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domingo, 8 de dezembro de 2013

Cientistas russos afirmam: Nova Era Glacial começará no ano que vem


Contrariando a teoria de aquecimento global, dois cientistas russos afirmam que a Terra se aproxima rapidamente de um novo período glacial, que começará a partir do ano que vem. Os pesquisadores Vladimir Bashkin e Rauf Galiulin, do Instituto Gazprom VNIIGAZ, acreditam que os seres humanos, na realidade, não exercem grande influência nas mudanças climáticas.
Eles defendem que planeta está, na verdade, passando por diferentes ciclos de atividade solar, e a próxima fase será marcada por um decréscimo gradual da temperatura até atingir um pico glacial em 50 anos.

E os pesquisadores não param por aí. A dupla alega que o alarde atual em torno das mudanças climáticas é parte de uma conspiração com objetivo de desacelerar o consumo de petróleo, gás e carbono - três insumos essenciais à vida moderna -, e controlar os preços deste mercado.
Apesar de polêmicas, as declarações dos dois cientistas não representam uma opinião isolada.
No ano passado, Jabibula Absusamatov, diretor do setor de Investigações Espaciais do Observatório de Pulkovo e membro da Academia Russa de Ciências, confirmou a previsão de que a temperatura do planeta começará a baixar em 2014, alcançando seu pico de redução em 2055.

Nesse blog tem os dois lados da moeda.
Aquecimento Global x Nova era Glacial.

Fonte
History

sexta-feira, 25 de novembro de 2011

O Homem de ferro soviético

OBS;
Autocirurgia é extremamente desaconselhável,aqui é relatado um dos poucos casos existentes,e bem sucedido.(feito por foça maior,já que se passar na Antártida,onde o socorro na maioria do ano,não existe).

O navio OB deixou Leningrado em 5 de novembro de 1960 em direção à Antártica com a missão de construir uma nova base no continente gelado. Foram 36 dias no mar e mais nove semanas de construção até que a base ficou pronta, em 18 de fevereiro de 1961. O inverno antártico já estava caindo quando o navio voltou à União Soviética, deixando para trás 12 residentes que ficariam no local durante um ano para estudar a região. Entre os membros da expedição, um médico: Leonid Rogozov.
Em 29 de abril de 1961, o cirurgião de 27 anos escreveu em seu diário que se sentia doente, com náuseas, fraqueza, mal-estar e, por fim, dor no abdome. Rogozov notou que estava com apendicite.
Os dias passavam e, fora da base, o clima só piorava. Dias viraram noites, tempestades de neve eram constantes. Era impossível um avião pousar. Enquanto isso, o médico usava antibióticos e colocava gelo no local da dor. Sem sucesso. Só havia um caminho: a cirurgia. E Rogozov era o único cirurgião no local.

Dois cientistas esterilizaram a sala e os equipamentos. Os móveis foram retirados, com exceção de uma cama, duas mesas e uma lâmpada. Rogozov selecionou o meteorologista Alexandr Artemev, o mecânico Zinovy Teplinsky e o diretor da estação, Vladislav Gerbovich, para participar do procedimento. Ele os treinou para a cirurgia, deixando uma seringa preparada para reanimá-lo caso desmaiasse durante a operação.
Rogozov então preparou a cama. Ele escolheu uma posição reclinada, com a cama elevada a um ângulo de 30°. O cirurgião escolheu não usar luvas, pois previu que o tato seria necessário para sentir o próprio corpo anestesiado.Às 2h15 da madrugada de 1º de maio de 1961, Leonid Rogozov fez um corte de aproximadamente 10 cm no próprio abdome. A visibilidade não era considerada ideal e ele tinha, às vezes, que levantar a própria cabeça ou usar um espelho para ver o apêndice. Após 30 minutos, ele começou a sentir vertigem. Então, após aproximadamente 40 minutos, ele retirou o apêndice infeccionado e aplicou antibióticos no local. A cirurgia toda durou cerca de uma hora e 45 minutos.

Gerbovich escreveu no seu diário que, "quando Rogozov fez a incisão e estava manipulando as próprias entranhas, assim como quando ele removeu o apêndice, seu intestino gorgolejou. (...) Deu vontade de se afastar, fugir, não olhar. Mas eu mantive minha cabeça firme e fiquei. Artemev e Teplinsky também ficaram nos seus lugares. (...) O próprio Rogozov estava calmo e focado no trabalho, mas o suor escorria pelo seu rosto."
Em seu diário, Rogozov também comentou a cirurgia: "Eu não me permiti pensar em outra coisa senão na tarefa em minhas mãos. Foi necessário me transformar em aço. (...) Finalmente, aqui está, o apêndice amaldiçoado! Com horror eu observo a mancha escura em sua base. Isso significa que apenas um dia a mais e iria estourar e... No pior momento da remoção do apêndice eu notei: meu coração deu um pulo e visivelmente diminuiu; senti minhas mãos como borracha. Bem, pensei, isso vai acabar mal."

