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quarta-feira, 9 de julho de 2014

Sites para baixar livros grátis

7 sites onde você pode baixar livros grátis.(Formatos PDF,ZIP,RAR entre outros..)
Livros dos mais diferentes idiomas e categoria,desde historinhas de nina a grandes mestres da literatura Mundial.
Conhecimento é poder.


Domínio publico

O "Portal Domínio Público", lançado em novembro de 2004 (com um acervo inicial de 500 obras), propõe o compartilhamento de conhecimentos de forma equânime, colocando à disposição de todos os usuários da rede mundial de computadores.

Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin

Foi criada em janeiro de 2005 para abrigar e integrar a coleção brasiliana reunida ao longo de mais de oitenta anos pelo bibliófilo José Mindlin e sua esposa Guita. A coleção foi doada pela família Mindlin à USP em um gesto de extrema generosidade para com a nação. Com o seu expressivo conjunto de livros e manuscritos, a brasiliana reunida por Guita e José Mindlin é considerada a mais importante coleção do gênero formada por particulares. São 32,2 mil títulos que correspondem a 60 mil volumes aproximadamente.

Biblioteca Digital Mundial
Vários idiomas.

Biblioteca Eduardo Sandez
10 mil volumes em espanhol

Ebook Brasil.Org

Elivros

Projeto Gutenberg

Oferece mais de 45 mil ebooks gratuitos: escolher entre os livros EPUB gratuitos, livros Kindle gratuitos, baixá-los ou lê-los online. Ebooks de alta qualidade: Todos  ebooks foram previamente publicados por boa fé dos editores. Digitalizados e diligentemente corrigidos com a ajuda de milhares de voluntários.

quarta-feira, 4 de junho de 2014

Lei tenta proibir a importação de livros



Líder do PT na Câmara Fe­­deral, o deputado Vicen­­tinho (PT-SP) apresentou um projeto que proíbe a compra de livros e outras publicações estrangeiras por órgãos públicos brasileiros. O deputado argumenta que a proibição seria uma forma de fomentar a produção gráfica nacional. A lei ainda está em estágio inicial de tramitação. Mas, se for aprovada, irá prejudicar universidades e institutos de pesquisa públicos que usam a produção acadêmica estrangeira como um de seus instrumentos de trabalho.

O deputado apresentou a proposta em 25 de março. Atualmente, o projeto está na Comissão de Serviço Público e depois passará pela Comissão de Trabalho e de Constituição e Justiça (CCJ). Caso não haja votos contrários nas duas primeiras comissões, o trâmite na CCJ será em caráter terminativo – ou seja, se aprovada, a matéria segue diretamente para o Senado.


Professor de Direito Administrativo da UFPR, Rodrigo Kanayama diz que a abrangência do projeto não é clara. O texto fala em “órgãos públicos” sem especificar se autarquias, como as universidades, seriam afetadas.

De qualquer forma, o projeto é nocivo. Ainda que não inclua as instituições de ensino e pesquisa, trata-se de uma tentativa de restrição ao acesso à informação – o que contraria a Constituição. Caso inclua, o retrocesso é ainda maior. Universidades federais e estaduais teriam de cancelar a assinatura de periódicos e bases de dados usadas em pesquisas nas mais diversas áreas.

“Não faz sentido priorizar as publicações brasileiras. O Brasil deve incentivar a importação e exportação de conhecimento, e não o contrário”, afirma Kanayama. Para ele, a proposta é contraditória com outras iniciativas do governo federal – como o programa Ciência Sem Fronteiras, que busca justamente ampliar a troca de conhecimento entre universidades brasileiras e estrangeiras. “Se a lei for aplicada, eu terei que desrespeitá-la para exercer o meu trabalho.” O professor de Filosofia Política Roberto Romano, da Universidade de Campinas (Unicamp), reconhece no projeto uma “origem de direita, conservadora, reacionária e que tem pouco a contribuir com o aprimoramento das instituições políticas brasileiras”. Ele relembra que textos estrangeiros serviram como fundamento para movimentos que geraram grandes avanços sociais ao longo da história do Brasil. Um exemplo é a Inconfidência Mineira, que não seria possível sem a influência de pensadores norte-americanos e franceses.

A apresentação do projeto coincidiu com um momento no qual veículos estrangeiros, como os britânicos Financial Times e The Economist e a revista francesa France Football, fizeram críticas pesadas à economia brasileira e à organização da Copa do Mundo. Romano acredita, entretanto, que esse projeto tem mais a ver com uma visão distorcida de nacionalismo do que com esse episódio em particular. “É próprio de um pensamento supostamente nacionalista, mas que vai contra toda uma ideia de cultura, ciência, Estado e contra a própria vida moderna”, afirma.

FONTE
Gazeta do Povo

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

Música tema da série Guerra dos tronos


A série que conquistou o mundo conta com Jack Gleeson, Lena Headey, Sean Bean, Michelle Fairley, Iain Glen, Emilia Clarke e outros atores que fazem parte do elenco.

A trilha sonora de A Guerra dos Tronos é de Ramin Djawadi, um compositor alemão, e a música tema acabou ganhando versões antes inimagináveis.
Abaixo o tema sendo interpretado por diversos músicos do mundo todo, nas mais variadas versões possíveis. Mas antes, ouça a música original:

VIOLINO

 

PIANO



ACORDEÃO



VIOLÃO



PIANO E VIOLINO



MEDIEVAL



HEAVY METAL



TRANSE



FONTE
Tvporassinatura.org

sábado, 6 de abril de 2013

Família que inspirou a historia do Peter Pan

Uma nova peça de teatro sobre Peter Pan acaba de estrear em Londres, levantando o debate sobre a vida dramática das figuras reais que inspiraram o escocês J.M. Barrie a escrever seu famoso clássico sobre o menino que não queria crescer.
A peça Peter and Alice conta a história do encontro fictício entre Alice Hargreaves, inglesa que teria inspirado Lewis Carroll a escrever Alice no País das Maravilhas, e Peter Llewelyn Davies, que teria inspirado a criação de Peter Pan segundo alguns rumores, embora o próprio Barrie diga que na realidade sua fonte de inspiração foram cinco irmãos.


