacêutico italiano Dompé.
Parte dos resultados dos testes pré-clínicos foi divulgada em artigo publicado em novembro na revista "PNAS" (Proceedings of the National Academy of Sciences).
"Estamos, no momento, realizando os testes toxicológicos e, caso sejam bem-sucedidos, poderemos planejar ensaios clínicos. Nosso objetivo é desenvolver um novo medicamento para dor com menos efeitos adversos que os anti-inflamatórios hoje disponíveis", afirmou Thiago Mattar Cunha, professor da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMRP-USP) e autor do artigo, à agência Fapesp.

A nova droga tem como alvo um peptídeo conhecido como C5a, que desempenha papel mediador na dor inflamatória.
Para desempenhar seus efeitos biológicos, o peptídeo precisa se ligar a um receptor acoplados a proteínas -- importantes para a sinalização celular -- e que expresso em diversos tipos de células.
"Tivemos então a ideia de desenvolver uma molécula que, ao bloquear esse receptor, tivesse ação analgésica", disse Cunha.
A molécula conhecida como DF2593A foi aplicada por via oral em animais com inflamação crônica e aguda.

"O mais interessante é que o composto foi capaz de bloquear a dor inflamatória sem afetar a dor fisiológica, que é importante para a sobrevivência. Ou seja, a capacidade de resposta a um estímulo doloroso se manteve nos animais não inflamados, quando tratados com DF2593A, o que não acontece quando se administra derivados de morfina, por exemplo", afirmou Cunha.

Fonte
UOL

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Médicos que 'ressuscitam mortos'


"Quando seu corpo está com temperatura de 10 graus, sem atividade cerebral, batimento cardíaco e sangue - é um consenso que você está morto", diz o professor Peter Rhee, da universidade do Arizona. "Mas ainda assim, nós conseguimos trazer você de volta."

Rhee não está exagerando. Com Samuel Tisherman, da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, ele comprovou que é possível manter o corpo em estado "suspenso" por horas
O procedimento já foi testado com animais e é o mais radical possível. Envolve retirar todo o sangue do corpo e esfriá-lo até 20 graus abaixo da sua temperatura normal.

Quando o problema no corpo do paciente é resolvido, o sangue volta a ser bombeado, reaquecendo lentamente o sistema. Quando a temperatura do sangue chega a 30 graus, o coração volta a bater
Os animais submetidos a esse teste tiveram poucos efeitos colaterais ao despertar. "Eles ficam um pouco grogue por um tempo, mas no dia seguinte já estão bem", diz Tisherman.

Tisherman causou um frisson internacional este ano quando anunciou que está pronto para fazer testes com humanos. As primeiras cobaias seriam vítimas de armas de fogo em Pittsburgh, na Pensilvânia.

Nesse caso, são pacientes cujos corações já pararam de bater e que não teriam mais chances de sobreviver, pelas técnicas convencionais. O médico americano teme que, por conta de manchetes imprecisas na imprensa, tenha-se criado uma ideia equivocada da sua pesquisa

"Quando as pessoas pensam no assunto, elas pensam em viajantes espaciais sendo congelados e acordados em Júpiter, ou no [personagem] Han Solo, de Guerra nas Estrelas", diz Tisherman.
"Isso não ajuda, porque é importante que as pessoas saibam que não se trata de ficção científica."

Os esforços para trazer as pessoas de volta do que se acredita ser a morte já existem há décadas. Tisherman começou seus estudos com Peter Safar, que nos anos 1960 criou a técnica pioneira de reanimação cardiorrespiratória. Com uma massagem cardíaca, é possível manter o coração artificialmente ativo por um tempo.
"Sempre fomos criados para acreditar que a morte é um momento absoluto, e que quando morremos não tem mais volta", diz Sam Parnia, da Universidade Estadual de Nova York.