O que aconteceu após a operação? Rogozov morreu... quase 40 anos depois, em 21 de setembro de 2000. O homem de ferro soviético deixou a estação de Novolazarevskaya mais de um ano depois de retirar o próprio apêndice, em 29 de maio de 1962. O relato sobre o caso, inclusive com trechos dos diários dos envolvidos, foi feito pelo filho do cirurgião, Vladislav Rogozov, professor de medicina da Universidade de Sheffield (Reino Unido), e Neil Bermel, professor de estudos russos na mesma universidade, no jornal especializado BMJ (British Medical Journal).

Fonte;
Terra

domingo, 20 de novembro de 2011

Lago Vostok

O Lago Vostok é uma massa de água sub-glacial localizada na Antártida, por baixo da Estação Vostok, um centro de investigação dirigido pela Rússia. Este lago permaneceu desconhecido durante muito tempo, graças ao seu peculiar enquadramento geográfico e permanece como uma das últimas zonas por explorar do planeta Terra. Só em 1996 se descobriu a sua verdadeira extensão. O lago Vostok tem uma forma elíptica com 250 km de comprimento e 40 km de largura cobrindo uma área de 14 mil km². O seu fundo é irregular e divide-se em duas bacias, a mais profunda com cerca de 800 m e a outra com 200 m. Calcula-se que o lago contenha um volume de 5.400 km³ de água doce. Está totalmente protegido da atmosfera e outros contactos com o exterior por uma espessura de 4 km de gelo antártico.O tempo de residência da água no Lago Vostok é cerca de 1 milhão de anos; por comparação, no Lago Ontário (de dimensões semelhantes) este valor é de seis anos. Este fato leva a que o ambiente químico do lago seja extremamente oxidante, com concentrações de oxigénio 50 vezes superiores ao lagos normais. O gelo que se encontra na zona entre o lago e os em média 100 metros subsequentes é conhecido por gelo acrecionário que se crê ser derivado do congelamento da água do próprio lago. Esta característica faz desta zona uma potencial amostra do que se encontra por baixo e é, até à data, o único local colhido para amostragem. A espessura de gelo acrecionário aumenta de Sul para Norte, de acordo com o fluxo do gelo no sentido do Oceano Índico.
A origem do lago Vostok é, segundo a opinião da maioria dos cientistas, um lago normal que foi coberto por gelo, à medida que se desenvolveram os glaciares da calota polar da Antártida. Esta submersão deve ter ocorrido a partir dos 30 milhões de anos atrás e terminou há 15 milhões de anos. É há esta quantidade de tempo que o lago e suas eventuais formas de vida se encontram isolados e um dos motivos que lhe traz interesse científico.
Dadas as condições do lago, os únicos organismos, se presentes, devem ser micróbios ou bactérias, possivelmente de estirpes totalmente novas para a Ciência. As formas de vidas existentes há 15 milhões de anos eram diferentes das atuais e acredita-se que este período de tempo de isolamento possa ter conduzido à evolução de novas espécies.As características destes micro-organismos permanecem desconhecidas e podem ter implicações importantes, nomeadamente se forem agentes patogénicos com capacidade de provocar novas doenças. Mas a questão da presença ou não de vida no lago Vostok ainda não foi resolvida e é objeto de acesso debate na comunidade científica. Um grupo de cientistas russos nega a existência de vida no lago devido às condições oxidantes da sua água e classifica as descobertas de outros investigadores como resultado de contaminação. Por outro lado, os defensores da ideia de vida argumentam que há outros lagos antárticos extremamente oxidantes que são ricos em micro-organismos. As zonas mais profundas do lago, se este seguir os análogos de superfície, devem pelo contrário ter características anaeróbias e podem ser o local ideal para procurar vida. Se for provada a inexistência de vida no lago Vostok, esta vai ser a primeira massa de água totalmente estéril encontrada no planeta.

Fonte;
Wikipédia

domingo, 6 de março de 2011

A Geleira na Antártida que Sangra


Essa imagem parece uma geleira que esta sangrando,o que poderia ser esse fenômeno que tanto intriga ao olhar?!
Essa geleira se localiza na Terra de Vitória, porção leste da Antártida.
Os cientistas descobriram que a mancha vem de deposito de sal que contem ferro e hidróxido de ferro.