Na narrativa fictícia de Barrie - lançada em 1904 como uma peça de teatro que obteve sucesso imediato - Peter Pan faz amizade com os irmãos Wendy, John e Michael e os leva para um passeio na Terra do Nunca - um mundo mágico povoado por piratas, fadas, sereias e índios.
Na vida real, a história que levaria a criação do personagem Peter Pan começou em 1897, quando Barrie tinha 37 anos e já era um escritor casado e bem sucedido.
Segundo seu biógrafo, Andrew Birkin, o autor encontrou três irmãos da família Llewelyn Davies passeando pelos Jardins de Kensington e se encantou com eles.
"Na época, Barrie era o escritor mais rico do país, mas não tinha filhos", disse Birkin à BBC."Ele encontrou em Kensington o jovem George Davies, que tinha 4 anos, e passeava com seus irmãos mais novos, Jack e Peter, e sua babá, Mary Hudson, e começou a conversar com eles."
















Os três meninos eram então os únicos filhos do advogado Arthur Llewelyn Davies e sua mulher, Sylvia, filha de um escritor. Mais tarde, porém, o casal teria mais dois filhos, um deles chamado Peter - para alguns a maior fonte de inspiração para Peter Pan. Barrie fez amizade com os Llewelyn Davies. "Para ele era quase como ser um avô. Ele podia aproveitar a convivência com a família Llewelyn Davies sem ter que assumir responsabilidade pelas crianças", diz Birkin.
Quando era jovem, o criador de Peter Pan perdeu o irmão mais velho em um acidente de patins, o que devastou sua família e teria contribuído para sua depressão.
"As pessoas podiam ter a impressão de que ele era um homem triste e sozinho, mas na minha opinião durante 80% do tempo era uma pessoa bem humorada e em apenas 20% era melancólico", contou Nicholas, um dos cinco irmãos Llewelyn Davies, em uma entrevista para a BBC em 1978.
Os meninos se referiam ao escritor como "tio Jim". Em 1907, o pai dos cinco meninos morreu de câncer, aos 44 anos, e, três anos depois, sua mãe também faleceu, deixando os garotos órfãos.


Barrie, que na época havia acabado de se separar da mulher, tornou-se uma espécie de "guardião informal" dos irmãos Llewelyn Davies, pagando boa parte dos custos de seus estudos.
"George, Michael e Nicholas gostavam muito de Barrie e lhe escreviam frequentemente. Michael chegou a escrever 2 mil cartas para ele", diz Birkin. "Já Peter tinha uma relação um pouco mais complicada com o escritor."
George morreu nas trincheiras da 1ª Guerra Mundial em 1915, com apenas 21 anos. Seis anos mais tarde, Michael morreu afogado em Oxford, aos 20 anos. Alguns dizem que ele teria se suicidado.
Para Birkin, porém, tratou-se de um acidente. Uma questão que tem sido levantada por alguns estudiosos hoje é se haveria algum "elemento sexual" no interesse do escritor pelos cinco meninos.
Quem defende essa hipótese aponta algumas passagens do conto O Pequeno Pássaro Branco, escrito por Barrie em 1902, que fala sobre a relação de amizade entre um menino e um soldado aposentado e sem filhos.

Mas o biógrafo afirma que o escritor era apenas um homem "frustrado" por não ter tido o "privilégio" de ter filhos. Birkin diz não identificar qualquer "elemento sexual" nem nos seus textos nem em sua relação com os irmãos Llewelyn Davies.
Nicholas também acredita que o "tio Jim" era "um inocente" e diz nunca tê-lo visto manifestar qualquer interesse por temas sexuais.
Barrie morreu em 1937, mas nunca se recuperou da morte de George e Michael. Na época, Peter Davies estava trabalhando como editor. Em 1960, porém, ele se matou se jogando na frente de um trem em movimento, em Londres.

Fonte
BBC Brasil

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Descoberto primeiro Conto de Andersen

Especialistas dinamarqueses acreditam ter encontrado o primeiro conto de fadas escrito por Hans Christian Andersen (1805-1875).
Intitulado "Tællelyset" (A vela de sebo), o manuscrito de tinta escrito foi encontrado por Brage historiador local Esben no fundo de uma caixa de arquivo. Brage fez a descoberta em outubro no arquivo histórico da ilha de Funen, onde o autor dinamarquês nasceu.
Dois meses mais tarde, os historiadores confirmou que o manuscrito de seis páginas foi realmente escrito por Andersen. O documento foi escrito em  meados de 1820, quando o escritor estava em sua adolescência.

"Eu não tenho nenhuma dúvida de que ele foi escrito por Andersen," Ejnar Stig Askgaard da Cidade Odense disse ao diário dinamarquês Politiken.
A primeira página do documento lê "a Senhora Bunkeflod de seu devotado HC Andersen."

Viúva de um vigário, Mme. Bunkeflod viveu oposto casa de Andersen durante sua  infância.
Historiadores sabem que o escritor a visitou muitas vezes quando era uma criança, emprestando seus livros.
"O conto de fadas foi um presente. Um presente de agradecimento a uma mulher cuja casa tinha sido muito importante para ele ", disse Askgaard.
A família Bunkeflod então enviou o manuscrito a outra  pessoa, a família da ameixa, em cujos arquivos a história foi encontrada. A dedicatória escrita no documento mais tarde, em tinta azul lê-se: "Para P Plum de sua Bunkeflod amiga."
Especialistas acreditam que o documento cuidadosamente escrito, é provável  cópia de um manuscrito original que já foi perdido.
A história é sobre uma vela de sebo negligenciado e suja que encontra a felicidade quando uma caixa de estopa vê a sua beleza interior e luzes .

 "A vela de sebo tinha encontrado seu lugar certo na vida  e mostrou que era uma vela real, e passou a brilhar por muitos anos, agradando a si mesmo e as outras criações em sua volta",escreveu  Andersen .
Embora o conto não é ao nível das últimas obras de Andersen, é a descoberta mais importante desde a década de 1920, quando as memórias do escritor foram descobertos na Biblioteca Real.
"Esta é uma descoberta sensacional. Em parte porque ele deve ser visto como conto de fadas de Andersen (um dos primeiros), e em parte porque mostra que ele estava interessado no conto de fadas como um homem jovem, antes de sua carreira como escritor, "Askgaard disse.