"Com a descoberta básica da reanimação cardiorrespiratória nós passamos a entender que as células do corpo demoram horas para atingir uma morte irreversível. Mesmo depois que você já virou um cadáver, ainda existe como resgatá-lo."
Recentemente, um homem de 40 anos no Texas sobreviveu por três horas e meia com a reanimação cardiorrespiratória.

Segundo os médicos de plantão, "todo mundo com dois braços foi chamado para se revezar fazendo as compressões no peito do paciente".
Durante a massagem, ele continuava consciente e conversando com os médicos, mas caso o procedimento fosse interrompido, ele morreria. Eventualmente ele se recuperou e acabou sobrevivendo.
Esse caso de rescucitação ao longo de um grande período só funcionou porque não havia uma grande lesão no corpo do paciente. Mas isso é raro.

A técnica desenvolvida agora por Tisherman é baseada na ideia de que baixas temperaturas mantêm o corpo vivo por mais tempo - cerca de uma ou duas horas.

O sangue é retirado e no seu lugar é colocada uma solução salina que ajuda a rebaixar a temperatura do corpo para algo como 10 a 15 graus Celsius.
Em experiência com porcos, cerca de 90% deles se recuperaram quando o sangue foi bombeado de volta. Cada animal passou mais de uma hora no "limbo".

"É uma das coisas mais incríveis de se observar: quando o coração começa a bater de novo", diz Rhee.
Após a operação, foram realizados vários testes para avaliar se houve dano cerebral. Aparentemente nenhum porco apresentou problemas.

O desafio de obter permissão para testar em humanos tem sido enorme até agora. Tisherman e Rhee finalmente receberam permissão para testar sua técnica com vítimas de tiros em Pittsburgh.

Um dos problemas a ser contornado é ver como os pacientes se adaptam com o sangue de outra pessoa. Os porcos receberam o próprio sangue congelado, mas no caso dos humanos será necessário usar o estoque do banco de sangues.

Se der certo, os médicos acreditam que a técnica poderia ser aplicada não só vítimas de lesões, como tiros e facadas, mas em pessoas com ataque cardíaco.
A pesquisa também está levando a outros estudos sobre qual seria a melhor solução química para reduzir o metabolismo do corpo humano.

Fonte
BBC

segunda-feira, 29 de setembro de 2014

Aborto no mundo




Proibido totalmente ou liberado apenas para salvar a vida da mulher

Para preservar a saúde 

Permitido por motivos socioeconômicos 

Permitido sem restrições quanto ao motivo


Fonte
Lolhehehe.com

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Aumente seu repertório com essas 9 curiosidades sobre sexo

É polêmico, todo mundo fala, todo mundo pensa, quase todo mundo faz. 
Saiba mais ainda a respeito de um dos assuntos preferidos de qualquer mesa de bar.
O tópico parece ser simples e, em alguns casos, até meio previsível, mas sempre tem uma coisinha ou outra que você pode descobrir a respeito do assunto mais popular do mundo. 
As informações a seguir só vão aumentar seu conhecimento a respeito de sexo e, convenhamos, isso sempre é uma coisa boa:


1 – Benefícios do sexo oral

Você está cansado de saber que mulheres grávidas passam por um período bastante delicado no início da gestação, época em que costumam ter muitos enjoos, principalmente pela manhã. De acordo com o psicólogo Gordon Gallup, da Universidade do Estado de Nova York, em Albany, mulheres que ingerem o esperma de seus companheiros tendem a ter menos enjoo.

Gallup é especializado em competição reprodutiva e comportamento e acredita que as náuseas sentidas pela mãe podem significar que o corpo dela está tratando o material genético masculino como algo invasor. Segundo ele, ingerir o mesmo esperma que o corpo está negando seria uma forma de acabar com a rejeição. A prática do sexo oral pela manhã seria uma boa ideia às futuras mamães. Logicamente, a teoria de Gallup ainda não foi comprovada e novos testes precisam ser realizados. A escolha é de cada casal.


2 – Qual é a média?

