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quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

15 Nepenthes extraordinárias

Nepenthaceae é uma família de plantas carnívoras angiospérmicas (plantas com flor - divisão Magnoliophyta), pertencente à ordem Caryophyllales.
O grupo é monotípico e conta apenas com um gênero, Nepenthes, que ocorre nos trópicos do Velho Mundo, nomeadamente no sul da China, Indonésia e Filipinas, Malásia, Madagascar, Ilhas Seychelles, Austrália, Nova Caledônia, Índia e Sri Lanka.

 As plantas desta família possuem na ponta de suas folhas estruturas semelhantes a jarros, sendo na verdade continuações da própria folha modificadas, com as bordas do limbo unidas formando uma ânfora.
Sobre a abertura desta ânfora encontra-se uma estrutura semelhante a uma "tampa", normalmente colorida, servindo de proteção estática para que a armadilha não se encharque.
Isso faz com que apenas uma porção de líquido encontre-se em seu interior, e é neste líquido que insetos, aranhas, e mesmo pequenos pássaros ficam presos ao escorregarem para dentro do tubo - atraídos pelas cores e pelos odores segregados pelas glândulas situadas na base da tampa.

Uma vez dentro, uma parede cerosa e pêlos no interior da folha voltados para baixo evitam que esta possa ser escalada, e ali os animais são digeridos.
Esta família possui os maiores espécimes de plantas carnívoras, e tem a forma de uma trepadeira (sendo que a estrutura entre a folha e a armadilha atua na sustentação da planta, de maneira análoga às gavinhas das videiras).

Alguns exemplos..


Nepenthes lowii
Endémica da região de Bornéu



Nepenthes attenboroughii
Descoberto pela primeira vez em 2007 no Monte Victoria,nas Filipinas.
É uma das maiores plantas carnivoras,chegando a dissolver ratos.



Nepenthes Faizaliana
Planta endêmica falésias calcárias de Gunung Mulu National Park em Sarawak , Bornéo.


N. pitopangii
Indonésia


Nepenthes Merriliana
Planta endêmica da Filipinas.
Habita áreas de florestas costeiras em encostas íngremes em elevações de 0- 1100 m acima do nível do mar.


Nepenthes Ventricosa
É uma planta nativa das Filipinas, que vive em altitudes entre 1.200 e 1.500 metros, em florestas tropicais.


Nepenthes naga
É uma planta endêmica das Montanhas Barisan de Sumatra . É caracterizada por um apêndice subapical bifurcada no lado de baixo da tampa e um ondular margem da pálpebra.
O epíteto específico Naga vem do indonésio " dragão "e refere-se ao apêndice tampa distintiva desta espécie, bem como o grande tamanho dos seus arremessadores. O nome também faz referências locais do folclore , que conta a história de dragões que ocorreram no habitat da espécie no passado.


Nepenthes Rajah
É endêmica do Monte Kinabalu ( ilha de Bornéu ) e do vizinho Monte Tambuyukon (Malásia )


Nepenthes Eswardsiana
Nepenthes edwardsiana tem uma distribuição em uma altitude de 1500 -2.700 m acima do nível do mar.


Nepenthes thai é endêmica da peninsula da Tailândia .
Ela cresce em colinas de calcário em altitudes de 500-600 m acima do nível do mar.


Nepenthes Ampullaria
Encontrada em Borneo , Ilhas Molucas , Nova Guiné , Malásia peninsular , Singapura , Sumatra , e Tailândia.


Nepenthes do muluensis
É uma planta endêmica de Borneo . Ela cresce em habitats das montanhas em altitudes de 1700  a 2400 m acima do nível do mar.


Nepenthes Vogelli
Parece ser mais difundida em Borneo diferente do que se pensava anteriormente.
Inicialmente acreditava ser endêmica do norte da Sarawak , sabe-se agora do sul do Sabah e Kalimantan Ocidental .
A espécie tem uma distribuição altitudinal de 1000  a 1500 m acima do nível do mar


Nepenthes Insignis
É uma planta endêmica da Nova Guiné e ilhas vizinhas.


Nepenthes Izumiae
Endêmica de Sumatra , onde cresce na floresta montanhosa em 1700-1900 m acima do nível do mar .