Primeiros contos de fadas de Andersen foram publicados em 1835. Ele  escreveu cerca de 160 histórias, incluindo clássicos como O Patinho Feio, A Pequena Sereia, A Roupa Nova do Imperador entre outros que foram traduzidos em mais de 100 línguas.

Fonte
discovery

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

A rede de concessionárias Cometa paga um 14° salário no fim do ano para quem ler um livro por mês(funcionário)

Francis Maris Cruz preside hoje o Grupo Cometa, uma das maiores redes de revendas de automóveis e motos do país, e foi eleito prefeito de Cáceres (MT) pelo PMDB. Na labuta desde os 12 anos, quando vendia coxinha de porta em porta, o empresário, que só concluiu até o ensino médio, tenta contribuir para a formação de seus funcionários.

A valorização do esforço pessoal e a necessidade de contratar funcionários melhor qualificados o levaram a criar dois programas educacionais em sua empresa: um 14º salário para quem ler um livro por mês e MBA em Gestão de concessionárias.

Para participar do projeto literário, é necessário comprovar as leituras mensais através da entrega de um resumo ou resenha da obra. A iniciativa, segundo Francis Maris é uma forma de incentivar os empregados a estarem “sempre se atualizando”. “Isso ajudou os nossos colaboradores a crescerem muito. Só para você ter uma ideia, 99% dos nossos gerentes começaram de baixo, são prata da casa, e foram desenvolvendo suas habilidades”, relata. Há entre 200 e 300 livros disponíveis em cada uma das lojas da rede e a taxa de adesão dos funcionários é de 95%.

O programa de MBA, chamado de Universidade Cometa, é direcionado para a formação de administradores de concessionárias. “A cada trimestre eles têm uma matéria e aí os funcionários vão recebendo um suporte daquilo que vem no dia a dia do trabalho”, explica o prefeito eleito de Cáceres. A empresa promove ainda diversos projetos sociais que vão desde o plantio de árvores frutíferas na casa das famílias carentes, alfabetização de adultos a sessões de filmes para crianças moradoras de cidades em que o cinema mais próximo ultrapassa mil quilômetros.

Que ideia ótima!já pararam para pensar em quanto o Brasil evoluiria em todos os sentidos ,se pelo menos metade das grandes empresas do país fizessem isso?!iriamos para a lua em 2015!!

Fonte
Sul 21

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Os Miseráveis (O filme)

A Universal Pictures lança 'Os Miseráveis' dia 14 de dezembro nos EUA, e 1º de Fevereiro no Brasil. O filme foi exibido para a crítica especializada norte-americana na última semana, sendo ovacionado.

O diretor Tom Hooper (O Discurso do Rei) gravou as músicas de 'Os Miseráveis' (Les Miserables) direto do set de filmagem.
O recurso é arristado, e exigiu grandes ensaios e maior sincronia do elenco, que fala neste vídeo sobre a produção. Geralmente, as músicas são gravadas em estúdio e dubladas nas filmagens.

A história se passa na França do século XIX entre duas grandes batalhas: a Batalha de Waterloo e os motins de junho de 1832. Acompanhamos a vida de Jean Valjean, um condenado posto em liberdade, até sua morte.

Russel Crowe ('Robin Hood') vive o vilão, o metódico inspetor Javert. Hugh Jackman ('Wolverine') é o protagonista Jean Valjean. Anne Hathaway ('Batman - O Cavaleiro das Trevas Ressurge') interpreta Fantine. Sacha Baron Cohen, o eterno 'Borat', vive o Monsieur Thenardier. Amanda Seyfried ('A Garota da Capa Vermelha') é Cosette.
(Esses são alguns dos meus livros, com destaque para o favoritissímo!Os Miseráveis!)
A cantora Taylor Swift ('Idas e Vindas do Amor') foi dispensada do elenco. Ela viveria Eponine. Em seu lugar, foi contratada a inglesa Samantha Barks, que ficou em terceiro lugar no reality show musical 'I'd Do Anything'.
O diretor Tom Hooper, vencedor do Oscar de Melhor Filme e Direção por 'O Discurso do Rei' (The King's Speech), comanda.
'Os Miseráveis' foi adaptado dezenas de vezes para as telas. Em 1998, Bille August dirigiu um filme estrelado por Liam Neeson, Geoffrey Rush, Uma Thurman e Claire Danes.

Fonte
Cine Pop

terça-feira, 21 de agosto de 2012

A Torre Negra

A Torre Negra (The Dark Tower) é uma série literária escrita pelo estadunidense Stephen King. Misturando ficção científica, fantasia e terror numa narrativa que forma um verdadeiro mosaico da cultura popular contemporânea, o enredo segue um "pistoleiro" e sua busca em direção a uma torre, cuja natureza é tanto física quanto metafórica. Considerada a magnum opus do escritor, levou trinta e três anos para ser concluída  de 1970 a 2003. Em 2010 havia alcançado a marca de 30 milhões de exemplares vendidos.A saga é inspirada no universo imaginário de J.R.R. Tolkien, no poema épico do século XIX "Childe Roland à Torre Negra Chegou" escrito por Robert Browning, e repleta de referências à cultura pop, às Lendas Arturianas e ao faroeste.

O Pistoleiro (The Gunslinger) Em março de 1970, Stephen King começou a escrever quando tinha apenas 19 anos, tendo como inspiração os livros de J. R. R. Tolkien e filmes de caubóis do Velho Oeste. Os cinco capítulos do livro foram primeiramente publicados na revista The Magazine of Fantasy & Science Fiction:
 "The Gunslinger" (Outubro de 1978)
 "The Way Station" (Abril de 1980)
 "The Oracle and the Mountains" (Fevereiro de 1981)
 "The Slow Mutants" (Julho de 1981)
 "The Gunslinger and the Dark Man" (Novembro de 1981)
A primeira publicação do texto integral ocorreu em 1982, como uma edição limitada, tendo sua publicação em massa ocorrido apenas em 1988.
Desde então o livro foi lançado em vários formatos diferentes, incluindo caixas contendo os demais volumes da série. Em 2003, King revisou a versão original de O Pistoleiro, acrescentando ou retirando algumas passagens, com o objetivo de manter o primeiro volume coerente com o restante da série.

