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sábado, 28 de julho de 2012

descoberta barca funerária de 5 mil anos


Uma equipe de arqueólogos encontrou no Egito uma barca funerária de madeira que possivelmente teria sido usada durante a era do rei Den, na primeira dinastia faraônica, em torno do ano 3000 a.C., informou nesta quarta-feira o Ministério egípcio de Antiguidades.

Em comunicado, o ministro Mohammed Ibrahim destacou que a barca se encontra em bom estado e foi achada na zona arqueológica de Abu Rauash, situada na província de Guiza, ao oeste da capital Cairo. Ibrahim precisou que uma delegação do Instituto Cientista francês de Antiguidades Orientais estava escavando o lugar no momento em que descobriu alguns vestígios da barca, concretamente 11 tábuas de madeira, cada uma com 6 m de comprimento e 1,5 de largura.

Estas peças arqueológicas foram transferidas ao centro de reabilitação do Grande Museu egípcio, onde serão tratadas para garantir sua conservação. Posteriormente, elas deverão ser expostas no Museu Nacional da Civilização Egípcia, na sala dedicada ao Rio Nilo.
Um responsável deste museu, Hussein Abdel Basir, assegurou que a embarcação achada era do tipo funerário, que eram colocadas ao lado dos túmulos das pessoas para que estas pudessem utilizá-la em outro mundo.
Este mesmo tipo de embarcação já foi encontrada próxima às tumbas dos faraós, que também acreditavam que as mesmas poderiam ser usadas em uma nova vida. Em fevereiro, arqueólogos iniciaram os trabalhos para extrair centenas de peças de madeira da segunda barca solar do mais poderoso dos faraós egípcios, Keops (2609-2584 a.C.), pertencente à IV dinastia faraonica.

Fonte;
Terra

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Possível cura do câncer?!

Um novo remédio feito com uma flor que já tinha usos medicinais no Egito antigo pode destruir células de câncer, segundo uma pesquisa realizada por cientistas britânicos.
A nova droga produzida a partir do açafrão-do-prado (Colchicum autumnale) circula na corrente sanguínea, mas só é ativada por uma substância química emitida por tumores malignos.
Ela atacaria então as células cancerosas que se espalharam, mas deixaria intactos os tecidos saudáveis.
O remédio foi testado com sucesso em camundongos contra câncer de mama, intestino, pulmão e próstata, mas deve ser eficiente contra qualquer tipo de tumor sólido, segundo os pesquisadores.
Nos testes de laboratório, metade dos camundongos ficou completamente curada após uma única injeção da droga e houve redução no ritmo de crescimento dos tumores em todos os animais testados.
Os testes clínicos devem começar em até dois anos.
'Inanição'Os pesquisadores dizem que a chave para o sucesso do tratamento é que ele é ativado por uma enzima usada pelos tumores para invadir os tecidos a seu redor.
Uma vez ativado, o remédio destrói as veias que alimentam o tumor e faz com que o câncer morra de inanição."O que criamos é, efetivamente, uma 'bomba inteligente', que pode ser direcionada a matar qualquer tumor sólido, aparentemente sem danificar os tecidos saudáveis", disse o líder da pesquisa da Universidade de Bradford, Laurence Patterson.
O extrato do açafrão-do-prado tem um histórico de usos medicinais e também como veneno na Grécia e no Egito antigos.
Mais frequentemente, a substância colchicina, retirada da planta, é usada no tratamento de crises de gota.Tentativas anteriores de usá-la no combate ao câncer fracassaram devido à alta toxicidade do composto, mas o problema teria sido resolvido depois que a equipe britânica conseguiu torná-la inofensiva até entrar em contato com um tumor.
A nova droga pertence à mesma família de remédios do Paclitaxel, o agente de quimioterapia mais usado no mundo, produzido a partir da casca da árvoreTaxus brevifolia.
"Se (os resultados) forem confirmados em testes de laboratórios mais extensos, os remédios baseados nessa abordagem podem ser muito úteis como parte de uma combinação de tratamentos contra diversos tipos de câncer", disse Paul Workman, do Instituto de Pesquisa do Câncer, em Londres.
Pacientes do Hospital de St. James, em Leeds, poderão ser os primeiros a testar o novo remédio dentro de 18 a 24 meses.