Uma pesquisa realizada pela marca de preservativos Durex revelou que as pessoas fazem sexo em média 103 vezes por ano, o que equivale a 1,98 vezes por semana. A prática sexual tem muitos benefícios, incluindo aumento de energia e alívio no stress. O importante é usar métodos contraceptivos e preservativos caso você não esteja a fim de ter um filho ou, pior, contrair alguma doença sexualmente transmissível. Resolvendo essa questão e com camisinha em mãos, divirta-se!


3 – Adeus, desculpa da dor de cabeça

A dorzinha de cabeça sempre foi usada como desculpa por muitas pessoas por aí e, mesmo quando a dor era real, havia o medo de ela atrapalhar a relação. O fato é que o que ocorre é justamente o contrário: fazer sexo pode curar dores de cabeça, de acordo com o especialista Dr. Vincent Martin. Ele defende a ideia de que o aumento da serotonina, algo que ocorre durante a relação sexual, ajuda a diminuir as dores de cabeça.

Antes de sair por aí comemorando o fim das desculpas, é preciso que você saiba que essa não é uma regra. Nem todas as dores de cabeça são curadas com o aumento de serotonina – menos ainda se forem enxaquecas, que são as dores com mais intensidade. De qualquer forma, talvez você se divirta mais e gaste menos com a aspirina.


4 – Coceirinha tão boa quanto o sexo

Você sabia que tem gente por aí dizendo que a sensação de tornozelos massageados é tão boa quanto a de fazer sexo? Bizarro, né? Mas tenha calma e, antes de começar a se coçar, continue a ler o texto, pois tem bastante coisa vindo por aí.
Pesquisadores da Carolina do Norte, nos EUA, usaram voluntários saudáveis que deveriam, primeiramente, coçar algumas partes do corpo: antebraço, tornozelo e costas. Para fazer isso, contudo, eles deveriam contar com uma planta alergênica conhecida como feijão-da-flórida. A intenção era justamente deixar a pele irritada.

As conclusões foram as de que o tornozelo foi a região com mais coceira e com maior prazer vindo por meio dessa coceira, mais ainda do que as costas, região mais bem conhecida por proporcionar prazer por pequenos arranhões.


5 – O comprimento do dedo

Você já reparou como as pessoas são engraçadas ou estranhas com relação às medidas e características de seus órgãos sexuais? No caso dos homens, então, é ainda pior: o tamanho do pé e a distância entre a ponta do dedo indicador e o polegar são frequentemente usados como referência nessa corrida maluca para ver quem tem o maior... Você sabe.

Se para você tamanho ainda é documento e réguas não existem, vamos a mais uma maneira de saber qual é o tamanho do pênis de um homem: a mão deve ficar esticada e, se os dedos anular e indicador forem incompatíveis, o pênis deve ser mais longo do que o de homens com os dedos mais posicionados no mesmo nível. E aí, meninos, vocês já conferiram seus dedos hoje?


6 – A cabeça masculina

Você já deve ter ouvido que homens pensam em sexo a cada sete segundos, não é mesmo? Alguns estudos recentes apontam, contudo, que homens jovens têm pensamentos sobre sexo 18 vezes durante o dia – as mulheres pensam 10 vezes. Mas mais ainda do que sexo, a mente masculina pensa muito em comer e dormir.


7 – A cura

Essa é bem interessante: você sabia que os vibradores, brinquedinhos sexuais bastante populares atualmente, foram inventados para fins medicinais no século 19? Os médicos induziam orgasmos em suas pacientes para que elas tivessem seus sintomas de histeria diminuídos e, consequentemente, ficassem mais relaxadas e felizes. Há até um filme que fala sobre o assunto.


8 – Falando em orgasmo...

Desmond Morris é autor de um livro polêmico no qual defende a teoria de que o orgasmo feminino faz parte da seleção natural, sugerindo que a função do prazer não é apenas provocar interesse sexual, mas também deixar a mulher exausta a ponto de permanecer deitada para melhor receber o esperma de seu parceiro. Será mesmo?


