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sexta-feira, 31 de outubro de 2014
Suécia reconhece Palestina independente
Com a violência a espreitar, ameaçadora, as ruas de Jerusalém e sem que haja no horizonte qualquer ideia para ressuscitar o processo de paz, a Suécia tornou-se nesta quinta-feira o primeiro país da União Europeia a reconhecer a Palestina como um Estado independente. Nenhum outro país deu sinal de que pretende seguir-lhe o exemplo, mas o impasse nas negociações e a irritação com a insistência israelita na expansão dos colonatos indicam que, a breve prazo, a Autoridade Palestiniana pode conseguir mais apoios à sua campanha pelo reconhecimento unilateral.
Israel reagiu com a fúria esperada. “O Governo sueco deveria compreender que as relações no Médio Oriente são mais complicadas do que a montagem dos móveis Ikea”, afirmou o ministro dos Negócios Estrangeiros israelita, Avigdor Lieberman, denunciando uma “decisão miserável” que irá dar força “às exigências irrealistas dos palestinianos”. Horas mais tarde, o Governo israelita chamou por tempo indeterminado o seu embaixador em Estocolmo, gesto que assinala o agravamento da crise diplomática.
Quando, no início do mês, o novo primeiro-ministro sueco, Stefan Lofven, anunciou que iria reconhecer a Palestina, Washington, aliado incondicional mas cada vez mais relutante de Israel, criticou a decisão “prematura” da Suécia, insistindo que a independência palestiniana deve ser o culminar do processo de paz.
Mas nesta quinta-feira a ministra dos Negócios Estrangeiros, Margot Wallström, disse temer que a decisão da Suécia “seja mais tardia do que prematura”. Num artigo para o jornal Dagens Nyheter, a antiga comissária europeia reconhece que a Palestina não tem fronteiras definidas, mas cumpre o essencial “dos critérios de direito internacional para um reconhecimento”: um território, uma população, e um governo.
Wallström sublinhou que a iniciativa não significa que Estocolmo esteja a escolher um lado do conflito. “Estamos a colocar-nos do lado da paz”, disse a ministra, explicando que o objectivo é apoiar os palestinianos moderados, como o presidente Mahmoud Abbas, e reforçar o seu estatuto nas negociações de paz.
Mas não escondeu que o passo dado pela Suécia – o 135.º país a reconhecer uma Palestina independente – nasce também da frustração com que o mundo olha para os acontecimentos na região. “Ao longo do último ano vimos como as negociações de paz se afundaram num impasse, como as decisões sobre a construção de novos colonatos nos territórios ocupados da Palestina complicaram a solução de dois Estados e como a violência regressou a Gaza”, afirmou.
Abbas agradeceu a decisão “corajosa e histórica” e exortou outros países a responderem à campanha que, em 2011, o levou ao pedir ao Conselho de Segurança o reconhecimento da Palestina como um membro de pleno direito da ONU. A iniciativa foi bloqueada, mas abriu o caminho para que, no ano seguinte, a Assembleia Geral lhe atribuísse o estatuto de Estado observador – numa votação em que Portugal foi o primeiro país da União Europeia a anunciar o seu apoio e um dos 14 que votou a favor.
Depois disso, os EUA tentaram relançar as negociações, mas a realidade voltou a sobrepor-se: em Janeiro, Israel anunciou novos planos para a construção de colonatos, três meses depois a Fatah de Abbas acordou com o rival Hamas, maioritário em gaza, um governo de unidade nacional e o diálogo foi suspenso. Em Julho, após uma escalada que começou com o assassínio de três adolescentes israelitas na Cisjordânia, Israel lançou nova ofensiva contra Gaza que fez mais de dois mil mortos.
A violência, escreveu o Guardian, voltou a chamar a atenção do mundo para um conflito sem solução militar e, apesar de as culpas serem partilhadas, é Israel quem mais tem perdido na frente diplomática. “De cada vez que há um acontecimento grande como este, o apoio a Israel diminui um pouco mais”, disse um responsável europeu ao jornal britânico, explicando que uma fatia crescente da opinião pública do continente “não acredita que Israel esteja a trabalhar genuinamente para alcançar a paz”.
A União Europeia (UE) diz estar disponível para reconhecer a Palestina “no momento apropriado”, mas insiste que a prioridade deve ser colocada nas negociações de paz. Vários países, adiantou a Reuters, ficaram, por isso, irritados com o passo unilateral de Estocolmo – sete países da UE (Chipre, Bulgária, Hungria, Malta, Polónia, República Checa e Roménia) tinham reconhecido a Palestina, mas fizeram-no antes da adesão à UE. No entanto, nos corredores são cada vez mais os diplomatas europeus que, a cada anúncio de expansão dos colonatos, avisam Israel para o risco de isolamento internacional.