Fonte;
BBC Brasil

quinta-feira, 21 de julho de 2011

Floresta no deserto

O Governo egípcio desafia a natureza ao regar áreas desérticas com água reaproveitada para convertê-las em florestas, cuja superfície já equivale ao território do Panamá.
Tudo isso foi possível graças à água que utilizam, poluem e desperdiçam todos os dias os 80 milhões de egípcios. Ironicamente, esta é a melhor opção para as chamadas "florestas feitas à mão".
A diferença verificada após a intervenção humana é dramática: onde antes havia uma paisagem desértica e inóspita, agora há áreas verdes cobertas de árvores de alto valor econômico como álamos, papiros e eucaliptos.
"A água residual pode transformar o que não é fértil, como o deserto, em algo fértil, já que contém nitrogênio, micronutrientes e substâncias orgânicas ricas para a terra", disse à Agência Efe o professor do Instituto de Pesquisa de Solo, Água e Meio Ambiente Nabil Kandil, especializado na análise de terrenos desérticos adequados para o florestamento.
"Esse tipo de água tem muito mais nutrientes do que a água tratada e, por isso, é uma fonte extra de nutrição que pode fazer com que as plantas resistentes aos climas hostis cresçam mais rápido e, inclusive, tenham folhas mais verdes".
É importante equilibrar a oferta e a demanda em um país que produz 7 milhões de metros cúbicos de água residual ao ano e que, ao mesmo tempo, tem 95% de seu território coberto por desertos estéreis ou com pouca vegetação.Ao todo, há 34 florestas ao longo do país, localizadas em cidades como Ismailia e Sinai, no norte, e em regiões turísticas do sul, como Luxor e Assuã, num total de 71.400 quilômetros quadrados que equivalem à superfície total do Panamá.
Os mais de 71 mil quilômetros quadrados de floresta plantados até agora são resultado das análises de solo, clima e água que possibilitaram a escolha das espécies de árvores capazes de sobreviver em condições extremas.
De acordo com o Governo egípcio, há outras dez florestas em processo de "construção", em uma área de 18.600 quilômetros quadrados.
"A boa notícia é que as plantas são seletivas. São elas que selecionam a quantidade de água e os nutrientes necessários para sobreviver".
Estes resultados são a prova de que "o problema não é a terra, pois no Egito há de sobra, mas de onde extrair a água".
A maioria das espécies cultivadas até agora são árvores como álamos, papiros, casuarinas e eucaliptos, semeadas para responder à demanda de madeira do país, além plantas para produzir biocombustíveis como a jatrofa e a jojoba, e para fabricar óleo, como a colza, a soja e o girassol.
E obtê-la das estações de tratamento primário - onde são eliminados os poluentes sólidos - foi a saída mais barata, especialmente porque os sistemas de irrigação que transportam e bombeiam o líquido são os mesmos utilizados há anos pelos camponeses egípcios.
De acordo com Kandil, as "florestas feitas à mão" não só combatem as secas, a desertificação e a erosão, mas "aproveitam a água residual, maximizam o benefício para os agricultores e satisfazem as necessidades de madeira do Egito, gerando benefícios econômicos para o país".
Apesar desta água exigir precaução devido à presença de poluentes e os impactos da mudança no ecossistema para a biodiversidade sejam desconhecidos, o projeto, implementado pelo Ministério de Agricultura em parceria com o de Meio Ambiente, parece ter obtido sucesso.
Fonte;
http://www.estadao.com.br (reportagem antiga,mas vale a pena rever,esse exemplo de sustentabilidade)

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

O Vale das Múmias Douradas

O Vale das Múmias Douradas é um cemitério enorme no oásis de Bahariya,no deserto ocidental do Egito, descoberto em 1996.Por Dr. Zahi Hawass, com sua equipe egípcia, encontraram cerca de 250 múmias que datam de vários períodos diferentes da história.Do Egito Greco-Romano, onde as ruínas de um templo de Alexandre, o Grande pode ser encontrado. Acredita-se por alguns egiptólogos que o conquistador grego passou por Bahariya, quando regressava do oráculo de Amon,no oásis de Siwa . As escavações da necrópole greco-romano, conhecido como o Vale das Múmias Douradas. Cerca de trinta e quatro túmulos foram escavados a partir desta área até agora. Hawass estima que mais de 10 mil venha a ser descoberto.
Situado em uma depressão que cobre mais de 2000 km quadrados., Bahariya é cercada por morros de cor preta composta de quartzitos ferruginosos e dolorite.
O Oasis foi um dos principais centros agrícolas durante a era faraônica, e foi famosa pelos seus vinhos, Com o tempo, o Oásis Bahariya teve uma série de nomes diferentes. Ele tem sido chamado de Oásis do Norte, o pequeno oásis, Zeszes, Oásis Parva e especialmente durante a era cristã, o oásis de Al-Bahnasa, juntamente com vários outros nomes. Ao mesmo tempo, o Oásis Bahariya, assim como a maioria do resto do que é hoje conhecido como o deserto ocidental (ou da Líbia), foi a palavra de um oceano imenso. No entanto, de cerca de 3000 aC até os dias atuais, quase
não cai nenhumas chuvas nesta parte do mundo,E as águas subterrâneas são o sangue da vida.Os romanos fizeram várias melhorias no âmbito do Oasis, a construção de uma impressionante série de aquedutos (possivelmente) e os poços, muitos dos quais ainda são utilizados em Bawiti e Izza hoje.
Em 1996, quando um guarda antiguidades estava montando o seu jumento, no Oásis de Bahariya. A perna do jumento tropeçou em um buraco, revelando uma abertura no chão. Logo, as equipas de arqueólogos, arquitetos, restauradores, curadores e engenheiros começaram o que seria a maior expedição já feita no Egito, que continua até hoje.
Os arqueólogos e restauradores usaram cordas, escadas, poeira e rochas recortadas
para descobrir as estátuas originais, relevos de parede colorida, cerâmica e jóias.
Quatro tipos de múmias foram finalmente descoberto:

Múmias que são guilded, coberto com uma camada muito fina de ouro;
Múmias cobertas com cartonagem e cenas retratadas, como deuses e deusas. Por exemplo, Anubis do embalment, Osíris, Isis, e os quatro filhos de Horus, assim como o deus Toth. Todos esses deuses estão relacionadas com o julgamento;
Múmias dentro caixões antropóides (estes são caixões feitos de cerâmica com rostos humanos);
Múmias envolvido com linho.A primeira escavação descobriu quatro túmulos segurando 105 múmias em bom estado, mostrando a riqueza do povo daquela época. Os artefatos foram encontrados próximos as múmias, como estátuas de luto caros feitos de cerâmica, incluindo pulseiras, brincos e moedas.
Também múmias foram descobertas, em caixões de porcelana ou invólucros de lona, intocado por ladrões de túmulos apesar de terem sido encontrados em uma área onde os aldeões recolhiam pedras para construção. As múmias são cobertos com uma fina camada de ouro e vestindo máscaras de gesso. Sumptuoso máscaras mortuárias dourada retratam rostos reais de pessoas reais, ao invés de imagens estereotipadas.Embalado hermeticamente em pequenas cavernas esculpidas na rocha, as múmias ainda trazia cenas coloridas pintadas por artistas mortuária. Uma máscara mostravam pessoas tendo oferendas aos antigos deuses egípcios. Outro tinha uma coroa com a insígnia de Horus.
Alguns dos mortos pintados não olhou para o intruso, mas um para o outro - como eles tinham, intacta, há quase dois milênios. Em um canto, uma mulher deitada com seu marido,com o rosto virado para ele carinhosamente.
A investigação continua...

Fonte;
http://www.crystalinks.com/bahariya.html

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Ilha de Elefantine,no Nilo


Elefantine é uma ilha no rio Nilo, no sul do Egito, situada frente à cidade de Assuã. Encontra-se a cerca de 900 quilômetros ao sul do Cairo, a capital egípcia. Tem cerca de 1500 metros de comprimento e 500 metros de largura na parte sul.
O nome Elefantina é de origem grega e significa "cidade dos elefantes". Não se sabe se este nome estaria relacionado com o fato de na ilha se realizarem trocas de marfim (o comércio foi a principal atividade econômica da ilha) ou pelo fato de existirem perto da ilha umas rochas que fazem lembrar elefantes. Os antigos egípcios denominavam a ilha Abu ou Yebu (termos que também significam elefante); por sua vez, os árabes deram-lhe o nome de "ilha das flores".
Foi a capital do I nomo do Alto Egito, estando a ilha associada a Khnum, o deus com cabeça de carneiro. Este deus formava em Elefantina, junto com as deusas Satet e Anuket, ou seja, um agrupamento de três divindades (o agrupamento de deuses era uma das características da mitologia egípcia).
A ilha funcionava como fronteira natural do Egito, devido ao fato de se situar junto à primeira catarata do Nilo. No extremo meridional da ilha erguia-se o núcleo urbano.
Na época do rei Apriés (XXVI Dinastia) os judeus fixaram-se na ilha, onde formaram uma comunidade próspera. Após o período de dominação persa sobre o Egito os judeus foram perseguidos, talvez devido às simpatias que tinham por aquele povo. Sabe-se que na ilha existiu um templo dedicado a seu Deus, que foi destruído.
Atualmente Elefantina é uma atração turística egípcia, onde chegam os vários cruzeiros que percorrem o Nilo.
A ilha tem sido alvo de escavações arqueológicas intensas nas últimas décadas, apesar do governador turco de Assuão ter mandado destruir vários achados da ilha em 1822.
Destaca-se na ilha o Nilómetro, mencionado pelo grego Estrabão, que era uma forma de medir o nível do Nilo, consistindo num conjunto de oitenta degraus que se acham na costa, junto ao rio. É possível observar marcações nas suas paredes que remontam ao período romano.
O faraó Amen-hotep III (Amenófis III) mandou construir na ilha um templo por ocasião do seu jubileu, no trigésimo ano do seu reinado. Este templo, que estaria situado a oeste do Nilómetro, existiu até ao século XIX, mas nada resta dele atualmente. Sucedeu o mesmo ao templo de Tutmés III, destruído em 1822. Ramsés II também mandou construir um pequeno templo, igualmente perdido.
Nesta ilha foi descoberta uma pequena pirâmide da época do Império Antigo e um calendário inscrito na rocha da época do rei Tutmés III (XVIII Dinastia).
Nectanebo II mandou construir na ilha um grande templo dedicado a Khnum que foi concluído no período ptolemaico e romano e cujas ruínas se acham no local.
Na margem esquerda do Nilo, em Qubbet el-Haua, localizam-se túmulos escavados na rocha de governantes locais da época do Império Antigo e do Império Médio, destacando-se o túmulo do governador Sarenput (XII dinastia).