A Escolha dos Três (The Drawing of the Three) é o segundo livro da série A Torre Negra escrito em 1970 e publicado por Donald M. Grant em 1987.

As Terras Devastadas (The Waste Lands) é o título do terceiro volume da série A Torre Negra publicado em 1991.

Mago e Vidro (Wizard and Glass) é o título do quarto volume da série A Torre Negra publicado em 1997.

Lobos de Calla (Wolves of the Calla) é o título do quinto volume da série A Torre Negra publicado em 2003.

Canção de Susannah (Song of Susannah)é o título do sexto volume da série A Torre Negra publicado em 2004.

A Torre Negra (The Dark Tower) é o título do sétimo e último volume da série A Torre Negra publicado em 2004.
Livro à parte( pode ser lido sozinho, sem o conhecimento prévio dos demais livros )
O Vento pelo buraco da fechadura (The Wind Through the Keyhole) foi anunciado no site oficial de King em 10 de março de 2011,tendo sido lançado em edição especial em 21 de fevereiro de 2012 e publicado oficialmente em 24 de abril do mesmo ano.
King observou que a história do romance está situada entre o quarto e o quinto livros da série, e deve contar o que aconteceu ao Ka-tet antes de chegar à cidade de Calla; a obra deverá ser também menor do que o segundo livro, porém maior do que o primeiro.

Fonte;
Wikipédia

segunda-feira, 16 de julho de 2012

George R.R. Martin


George Raymond Richard Martin George mais conhecido como G. R. R. Martin ou simplesmente GRRM nasceu em Bayonne, Nova Jérsei, filho de um estivador, cuja família de classe operária vivia perto das docas de Bayonne.
Quando jovem, ele se tornou um leitor ávido de quadrinhos de superheróis. A edição de novembro de 1968 do Quarteto Fantástico possui uma nota ao editor que Martin escreveu quando ainda estava na escola. Ele credita a atenção que ele recebeu com a carta, junto com seu interesse em quadrinhos, como sua inspiração para se tornar escritor. Em 1970, Martin recebeu seu Bacharelado em jornalismo na Universidade Northwestern, Illinois, se formando com muitos elogios. Ele depois completou um Mestrado em jornalismo, também em Northwestern, em 1971.

Martin começou a escrever contos de ficção científica no começo da década de 1970, e apesar de o início de sua carreira não ter sido fácil (uma de suas histórias foi rejeitada por diferentes revistas 42 vezes), ele nunca se desencorajou; anos depois ele venceria seu primeiro Hugo Award e Nebula Award por um de seus contos.
Sua primeira história indicada para o Hugo e para o Nebula foi With Morning Comes Mistfall, publicado na revista Analog Science Fiction and Fact em 1973.

Apesar de não ter vencido nenhum dos prêmios, Martin não se importou, notando que se juntar ao Clube dos "Perdedores do Hugo e Nebula" foi uma grande realização para ele.
Apesar de muito de seu trabalho ser de fantasia ou terror, alguns de seus trabalhos iniciais se encaixavam em ficção científica, ou em história futura. Ele também escreveu pelo menos uma obra de cunho político-militar, Night of the Vampyres.

Durante a década de 1980, Martin começou a escrever para a televisão e trabalhar como editor de livros. Para a televisão, ele trabalhou em The New Twilight Zone e Beauty and the Beast. Como editor de livros, ele supervisionou o desenvolvimento da série Wild Cards. A série continua sob a direção e edição de Martin, com mais de vinte volumes publicados; em 2012 a série irá completar seu aniversário de 20 anos.
A novela de Martin, Nightflyers, foi adaptada em um filme no ano de 1987.
Em 1991, Martin voltou a escrever livros, começando a escrever aquilo que eventualmente se tornaria a série de fantasia épica, As Crônicas de Gelo e Fogo (ostensivamente inspirada na Guerra das Rosas e em Ivanhoé), que terá sete volumes. O primeiro volume, A Game of Thrones, foi publicado em 1996. Em novembro de 2005, A Feast for Crows, o quarto volume da série, se tornou o livro mais vendido da lista do The New York Times, alcançando a mesma posição na lista do The Wall Street Journal. A série foi aplaudida por autores, leitores e críticos do mundo inteiro.

Em 2007, a HBO comprou os direitos de uma adaptação para a televisão de toda a série As Crônicas de Gelo e Fogo. A primeira temporada de Game of Thrones estreou em 17 de abril de 2011, tendo dez episódio que cobrem o primeiro livro da série. Dois dias após a estréia, a HBO anunciou que havia renovado a série para uma segunda temporada depois das críticas extremamente positivas e do número inicial de espectadores do primeiro episódio, 4.2 milhões.

Martin foi um instrutor de jornalismo e, quando jovem, um diretor de um torneio de xadrez. Em seu tempo livre ele coleciona miniaturas com temas medievais, lê e coleciona livros de ficção científica, terror e fantasia, e aumenta sua grande coleção de quadrinhos, que incluí as primeiras edições da "era de prata" do Homem Aranha e do Quarteto Fatástico.
Em 15 de fevereiro de 2011, Martin se casou com sua namorada de longa data, Parris McBride, em uma pequena cerimônia para amigos e familiares em sua casa em Santa Fé, Novo México. O casal trocou alianças inspiradas em anéis célticos, feitos sob encomenda por artesãos locais.

Nota do Blogueiro;
Sou apaixonado pelos livros da série, As Crônicas de Gelo e Fogo.

