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quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Osasco é campeão do Torneio da Basileia


A equipe de Osasco ganha outra taça!
A melhor equipe do Brasil de vôlei feminino ganhou o Torneio da Basiléia/Top Volley.

Final
Osasco 3 a 2  Volero Zurich (donos da casa).
Parciais de 25/22 19/25 26/24 18/25 15/11, em 2h13min.

Semi Final

Osasco 3 a 2 RC  Cannes (Depois de estar perdendo de 2 a 0)
Parciais 30/32, 21/25, 25/18, 25/23 e 15/9), em 2h19min.

Fase de Grupos 

Osasco 3 a 1 Partizan Belgrado
 Parciais 25/21, 25/18, 25/27 e 26/24), em 1h51min.

Osasco 0 a 3  Volero Zurich
Parciais  25/17, 25/16 e 25/15, em 1h13min.

Times participantes
Os 2 primeiros de cada grupo avança para as semis.

Grupo A

Molico Osasco (Brasil)
Volero Zurich (Suiça)
Partizan Vizura Belgrado (Servia)

Grupo B

Zarechie Odintsovo (Rússia)
Galatasaray Instanbul (Turquia)
RC Cannes (França)


sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Gabriel Medina é Campeão Mundial de Surf



Gabriel Medina é campeão mundial de surfe!
O único que ainda poderiam ameaça-lo,o Mick Fanning foi eliminado e o brasileiro leva título inédito

domingo, 24 de agosto de 2014

Brasil é campeão do Grand Prix de vôlei feminino 2014


A seleção brasileira feminina de vôlei é campeã do Grand Prix pela décima vez. Neste domingo (24.08), o Brasil venceu o Japão por 3 sets a 0 (25/15, 25/18 e 27/25), em 1h28 de jogo, no Ariake Collesium, em Tóquio, no Japão. Nem mesmo uma barulhenta torcida nipônica foi capaz de parar o time verde e amarelo. As atuais campeãs olímpicas disputaram 14 partidas e perderam apenas uma para alcançarem o inédito décimo triunfo. As japonesas ficaram em segundo lugar e a Rússia na terceira posição.

Com o resultado, o time verde e amarelo dobrou o número de conquistas em relação a segunda seleção com mais títulos. Enquanto as brasileiras venceram pela décima vez (1994, 1996, 1998, 2004, 2005, 2006, 2008, 2009, 2013 e 2014), os Estados Unidos, segunda equipe com mais conquistas, têm cinco.

No jogo decisivo contra as japonesas brilhou a estrela da bicampeã olímpica Sheilla. A oposto foi a maior pontuadora do confronto, com 16 acertos (12 de ataque, três de bloqueio e um de saque), e deixou a quadra com o prêmio de melhor jogadora da partida. A central Fabiana também pontuou bem, com 10.

A seleção do Grand Prix teve a presença de três brasileiras. A levantadora Dani Lins, a central Fabiana e a oposto Sheilla. A campeã olímpica Dani Lins comentou sobre a premiação e o desempenho do Brasil no Grand Prix.


JOGOS DO BRASIL NA FASE DECISIVA

(20.08) – Brasil 2 x 3 Turquia, (18/25, 23/25, 25/21, 25/19 e 15/12)
(21.08) – Brasil 3 x 0 China (25/23, 25/20 e 25/21)
(22.08) – Brasil 3 x 0 Bélgica (25/10, 25/12 e 25/12)
(23.08) – Brasil 3 x 0 Rússia (25/12, 25/21 e 25/20)
(24.08) – Brasil 3 x 0 Japão, (25/15, 25/18 e 27/25)

CAMPANHA DO BRASIL NA EDIÇÃO 2014:

(01.08) – Brasil 3 x 1 China (25/21, 23/25, 25/17 e 25/16)
(02.08) – Brasil 3 x 0 Itália (25/21, 25/16 e 25/15)
(03.08) – Brasil 3 x 0 República Dominicana (26/24, 25/19 e 25/18)
(08.08) – Brasil 3 x 0 Coreia do Sul (25/16, 25/12 e 25/15)
(09.08) – Brasil 3 x 0 Rússia (25/15, 25/21 e 25/17)
(10.08) – Brasil 3 x 0 Estados Unidos (25/20, 25/22 e 29/27)
(15.08) – Brasil 3 x 2 Estados Unidos (29/31, 22/25, 25/22, 25/19 e 15/9)
(16.08) – Brasil 3 x 0 República Dominicana – (25/19, 25/11 e 29/27)
(17.08) – Brasil 3 x 0 Tailândia – (25/15, 25/18 e 25/17)

Fonte
CBV

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Diego Costa


" Um jogador brasileiro que se recusa a vestir a camisa da Seleção Brasileira e a disputar uma Copa do Mundo no seu país só pode estar automaticamente desconvocado. Ele está dando as costas para um sonho de milhões, o de representar a nossa seleção pentacampeã em uma Copa do Mundo no Brasil."