9 – Comprimidinho azul

Parece que não há mais como negar: o Viagra está cada vez mais comum entre os homens já não tão jovens assim. Depois dos 40, 5% afirmam precisar de um empurrãozinho na hora H. Após os 65 anos, o percentual aumenta para 15 e pode chegar a 25.
Outro fato a respeito do sexo entre os mais maduros que você: 46% dos cinquentões afirmam fazer sexo uma vez por semana e – meninos, prestem atenção – 86% dos homens com mais de 50 afirmam que o sexo já não é tão cheio de pressão. Aparentemente, como muita coisa na vida, o sexo fica melhor com a idade.

Fonte
Megacurioso

terça-feira, 14 de janeiro de 2014

Suécia faz transplante de útero de doadoras vivas


Nove suecas receberam transplantes de útero de doadores vivos em uma experiência pioneira. O médico Mats Brannstrom, da Universidade de Gothenberg, que lidera o projeto experimental de fertilidade, diz esperar que a nova técnica ajude outras mulheres que querem engravidar.

Só na Grã-Bretanha, mais de 15 mil mulheres poderiam em tese ser beneficiadas
O experimento incluiu tanto mulheres que nasceram sem útero como pacientes que tiveram problemas no órgão que impedem a gravidez. Inicialmente, eram dez as pacientes recrutadas pela equipe de Brannstrom. Mas uma delas não pode seguir com o tratamento devido a problemas médicos.
As outras nove foram submetidas ao transplante.

Essas mulheres nasceram sem o útero ou tiveram o órgão removido por causa de câncer cervical. A maioria têm cerca de 30 anos de idade e já participava de uma pesquisa médica mas ampla que visa checar as possibilidades de transplante de útero.

Cientistas e médicos em diversas partes do mundo também estudam realizar cirurgias similares, mas na Suécia a pesquisa está mais avançada.
“Este é um novo tipo de cirurgia”, disse Brannstrom à agência Associated Presse. “Não temos bibliografia sobre a qual nos apoiar”.
Ele e seus colegas preparam uma apresentação sobre a nova técnica e pretendem apresentar um relatório científico em breve. No transplante o útero não é conectado às trompas de Falópio da paciente, o que impede que ela engravide naturalmente. Contudo, a transplantada ainda possui seus ovários e pode pode produzir óvulos para serem usados em um tratamento de fertilização in vitro.

FONTE
BBC

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Brasil começa a produzir medicamento para leucemia e câncer de intestino

Foi recebido hoje (19/12/2012) pelo ministro da saúde, Alexandre Padilha, o primeiro lote nacional do medicamento Mesilato de Imatinibe, indicado para tratamento de leucemia mieloide crônica (LMC) e estroma gastrointestinal (tumor maligno do intestino). A produção nacional do medicamento, que antes era importado, será suficiente para suprir a necessidade de todos os pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS), que é de, aproximadamente, oito mil pessoas hospitalizadas.

Fruto de uma Parceria de Desenvolvimento Produtivo (PDP), que engloba os laboratórios públicos Instituto de Tecnologia em Fármacos/Farmanguinhos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e o Instituto Vital Brazil da Secretaria de Saúde do Estado do Rio de Janeiro, além de cinco empresas privadas, o medicamento levará a uma economia de R$ 337 milhões, em cinco anos. Com a produção nacional do Mesilato de Imatinibe, o custo de um comprimido será de R$ 17,5 (100 mg) e R$ 70 (400 mg). Atualmente, o preço é de R$ 20,6 (100 mg) e R$ 82,4 (400 mg).

Hoje, os pacientes assistidos pelo SUS contam com cerca de 280 procedimentos para o tratamento de diferentes cânceres, incluindo cirurgias, medicamentos e terapias. Vale lembrar que neste ano ainda, o Ministério da Saúde aprovou o protocolo clínico para incorporação do Trastuzumabe, medicamento para combate ao câncer de mama, a partir do mês de janeiro.

