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domingo, 23 de dezembro de 2012

126 novas espécies no Sudeste Asiático

Pesquisadores identificaram 126 espécies animais e vegetais até então desconhecidas no Sudeste da Ásia, na região conhecida como Grande Mekong (que engloba Camboja, Laos, Mianmar, Tailândia, Vietnã e um pedaço da China), informa um relatório recém-divulgado pela ONG WWF.

Entre as novas espécies encontradas estão um morcego vietnamita batizado de Murina beelzebub por causa de "sua aparência maligna", um peixe cego, um sapo que canta como um pássaro e uma víbora de olhos vermelhos.
"Ainda que essas descobertas (datadas de 2011) reforcem o Mekong como uma região de biodiversidade incrível, muitas dessas novas espécies já estão lutando para conseguir sobreviver em habitats que estão encolhendo", afirma Nick Cox, diretor da WWF na região.

Desde 1997, mais de 1,7 mil espécies foram identificadas pelos cientistas na região. Segundo Cox, o rio Mekong, que atravessa a área pesquisada, "contém biodiversidade aquática que só perde para o rio Amazonas".
"A caça ilegal é um dos maiores desafios para a sobrevivência de muitas das espécies no sudeste da Ásia", acrescenta o diretor da WWF.


Fonte
BBC Brasil

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

Nova espécie de pássaro

Uma nova espécie de pássaro foi descoberta na Serra do Cipó, nos campos rupestres de Minas Gerais. A princípio, os pesquisadores pensaram ter encontrado uma população isolada do pedreiro (Cinclodes pabsti), que vive nas serras do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Mas acabaram surpreendidos pelos resultados de exames de DNA, indicando que os passarinhos de Minas e do Sul são espécies distintas.

Realizado por um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de Minas Gerais, o trabalho foi previamente publicado on-line no periódico IBIS, e em outubro deve chegar à edição impressa.

O Cinclodes espinhacensis* ou pedreiro-do-espinhaço é um passarinho grande, com cerca de 22 centímetros de comprimento. Tem a plumagem cor de chocolate, com a parte inferior beje e uma faixa amarelada sobre os olhos, assim como o primo das serras dos sul. A semelhança com o C. pabsti é tamanha que levou os autores a publicarem uma nota, em 2008, identificando o pássaro mineiro como uma população isolada de C. pabsti.

Os pesquisadores haviam se deparado com indivíduos, mas ainda não podiam confirmar se eles viviam e reproduziam na região ou estavam apenas dispersos, o que explicaria a presença deles tão longe do Rio Grande do Sul. Com base em fotografias, confirmaram que se tratava de um Cinclodes.

“Por indicação do herpetólogo Felipe Leite, fomos até à região da Serra do Breu. Lá, pela primeira vez encontramos uma população estabelecida propriamente dita, observamos vários indivíduos separados por territórios e se reproduzindo”, diz o ornitólogo Guilherme Freitas, autor principal do artigo. Ele conta que a Serra do Breu é um local especial, porque possui muitos afloramentos rochosos e é mais alta do que seu entorno.

O pedreiro-do-espinhaço vive em uma área restrita de 490 quilômetros quadrados, na Serra do Cipó, em Minas Gerais, onde constrói ninhos em túneis abertos nas fendas das rochas. É muito comum vê-lo nos campos rupestres, acima de 1.500 metros de altitude, ciscando em busca de insetos, ou nas pedras, perto de reservatórios ou cursos d'água. “Ele gosta muito de água”, afirma o ornitólogo Guilherme Freitas, autor principal do artigo. Não é difícil também ouvir o canto e o grito desse pássaro, quando ele está empoleirado em arbustos, ou quando em voo.

O pedreiro do Sul havia sido descoberto em 1969 e já tinha surpreendido especialistas, já que as outras 14 espécies do gênero vivem nos Andes e Patagônia. De acordo com Guilherme Freitas, os pedreiros brasileiros são espécies relictuais, ou seja, vestígios da história natural da região. “É uma espécie que conta como foi a colonização destas montanhas”, afirma Freitas.

A Serra do Cipó fica a 90 quilômetros de Belo Horizonte, no sul da Serra do Espinhaço, na região central do estado. Uma região de grande interesse geológico – que teria surgido há cerca de 1,7 bilhões de anos – e que atrai turistas. Em 1987, foi criado um Parque Nacional da Serra do Cipó, com 31 mil hectares.