O liquido vermelho é como um lodo, escoando para o lago bonney.
A vários milhões de anos atrás,o vale possivelmente foi inundado pelo mar,como o clima mudou a água do mar recuou,deixando um lago de água salgada,nesse sal continham ferro.
A geleira Taylor avançou sobre esse lago,após milhões de anos esse deposito de sais vem sendo espremido para a margem da geleira,o mais interessante é que esse fenômeno é causado por bactérias!
Os cientista detectaram 17 espécies de bactérias diferentes e pode haver muito mais,elas existem só lá, nem nomes científicos elas tem,essas bactérias conseguem viver sem luz e até 7 graus negativos com uma pressão atmosférica extremamente alta.
Então esse vermelho que parece sangue nada mais é que a secreção dessas bactérias,que é rico em ferro assim como nosso sangue.
Se quiser ir mais afundo na pesquisa sobre essa "geleira que sangra"pesquise; Blood Falls "Queda de Sangue",do qual é "populamente" conhecida.

Simples é modo de falar,porque não poderia haver coisa mais intrigante e complexa ao mesmo tempo.
Seria uma injustiça pensar que só teria vida no nosso planeta Terra,quando temos exemplos de vida em situações extremas como essa.

Fonte;
Angelo"Devorador do Pecado"
através de influências e pesquisas diversas.

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Marte o Planeta Vermelho

Marte é o quarto planeta a contar do Sol e é o último dos quatro planetas telúricos no sistema solar, situando-se entre a Terra e a cintura de asteróides, a 1,5 UA do Sol (ou seja, a uma vez e meia a distância da Terra ao Sol).
Conhecido desde a antiguidade e na mitologia helénica representa Ares, o deus da fúria e da guerra, devido à sua coloração avermelhada. O povo romano, que herdou muito da sua cultura da Grécia, chamou-lhe de Marte, nome por que hoje conhecemos.
Outras civilizações observavam também Marte no céu noturno: os egípcios conheciam-no como "Her Deschel" ou "O Vermelho". Já para os babilônios, Marte era "Nergal" ou "A Estrela da Morte".
Marte tem estações do ano, mas estas duram o dobro das estações na Terra; o ano marciano é também o dobro do terrestre (cerca de 1 ano e 11 meses terrestres). Já a duração do dia em Marte (sol) é pouco diferente do da Terra: 24 horas, 39 minutos e 35 segundos.
Marte tem aproximadamente a metade do diâmetro da Terra. É menos denso que a Terra, com cerca de 15% do volume da Terra e 11% da massa. Sua área de superfície é apenas ligeiramente inferior à área total das terras emersas da Terra. Enquanto Marte é maior e mais massivo do que Mercúrio, Mercúrio tem uma densidade mais elevada. Isso resulta em uma força gravitacional ligeiramente mais forte na superfície de Mercúrio. Marte é também mais ou menos intermediário em tamanho, massa e gravidade à superfície entre a Terra e a Lua (a Lua é cerca de metade do diâmetro de Marte, enquanto que o Terra é duas vezes maior que o de Marte, a Terra é aproximadamente dez vezes mais massivo de Marte, e a Lua dez vezes menos massiva que Marte). A aparência vermelha-alaranjada da superfície marciana é causada por óxido de ferro (III), mais comumente conhecido como hematita, ou ferrugem.
A composição da superfície é fundamentalmente de basalto vulcânico com um alto conteúdo em óxidos de ferro que proporcionam o vermelho característico da superfície. Pela sua natureza, assemelha-se com a limonite, óxido de ferro muito hidratado. Assim como na crosta da Terra e da Lua predominam os silicatos e os aluminatos, no solo de Marte são preponderantes os ferrosilicatos. Os seus três principais constituintes são, por ordem de abundância, o oxigénio, o silício e o ferro.Marte tem dois pequenos satélites naturais: Fobos e Deimos, ambos deformados, possivelmente asteróides carbonácios capturados pelo planeta; outra teoria aponta que possam ser fragmentos de algum asteróide que tenha chocado contra Marte
Os vulcões encontram-se a leste e oeste do maior sistema de desfiladeiros do sistema solar, Valles Marineris (que significa "Os vales da Mariner", conhecida como Agathadaemon nos antigos mapas de canais), com 4000 km de comprimento e 7 km de profundidade. A extensão de Valles Marineris equivale à extensão da Europa e estende-se por um quinto da superfície do planeta Marte, desde a região de Noctis Labyrinthus a oeste até ao terreno caótico a este. O Grand Canyon nos Estados Unidos não passaria de um pequeno arranhão quando comparado com este abismo. Valles Marineris formou-se pelo colapso do terreno causado pelo inchamento da área vulcânica de Tharsis, no outro lado do planeta.
No hemisfério Sul existe um velho planalto de lava basáltica semelhantes aos «mares» da Lua, e coberta por crateras do tipo lunar. No entanto, a paisagem marciana difere da nossa lua, devido à existência de uma atmosfera. Em particular, o vento carregado de poeira foi produzindo um efeito de erosão ao longo do tempo, e que arrasou muitas crateras, apesar de ainda conter um número considerável. Assim, por conseguinte, existem muito menos crateras que na Lua, apesar de se situar mais perto da cintura de asteróides. A maior parte das crateras que resistiram estão mais ou menos devastadas pela erosão. Muitas das crateras mais recentes têm uma morfologia que sugere que a superfície estava húmida quando ocorreu o impacto.
A atmosfera marciana é uma atmosfera rarefeita de dióxido de carbono, mas no passado teria sido abundante com precipitações, chuvas. Apesar disto, Marte apresenta muitas particularidades curiosas, como neve carbônica, calotas polares de gelo seco, tempestades de poeira e redemoinhos.
Ao contrário do céu azul da Terra, Marte tem um céu amarelo-acastanhado, excepto durante o nascer e o pôr-do-sol, quando adquire uma tonalidade rosa e vermelha. Se a atmosfera fosse limpa de poeira, o céu de Marte seria tão azul como o da Terra. Em alturas em que há menos poeira, a cor do céu é então mais próxima do azul da Terra.
Em Marte, as auroras são diferentes das observadas no resto do sistema solar. Ao contrário do que sucede na Terra, não ocorrem nos pólos como na Terra, devido à inexistência em Marte de um campo magnético global. Assim, as auroras acontecem onde existem anomalias magnéticas na crosta marciana, que são restos dos dias nos quais Marte tinha um campo magnético.Em 1969, as fotos obtidas pela Mariner revelaram algo de diferente no sul de Marte, em Hellas, região marciana circular de aproximadamente 2,5 milhões de quilómetros quadrados. Ao contrário de todas as outras regiões anteriormente fotografadas, Hellas apresentava-se desprovida de crateras.
Noachis está crivada de crateras em número normal; a seguir a Noachis situa-se Hellespontus, no interior de Hellas e não apresenta qualquer cratera. Sabendo-se que toda a superfície marciana foi fortemente bombardeada por meteoritos, a ausência de crateras nesta área resultaria de uma força niveladora, força essa que poderia estar relacionada com uma invulgar concentração de calor e humidade, condições propícias à evolução da vida.
Outro dado curioso caracteriza a região de Hellas, as mudanças de cor conforme as estações, escurecendo na Primavera e tornando-se de novo mais clara no Outono. Isto levou a que se sugerisse que, durante a Primavera, na região havia um surto periódico de vegetação.
Uma imagem tirada no ano 2000 procurava desvendar o antigo mistério. A imagem mostrava evidências de água submersa (que emerge à superfície), tempestades de areia e congelação que indicam uma mudança sazonal. Desconhece-se que materiais terão produzido o brilho uniforme no terreno de Hellas.
Fonte;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Marte_(planeta)