Essas foram as palavras de Felipão.

Sou a favor que jogadores brasileiros,que não tenham chance na seleção do Brasil jogue por outros países que os interessa,mas um jogador pretendido pela seleção do Brasil , querer jogar por outra seleção,acho um pouco inusitado..
Não vamos misturar politica com esporte,você representar seu pais, não quer dizer que concorda ou é contra a politica atual.
Eu não estarei lá dentro do estadio para lhe vaia,durante a copa do mundo, porque provavelmente eu estarei nas manifestações lá fora.
Lá fora defendendo os interesses do povo,mas também torcendo para a seleção do qual não consigo torcer contra.
Depois dos pedidos de dispensa na seleção de basquete,virou moda não da a minima para as cores que aprendemos a amar desde pequeno,alimentando o sonho de defende-lo em algum esporte.

Perguntado se defenderia outra seleção,Hulk diz "não defenderia outra seleção"

sexta-feira, 23 de agosto de 2013

Goleiro se tornou fotógrafo,e eternizou lance de Pelé

Paraibano de Alagoa Grande deixou o gol do Bota-PB para tentar a sorte no Flamengo. Fracassou, mas acabou virando ícone da fotografia esportiva.
O ano era 1950. E o jovem goleiro Alberto Ferreira, do Botafogo da Paraíba, se preparava para pegar a estrada rumo ao Rio de Janeiro. Com 18 anos, ele deixou tudo para trás em sua terra natal. A missão principal era fazer testes no Flamengo e se tornar goleiro profissional de seu time do coração. O garoto de Alagoa Grande só não sabia ainda que falharia no seu projeto de ser jogador de futebol e que tempos depois se transformaria em um dos maiores fotógrafos esportivos do mundo, autor de algumas das fotos que melhor sintetizaram a genialidade do rei Pelé (tanto no Santos como na Seleção Brasileira) e de craques como o botafoguense Garrincha.

Dias depois da sua chegada à Cidade Maravilhosa, Alberto Ferreira foi até à Gávea justamente para participar de uma peneira no Flamengo, clube que desde cedo era apaixonado e principal responsável pelo seu amor por futebol. Nervoso, entrou em campo. E durante o teste levou nada menos do que três “frangos”, sendo imediatamente descartado do time. Sem dinheiro, aceitou uma sugestão de um primo fotógrafo em João Pessoa e começou a ser fotógrafo no Rio, iniciando o que seria uma carreira de sucesso.
A história acima é contada pelo filho (carioca) Carlos Ferreira, seis anos após a morte do pai, que morreu em 2007 aos 75 anos de idade. Em João Pessoa para lançar a mostra “Além da Bicicleta” , com o objetivo de difundir o trabalho fotográfico do pai entre seus conterrâneos, Carlos contou estas e outras histórias. E explicou que fazer o pai conhecido em sua terra natal lhe dá um orgulho especial. - Meu pai é extremamente conhecido no mundo, classificado pela Casa Europeia de Fotografia, na França, como um dos dez maiores fotógrafos do mundo no século 20. Ele é também “relativamente conhecido” no Brasil, mas poucos sabem que ele era um paraibano apaixonado por sua terra. Esta mostra tem o objetivo de mudar esta realidade – explica Carlos, registrando que enquanto vivo Alberto manteve a tradição de sempre visitar, ao menos duas vezes por ano, a sua terra.

Depois de uma rápida passagem pela Revista da Semana, Alberto Ferreira foi para o Jornal do Brasil, onde fez carreira e por mais de 25 anos chefiou a equipe de fotógrafos do jornal. Ao todo, cobriu seis Copas do Mundo e três Jogos Olímpicos, além de acompanhar a temporada da Fórmula 1 de 1972, quando Émerson Fittipaldi conquistou seu primeiro título mundial na categoria. Foi ele também o único fotógrafo do mundo a registrar numa sequência de fotos a única "queda olímpica" de Nadia Comaneci, nas Olimpíadas de Moscou em 1980. Mas foi mesmo com Pelé que Alberto Ferreira conseguiu suas fotos mais famosas. Ainda no final da década de 1950, ele começou a fotografar jogos do rei sempre que o Santos ia jogar no Maracanã. E aqueles não eram raros.