Fonte;
(O)ECO

quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Descoberta,nova espécies em respiradouro de vulcão sob o Índico

As imagens, capturadas com a ajuda de um robô na Cadeia de Montanhas Submarinas do Sudoeste Índico, foram feitas enquanto os cientistas pesquisavam as aberturas de vulcões submarinos, no fundo do oceano.
Descobertos em 1977, estes respiradouros hidrotermais são fissuras no fundo do oceano que expelem água muito quente, rica em minerais. Apesar das temperaturas altíssimas, estas áreas podem abrigar ecossistemas variados.
A equipe de cientistas britânicos se concentrou nas aberturas do sudoeste índico porque esta cadeia está ligada à Cadeia de Montanhas do Oceano Atlântico e à Cadeia Central Índica, locais onde a vida marinha já foi bem documentada.
Nesta nova pesquisa, os cientistas da Universidade de Southampton encontraram moluscos, crustáceos, mexilhões e outras criaturas. Em seguida, eles compararam estas criaturas com as encontradas em respiradouros vulcânicos de cadeias submarinas vizinhas.
"Eu esperava (encontrar por) lá algumas semelhanças com o que sabemos do Atlântico, e algumas semelhanças com o que sabemos das aberturas do Oceano Índico, mas também encontramos animais que não são conhecidos em nenhuma daquelas áreas, e isto foi uma grande surpresa", disse o professor Jon Copley, pesquisador-chefe do projeto.
A área pesquisada pelos cientistas é diferente das outras, pois tem menos atividade vulcânica do que outras cadeias submarinas, com menos respiradouros.
Para capturar as imagens, os pesquisadores usaram um robô submarino chamado Kiel 6000, do Instituto de Ciências Marinhas de Leibniz, na Alemanha. As descobertas do robô surpreenderam os cientistas.
"Este lugar é uma verdadeira encruzilhada em termos de espécies de respiradouros no mundo todo", disse Copley.
"Uma (das descobertas) foi um tipo de caranguejo yeti. Existem atualmente duas espécies descritas de caranguejo yeti conhecidas no Oceano Pacífico, e (esta última descoberta) não é como as outras, mas é o mesmo tipo de animal, com braços longos e cabeludos", afirmou.
"Também (encontramos) alguns pepinos-do-mar, desconhecidos dos respiradouros do Atlântico ou da Cadeia Central Índica, mas conhecidos no Pacífico."
"Temos ligações com várias partes diferentes do mundo aqui", disse o cientista.A diversidade das criaturas encontradas também surpreendeu os cientistas.
"Em muitos outros campos com respiradouros, nesta zona quente, você encontra animais que frequentemente são de apenas um tipo: na Cadeia do Atlântico é apenas camarão. Mas aqui vimos três ou quatro ao mesmo tempo", disse Copley.
As descobertas devem ajudar os pesquisadores a descobrir mais sobre como as criaturas se movem de abertura em abertura. Estes respiradouros têm vida curta e, se as criaturas que habitam a área não tiverem a habilidade de se mover de um sistema para outro, a vida nestas regiões seria extinta.
Apesar destas descobertas, os pesquisadores temem pelo futuro da região.
A China conseguiu uma licença para explorar o potencial de mineração destes respiradouros, concedida pela Autoridade Internacional dos Fundos Marinhos, entidade que regula a exploração nos oceanos.
"Seria muito prematuro começar a perturbar (as espécies da região) antes de descobrirmos totalmente o que vive lá", afirmou o cientista.

Fonte;
BBC Brasil

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Encontrado espécie considerada 'perdida' de morcego

Uma bióloga da Universidade de Exeter, na Grã-Bretanha, descobriu nas ilhas Scilly, a oeste do País de Gales, uma espécie de morcego considerada "perdida". Fiona Mathews encontrou um exemplar do morcego-pipistrela, uma fêmea grávida.
A primeira da espécie encontrada na ilha nos últimos 40 anos. "Ficamos surpresos e felizes ao encontrar este morcego marrom de orelhas compridas, e particularmente animados com o fato de que é uma fêmea esperando um filhote, pois sugere que existe uma colônia se reproduzindo".
Morcegos da espécia tinham sido vistos pela última vez nas ilhas Scilly na década de 60. Conhecidos também como "morcegos sussurrantes", estes animais usam suas orelhas longas para captar sons de lagartas e outros insetos dos quais se alimentam. Devido ao fato de voarem apenas quando está muito escuro, e de os sons que emitem serem baixos demais para serem captados por aparelhos, estes morcegos são praticamente impossíveis de serem detectados por métodos tradicionais de pesquisa. E a espécie vive em áreas de florestas, que são escassas nas ilhas Scilly.
Mathews conta que a fêmea foi encontrada em um "velho pinheiro Monterey, plantado na costa para proteção contra o vento, e se alimentando em uma longa avenida de olmos". "Agora que sabemos que os morcegos estão lá, organizações conservacionistas locais podem começar a melhorar o habitat para eles".Ela afirma que será preciso adotar medidas como o plantio de árvores que atraiam insetos noturnos e a restrição da iluminação em algumas áreas das ilhas.
Segundo Mathews, as autoridades das ilhas precisam fornecer locais apropriados para reprodução dos animais. "Pelo fato de não construírem ninhos, as mães precisam encontrar lugares que vão manter seus filhotes quentes durante a noite, enquanto os adultos vão se alimentar. Eles podem usar sótãos (em casas) ou caixas, além de buracos em árvores."
A bióloga lembra que a última colônia destes morcegos desapareceu devido à intervenção humana em seu habitat. "A última colônia conhecida nas ilhas Scilly desapareceu quando o local onde eles ficavam, em um prédio, desapareceu e agora nós temos uma chance de reverter o destino (dos morcegos)".