A leucemia é uma doença maligna que ataca os glóbulos brancos e tem origem desconhecida. Os principais sintomas são diminuição da produção de glóbulos vermelhos, causando anemia, dos glóbulos brancos, favorecendo infecções, e plaquetas, gerando hemorragias. Já o câncer de intestino apresenta diferentes sintomas, dependendo de onde está localizado. De modo geral, leva a alterações da regularidade de defecção, constipação e fraqueza.

Fonte
MSN

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Descoberto câncer antes de tumor 'aparecer'

Cientistas britânicos descobriram uma proteína presente em muitos tipos de câncer, o que poderia, no futuro, levar a um exame único capaz de detectar várias modalidades diferentes da doença.
A nova técnica deve auxiliar ainda no diagnóstico precoce da doença. O grupo, baseado no Instituto Gray de Oncologia e Biologia da Radiação, relatou ao Instituto Nacional de Pesquisa de Câncer da Grã-Bretanha ter identificado câncer de mama em ratos semanas antes de um caroço inicial ser detectado.
A mesma proteína, chamada gamma-H2AX, é encontrada em tumores de pulmão, pele, rins e bexiga e é produzida como uma reação do organismo a DNA danificado.
De acordo com os cientistas, este é um dos primeiros indícios de que uma célula está se tornando cancerígena.
O estudo utilizou um anticorpo que é o "parceiro perfeito" para a gamma-H2AX e capaz de procurá-la no organismo.
O anticorpo recebeu então pequenas quantidades de material radioativo, servindo como "termômetro" para identificar a presença de câncer no organismo.
Caso os médicos identifiquem um acúmulo de radiação num determinado ponto do corpo, há grandes chances de que ali esteja o início da formação de um tumor.

A professora Katherine Vallis diz que, nos ratos usados em laboratório, caroços só puderam ser sentidos quando as cobaias já tinham cerca de 120 dias de idade, mas "nós detectamos mudanças antes disso, entre 90 e cem dias – antes de um tumor ser clinicamente aparente".
Ela disse à BBC que a proteína gamma-H2AX era, em grande parte, um "fenômeno comum" e que "seria um sonho" desenvolver um exame único para vários tipos de câncer.
Embora a comunidade científica e os pacientes que lutam contra a doença tendam a ver os estudos em torno da nova técnica com muita esperança, eles ainda se encontram em um estágio bastante preliminar. "Esta pesquisa inicial revela que rastrear essa molécula importante poderia nos permitir detectar danos no DNA em todo o organismo.
Se estudos mais aprofundados comprovarem isso, a proteína poderia nos fornecer uma nova rota para detectar o câncer em sua fase muito inicial, quando ainda há mais chances de tratá-lo com sucesso", disse a cientista. Julie Sharp, do instituto britânico Cancer Research UK, avalia o estudo como um avanço.

"Esta pesquisa importante revela que ter como alvo esta molécula-chave poderia nos fornecer uma rota animadora por novos caminhos para detectar o câncer em um estágio inicial e ajudar a aplicar radioterapia e monitorar seus efeitos sobre os tumores".

Fonte
BBC

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Chip biodegradável

Eletrônicos ultrafinos que dissolvem dentro do corpo humano foram desenvolvidos por cientistas da Universidade de Illinois, nos Estados Unidos. A expectativa é que o dispositivo seja usada no monitoramento ambiental, retendo materiais biodegradáveis, e, principalmente, em implantes médicos.
Os dispositivos, que podem desaparecer fisicamente quando seu trabalho está cumprido, têm cobertura de seda, silício e óxido de magnésio. Sua composição está descrita na edição desta semana da revista “Science”.