Fonte;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Elefantina

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

O Vale dos Reis


O Vale dos Reis, ou Wadi el-Muluk (وادي الملوك) em língua árabe, é um grande vale montanhoso no Egito onde, por um período de aproximadamente 500 anos foram construídos tumbas para os Faraós e nobres importantes do Antigo Egito (entre a XVIII e a XX dinastias).
O Vale dos Reis localiza-se na margem ocidental do Nilo, oposto a Tebas (atualmente Luxor). Está separado em duas zonas, vale ocidental (West Valley) e vale oriental (East Valley), com os mais importantes túmulos no vale oriental.
Com as descobertas de 2005 e 2008, o Vale contém agora 67 tumbas e câmaras, variando em tamanho desde uma simples câmara aberta na rocha até um complexo com mais de 120 câmaras. As tumbas reais são normalmente decoradas com cenas da mitologia egípcia que testemunham as crenças e os rituais funerários dos períodos de sua construção. A maioria das tumbas foram violadas e saqueadas na antigüidade, mas algumas permaneceram intactas até a sua descoberta dando idéia da opulência e do poder dos governantes de sua época.
A área tem sido o foco de explorações arqueológicas desde o final do século XVII, e suas tumbas e sarcófagos continuam a estimular pesquisas. Nos tempos modernos, o Vale se tornou famoso pela descoberta da tumba de Tutankhamon, com o seu rumor sobre a maldição do Faraó, que é um dos mais famosos sítios arqueológicos do mundo. Em 1979, esta tumba se tornou Património Mundial da Humanidade, pela UNESCO, juntamente com o resto da Necrópole Tebana.
Escavações, explorações, pesquisas e conservações ainda continuam a ser feitas no Vale, que é, atualmente, um centro de turismo com muitas de suas tumbas abertas ao público. Inscrições deixadas nas paredes de várias tumbas indicam, também, que o Vale dos Reis já era uma atração turística desde o Período Romano, em que o Egito fazia parte do Império Romano.

Fonte;http://pt.wikipedia.org/wiki/Vale_dos_Reis

domingo, 29 de agosto de 2010

Nascente do Rio Nilo


O rio Nilo é um grande rio do nordeste do continente africano que nasce a sul da linha do Equador e desagua no Mar Mediterrâneo.
A sua bacia hidrográfica ocupa uma área de 3 349 000 km² abrangendo o Uganda, Tanzânia, Ruanda, Quénia, República Democrática do Congo, Burundi, Sudão, Etiópia e Egipto. A partir da sua fonte mais remota, no Burundi, o Nilo apresenta um comprimento de 6 852 15 km.
É formado pela confluência de três outros rios, o Nilo Branco (Bahr-el-Abiad), o Nilo Azul (Bahr-el-Azrak) e o rio Atbara. O Nilo Azul (Bahr-el-Azrak) nasce no Lago Tana (Etiópia), confluindo com o Nilo Branco em Cartum, capital do Sudão.
Muitos geógrafos deixaram de o considerar como o maior rio do mundo, perdendo o posto para o rio Amazonas, com cerca de 6.992,06 km de extensão