Fonte;
http://noticias.terra.com.br/ciencia/noticias/0,,OI5201887-EI8145,00-Cientista+britanica+descobre+especie+perdida+de+morcego.html

domingo, 6 de março de 2011

A Geleira na Antártida que Sangra


Essa imagem parece uma geleira que esta sangrando,o que poderia ser esse fenômeno que tanto intriga ao olhar?!
Essa geleira se localiza na Terra de Vitória, porção leste da Antártida.
Os cientistas descobriram que a mancha vem de deposito de sal que contem ferro e hidróxido de ferro.

O liquido vermelho é como um lodo, escoando para o lago bonney.
A vários milhões de anos atrás,o vale possivelmente foi inundado pelo mar,como o clima mudou a água do mar recuou,deixando um lago de água salgada,nesse sal continham ferro.
A geleira Taylor avançou sobre esse lago,após milhões de anos esse deposito de sais vem sendo espremido para a margem da geleira,o mais interessante é que esse fenômeno é causado por bactérias!
Os cientista detectaram 17 espécies de bactérias diferentes e pode haver muito mais,elas existem só lá, nem nomes científicos elas tem,essas bactérias conseguem viver sem luz e até 7 graus negativos com uma pressão atmosférica extremamente alta.
Então esse vermelho que parece sangue nada mais é que a secreção dessas bactérias,que é rico em ferro assim como nosso sangue.
Se quiser ir mais afundo na pesquisa sobre essa "geleira que sangra"pesquise; Blood Falls "Queda de Sangue",do qual é "populamente" conhecida.

Simples é modo de falar,porque não poderia haver coisa mais intrigante e complexa ao mesmo tempo.
Seria uma injustiça pensar que só teria vida no nosso planeta Terra,quando temos exemplos de vida em situações extremas como essa.

Fonte;
Angelo"Devorador do Pecado"
através de influências e pesquisas diversas.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Massacre na Dinamarca


País de Primeiro Mundo hein !!Onde???
....Dinamarca, uma vergonha
O mar se tinge de vermelho, entretanto não é devido aos efeitos climáticos da natureza.
Se deve a crueldade com que os seres humanos (ser civilizado) matam centenas dos famosos e inteligentíssimos.
Golfinhos Calderon.

Isso acontece ano após ano na Ilha Feroe na Dinamarca. Deste massacre participam principalmente jovens
Por que?
Para demonstrar que estes mesmo jovens já chegaram a uma idade adulta, estão maduros
Em tal celebração, nada falta para a diversão
TODOS PARTICIPAM DE UMA MANEIRA OU DE OUTRA, matando ou vendo a crueldade “apoiando-a como espectador”.
Cabe mencionar que o golfinho calderon, como quase todas as outras espécies de golfinhos, se aproxima do homem unicamente para interagir e brincar em gesto de pura amizade.

Eles não morrem instantaneamente, são cortados uma ou duas vezes com ganchos grossos. Nesse momento os golfinhos produzem um som estridente bem parecido ao choro de um recém-nascido.
Mas sofre e não há compaixão até que este dócil ser sangre lentamente e sofra com feridas enormes até perder a consciência e morrer no seu próprio sangue.
Finalmente estes heróis da ilha, agora são adultos racionais e direitos, já demonstraram sua maturidade.

Nota do Blogueiro;
Eu em diversas ocasiões nesse blog, falei muito bem da Dinamarca,mas essa postagem vai contra tudo que eu já tenham dito de bem sobre o mesmo.
Não envergonham só o país não,envergonham primeiramente a nossa espécie humana,o que há de "humano"nessas ações descabidas contra animais indefesos,baseado em "crenças fundadas na brutalidade"
Como da para imaginar um jovem que é induzido a fazer isso o que poderá fazer de bem depois de adulto?
Parem com esse massacre!se olhem no espelho e tenham nojo de si mesmo,o melhor que vocês poderiam fazer por nossa espécie seria se retirar dela,se matem!!

Fonte;
Devorador do Pecado,recebido por e-mail de LL.