Cephalotus follicularis
Encontrada em algumas regiões da Austrália,crescendo próximos a córregos de água doce.
Não faz parte da postagem em questão,mas por eu achar uma planta extraodinaria como as nepenthes coloquei aqui para finalizar a postagem.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

Ilha brasileira tem cobras perigosíssimas cujo veneno derrete a carne humana


Imagine uma viagem para uma ilha repleta com 4.000 cobras, sendo que dentre elas está uma das serpentes mais perigosas do mundo?
É a Ilha de Queimada Grande, que fica a cerca de 35 km da costa de São Paulo.

Na verdade, a ilha é tão perigosa que a visita a ela foi banida pelo governo brasileiro, apesar de já não ser muito famosa no quesito de turismo.
Essa ilha é o único lugar natural do mundo onde podemos encontrar a Bothrops insularis, também chamada de Jararaca-Ilhoa, que é uma das mais perigosas por seu veneno letal. Ele é tão potente que ao entrar na circulação de uma pessoa, a mata em questão de duas horas, por provocar falência geral orgânica. Sua ação enzimática provoca a destruição e, literalmente, o derretimento da área mordida.


A espécie tem uma cor marrom misturada com dourado, cresce um comprimento médio de 70 cm, podendo atingir seu máximo de 118 cm. Ela recebe o nome também de “cabeça de lança” por conta do formato de seu crânio, característica única das cobras desse gênero. A sua taxa de mortalidade é de 7% e cai para 3% quando a pessoa é tratada a tempo. Sua dieta consiste principalmente de aves e lagartos, mas pode chegar também a fazer canibalismo com outras cobras.

A ilha é inabitada, exceto por uns poucos cientistas que possuem autorização para estudar algumas cobras. Ocasionalmente, aparecem alguns caçadores, que são conhecidos por capturar as cobras e vendê-las no mercado negro a mais de R$ 60 mil.



O curioso dessa cobra é o motivo misterioso que a fez tão mortal, já que ela não é muito diferente de suas irmãs continentais. A teoria predominante é que, há 11 mil anos, houve uma separação da ilha com o território brasileiro atual, deixando as serpentes na ilha com fontes limitadas de comida.
Por isso, tinham de ser certeiras na morte de suas presas. Além disso, elas podem sobreviver até 6 meses sem alimentação.


Várias histórias giram em torno dessa assustadora ilha. Uma delas fala de um pescador que fundiu os motores de seu barco próximo de lá e foi encontrado alguns dias depois morto, cheio de mordidas de cobra dentro de seu barco.
Outra conta sobre o último faroleiro que morou na ilha com a sua família e todos morreram por picadas de cobras em locais diferentes.

Ainda que bastante perigosa, a população de cobras da ilha tem sofrido uma redução nos últimos 15 anos devido à remoção de vegetação por estrangeiros e de doenças levadas por eles. Elas estão criticamente ameaçadas de extinção.

Fonte
Jornal Ciência

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

13 Meses depois náufrago salvadorenho resgatado nas Ilhas Marshall



O náufrago salvadorenho que afirmou ter passado vários meses à deriva no Oceano Pacífico até chegar a um pequeno atol nas Ilhas Marshall iniciou neste domingo uma longa viagem de retorno a seu país.

José Iván, o nome com o qual se identificou, foi levado em uma lancha da Marinha local neste domingo do atol de Ebon, sul do arquipélago, para a capital Majuro, onde deve chegar na segunda-feira.

Em Majuro será submetido a exames médicos antes de iniciar os trâmites necessários para a repatriação. "Quero retornar ao México!", disse José Iván por rádio à intérprete Magui Vaca em seu primeiro diálogo com uma pessoa que fala espanhol, depois de ter passado mais de um ano à deriva em uma pequena embarcação de fibra de vidro de 24 pés (quase sete metros) de comprimento, cujos motores perderam as hélices.


"Me sinto mal. Estou longe. Não sei onde estou nem o que aconteceu", disse à intérprete. José Iván explicou que zarpou do México em 24 de dezembro de 2012 para pescar tubarões.
O tempo que passou perdido em alto-mar seria de pouco mais de 13 meses, não os 16 que foram mencionados a princípio, depois que ele foi resgatado na quinta-feira.