UMA LUZ!!PARABÉNS SUÉCIA..
Fonte
www.Publico.pt
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Suécia faz transplante de útero de doadoras vivas
Nove suecas receberam transplantes de útero de doadores vivos em uma experiência pioneira. O médico Mats Brannstrom, da Universidade de Gothenberg, que lidera o projeto experimental de fertilidade, diz esperar que a nova técnica ajude outras mulheres que querem engravidar.
Só na Grã-Bretanha, mais de 15 mil mulheres poderiam em tese ser beneficiadas
O experimento incluiu tanto mulheres que nasceram sem útero como pacientes que tiveram problemas no órgão que impedem a gravidez. Inicialmente, eram dez as pacientes recrutadas pela equipe de Brannstrom. Mas uma delas não pode seguir com o tratamento devido a problemas médicos.
As outras nove foram submetidas ao transplante.
Essas mulheres nasceram sem o útero ou tiveram o órgão removido por causa de câncer cervical. A maioria têm cerca de 30 anos de idade e já participava de uma pesquisa médica mas ampla que visa checar as possibilidades de transplante de útero.
Cientistas e médicos em diversas partes do mundo também estudam realizar cirurgias similares, mas na Suécia a pesquisa está mais avançada.
“Este é um novo tipo de cirurgia”, disse Brannstrom à agência Associated Presse. “Não temos bibliografia sobre a qual nos apoiar”.
Ele e seus colegas preparam uma apresentação sobre a nova técnica e pretendem apresentar um relatório científico em breve. No transplante o útero não é conectado às trompas de Falópio da paciente, o que impede que ela engravide naturalmente. Contudo, a transplantada ainda possui seus ovários e pode pode produzir óvulos para serem usados em um tratamento de fertilização in vitro.
FONTE
BBC
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Transplante
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Suécia fecha 4 prisões por falta de detentos (a questão é social)
O jornal inglês The Guardian informou que 4 prisões e um centro de detenção foram fechados na Suécia, pela Justiça daquele país, por falta de prisioneiros. O diretor de serviços penitenciários local, Nils Oberg, afirmou que o número de detentos estava caindo 1% ao ano desde 2004 e, de 2011 para 2012, caiu 6%.
Oberg e outras fontes ouvidas pelo jornal inglês acreditam que a queda do número de presos tem os seguintes motivos: 1) investimentos na reabilitação de presos, ajudando-os a ser reinseridos na sociedade; 2) penas mais leves para delitos relacionados às drogas e 3) adoção de penas alternativas (como liberdade vigiada) em alguns casos.
Com uma política semelhante, a superpopulação carcerária no Brasil e em outros países poderia ser bastante atenuada. O exemplo sueco deixa claro, mais uma vez, que a questão da criminalidade é, sim, social. Ninguém nasce malvado, não existe o que popularmente é chamado de sangue ruim.
Na Suécia, 112º país do mundo em população carcerária, são 4.852 presidiários para 9,5 milhões de habitantes –51 para cada 100 mil habitantes. No Brasil, que tem a 4ª maior população carcerária do mundo, são 584.003 detentos, ou 274 por 100 mil habitantes.
E olha que a reportagem nem entra no mérito de que naquele país nórdico toda população têm acesso a serviços públicos de qualidade (educação, saúde, cultura etc) e que lá os direitos humanos são levados a sério pelos governantes.
Acreditar que não há ligação entre a questão social e o número de presos em um país é acreditar que há pessoas mais propensas para o mal. Ou que quem nasce abaixo da linha do Equador é mais malandro ou algo que o valha.
Isso sem falar na questão moral. Insuflada pelos Datenas da vida, boa parte da população acha que mesmo quem cometeu um crime leve tem de amargar longos períodos encarcerados em condições sub-humanas. E grita contra qualquer investimento na ressocialização de detentos –“pra quê gastar dinheiro com bandido?”. O que o autoproclamado “cidadão de bem” precisa entender é que a melhor opção para a segurança de sua família –e para um mundo melhor— é o modelo sueco, e não a manutenção das prisões brasileiras tais como estão hoje.
Fonte
Carta Capital
terça-feira, 19 de junho de 2012
Julian Assange pede asilo político ao Equador
A informação foi confirmada nesta terça-feira pelo chanceler equatoriano, Ricardo Patiño, segundo o qual Assange já se encontra abrigado na representação diplomática.
"O Equador está estudando e analisando o pedido de asilo", afirmou Patiño a repórteres na capital Quito.