Julga-se que os Antigos Egípcios conheciam o Nilo até ao ponto de confluência do Nilo Branco com o Nilo Azul, em Cartum. Embora não tenham explorado o Nilo Branco, acredita-se que conheceriam o Nilo Azul até à sua nascente no Lago Tana.
Em meados do século V a.C., o historiador grego Heródoto realizou uma viagem ao Egipto, tendo percorrido o rio até Assuão, a fronteira tradicional do Antigo Egipto.
No século II a.C. Eratóstenes desenhou um mapa que mostrava de forma bastante precisa o percurso do Nilo até Cartum, no qual também se mostravam dois afluentes, o Atbara e o Nilo Azul. Eratóstenes foi o primeiro a postular que a nascente do Nilo estaria em lagos equatoriais.
Em 25 a.C. o geógrafo Estrabão e Aelius Gallus (governador do Egipto romano) exploraram o Egipto até Assuão. Estrabão descreveu também o rio no Livro 17 da sua Geografia, aludindo às teorias de Eratóstenes.
Em 66 d.C., na época do imperador Nero, o exército romano tentou encontrar a nascente do rio. Porém, e segundo Séneca, o pântano Sudd, impediu o exército de avançar. Ainda no século I um mercador grego chamado Diógenes relatou ao geógrafo Marino de Tiro que durante uma viagem pela costa oriental africana decidiu penetrar pelo continente, tendo ao fim de vinte e cinco dias chegado junto a dois grandes lagos e a uma cadeia de montanhas cobertas de neve de onde o Nilo nasceria. No século II Ptolomeu utilizou esta informação para fazer um mapa onde se mostrava o Nilo Branco a nascer desses lagos, que recebiam as suas águas das Montanhas da Lua. É provável que estas montanhas sejam os montes Ruvenzori, situados entre o Uganda e o Zaire.
No século XII, Muhammad Al-Idrisi atribui como nascente do rio Nilo e do rio Níger um lago. No século XVI conhece-se uma expedição árabe que procurou atingir as nascentes do Nilo pelo Sahara e Sudão.
Em 1618 o jesuíta Pero Pais (ou Pedro Páez) foi o primeiro europeu a localizar as nascentes do Nilo Azul no Lago Tana, tendo falecido na Etiópia vítima de malária. Em 1770 o escocês James Bruce realizou uma viagem de exploração do Nilo Azul no Lago Tana, ficando com a fama de descobridor da sua nascente, embora como exposto o jesuíta ali chegou primeiro.
A partir do ano de 1821 o vice-rei do Egipto Mehmet Ali e os seus filhos seriam responsáveis por várias viagens de exploração do Nilo.
Em Dezembro de 1856, Richard Francis Burton convidou John Hanning Speke para participar numa expedição aos grandes lagos da África Oriental. Em resultado da expedição Burton e Speke tornaram-se os primeiros europeus a chegar ao Lago Tanganica em Fevereiro de 1858. Na viagem de regresso Speke viajou em sentido norte e descobriu o Lago Vitória (que recebeu este nome em honra da rainha Vitória) e que considerou como nascente do Nilo.
Em 1860, sob os auspícios da Royal Geographical Society, Speke realiza uma nova expedição à região acompanhado por James Grant, da qual resultaria a descoberta do rio Kagera e do local de saída do Nilo a partir do Lago Vitória (as Quedas de Ripon, 1862)

Nota;Esse rio é vital para a vida nos grandes desertos da África,assim como foi no passado,nesse berço da civilização,o egito.uma nota importante para especificar mais o texto é que,entre Malakal e Cartum, o Nilo é conhecido como o Nilo Branco. Em Cartum o Nilo Branco recebe as águas do Nilo Azul, oriundo dos altos planaltos da Etiópia.
Fonte;http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Nilo

sexta-feira, 27 de agosto de 2010

Os Primeiros Vampiros/Aset ka


A Ordem de Aset Ka é uma sociedade espiritual e instituição ocultista cujos seguidores acreditam que as origens remontam ao Antigo Egito. Responsável por manter a tradição Asetiana, é a principal referência relativamente a conhecimento vampírico e a mais influente ordem de vampiros de extrema repercussão internacional. Tendo uma das suas sedes na cidade do Porto, em Portugal, a influência da Aset Ka é mais demarcada no panorama oculto Europeu, onde é reconhecida principalmente pelos seus trabalhos publicados com temas relacionados ao vampirismo.