Até o momento não estão claros os motivos da embarcação ter ficado tanto tempo à deriva nem como faleceu, há alguns meses, o homem que o acompanhava no barco. Segundo a intérprete, José Iván está muito confuso e não sabe dizer o que aconteceu nos meses em que passou no oceano.

"Ele está um pouco desesperado e quer voltar ao México, mas não sabe como", disse a intérprete. Quando dois habitantes do atol de Ebon o resgataram do mar, na quinta-feira, ele usava apenas uma cueca feita com um pedaço de pano, tinha o cabelo muito comprido e barba abundante. Além disso, não conseguia caminhar sem ajuda.
O náufrago explicou por meio de desenhos que sobreviveu comendo tartarugas, aves e peixes que pescava com as mãos. Também mostrou que bebia sangue de tartaruga quando não chovia.

Fonte
Yahoo

domingo, 19 de janeiro de 2014

Ilha Fantasma


Ilha Hashima é uma das 505 ilhas não habitadas da província de Nagasaki, distante aproximadamente 15 quilômetros da cidade de Nagasaki.
A ilha foi povoada de 1887 a 1974, quando serviu como base de extração de carvão.
O local é notável por suas imensas construções de concreto abandonadas em meio ao oceano. É administrada como parte de Nagasaki desde 2005, pertencendo anteriormente à antiga cidade de Takashima.


Em 1890, durante a industrialização do Japão, a Mitsubishi comprou a ilha e começou o projeto de extração de carvão em minas submarinas.
No local foi construído o primeiro edifício de concreto de largas proporções do Japão, um bloco de apartamentos concluído em 1916 para acomodar a cada vez mais crescente massa de trabalhadores.


A população da ilha alcançou seu ápice em 1959, com 5,259 habitantes, uma densidade populacional de 835 pessoas por hectare em toda a extensão da ilha, ou 1,391 por hectare no distrito residencial.
Com a substituição do carvão por petróleo no Japão durante a década de 1960, as minas de extração do mineral começaram a ser fechadas por todo o país, e as de Hashima não foram exceção.
A Mitsubishi anunciou oficialmente o encerramento de suas atividades na ilha em 1974, e o local foi totalmente evacuado, passando a ser conhecido como "Ilha Fantasma".


O acesso à Hashima só foi restabelecido em 22 de abril de 1999, mais de 20 anos após o fechamento. Em 2008, uma ONG protocolou junto à Unesco um pedido para que a ilha se tornasse Patrimônio Mundial da Humanidade.
No ano seguinte, um pequeno trecho de Hashima foi reaberto para visitas turísticas.
Em 23 de junho de 2013, o Google enviou um funcionário à ilha para registrar imagens panorâmicas em 360 graus para seu serviço Street View.


A Ilha, localizada 15 km da costa, serviu de inspiração para os criadores de 007 – Operação Skyfall (2012) que estabeleceram por ali a casa do personagem Raoul Silva.
A Ilha de Hashima é também conhecida como Gunkanjima ou Gunkanshima, que significa  Ilha Encouraçado (軍艦島).





Fonte
Wikipédia

sábado, 14 de dezembro de 2013

Pássaro Venenoso


Quando falamos em animais venenosos, você provavelmente se lembrará de aranhas, de escorpiões, de cobras ou de outros seres similares. O que certamente não passará pela sua mente são os pássaros, não é? Pois bem, prepare-se para saber que existem sim pássaros venenosos no mundo (e com um veneno bastante poderoso), porém que só são encontrados em determinadas regiões de Papua Nova Guiné, nas ilhas da Oceania.


Estamos falando do Pitohui dichrous, um pequeno pássaro com tons pretos e alaranjados que traz em suas penas e pernas as toxinas batratoxinas, também presentes em muitas espécies de rãs venenosas. A descoberta do veneno desse animal é recente para os cientistas, pois ocorreu há poucos anos, sendo que ele não é totalmente entendido pelos biólogos. Além disso, ele é considerado o único pássaro venenoso do mundo.