Fonte;
Wikipédia

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Jack, o Estripador pode ter sido uma mulher

Um livro recém-publicado defende que o lendário assassino Jack, o Estripador pode ter sido, na verdade, uma mulher.
A obra intitulada Jack The Ripper: The Hand Of A Woman (Jack, o Estripador: A Mão de Uma Mulher, em tradução literal) , do autor John Morris, dá até um nome à mulher que estaria por trás dos hediondos crimes: Elizabeth Williams, a mulher de um médico chamado John Williams.
O ginecologista John Williams consta da lista de suspeitos mencionados ao longo de anos como um dos supostos autores da série de crimes cometidos na região Leste de Londres no final do século 19. O mistério sobre a autoria dos crimes permanece até hoje, e há mais de cem anos circulam teorias sobre a identidade do assassino em série, algumas delas mais plausíveis do que outras.
Mas para Morris, um advogado aposentado do País de Gales (Grã-Bretanha), há muitas indicações de que Jack na realidade usava saias e não estava manifestando frustrações sexuais, mas sim uma vingança contra outras pessoas de seu sexo.
Estéril e infeliz
''Quando juntamos as várias pistas, que em princípio parecem não ter conexão com os diferentes crimes, elas sugerem que uma mulher poderia estar por trás dos assassinatos'', afirma Morris.
Na opinião do autor, as provas foram ignoradas porque sempre se acreditou que os crimes eram obra de um homem.

Na visão de Morris, um elemento crucial é o fato de que Jack extraiu o útero de três de suas vítimas. Elizabeth Williams não podia ter filhos e supostamente estava presa a um casamento infeliz.

O escritor acredita que isso pode ter feito com que ela tenha descambado para a loucura e se voltado contra mulheres que, ao contrário dela, podiam ter filhos.
Um elemento que confirmaria essa hipótese é que as prostitutas que morreram nas mãos de Jack nunca foram agredidas sexualmente.
Além disso, pedaços de uma capa e um chapéu femininos foram encontrados na chaminé da casa onde vivia Mary Jean Kelly, a última das vítimas de Jack, o Estripador. Mas nenhuma dessas peças pertencia à vítima.
Também acredita-se que Kelly teria tido um relacionamento com John Williams, o que teria levado o Estripador a escolhê-la como a última vítima de sua trajetória de crimes.

Fonte;
BBC Brasil

domingo, 15 de abril de 2012

Livros Censurados

Em vários momentos da história as sociedades baniram determinados livros. A lista parcial apresenta alguns livros que foram censurados por certas organizações, em algum lugar e por um período de tempo. Os livros não foram somente banidos, mas por vezes foram também queimados. Por exemplo, a Bíblia Sagrada, o Alcorão e o Torá foram obras vitimadas pela censura e proibidas em algumas cidades e países. As obras que tratam de assuntos polêmicos ou sobre crimes, também sofreram censura. Outras tantas, editadas por pequenas editoras, tornaram-se célebres graças ao fato de haverem sido censuradas.

A lista é enorme,coloquei aqui só os livros que eu já conhecia bem,ou seu escritores,ou até mesmo ambos.

A Amante do Cardeal de Benito Mussolini

Aspectos da Crise Mundial de Benito Mussolini

A Idade da Razão de Jean-Paul Sartre

As Mil e uma Noites

Bíblia Sagrada

Cândido de Voltaire

Carrie de Stephen King

The Children of Sanchez de Oscar Lewis

Confissões de Jean-Jacques Rousseau

Cujo de Stephen King

The Dead Zone de Stephen King

Decameron de Boccaccio

Evangelho segundo Jesus Cristo de José Saramago

A Greve do Sexo (Lisístrata) de Aristophanes

Hamlet de William Shakespeare

A série Harry Potter de J. K. Rowling

O Livro dos Espíritos de Allan Kardec

Lolita de Vladimir Nabokov

Macbeth de William Shakespeare

Il Mio Diario Di Guerra de Benito Mussolini

O Mercador de Veneza de William Shakespeare

Mein Kampf(Minha Luta) de Adolf Hitler

Moll Flanders de Daniel Defoe

Noite de Reis (Twelft Night) de William Shakespeare

Orixás, Caboclos e Guias - Deuses ou Demônios? de Edir Macedo(infelizmente conheço bem até demais!)

Rei Lear de William Shakespeare

Teleny, por vezes atribuído a Oscar Wilde

Os Três Mosqueteiros de Alexandre Dumas

Twelfth Night de William Shakespeare

Lista de livros censurados

Fonte; Wikipédia

terça-feira, 20 de março de 2012

Enciclopédia Britannica anunciará o fechamento de sua edição em papel

A Enciclopédia Britannica, a mais antiga do mundo em inglês, anunciará o fechamento de sua edição em papel, 244 anos depois que seu primeiro exemplar foi publicado em Edimburgo, na Escócia, em 1768.

A companhia, que hoje tem sua sede em Chicago, nos Estados Unidos, deve anunciar que se concentrará em sua enciclopédia digital e na elaboração de material para escolas, antecipou nesta terça-feira o site do jornal "The New York Times".
A decisão é uma tentativa de adaptar-se à crescente demanda por conteúdos digitais e, em particular, à concorrência da popular Wikipedia, afirmou ao site o presidente da companhia, Jorge Cauz.

"É como um rito de iniciação nesta nova era. Muitos se sentirão tristes e nostálgicos por isso, mas agora temos uma ferramenta melhor. O site está constantemente atualizado, é muito mais extenso e tem conteúdos multimídia", destacou Cauz.

Os pesados volumes da enciclopédia, com suas letras douradas na lombada, foram um objeto quase básico nas famílias britânicas e americanas desde meados do século 20, quando centenas de vendedores ambulantes os ofereciam de porta em porta.
Hoje, no entanto, a enciclopédia é quase um objeto de luxo, com um preço de US$ 1,4 mil pela edição completa, e seus clientes mais fiéis são as embaixadas e os colecionadores, segundo o "NYT".
A última edição da Enciclopédia Britannica será a de 2010, um conjunto de 32 volumes que pesa 129 quilos e inclui atualizações sobre o aquecimento global e o Projeto Genoma Humano.