Em 1961, fotografou o jogador testando a bola da Copa do Mundo do Chile, que aconteceria um ano depois, e naquele momento ficou amigo do santista. Em 1962, conseguiu sua primeira grande foto. Pelé se machucou no jogo contra a Tchecoslováquia e saiu de campo carregado por um policial que fazia a segurança do estádio. Seria o último jogo do ídolo naquele mundial. E um ano depois Alberto Ferreira ganhava o Prêmio Esso de Fotojornalismo pelo registro do momento exato da contusão. A foto ganhou uma legenda que registra a tensão do momento: “O rei se curva à dor e o país inteiro sentiu”.
Alguns anos depois, em 1965, o maior dos momentos. A foto que ficou conhecida como “a mais importante do jornalismo esportivo do Brasil” e que segundo Carlos Ferreira foi classificada pelo próprio Pelé como a síntese de sua carreira. É o momento exato de uma bicicleta de Pelé, em pleno Maracanã, que resultou em gol do Brasil contra a Bélgica (é esta foto inclusive que inspira o nome da mostra). A foto é tão emblemática que, em 2002, durante a Copa do Mundo do Japão e da Coreia, ela estampou os cartões de crédito expedidos em todo o mundo por um dos patrocinadores da Fifa. E em 2006 virou outdoors gigantes em Berlim, como forma de divulgação da Copa da Alemanha.
Sobre tudo isto, o filho Carlos Ferreira fala emocionado: - Quando estava no Maracanã, meu pai assistia ao jogo pelo visor de sua câmera. Naquele dia estavam mais de 100 fotógrafos, mas ele foi o único que conseguiu aquele instante magnífico. Para ele, fotografar era uma arte – descreve. Para alguns momentos depois, em tom bem mais descontraído, falar aos risos: - Graças a Deus ele levou três frangos e virou fotógrafo. Um dos melhores do Brasil. Autor de uma das mais famosas fotos já produzidas por um brasileiro. Além de Pelé, Alberto fotografou também nomes como Garrincha, o gênio botafoguense das pernas tortas, imortalizando o exato momento de um gol do ponta pelo Botafogo. Foi em 1961, contra o América, pelo Campeonato Carioca.
Alberto era tão completo, que nem mesmo se resumiu ao esporte, sendo também o dono de um dos maiores acervos da construção de Brasília, na década de 1960. A mostra em João Pessoa A mostra 'Além da Bicicleta' foi montada na Casa das Artes Visuais de João Pessoa e é um conjunto de 10 fotografias de Alberto Ferreira que foi reunida pelo seu filho Carlos Ferreira. Destas, quatro são de futebol. A ideia do filho é mostrar a “foto ícone” do pai, que é o gol de Pelé, mas mostrar que sua trajetória foi bem além disto. A ideia também, como ele disse, é tornar o pai mais conhecido na Paraíba.
A exposição foi lançada nesta quinta-feira, no dia em que se lançou a “Fotografia Paraibana Revista”, uma publicação produzida com o objetivo de reunir trabalhos dos principais fotógrafos paraibanos.

Fonte
Globo Esporte

domingo, 4 de agosto de 2013

Que surpresa!

Vários jogadores do Anadolu Efes(Principal equipe de Basquete da Turquia) foram convidados para assistir a um concerto de música clássica .
Todos foram vestido a rigor,"bem formal"como da para ver nas imagens incluindo a cara de desanimo..Mas de uma hora para outra que surge a música Sender Daha Güzel ,que é a anos associada a equipe..
Olhem a cara de surpresa  e espanto dos atletas!


Anadolu Efes Sports Club Gets Caught by Surprise by AnadoluEfesSK

Fonte
Tá bonito

quarta-feira, 20 de março de 2013

Corpo de alpinista brasileiro é achado (Josenildo Correia)

Corpo de alpinista brasileiro é achado no Aconcágua após duas semanas.
Paraibano Josenildo Correia tentava pela terceira vez escalar o monte.
Segundo relatos, ele chegou ao topo, mas se perdeu na descida.