Aparentemente, esses pássaros conseguem absorver o veneno encontrado nas suas presas, como os besouros Choresine (que também são peçonhentos), e depositá-lo em seu próprio corpo, também criando um sistema de defesa bastante fatal. Eles são imunes ao veneno do besouro, porém de algum modo as toxinas ficam presentes em seu corpo permanentemente.


Os nativos de Papua Nova Guiné não comem o pássaro e nem se aproximam muito dele, já que o animal pode ocasionar sensação de dormência e paralisação dos músculos. Se ele realmente for ingerido por alguém, pode gerar sérios problemas de saúde ou paralisar o coração, ocasionando óbito imediato.
Existem várias espécies do Pitohui que são identificadas pelo tipo de coloração. Quanto mais vibrantes forem suas cores, mais venenoso o pássaro será. Como ocorre o envenenamento? Simplesmente ao tocar no animal, especialmente se você possuir algum tipo de ferida na pele e entrar em contato com as penas do Pitohui.


Mas fique tranquilo: para que os problemas realmente sejam sérios, você deve entrar em contato com muitos desses pássaros. Sem falar que eles estão bem longe aqui do Brasil – pelo menos você já sabe que terá que se cuidar bastante se tirar as férias em Papua Nova Guiné.

Fonte
Megacurioso

terça-feira, 7 de maio de 2013

Família põe à venda ilha habitada na Escócia


Essa ilha inspira autores há décadas, é frequentemente visitado por lontras e focas cinzentas e tem sua própria estação de correios, e agora esta pitoresca ilha escocesa remota pode ser sua?! Se você poder pagar o preço pedido de 2,5 milhões de libras (R$7,8 milhões)..
Os proprietários de Tanera Mor, a maior e única ilha habitada no arquipélago de Summer Isles ao largo da costa noroeste da Escócia (323 hectares).
Lizzie e Richard Williams, integrante da família Wilder e responsável pela gestão da ilha conseguiram a ilha em 1996, disse que foi um" privilégio " ter tido a custódia de Tanera Mor.
Mas eles disseram que depois de "muitos anos felizes e de chamar Tanera Mor de casa ', já era tempo de "conseguir"alguém para cuidar do' incrível 'lugar.
A ilha foi trazido para o mercado depois de uma tentativa de aquisição da comunidade local não ter avançado.
Aparentemente, as negociações com a comunidade não avançaram porque esta estaria comprometida financeiramente com outros projetos, como um centro para produção de energia renovável.
"Esperamos que quem for o futuro dono da ilha, aproveite a mesma relação quente e cooperativa que tivemos com a comunidade nos últimos 17 anos(Sr e Sra. Williams)
Agente de propriedade CKD Galbraith descreveu a ilha, que tem nove propriedades residenciais, um café e três molhes, como um "empreendimento turístico florescente e com a soberba residência da família.
John Limite de CKD Galbraith disse: "A possibilidade de possuir sua própria ilha escocesa é extremamente rara e com o empreendimento turístico próspero, Tanera Mor juntamente com sendo um lugar realmente espetacular para viver, esperamos receber um grande numero de interessados.
"Com o apoio e compromisso da comunidade local Coigach, Tanera Mor oferece uma perspectiva verdadeiramente fantástico para as partes interessadas que vai muito ter o patrimônio da ilha e sustentabilidade no coração, bem como um estilo de vida fantástico.
Tanera Mor inspirou o livro Island Farm por Frank Fraser , que viveu na ilha na década de 1930, enquanto estudava o habitat das suas colônias de aves.

Fonte
Metro

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Posto militar russo(em Ilha) agora podem ser visitados pelo público

Uma pequena ilha localizada ao largo da costa da Rússia pode agora ser visitado pelo público, depois de décadas de uso como uma base militar secreta.
Estas imagens de Askold dar uma visão rara  ao passado militar da Rússia,como a ilha é um dos poucos lugares fortificados localizados no território Russo que pode ser visitada pelos turistas.
Fokino  que está localizado em Primorye Rússia ou província marítima com o menor ponta do país, está fechada por causa da Frota Russa do Pacífico que está situado por lá.