A versão impressa da enciclopédia representa apenas 1% da receita da companhia. Cerca de 85% vêm da venda de produtos do currículo escolar em disciplinas como matemática e ciências, enquanto o restante, de acordo com o "NYT", vem de assinaturas do site.
A Enciclopédia Britannica se transformou em 1994 na primeira do mundo a chegar à internet, e hoje, o acesso a sua enciclopédia digital, que é atualizada a cada 20 minutos, custa uma taxa de US$ 70 anuais.
Embora alguns de seus artigos já possam ser consultados de forma gratuita em seu portal, Cauz descarta que a companhia passe a oferecer seus verbetes em um modelo gratuito.

Fonte;
Folha.com

terça-feira, 2 de agosto de 2011

Guardar livros para as gerações futuras

Em uma dessas reviravoltas da vida que fazem os produtores de Hollywood esfregarem as mãos antecipando uma grande história, um pioneiro da internet está juntando cópias de absolutamente todos os livros já publicados, salvando-os para um futuro em que o publicações em papel poderão se tornar artigo extinto.

Brewster Kahle é um dos cofundadores do Internet Archive, que já é um interessante projeto que salva para a posteridade a memória da internet (existe uma vasta biblioteca de versões antigas de páginas como o Yahoo, Google, Microsoft e até do Mc Donalds).

Brewster alugou um depósito em Richmond, na Califórnia, para guardar a preciosa coleção para as gerações futuras. O espaço já conta com 500 mil livros e ele calcula que será suficiente para guardar até 1 milhão de edições – pouco, se comparado com os 130 milhões de títulos disponíveis hoje segundo números do Google. Mas é um começo.

Cada uma das edições ganha um código de barras e é embalada em uma caixa de papelão, que depois é guardada em um container.
Ele justifica o trabalho dizendo que “sempre haverá espaço para os livros”.
A coleção não estará disponível para empréstimos, como em uma biblioteca; servirá para guardar a memória dos livros para um futuro onde eles poderão ter desaparecido completamente.

Fonte;msn.com.br

sábado, 19 de junho de 2010

José Saramago


Saramago nasceu em Azinhaga, no Ribatejo, de uma família de pais e avós pobres. A vida simples, passada em grande parte em Lisboa, para onde a família se muda em 1924 – era um menino de apenas dois anos de idade – impede-o de entrar na universidade, apesar do gosto que demonstra desde cedo pelos estudos. Para garantir o seu sustento, formou-se numa escola técnica. O seu primeiro emprego foi serralheiro mecânico. Entretanto, fascinado pelos livros, à noite visitava com grande frequência a Biblioteca Municipal Central - Palácio Galveias na capital portuguesa.

Autodidata, aos 25 anos publica o primeiro romance Terra do Pecado (1947), mesmo ano de nascimento da sua filha, Violante, fruto do primeiro casamento com Ilda Reis – com quem se casou em 1944 e permaneceu até 1970 - nessa época, Saramago era funcionário público; em 1988, casar-se-ia com a jornalista e tradutora espanhola María del Pilar del Río Sánchez, que conheceu em 1986, ao lado da qual continuou a viver até sua morte. Em 1955, começou a fazer traduções para aumentar os rendimentos – Hegel, Tolstói e Baudelaire, entre outros autores aos quais se dedicou.

Depois de Terra do Pecado, Saramago apresentou ao seu editor o livro Clarabóia, que depois de rejeitado, permanece inédito até a data de hoje, sendo que depois disso, o mesmo persiste nos esforços literários e dezenove anos depois – então funcionário da Editorial Estudos Cor - troca a prosa pela poesia lançando Os Poemas Possíveis. Num espaço de cinco anos, depois, publica sem alarde mais dois livros de poesia, Provavelmente Alegria (1970) e O Ano de 1993 (1975). É quando troca também de emprego, abandonando a Estudos Cor para trabalhar no Diário de Notícias, depois no Diário de Lisboa. Em 1975, retorna ao Diário de Notícias como diretor-adjunto, onde permanece por dez meses, até 25 de Novembro do mesmo ano, quando os militares portugueses intervêm na publicação (reagindo ao que consideravam os excessos da Revolução dos Cravos) demitindo vários funcionários. Demitido, Saramago resolve dedicar-se apenas à literatura, substituindo de vez o jornalista pelo ficcionista: "(…) Estava à espera de que as pedras do puzzle do destino – supondo-se que haja destino, não creio que haja – se organizassem. É preciso que cada um de nós ponha a sua própria pedra, e a que eu pus foi esta: "Não vou procurar trabalho", disse Saramago em entrevista à revista Playboy, em 1988.

Da experiência vivida nos jornais, restaram quatro crónicas: Deste Mundo e do Outro, 1971, A Bagagem do Viajante, 1973, As Opiniões que o DL Teve, 1974 e Os Apontamentos, 1976. Mas não são as crónicas, nem os contos, nem o teatro os responsáveis por fazer de Saramago um dos autores portugueses de maior destaque - missão reservada a seus romances, género a que retorna em 1977.

Três décadas depois de publicado Terra do Pecado, Saramago retornou ao mundo da prosa ficcional com Manual de Pintura e Caligrafia. Mas, ainda não foi aí que o autor definiu o seu estilo. As marcas características do estilo saramaguiano só apareceriam com Levantado do Chão (1980), livro no qual o autor retrata a vida de privações da população pobre do Alentejo.

Dois anos depois de Levantado do Chão (1982) surge o trabalho Memorial do Convento, livro que conquista definitivamente a atenção de leitores e críticos. Nele, Saramago misturou fatos reais com personagens inventados: o rei D. João V e Bartolomeu de Gusmão, com a misteriosa Blimunda e o operário Baltazar, por exemplo.

De 1980 a 1991, o autor trouxe a lume mais quatro romances que remetem a fatos da realidade material, problematizando a interpretação da "história" oficial: O Ano da Morte de Ricardo Reis (1984) - sobre as andanças do heterónimo de Fernando Pessoa por Lisboa; A Jangada de Pedra (1986) - quando a Península Ibérica solta-se do resto da Europa e navega pelo Atlântico; História do Cerco de Lisboa (1989) - onde um revisor é tentado a introduzir um "não" no texto histórico que corrige, mudando-lhe o sentido; e O Evangelho Segundo Jesus Cristo (1991) - onde Saramago reescreve o livro sagrado sob a óptica de um Cristo humanizado.