— Nós nos referimos a esse tipo de tecnologia como eletrônicos transitórios — explicou John Rogers, professor de engenharia da Universidade de Illinois, que liderou a pesquisa multidisciplinar. — Desde o início da indústria de eletrônicos, uma meta perseguida por quem trabalha com a concepção de produtos é construir dispositivos que durem para sempre, com uma performance completamente estável.
Mas, se você pensar na possibilidade oposta, em plataformas pensadas para desaparecer fisicamente e de uma maneira programada, então muitas outras oportunidades para você. O silicone dissolve na água de qualquer forma. O problema é que, com o tamanho dos componentes na eletrônica convencional, este processo levaria uma eternidade. Para impedir esta demora, os pesquisadores usaram folhas extremamente finas de silício, chamados de nanomembranas, que podem dissolver em dias ou semanas.
A velocidade do derretimento pode ser controlada pela seda. Os pesquisadores alteram o modo como este material é dissolvido e, consequentemente, cristaliza e muda suas propriedades finais — dando maior controle sobre o tempo que vai durar o dispositivo.

Fonte;
O Globo

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Vacina contra câncer de próstata

Labiofam, farmacêutica estatal cubana, apresentou nesta terça-feira durante um congresso em Havana, seus novos produtos contra o câncer, entre os quais uma vacina e um medicamento terapêutico. As informações são da agência Ansa.

De acordo com a empresa, que entre seus produtos estão cerca de 30 vacinas virais e bacterianas, a nova vacina teria sido testada com sucesso em pacientes com câncer de próstata. Além disso, a Labiofam anunciou o lançamento de um produto anticancerígeno, a base do veneno de um escorpião cubano.

Segundo a Labiofam, a vacina contra o câncer de próstata, batizada de Heber Provac, teria sido capaz de melhorar o estado de 56 pacientes ainda não submetidos à radioterapia ou quimioterapia, em dois hospitais de Cuba.

O medicamento tem como objetivo tratar carcinomas de estágios três e quatro. A estatal espera que no futuro a vacina substitua os tratamentos tradicionais em todo o mundo. O outro produto, obtido através do veneno do escorpião azul e comercializado como Vidatox, teria propriedades analgésicas, anti-inflamatórias e anticancerosa.
Segundo os resultados apresentados pela empresa no congresso, o medicamento melhorou a qualidade de vida de 65 mil pacientes com câncer. "Ao contrário de qualquer outro, o Vidatox atravessa a barreira hemo-encefálica", ressaltou o presidente da Labiofam, José Antonio Fraga Castro.

Fonte;
Terra

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

Nova técnica de retirar células-tronco

No Brasil, a cura pode vir dos dentes das crianças. O Instituto Butantan, em São Paulo, criou uma técnica inédita no mundo para retirar células-tronco dos dentes de leite em grande quantidade.

No laboratório de genética do Instituto Butantan, em São Paulo, os dentes de leite têm outra função. Da polpa, a parte avermelhada, os cientistas extraem e multiplicam células-tronco, capazes de regenerar ossos, músculos e até neurônios. As pesquisas, que tiveram bons resultados com animais, ganharam impulso com a descoberta.
Um dos desafios dos tratamentos com células-tronco é a necessidade de uma grande quantidade de células, cerca de 70 milhões para um paciente que pesa 70 quilos. Com a nova técnica, os pesquisadores conseguiram o milagre da multiplicação e ele é mais simples do que se imagina.
Mergulhada em uma solução de aminoácidos e proteínas, a polpa produzia dois bilhões de células em uma semana e era descartada. Os pesquisadores descobriram que ela podia ser reutilizada em outras soluções iguais. Em seis meses, o número de células pode passar de cem bilhões.
Com a produção maior, a capacidade do banco de células-troncos, mantidas a -196°, aumentou 30 vezes.
“Célula de polpa dentária não provoca rejeição no paciente. Ela é compatível com diversos pacientes. Ou seja, minha célula pode ser utilizada em você. De você no seu filho. Então a gente pode utilizar essas células em toda população”, ressalta o pesquisador Nelson Lizier.