domingo, 19 de setembro de 2010

Brasil na Antártida(Estação Comandante Ferraz )


A Estação Comandante Ferraz começou suas atividades em 1984, e contava com oito módulos para abrigar 12 pessoas, entre pesquisadores e pessoal de apoio. Atualmente, a EACF é composta por 63 módulos, entre alojamentos, laboratórios, oficinas, sala de estar, enfermaria, cozinha, biblioteca, paióis, sala de comunicações, ginásio de esportes e um heliponto, perfazendo uma área de aproximadamente 150 m2 de área construída. Possui instalações para abrigar 40 pessoas.

Além disso, tem toda estrutura para o trabalho dos pesquisadores, laboratório de biologia, módulos de Ciências da Atmosfera, módulo de Aquários, módulo de Meteorologia, módulo de Ionosfera, módulo de Química, módulo de Triagem, lancha de pesquisa, botes infláveis, microcomputadores e impressoras. A energia elétrica é abastecida por meio de motores diesel-geradores e o abastecimento de água é proveniente de dois lagos de degelo que estão próximos à Estação.

A Estação conta com um Grupo Base constituído por três oficiais e sete praças (sargentos e cabos) da Marinha, pesquisadores e um grupo de manutenção. Possui ainda, um centro de comunicações e uma agência de correios.

Fonte;http://360graus.terra.com.br/ecologia/default.asp?did=9593&action=geral