Nos anos seguintes, entre 1995 e 2005, Saramago publicou mais seis romances, dando início a uma nova fase em que os enredos não se desenrolam mais em locais ou épocas determinados e personagens dos anais da história se ausentam: Ensaio Sobre a Cegueira (1995); Todos os Nomes (1997); A Caverna (2001); O Homem Duplicado (2002); Ensaio Sobre a Lucidez (2004); e As Intermitências da Morte (2005). Nessa fase, Saramago penetrou de maneira mais investigadora os caminhos da sociedade contemporânea.

O mesmo faleceu no dia 18 de Junho de 2010, aos 87 anos de idade, na sua casa em Lanzarote onde residia com a mulher Pilar del Rio, vítima de leucemia crónica. O escritor estava doente há algum tempo e o seu estado de saúde agravou-se na sua última semana de vida.

Nota;Saramago foi um homem a frente do seu tempo,foi perseguido pela igreja em pleno século XXI!foi acusado por uma agência de Israel de ser anti-semita,se auto exilou na Espanha,onde o fanatismo da igreja é mais amena,diferente de Portugal onde discutir sobre o catolicismo ainda é um tabu,até hoje ele é o único autor de língua portuguesa a ganhar um prémio Nobel de literatura o que no meu ponto de vista é uma injustiça com essa língua tem grandes nomes literários,deixo aqui no meu blog o meu humilde luto, a esse homem Mário David(euro deputado que disse ter vergonha de ser compatriota de Saramago)existe aos montes, mas um homem como Saramago com tais caracteristicas jamais existirá.

Em 13 de Outubro de 2003, numa visita a São Paulo, em entrevista ao jornal O Globo, afirmou que os Judeus não merecem a simpatia pelo sofrimento por que passaram durante o Holocausto… Vivendo sob as trevas do Holocausto e esperando ser perdoados por tudo o que fazem em nome do que eles sofreram parece-me ser abusivo. Eles não aprenderam nada com o sofrimento dos seus pais e avós.


Blog do Saramago;http://caderno.josesaramago.org/
Fonte;http://pt.wikipedia.org/wiki/Jos%C3%A9_Saramago

domingo, 31 de janeiro de 2010

Os 100 livros essenciais(Revista Bravo)


1. Ilíada, Homero
2. Odisséia, Homero
3. Hamlet, William Shakespeare
4. Dom Quixote, Miguel de Cervantes
5. A Divina Comédia, Dante Alighieri
6. Em Busca do Tempo Perdido, Marcel Proust
7. Ulysses, James Joyce
8. Guerra e Paz, Leon Tolstoi
9. Crime e Castigo, Dostoiévski
10. Ensaios, Michel de Montaigne
11. Édipo Rei, Sófocles
12. Otelo, William Shakespeare
13. Madame Bovary, Gustave Flaubert
14. Fausto, Goethe
15. O Processo, Franz Kafka
16. Doutor Fausto, Thomas Mann
17. As Flores do Mal, Charles Baldelaire
18. Som e a Fúria, William Faulkner
19. A Terra Desolada, T.S. Eliot
20. Teogonia, Hesíodo
21. As Metamorfoses, Ovídio
22. O Vermelho e o Negro, Stendhal
23. O Grande Gatsby, F. Scott Fitzgerald
24. Uma Estação No Inferno, Arthur Rimbaud
25. Os Miseráveis, Victor Hugo
26. O Estrangeiro, Albert Camus
27. Medéia, Eurípedes
28. A Eneida, Virgilio
29. Noite de Reis, William Shakespeare
30. Adeus às Armas, Ernest Hemingway
31. Coração das Trevas, Joseph Conrad
32. Admirável Mundo Novo, Aldous Huxley
33. Mrs. Dalloway, Virgínia Woolf
34. Moby Dick, Herman Melville
35. Histórias Extraordinárias, Edgar Allan Poe
36. A Comédia Humana, Balzac
37. Grandes Esperanças, Charles Dickens
38. O Homem sem Qualidades, Robert Musil
39. As Viagens de Gulliver, Jonathan Swift
40. Finnegans Wake, James Joyce
41. Os Lusíadas, Luís de Camões
42. Os Três Mosqueteiros, Alexandre Dumas
43. Retrato de uma Senhora, Henry James
44. Decameron, Boccaccio
45. Esperando Godot, Samuel Beckett
46. 1984, George Orwell
47. Galileu Galilei, Bertold Brecht
48. Os Cantos de Maldoror, Anais Nin
49. A Tarde de um Fauno, Mallarmé
50. Lolita, Vladimir Nabokov

51. Tartufo, Molière
52. As Três Irmãs, Anton Tchekov
53. O Livro das Mil e uma Noites
54. Don Juan, Tirso de Molina
55. Mensagem, Fernando Pessoa
56. Paraíso Perdido, John Milton
57. Robinson Crusoé, Daniel Defoe
58. Os Moedeiros Falsos, André Gide
59. Memórias Póstumas de Brás Cubas, Machado de Assis
60. Retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde
61. Seis Personagens em Busca de um Autor, Luigi Pirandello
62. Alice no País das Maravilhas, Lewis Caroll
63. A Náusea, Jean-Paul Sartre
64. A Consciência de Zeno, Italo Svevo
65. A Longa Jornada Adentro, Eugene O'Neill
66. A Condição Humana, André Malraux
67. Os Cantos, Ezra Pound
68. Canções da Inocência/ Canções do Exílio, William Blake
69. Um Bonde Chamado Desejo, Teneessee Williams
70. Ficções, Jorge Luis Borges
71. O Rinoceronte, Eugène Ionesco
72. A Morte de Virgilio, Herman Broch
73. As Folhas da Relva, Walt Whitman
74. Deserto dos Tártaros, Dino Buzzati
75. Cem Anos de Solidão, Gabriel García Márquez
76. Viagem ao Fim da Noite, Louis-Ferdinand Céline
77. A Ilustre Casa de Ramires, Eça de Queirós
78. Jogo da Amarelinha, Julio Cortazar
79. As Vinhas da Ira, John Steinbeck
80. Memórias de Adriano, Marguerite Yourcenar
81. O Apanhador no Campo de Centeio, J.D. Salinger
82. Huckleberry Finn, Mark Twain
83. Contos de Hans Christian Andersen
84. O Leopardo, Tomaso di Lampedusa
85. Vida e Opiniões do Cavaleiro Tristram Shandy, Laurence Sterne
86. Passagem para a Índia, E.M. Forster
87. Orgulho e Preconceito, Jane Austen
88. Trópico de Câncer, Henry Miller
89. Pais e Filhos, Ivan Turgueniev
90. O Náufrago, Thomas Bernhard
91. A Epopéia de Gilgamesh
92. O Mahabharata
93. As Cidades Invisíveis, Italo Calvino
94. On the Road, Jack Kerouac
95. O Lobo da Estepe, Hermann Hesse
96. Complexo de Portnoy, Philip Roth
97. Reparação, Ian MacEwan
98. Desonra, J.M. Coetzee
99. As Irmãs Makioka, Junichiro Tanizaki
100 Pedro Páramo, Juan Rulfo