O livro central relativo à tradição vampírica é a Asetian Bible, a Bíblia Asetiana, cuja versão de acesso público foi publicada em 2007 pela Aset Ka e escrita por Luis Marques, um autor de origem Portuguesa reconhecido internacionalmente como especialista em simbologia antiga, mitologia e religião. O texto explora toda a componente filosófica e espiritual da tradição Asetiana, bem como as suas práticas metafísicas e rituais religiosos de origem Egípcia, com grande influência do simbolismo milenar do Médio Oriente. Toda a cultura vampírica é assim analisada ao pormenor, bem como a evolução do arquétipo vampírico desde os tempos antigos até aos modernos e onde a influência do simbolismo vampírico é explorado na forma como influênciou a sociedade ao longo dos tempos.
A tradição Asetiana, com origem no Antigo Egito, é habitualmente vista como a religião dos vampiros,Os Asetianos acreditam ser os primeiros seres vampíricos. Segundo a mitologia, eles são os descendentes de Aset, uma divindade Egípcia cuja história e arquétipo remontam ao Pré-Dinástico, e cuja desenvolvimento e evolução teológicos aconteceram ao longo das diversas Dinastias até às eras mais tardias. Aset é o nome em Egípcio para Isis, designação Grega para esta divindade antiga.
A Marca Negra dos vampiros, refere-se a uma tatuagem gravada no pulso esquerdo do vampiro Asetiano. Este símbolo trata-se de um sigilo mágico de origem muito antiga, e cujos verdadeiros poderes são até hoje desconhecidos
A estrutura hierárquica da Ordem de Aset Ka não é totalmente conhecida de fora do seu sistema iniciático, sabendo-se apenas que é baseada num rígido sistema tendo como valores centrais a lealdade, dedicação, honra e conhecimento. Contudo, os Asetianos dividem-se em três linhagens distintas, que representam os três tipos de vampiros Asetianos que se tem conhecimento e, segundo os seus textos, reflectem muito mais do que apenas um arquétipo espiritual ou emocional, mas uma profunda condição da alma inerente ao ser vampírico.

Serpente, A Linhagem dos Viperines

Escorpião, A Linhagem dos Guardians

Escaravelho, A Linhagem dos Concubines

Fonte;http://pt.wikipedia.org/wiki/Aset_Ka

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

Dinastias faraónicas(Quarta e última parte)


Dinastia ptolemaica

A Dinastia ptolomaica foi uma dinastia macedónia que governou o Egipto de 305 a 30 a.C.. Recebe a designação de ptolomaica (ou ptolemaica) devido ao facto dos seus soberanos terem assumido o nome Ptolomeu (ou Ptolemeu, do grego Ptolemaios). É também conhecida como dinastia lágida em função do nome do pai do fundador da dinastia. Ptolomeu foi um dos generais de Alexandre Magno.

A dinastia insere-se no período helenístico, época que decorre entre a morte de Alexandre e a ascensão do Império Romano, durante a qual se assistiu à difusão da civilização grega pela bacia do mar Mediterrâneo, criando novas formas artísticas, religiosas e políticas. Embora tivesse uma origem estrangeira, a dinastia ptolemaica respeitou a cultura egípcia, revivendo alguns dos seus aspectos do passado e adoptando as suas divindades.

Os faraós desta dinastia foram responsáveis por várias construções, entre as quais se destacam a cidade de Alexandria (com o seu farol e biblioteca), o templo de Hórus em Edfu e o templo de Ísis em Filae.

Nome Consorte Reinado Comentários

Ptolemeu I Sóter, o Salvador Berenice I 305 - 285 Foi um dos generais de Alexandre, o Grande, e foi a testemunha ocular que influenciou os relatos de Plutarco e Ariano, os hisoriadores de Alexandre mais confiáveis da Antiguidade

Ptolemeu II Filadelfo,(Que ama a irmã)Arsínoe I, Arsínoe II 285 - 246 Fundador do museu de Alexandria. Casou com a sua irmã, Arsínoe II

Ptolemeu III Evérgeta I,(o Benfeitor )Berenice II 246 - 221 Incorpora o reino de Cirene no Egito. Auge do poder da dinastia ptolemaica

Ptolemeu IV Filopator,(o Amigo do pai)Arsínoe III 221 - 205 Cruel e fraco, dominado pelo seu ministro Sosíbio

Ptolemeu V Epifânio,(o Ilustre)Cleópatra I 205 - 180

Ptolemeu VI Filometor,(o Amigo da mãe)Cleópatra II 180 - 145 Quando ascendeu ao trono tinha apenas cinco anos, pelo que a sua mãe Cleópatra I foi regente

Ptolemeu VII Neos Filopator 145

Ptolemeu VIII Evérgeta II Cleópatra II, Cleópatra III 170 - 116

Ptolemeu IX Sóter II (1º reinado) Cleópatra IV, Cleópatra V Selene 116 - 107

Ptolemeu X Alexandre I Berenice III 107 - 88
Ptolemeu IX Sóter II (2º reinado) 88 - 80

Ptolemeu XI Alexandre II Berenice III 80

Ptolemeu XII Neos Dionisos Cleópatra V 80 - 51

Cleópatra VII 51 - 30 Casou com o irmão Ptolomeu XIII com o qual reinou a partir de 51 a.C.. Retirada do poder, foi reposta em 46 a.C. graças à intervenção de Júlio César, seu amante. Após a morte de Ptolomeu XIII, casa com outro irmão, Ptolomeu XIV, mero rei fantoche. Com outro amante romano, Marco António tentou formar um império no Oriente, mas foi derrotada por Octávio em 31 a.C..