O Palácio do Itamaraty confirmou na tarde desta quarta-feira que o corpo do paraibano Josenildo Correia da Silva, desaparecido desde o dia 6 de março, foi encontrado pelo grupo de busca da Guarda Florestal do Monte Aconcágua, na Argentina. Alpinista amador, ele estava na sua terceira tentativa de escalar o maior pico do mundo após o Himalaia.
Natural de Guarabira, no Brejo paraibano, Josenildo era casado há 15 anos com Alessandra Pereira, com quem tem uma filha de 15 anos - ele tem mais dois filhos do primeiro casamento. O alpinista trabalhava numa empresa de distribuição de bebidas e praticava as escaladas nas horas vagas. Começou no Parque Pedra da Boca, localizado no interior paraibano, e aos poucos foi enfrentando desafios mais difíceis.


O objetivo da expedição em que estava Josenildo era chegar até o cume do Aconcágua, que tem quase sete mil metros de altitude.
Alguns integrantes do grupo foram desistindo no meio do caminho, por causa das condições climáticas adversas, mas Josenildo decidiu continuar. Segundo relatos, ele dissera que daquela vez não estava no monte por brincadeira.
Na época do desaparecimento, sua esposa disse que superar o Aconcágua era o grande sonho do marido, e que, apesar de dizer que nunca mais tentaria escalá-lo, ele sempre acabava querendo voltar. Era a quarta grande escalada que fazia na vida.

Com curso de instrutor de paramédico em alta montanha, o paraibano Edmilson Fonseca tentou sem sucesso escalar o Aconcágua entre dezembro de 2009 e janeiro de 2010. De acordo com informações passadas a ele, Josenildo conseguiu chegar ao cume e comemorou o feito, mas depois disso não foi mais visto.
Fonseza afirma que o alpinismo é um esporte seguro desde que os atletas saibam de seus limites, o que talvez não tenha sido o caso do colega (eles se conheceram em treinamentos na Paraíba, mas nunca escalaram juntos).
- Conversei com vários alpinistas do Brasil, muitos que estiveram no monte naquele dia, inclusive. Eles trouxeram relatos de outros atletas que subiram no monte e viram Josenildo no cume, comemorando o feito e tirando fotos de si mesmo.
Mas talvez ele tenha chegado ao local tarde demais.

Fonte
Globo Esporte

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

Informações sobre Olimpíada em Londres foram furtadas

Por meio de comunicado oficial, o Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro admitiu que dez de seus funcionários furtaram informações confidenciais do Comitê Organizador de Londres (Locog, na sigla em inglês). Os arquivos, baixados pelos brasileiros sem autorização dos ingleses, continham dados sobre o plano de segurança do evento e planejamento estratégico.

Segundo o Comitê Rio-2016, todos os arquivos foram recuperados e devolvidos, e os funcionários responsáveis pela subtração dos dados sigilosos foram desligados da organização.
Durante o período dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos, o Comitê Rio-2016 contou com cerca de 200 funcionários em Londres.

Nota do Blogueiro;
Coisa lamentável,vindo desses brasileiros desprovidos de criatividade.. O Brasil vai fazer a melhor olimpíadas de todos os tempos,sem precisa de informações de outras ex-sedes!

Fonte;
O POVO

quinta-feira, 20 de setembro de 2012

Bebê dado à adoção virou campeã paraolímpica

Um casal russo que deu sua filha portadora de deficiência para adoção disse à mídia de seu país ter descoberto que a menina é a nadadora americana Jessica Long, medalhista de ouro na Paraolimpíada de Londres 2012.
O casal disse querer conhecer a para-atleta, que foi adotada por um casal americano.
Natalya e Oleg Valtyshev, que deixaram a menina em um orfanato na Sibéria pouco depois do seu nascimento, chegaram a assistir às competições de Jessica Long pela televisão sem saber quem ela era.
Em entrevista a um canal de TV russo, eles dizem estarem orgulhosos da garota. Long já disse em entrevistas que gostaria de ir à Rússia após os Jogos Paraolímpicos para encontrar a família, mas ainda não se pronunciou sobre a aparição dos pais.