Desses livros o que já li;
1. Ilíada, Homero
2. Odisséia, Homero
4. Dom Quixote, Miguel de Cervantes
12. Otelo, William Shakespeare
25. Os Miseráveis, Victor Hugo(meu livro favorito)
39. As Viagens de Gulliver, Jonathan Swift
50. Lolita, Vladimir Nabokov
53. O Livro das Mil e uma Noites
57. Robinson Crusoé, Daniel Defoe
60. Retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde
83. Contos de Hans Christian Andersen
91. A Epopéia de Gilgamesh

Conheço a fundo um pouco mais de 10%  desses livros ,ainda falta muitos,mas tem muitos outros que comecei e não terminei desses da lista..
São livros bons, é verdade mas porque esta numa lista não quer dizer que precisa leva-lo ao pé da letra,tem muitos outros livros que facilmente poderia esta nessa lista..mas não estão porque apesar de boa, a lista ela é meio que pessoal,então cada um faça a sua prorpia lista..

Fonte;Revista Bravo

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Hans Christian Andersen


Hans Christian Andersen era filho de um sapateiro e sua família morava num único quarto. Apesar das dificuldades, ele aprendeu a ler desde muito cedo e adorava ouvir histórias.

A infância pobre deu a Andersen a chance de conhecer os contrastes de sua sociedade, o que influenciou bastante as histórias infantis e adultas que viria a escrever. Em 1816, seu pai morreu e ele, com apenas 11 anos, precisou abandonar a escola, mas já demonstrava aptidão para o teatro e a literatura.

Aos 14 anos, Andersen foi para Copenhague, onde conheceu o diretor do Teatro Real, Jonas Collin. Andersen trabalhou como ator e bailarino, além de escrever algumas peças. Em 1828, entrou na Universidade de Copenhague e já publicava diversos livros, mas só alcançou o reconhecimento internacional em 1835, quando lançou o romance "O Improvisador".

Apesar de ter escrito romances adultos, livros de poesia e relatos de viagens, foram os contos infantis que tornaram Hans Christian Andersen famoso. Até então, eram raros livros voltados especificamente para crianças.

Em suas histórias Andersen buscava sempre passar padrões de comportamento que deveriam ser adotados pela sociedade, mostrando inclusive os confrontos entre poderosos e desprotegidos, fortes e fracos. Ele buscava demonstrar que todos os homens deveriam ter direitos iguais.

Entre 1835 e 1842, Andersen lançou seis volumes de "Contos" para crianças. E continuou escrevendo contos infantis até 1872, chegando à marca de 156 histórias. No final de 1872, ficou muito doente e permaneceu com a saúde abalada até 4 de agosto de 1875, quando faleceu, em Copenhague.

Graças à sua contribuição para a literatura para a infância e adolescência, a data de seu nascimento, 2 de abril, é hoje o Dia Internacional do Livro Infanto-Juvenil. Além disso, o mais importante prêmio internacional do gênero leva seu nome.

Anualmente, a International Board on Books for Young People (IBBY) oferece a Medalha Hans Christian Andersen para os maiores nomes da literatura infanto-juvenil. A primeira representante brasileira a ganhá-la foi Lygia Bojunga, em 1982.

Entre os títulos mais divulgados da obra de Andersen encontram-se: "O patinho feio", "O soldadinho de chumbo", "A roupa nova do Imperador", "A pequena sereia" e "A Menina dos Fósforos". São textos que fazem parte do imaginário da maioria das crianças do mundo desde sua publicação até a atualidade, tendo sido adaptados para o cinema, o teatro, a televisão, o desenho animado, etc.

Obrigado Andersen por ter existido,graças a você mem apaixonei pelos livros quando pequeno, bom gosto esse que tenho até hoje,comecei com o celebre Soldadinho de Chumbo e nunca mais parei,dentre tantos escritores do qual eu gosto você tem um "setor"reservado só seu..Posso ter crescido desde (uns 40cm)que tive contatos com os seus contos pela primeira vez,mas até hoje fico feliz quando tenho chance de pegar em um livro seu,esse mundo de imaginação do qual eu nunca queria ter saído..

Fonte;maior parte/http://educacao.uol.com.br

domingo, 10 de janeiro de 2010

Livros Antigos



Livros antigos, é uma das coisas que mais gosto, essa foto(em cima)é de 2 dos livros mais antigos que tenho 5 tragédias de Shakespeare de 1945 e o morro dos ventos uivantes de1948.e nessa imagem abaixo é de parte dos meus outros livros.
tem escritores famosos e outros nem tanto..Machado de Assis,Lima Barreto,Monteiro Lobato,Augusto dos Anjos,Clarice Lispecto,Victor Hugo,Nietzsche,Sun tzu,Maquiavel,Stephen King,Euclides da Cunha,Érico Veríssimo entre dezenas de outros escritores são tantos que da até pane na minha cabeça na hora de escreve-los.

Fonte;Acervo pessoal de A.J.S