Ptolemeu XIII 51 - 47

Ptolemeu XIV 47 - 40

Ptolemeu XV (César, dito Cesarião"pequeno César) 44 - 30 Filho de Cleópatra VII, foi declarado co-regente aos três anos em 44 a.C.. Foi assassinado por Octávio em 30 a.C..

Fonte:Wikipédia BRA.

Dinastias faraónicas(Terceira parte)


XXII dinastia

Shoshenk I, (Hedjkheper-re-setepenre) – 945-924 a.C.
Osorkon I[5], (Sekhemkheper-re-setepenre) – 924-890 a.C.
Shoshenk II, (Heqakheper-re-setepenre) – 890-883 a.C.
Takelot I, (Usermaat-re-setepenamun) – 883-874 a.C.
Osorkon II[9], (Usermaat-re-setepenamun) – 874-855 a.C.
Takelot II, (Hedjkheper-re-setepenre) – 860-835 a.C.
Shoshenk III, (Usermaat-re-setepen-re/amun) – 835-783 a.C.
Pami, (Usermaat-re-setepen-re/amun) – 783-773 a.C.
Shoshenk V, (Akheper-re) – 773-735 a.C.
Osorkon IV[15], (Akheper-re-setepenamun) – 735-712 a.C.

XXIII dinastia

A XXIII dinastia egípcia contem várias linhagens de faraós reinando, às vezes ao mesmo tempo, em Tebas, Hermópolis, Leontópolis e Tanis.

Pedubast I – 828 - 803 a. C.
Osorkon III[4] – 777 - 749 a. C.
Peftjau-awybast, (Neferkare) – 740 - 725 a. C.

XXIV dinastia

A XXIV dinastia egípcia contém um pequeno grupo de faraós que viverm por pouco tempo e governaram tendo como capita a cidade de Saís, na região ocidental do Delta.

Tefnakht, (Shepsesre? [1]) – 724 - 712 a. C.
Bakenranef ou Bocchoris, (Wahkare [1]) – 717 - 712 a. C.

XXV dinastia

Kashta, (Nimaat-re [1]) – 770 - 750 a. C.
Piye, (Usermaat-re) – 750 - 712 a. C.
Shabaka, (Neferkare) – 712 - 698 a. C.
Shebiteku, (Djedkau-re) – 698 - 690 a. C.
Taharka, (Khurenefertem) – 690 - 664 a. C.
Tanutamon, (Baka-re) – 664 - 657 a. C.

XXVI dinastia

Necho I – 672 - 664 a. C.
Psamético I, (Wahib-re[1]) – 664 - 610 a. C.
Necho II, (Wehemib-re) – 610 - 690 a. C.
Psamético II, (Neferib-re) – 595 - 589 a. C.
Apries, (Haaib-re) – 589 - 570 a. C.
Ahmés II, (Khnemib-re) – 570 - 526 a. C.
Psamético III, (Ankhkaen-re) – 526 - 525 a. C.

XXVII dinastia

Cambisés II, (Mesut-i-re) – 525 - 522 a. C.
Dario I – 521 - 486 a. C.
Xerxes I – 486 - 466 a. C.
Artaxerxes I – 466 - 424 a. C.
Dario II – 424 - 404 a. C.
Artaxerxes II – 404 - 358 a. C.

XXVIII dinastia

A XXVIII dinastia egípcia teve como único faraó Amirteus, que, em 404 a. C. libertou o Delta do domínio Persa e 4 anos depois já tinha o Egito sob o seu domínio e intitulou-se faraó, acabando com o domínio persa da 27ª e iniciando a 28ª dinastia

Amirteus – 404 - 399 a. C.

XXIX dinastia

Neferites I, (Baenre-merynetjeru) – 399 - 393 a. C.
Psamutis, (User-re-setepenptah) – 393 a. C.
Hakor, (Khnem-maat-re) – 393 - 380 a. C.
Neferites II – 380 a. C.

XXX dinastia

A XXX dinastia egípcia iniciou-se quando Nectanebo I, general natural de Sebennytos, antiga cidade localizada no Delta, usurpou o trono de Neferites II e fundou a 30ª dinastia no ano de 380 a. C.

Nectanebo I, (Kheperkare) – 380 - 362 a. C.
Teos, (Irmaaten-re) – 365 - 360 a. C.
Nectanebo II, (Senedjemib-re-setepenan-hur) – 360 - 343 a. C.

Fonte;Wikipédia BRA.