Para aproveitar a polpa, o dente deve ser extraído no dentista e levado dentro de 72 horas para o laboratório. A aplicação em humanos ainda depende de novas pesquisas. A ideia é que nos próximos anos, as pessoas possam armazenar a polpa, que pode salvar vidas, em bancos de células-tronco. Com uma vantagem :
“Não existem implicações éticas na utilização da polpa porque essa polpa é descartável, ela é praticamente jogada fora pelas crianças. A grande vantagem das células de polpa de dentes é que são células normais. Não são geneticamente manipuladas", aponta a geneticista do Instituto Butantan, Irina Kerkis.

Fonte;
Jornal Nacional

quarta-feira, 18 de julho de 2012

Neandertais conheciam propriedades medicinais das plantas

Um grupo internacional de pesquisadores demonstrou que os neandertais que viviam no sítio arqueológico de El Sídron, na Espanha, conheciam as propriedades medicinais e nutricionais de algumas plantas, como a camomila, e incluíam vegetais em sua dieta.

A pesquisa, que contou com a participação de especialistas do Conselho Superior de Pesquisas Científicas (CSIC) da Espanha, da Universidade Autônoma de Barcelona (UAB) e da Universidade de York (Reino Unido), chegou a estas conclusões a partir da análise do tártaro presente nos dentes de cinco indivíduos adultos e de um jovem da espécie. Até pouco tempo atrás, pensava-se que os neandertais, que foram extintos há cerca de 30 mil e 24 mil anos, eram predominantemente carnívoros.

No entanto, cada vez mais estudos, como este publicado na revista alemã Naturwissenschaften, mostram que a espécie também se alimentava de vegetais, sobretudo em latitudes mais ao sul, disse Antonio Rosas, diretor do grupo de paleoantropologia do Museu Nacional de Ciências Naturais e um dos autores do trabalho. "Está se observando que sobretudo em latitudes mais ao sul da Europa, como em El Sidrón, os neandertais tinham um componente vegetal nada desdenhável em sua dieta", explicou.

Os pesquisadores encontraram nos dentes da espécie moléculas de amido, presentes em tubérculos, legumes e frutas secas. O tártaro cresce nos dentes por uma superposição de camadas e entre elas ficam armazenadas moléculas e compostos químicos.
Além disso, o estudo constatou que pelo menos um dos indivíduos analisados tinha ingerido plantas de sabor amargo, concretamente aquiléa e camomila, disse em uma nota de imprensa Stephen Buckley, do centro BioArCh, da Universidade de York. "O fato de usarem este tipo de planta com pouco valor nutritivo é surpreendente. Nós sabemos que os neandertais as usavam amargas, portanto provavelmente a espécie selecionava as plantas por razões que vão além de seu sabor", afirmou Buckley.

Antonio Rosas compartilha da opinião e disse que a partir da descoberta de compostos químicos derivados da camomila se conclui que a espécie sabia de suas propriedades medicinais. Karen Hardy, da UAB, ressaltou que "a variedade de plantas que identificamos sugere que os indivíduos neandertais que viveram em El Sidrón tinham um conhecimento sofisticado do meio natural, que incluía a habilidade para selecionar e usar certas plantas por seu valor nutricional e curativo". "A carne era claramente primordial, mas nossa pesquisa evidencia uma alimentação bastante mais complexa do que sabíamos até agora", explicou Karen.

A presença de componentes vegetais na dieta da espécie não é a única descoberta do trabalho. Segundo Rosas, foram encontradas evidências de fumaça no tártaro, provenientes, ao que tudo indica, de alimentos feitos à lenha. O sítio arqueológico de El Sidrón, descoberto em 1994, possui a maior coleção de neandertais da Península Ibérica.