Todos os estrangeiros precisam de uma autorização especial para ser capaz de visitar.
Mas a pequena fortaleza abandonada na ilha de Askold, localizada no Mar do Japão, é uma exceção na área e está agora aberto para turistas curiosos que querem um vislumbre do passado militar da Rússia.
Do outro lado Askold, sinais de seu uso anterior são visíveis, com tanques abandonados e postos de comando espalhados por toda a ilha.
Ao mesmo tempo, a ilha era o centro de um conflito entre o Japão ea Rússia por garimpos lucrativos situadas na "região"

A principal tarefa dos soldados situados lá era observar a tentativa japonesa para a construção de campos de minas para bloquear as rotas marítimas russas.
Também foi usado para manter o maior abismo no Mar do Japão conhecido como Pedro, o grande abismo seguro de interferências de outras nações.
Um posto de observação permanente foi construída na ilha em 1892.
Ele fazia parte da Fortaleza de Vladivostok , um complexo sistema de fortificações construídas através da costa do país no final do século 19 e início do século 20.
A Ilha de Askold foi ligada com a sede da terra principal por meio de uma linha telegráfica.
Hoje, a ilha não é mais usado para os militares, mas funciona como um museu único de sua história naval.
Ainda não há população permanente em Askold ea ilha tem poucos visitantes por causa da ausência de ligações de transportes regulares com o continente.
O tempo é imprevisível, muitas vezes úmido durante o verão e muito frio durante o inverno.
Acredita-se que ainda há dezenas de toneladas de depósitos de ouro ainda escondidas na ilha.

Fonte
Daily Mail

segunda-feira, 7 de janeiro de 2013

Longevidade em ilha Grega

Cientistas estão investigando o segredo da longevidade dos 8 mil moradores da Ilha de Ikaria, no leste da Grécia, que vivem em média dez anos a mais que a maioria dos europeus e apresentam uma saúde muito melhor no final de suas vidas.
Pesquisadores da Universidade de Atenas, na capital do país, estudaram os moradores locais com mais de 65 anos. Christina Chrysohoou, cardiologista da universidade, afirma que eles sofrem dos mesmos tipos de doenças que as outras pessoas, como câncer e problemas cardiovasculares, mas estes problemas ocorrem mais tarde.

"(...) Não podemos evitar estas doenças, mas eles conseguem preservar a qualidade de vida por muitos anos. A idade média para (ocorrência de) doenças cardiovasculares é entre 55 e 65 anos. Em Ikaria, isto acontece cerca de dez anos depois", afirmou.
Entre os moradores da ilha, o número de fumantes é baixo, o cochilo depois do almoço é regra, o ritmo de vida é lento, e as pessoas se reúnem com amigos e familiares com freqüência, bebendo quantidades moderadas de vinho.
As famílias grandes dão aos moradores mais idosos um papel importante na sociedade, e os níveis de depressão e demência são baixos. Outros fatores também podem contribuir para a longevidade dos moradores da ilha.Mesmo em comparação à dieta típica da região do Mediterrâneo, os que moram na ilha consomem mais peixe, verduras e legumes e também níveis relativamente baixos de carne.

Seis entre dez pessoas com mais de 90 anos ainda são fisicamente ativas, em comparação com apenas 20% destas pessoas em outros lugares.A maior parte dos alimentos é cozida em azeite. Grandes quantidades de ervas são colhidas e usadas para temperos e fins medicinais. Muitos fazem um chá consumido diariamente com ervas secas como salvia, camomila, hortelã, entre outras.
Para adoçar, apenas o mel local. Muitas destas ervas silvestres são usadas no mundo todo como remédios tradicionais e são ricas em antioxidantes e também diuréticas, o que pode diminuir a pressão sanguínea..

Os pesquisadores da Universidade de Atenas também pretendem realizar estudos geológicos da ilha, para saber se elementos radioativos existem em Ikaria e podem terefeito sobre alguns tipos de câncer.Além disso, também há estudos genéticos, que comparam o DNA dos moradores com o DNA de outros que nasceram na ilha, mas deixaram o lugar e, por isso, têm um estilo de vida diferente.

Fonte
BBC Brasil