Dinastias faraónicas(primeira parte)


I dinastia

Nome Comentários Data do reinado

Narmer ou Menés 3100 – 3050 a.C.
Hor-Aha 3050 – 3049 a.C.
Djer 3049 – 3008 a.C.
Djet ou Uadji 3008 – 2975 a.C.
Merneith Regente de Den –
Den ou Udimu 2975 – 2935 a.C.
Anedjib ou Adjib 2935 – 2925 a.C.
Semerkhet 2925 – 2916 a.C.
Kaa ou Qa'a 2916 – 2890 a.C.

II dinastia

Hotepsekhemui
Nebré ou Rêneb
Ninetjer ou Neterimu
Weneg
Senedj
Peribsen
Khasekhem
Khasekhemui

III dinastia

Sanakht (ou Nebka)
Djoser (Netjerirkhet)
Sekhemkhet (Djoser Teti)
Khaba
Huni

IV dinastia

Seneferu
Khufu (em grego, Quéops)
Djedef-re (Didrufi)
Khaf-re (Quéfren)
Bauef-re
Menkaure (Miquerinos)
Chepseskaf

V dinastia

Userkaf
Sahuré
Neferirkaré
Chepseskaré
Neferefré
Niuserré
Menkauhor
Djedkaré Isesi
Unas

VI dinastia

Teti
Userkaré
Pepi I
Merenré I
Pepi II
Merenré II
Nitócris

VII dinastia

Netjerkare
Menkare
Neferkare II
Neferkare Neby
Djedkare Shemai
Neferkare Khendu
Merenhor
Seneferka Neferkamin
Nikare
Neferkare Tereru
Neferkahor

VIII dinastia

Neferkare Pepiseneb
Neferkamin Anu
Qakare Ibi
Neferkaure II
Neferkauhor
Neferirkare

IX dinastia

Akhtoy Meryibtowe
Akhtoy Wahkare
Akhtoy Nebkaure
Merykare

X dinastia

Akhtoy Meryibtowe
Akhtoy Wahkare
Akhtoy Nebkaure
Merykare

Fonte;WIKIPÉDIA BRA

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Nefertari


Nefertari foi uma grande rainha egípcia, esposa de Ramsés II faraó do Egipto, cujo nome significa a mais bela, a mais perfeita e é muitas vezes seguida pelo epíteto amada de Mut. Nasceu aproximadamente em 1290 AC e morreu em 1254 AC.
Os pais de Nefertari são desconhecidos, pressupõe-se que a sua origem foi uma familia humilde. Uma possibilidade é que fosse filha do General Nakhtmin e de Mutnedjmet.

Ramsés II desposou-a antes de suceder a Seti I e embora este tenha vivido muito mais tempo que ela e tido outras mulheres esta foi sempre designada excepcionalmente como a favorita.

Existem registos da sua presença numa festa em Luxor onde foi apresentada nos seguintes termos: A princesa, rica em louvores, soberana da graça, doce no amor, senhora das duas terras, a perfeita, aquela cujas mãos seguram os sistros, aquela que alegra o seu pai Ámom, a mais amada, a que usa a coroa, a cantora de belo rosto, aquela cuja palavra dá plenitude. Tudo quanto pede se realiza, toda a realidade se cumpre em função do seu desejo e conhecimento, todas as suas palavras despertam alegria nos rostos, ouvir a sua voz permite viver.

Interpretando as escrituras à letra Nefertari teria dado quatro filhos e duas filhas a Ramsés II. Mas, por vezes, a noção de filho corresponde a um titulo. Ao longo do seu reinado, Ramsés II adoptou um número consideravel de filhos régios e filhas régias, o que levou certos egiptólogos a crer que tinha sido um procriador proverbial.
Papel politico
No primeiro ano do seu reinado Nefertari foi associada a actos importantes. Logo após ter participado na coroação do seu esposo Ramsés II ela foi levada a apresentar-se perante ele em Abidos numa cerimónia em que Nebunenef foi nomeado sumo sacerdote de Amon, assegurando assim a fidelidade deste rico e poderoso clero tebano.

(Abu Simbel, Templo de Nefertari)
vê-se nas inscrições egipcias as famosas festas de Min, onde a rainha fazia o ritual das sete voltas em torno do trono do faraó proferindo as formulas mágicas para perpetuar a prosperidade das Duas terras. Este era um ritual sagrado do estado.
Tal como outra rainhas antes, Nefertari exerceu um importante papel nas negociações de paz com os povos vizinhos, nomeadamente com os hititas, correspondendo-se com a sua homóloga a rainha do Hatti.

Fonte;Wikipédia BRA, a enciclopédia livre.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Anúbis

As almas do mortos estão protegidos em sua jornada para as salas de julgamento por Anúbis, filho de Osíris Nepthys.ele é o guardião dos cemitérios e lugares sagrados..