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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Pen Drive do Superman


Uma equipe de cientistas da Universidade de Southampton, da Inglaterra, criou um cristal capaz de armazenar informações digitais em cinco dimensões — as três dimensões do espaço e duas dimensões extras das nanoestruturas — e com possibilidade de atingir 360TB de dados guardados (o equivalente a cerca de meio milhão de CDs convencionais) por até 1 milhão de anos, de acordo com cientistas.

Os pesquisadores utilizaram nanoestrutura de vidro para demonstrar os processos de gravação e recuperação de dados digitais através de laser Femtosecond (tipo de laser que opera com pulsos extremamente rápidos).
Os dados são gravados por meio de nanoestruturas auto-montadas criadas em quartzo fundido.
Chamado carinhosamente de "cristal de memória do Superman” (a tecnologia lembra os cristais de memória do filme do Super-Homem), que o herói usava para armazenar arquivos de dados de seus pais.
Super-Homem usava cristais para armazenar dados sobre seus pais, sua história.

O professor Pete Kazansky, supervisor da equipe que desenvolveu a tecnologia, explica que é “emocionante pensar que foi criado o primeiro ‘documento’ capaz de sobreviver à raça humana”. Segundo ele, “esta tecnologia pode armazenar as últimas evidências da civilização: tudo o que foi aprendido não será esquecido”.

Com informações do CNET, Independent e RT.com

Fonte
Terra

sexta-feira, 24 de maio de 2013

Quadradinho de 8 (Invenção de garota de 18 anos almeja recarregar bateria de celular em 20 segundos)


A norte-americana Eesha Khare, 18, inventou uma tecnologia que almeja recarregar a bateria de dispositivos móveis, como celulares e tablets, em apenas 20 ou 30 segundos. A criação rendeu à Eesha uma bolsa de estudos no valor de US$ 50 mil (R$ 106 mil) e o prêmio de jovem cientista da feira internacional de engenharia da Intel, realizada na última semana, nos EUA.
Chamado de "supercapacitor", o dispositivo consegue armazenar uma grande quantidade de energia em um pequeno espaço, com rápido recarregamento e longo tempo de conservação.

Até o momento, a tecnologia foi usada apenas em lâmpadas LED, mas Eesha acredita que poderá fazê-la funcionar em celulares e, talvez, em carros elétricos também. "A bateria do meu celular está sempre acabando", afirmou a jovem à emissora norte-americana NBC sobre a inspiração que a levou a estudar nanotecnologia. "Nada de alerta de pouca bateria quando você precisa enviar mais um SMS ou quando faltam apenas duas páginas para terminar seu e-book", disse a Intel no comunicado oficial sobre a feira de engenharia. Além da velocidade, a nova bateria também tem vida útil maior, oferecendo 10 mil ciclos de recargas, enquanto as tradicionais presentes no mercado têm, em média, 1 mil.

E você achando legal o quadradinho de 8!!

Fonte
Folha de SP