Fonte;
Terra

quinta-feira, 14 de julho de 2011

As diferentes tonalidades básicas dos olhos

AzulOlhos azuis são mais comuns na Europa Central e do Norte e, em menor grau no Sul da Europa e também na América do Norte,eles também são encontrados em parte da África do Norte.Ásia Ocidental e Sul da Ásia, em especial as regiões setentrionais.
São encontrados principalmente em pessoas de origem norte-européia, centro-européia, norte do leste europeu e países bálticos. Sul-asiáticos também podem ter olhos azuis, mas é muito raro.
Os Países Nórdicos têm o maior percentual de pessoas com olhos azuis.
Vários bebês com olhos claros têm olhos azuis, porém seus olhos escurecem conforme os anos (devido ao aumento da produção de melanina pelo corpo), ou mudam de cor.
Olhos azuis podem se tornar castanhos pela medicação a longo prazo de Latanoprost (também conhecido como Xalatan), que, como efeito colateral, causa o escurecimento da cor dos olhos.

CastanhoA grande maioria da população mundial têm olhos escuros, variando desde o castanho claro até pretos. Olhos castanhos claros estão presentes em muitas pessoas, mas numa menor extensão.
Olhos marrons muito claros são mais comuns em pessoas com a pele mais morena, como descendentes de árabes. A maior parte dos habitantes da África, Ásia, e das Américas têm olhos castanhos.
Olhos castanhos também são encontrados na Europa, Oceania e América do Norte.
Olhos castanhos também podem ser obtidos pela medicação à longo prazo de Latanoprost , como efeito colateral, causando o escurecimento da cor dos olhos.
Pessoas com olhos marrons muito escuros podem parecer ter olhos pretos em ausência de luz forte, ou até mesmo à exposição de luz. Isso é muito comum em pessoas de origem Africana, Asiática, nativos americanos e em descendentes de povos árabes. Porém não existem olhos com a íris absolutamente preta, mas uma íris preta/castanho.

CinzaOlhos cinzas são uma variação dos olhos azuis (sempre mais claros, possuindo menos melanina).
Há uma grande variedade de sombras cinzas, do quase branco (cinza claro) ao escuro.
Como também visto em outras cores, olhos cinzas também parecem mudar de cor dependendo das cores que o cercam. Visualmente, eles aparentam variar de cor entre os tons de azul, verde e cinza, dependendo da iluminação e das cores do ambiente.
Eles são mais comuns na Rússia européia, em países Bálticos e na Finlândia.

VerdeÉ a cor mais rara de olhos, apenas cerca de 1-2% da população mundial possui olhos verdes.
Olhos verdes são mais freqüentemente encontrados em pessoas de origem Celta, Germânica, e Eslava. Húngaros têm o maior percentual de olhos verdes entre todas as populações, cerca de 20%. Olhos verdes também são encontrados, apesar de que em proporções baixas, em populações do Oriente Médio ao centro e sul da Ásia.
E eles são tão comuns entre os Pashtuns que no Paquistão, Pashtuns são freqüentemente chamados "Hare Ankheian Vaale": o povo dos olhos verdes.
Os olhos verdes possuem menos melanina que os castanhos, mas mais que os azuis e cinzas.

VermelhoOs olhos das pessoas com formas graves de albinismo pode aparecer vermelho sob certas condições de iluminação devido às quantidades extremamente baixas de melanina, permitindo que os vasos sanguíneos penetrem completamente na íris.
Além disso, a fotografia com flash pode, às vezes causa um "efeito de olhos vermelhos", em que a luz brilhante do flash reflete na parte de trás do globo ocular, que é abundante vascular, fazendo com que a íris apareça vermelha na foto.

VioletaOlhos de cor violeta são extremamente raros, e são uma variação dos olhos azuis.acredita-se que são causados por tão pouca pigmentação nos olhos que os vasos sangüíneos vermelhos o permeiam, causando uma coloração violeta da íris.
A atriz Elizabeth Taylor era um bom exemplo deste tipo de olhos.

Fonte;
Wikipédia

As cores de algumas imagens podem não esta 100%original, porque foi conseguidas na web.