A solicitação também foi ratificada através do próprio Wikileaks, que publicou em sua conta do Twitter um alerta em que se lia: "ALERTA: Julian Assange solicitou asilo político e está sob proteção na embaixada do Equador em Londres".
O país andino já havia oferecido asilo ao ativista em novembro de 2010.
No último dia 14 de junho, a Suprema Corte Britânica negou o recurso de Assange para rever seu apelo contra a extradição à Suécia por suspeita de crimes sexuais.
Ele nega as acusações, afirmando que elas têm caráter político.
A Suprema Corte concedeu a Assange um prazo até o próximo dia 28 de junho para o início dos procedimentos de extradição.
Promotores suecos querem interpelar o fundador do Wikileaks sobre as acusações de estupro e agressão sexual feitas por duas ex-voluntárias do site em meados de 2010.
Elas não registram as denúncias.
Assange alega, por outro lado, que a relação sexual foi consensual.
O ativista pode, ainda, encaminhar o caso à Corte Europeia de Direitos Humanos (ECHR, na sigla em inglês) em Estrasburgo, na França, até o próximo dia 28 de junho.
O site Wikileaks ganhou repercussão mundial ao vazar uma série de documentos confidenciais de governos e empresas na internet.
Em um deles, divulgado recentemente, os Estados Unidos se mostram contrários, tanto durante a administração de George W. Bush quanto de Barack Obama, à ideia do Brasil convocar a Rio+20, a conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável que está sendo realizada nesta semana no Rio de Janeiro.
Fonte;
BBC
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quarta-feira, 23 de maio de 2012
Descoberto nova espécie de peixe na Suécia
Uma nova espécie de peixe foi encontrada na região de Väderöarna, na costa oeste da Suécia, ao ser clicado por um fotógrafo em uma reserva natural. Existem hoje 265 espécies de peixes no país, entre as quais pouco mais de 200 habitam no mar.
O peixe encontrado é um Callionymus reticulatus, semelhante aos seus parentes suecos mais comuns, segundo pesquisadores da Universidade de Gotemburgo, na Suécia.
O macho da espécie tem apenas 11 cm de comprimento e as fêmeas 6,5 cm. Seu focinho é um pouco mais longo e seus olhos maiores.
Essa espécie é encontrada em ilhas de norte ao sul do país, na Irlanda, Portugal e no mediterrâneo ocidental, tanto em águas pouco ou muito profundas.
Fonte;
G1
O peixe encontrado é um Callionymus reticulatus, semelhante aos seus parentes suecos mais comuns, segundo pesquisadores da Universidade de Gotemburgo, na Suécia.
O macho da espécie tem apenas 11 cm de comprimento e as fêmeas 6,5 cm. Seu focinho é um pouco mais longo e seus olhos maiores.
Essa espécie é encontrada em ilhas de norte ao sul do país, na Irlanda, Portugal e no mediterrâneo ocidental, tanto em águas pouco ou muito profundas.
Fonte;
G1
quarta-feira, 27 de julho de 2011
Árvore mais antiga do mundo,ainda viva
Foi descoberto na Suécia a árvore mais antiga do mundo,ainda viva,os cientistas da Universidade de Umeã encontraram no noroeste do pais(Parque Nacional de Fulufjället na província de Dalarna).A árvore é um pinheiro da especie Picea abis bem comum em toda a Europa,largamente plantado em jardins,esse mesmo tipo de pinheiro é usado na fabricação do conhecidíssimo violino da marca Stradivarius.
O método usado na datação da árvore foi o carbono 14.a datação em alguns galhos e troncos,mostraram idades de 375, 5.660, 9.000 e 9.550 anos.
Outras madeiras fosseis também foram encontrada o que não descarta o descobrimento de mais árvores tão antiga quanto essa.
A longevidade do pinheiro se deve a sua dupla capacidade de se "clonar" e de se adaptar a mudanças drásticas no clima.
Acredita-se que essa árvore "surgiu" logo após o desaparecimento do manto de gelo da última era glacial.
De suas raízes nascem novos talos e troncos como um arbusto encolhido sobre ele mesmo,explicando assim a sua longevidade..
Acredito que ainda serão descoberto muitas árvores similares,já que tem muitas floresta e partes do planeta ainda não tão exploradas detalhadamente pelo homem.
Nos EUA tem também uma árvore antiga,parecida com essa,mas não tão antiga,sua real localização é mantida em segredo.
Se na Europa que foi largamente povoado durante séculos conseguiram fazer uma descoberta dessa,imagina nas partes inexploradas da floresta amazônica.
Fonte;
Texto de AJS(Devorador do Pecado)
baseado em kullmantreeline
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