Jessica Long, que foi chamada de Tatiana ao nascer, foi adotada por um casal americano quando tinha um ano de idade. Ela vivia em um orfanato na cidade de Bratsk, na Sibéria, há cerca de 3,7 mil quilômetros de Moscou.
A menina, que cresceu em Baltimore, nos Estados Unidos, nasceu sem tornozelos, joelhos e sem a maior parte dos ossos dos pés.
Ainda antes de deixar a Rússia, ela teve a parte inferior das pernas amputadas para usar próteses e aprender a andar.
Anos depois, Jessica se tornou atleta paraolímpica e ganhou 12 medalhas de ouro em três edições dos Jogos.
Após a paraolimpíada de Londres 2012, seus pais biológicos foram encontrados por jornalistas russos e se emocionaram ao falar da menina.
Segundo o jornal Siberian Times, a mãe da para-atleta disse "sentir muito" por tê-la dado para a adoção.
"Na época eu tive medo. Tive que deixá-la para trás. Mas eu cheguei a pensar em pegá-la de volta", afirmou.
"Eu estava sozinha na Sibéria, sem minha mãe e meu pai. Para onde eu iria com ela? Os médicos disseram para eu deixá-la, disseram que eu não podia ajudá-la. Eu a chamei de Tatiana, como minha irmã mais velha."
O pai, Oleg Valtyshev, que tinha 17 anos à época do nascimento da menina, disse que o casal foi pressionado pelos médicos para deixar a menina.
"O que eu poderia ter dito? Eu não poderia ter dito nada porque não estava preparado para isso. Eu fiquei muito chocado com a coisa toda", disse ele.
"Mas não quero falar contra os médicos. Eles disseram: 'A garota tem deformidades e vocês são jovens, vai ser difícil'."
Desde então, o casal teve três outras filhas incluindo outra menina portadora de deficiência. Dasha, de 13 anos, tem características semelhantes às de Jessica e vive com os pais.

Natalya e Oleg afirmaram ao canal de TV que tinham a intenção de buscar a filha quando pudessem, mas que ela foi adotada antes.
"As crianças geralmente são mantidas no orfanato até os três anos, e eu tinha certeza de que ninguém iria adotá-la. Eu me informava sobre ela, sabia que ela estava linda, que todos a amavam", disse a mãe.
"No dia 6 de julho de 1993 eu dei à luz minha segunda filha Nastya (Anastasia) e no dia 9 de julho soube que um casal de americanos a adotou."
Nastya descobriu aos 19 anos que tinha uma irmã. Ao canal russo, ela disse que sua mãe confessou que deu Tatiana para a adoção, mas que parecia traumatizada demais para falar a respeito.

Fonte;
BBC

terça-feira, 31 de julho de 2012

Desigualdade nas Olimpíadas


Longe de ser um espaço democrático, em que todos podem competir em condições de igualdade, as Olimpíadas fornecem uma plataforma para a "humilhação" dos países mais pobres.

A opinião é de Oscar Mwaanga, especialista em sociologia do esporte de Zâmbia.
"A ideia de que todos têm condições iguais para competir diz respeito a um ideal, não a uma realidade", afirma Mwaanga.
Para ele, os atletas de países mais pobres - que muitas vezes enviam apenas um ou dois representantes para as competições - ficam divididos entre as grandes expectativas de seus conterrâneos e suas limitações em função da falta de recursos para treinamento e preparação para os Jogos.
"Eles carregam as expectativas de seus países nas costas e querem acreditar que vencerão porque isso é uma questão de orgulho nacional", explica Mwaanga. "Mas no fundo cada um sabe que (sua chance de vencer) a competição está muito ligada a quantidade de recursos que recebeu. É nesse estágio que percebem a humilhação." Mwaanga lembra que mesmo que algumas dessas nações menores e mais pobres, como Togo, Zâmbia, Quênia e Etiópia, tenham destaque em alguns esportes específicos, a desigualdade entre os países é clara no quadro geral de medalhas e no número de atletas na competição.

"Há países que têm dois atletas competindo. O que isso significa se comparamos com o número de atletas vindo dos EUA ou da China? Na realidade, a Olimpíada é um evento interessante para investigar as desigualdades globais", afirma o especialista.
"Não há igualdade (na competição) e se começarmos a prestar mais atenção nesse tipo de questão, nessas críticas, podemos abrir uma oportunidade para redefinir ou redesenhar de fato as Olimpíadas."
Mwaanga sugere que parte dos recursos arrecadados com os Jogos sejam usados para fomentar atividades esportivas em países mais pobres. Para ele, o Comitê Olímpico Internacional também precisaria tomar mais consciência sobre o problema.
"Precisamos redistribuir a riqueza acumulada com as Olimpíadas, analisando como ela pode beneficiar países menores", diz.

Fonte;
BBC