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quarta-feira, 18 de dezembro de 2013
Depósito de diamantes na Antártida
Em um trabalho publicado na revista Nature Communications, o grupo (liderado por pesquisadores australianos) revelou ter encontrado pela primeira vez na região rochas conhecidas como kimberlitos, que costumam abrigar diamantes.
Diamantes são formados a partir de carbono puro encontrado em locais profundos sob temperaturas e pressão extremas. Erupções vulcânicas trazem esses cristais valiosos para a superfície, normalmente preservados dentro dos kimberlitos.
A presença dessas rochas é considerada um indício da existência de depósito de diamantes em várias partes do mundo, incluindo África, Sibéria e Austrália. Os pesquisadores encontraram e collheram três amostras do material nas montanhas Príncipe Charles.
Mesmo se descobrirem uma grande quantidade de diamantes na região, isso não significa que haverá mineração no local.(Felizmente)
Um tratado internacional proíbe qualquer extração de fontes minerais, a não ser em casos de pesquisas científicas.
O tratado, no entanto, será revisto em 2041 e pode alterar esse cenário. "Não sabemos quais serão os termos do tratado após 2041 ou se haverá alguma tecnologia que possa tornar economicamente viável a extração de dimamentes na Antártida", disse Kevin Hughes, do Comitê Científico para Pesquisas na Antártida.
Fonte
BBC
domingo, 26 de fevereiro de 2012
Incêndio em base brasileira na Antártida
Dois militares morreram e um ficou ferido após um incêndio neste sábado na Estação Antártica Comandante Ferraz, base militar e científica operada pela Marinha do Brasil na Antártida.
O ministro da Defesa, Celso Amorim, confirmou a morte do sargento Roberto Lopes dos Santos e do suboficial Carlos Alberto Vieira Figueiredo.
Ambos tentavam combater o fogo, que começou durante a madrugada na casa de máquinas da base, mas não conseguiram deixar o local.
A marinha afirmou que o ferido, o primeiro-sargento Luciano Gomes Medeiros, não corre risco de morte. Ele foi levado até Punta Arenas, no Chile, de onde embarcará para o Rio de Janeiro.
A maioria das 60 pessoas que estavam na estação brasileira foi transferida até a base chilena na Antártida Eduardo Frei. De lá, eles foram levados para Punta Arenas.
Alguns militares brasileiros permanecem na Antártida, para ajudar nos esforços para a recuperação dos corpos.
Foi aberto um inquérito para apurar as causas do incêndio que destruiu a maior parte da base de 2,6 mil metros quadrados.
Amorim disse que o programa brasileiro na Antártida não será cancelado por causa do incêndio na base e que na segunda-feira começam os planos para sua reconstrução
Muito material e equipamentos foram perdidos no incidente.
"Todo o núcleo central da base, que é onde estão concentradas essas instalações foi perdido. O grau exato do que aconteceu ainda precisa ser objeto de perícia, mas a avaliação é de que realmente perdeu-se praticamente tudo" disse Amorim.
A estação Comandante Ferraz começou a operar em 1984.
Diferentes da maioria dos nossos políticos,perdemos 2 heróis Brasileiro.
Postagem antiga sobre essa base
Comandante Ferraz
Fonte;
BBC Brasil
O ministro da Defesa, Celso Amorim, confirmou a morte do sargento Roberto Lopes dos Santos e do suboficial Carlos Alberto Vieira Figueiredo.
Ambos tentavam combater o fogo, que começou durante a madrugada na casa de máquinas da base, mas não conseguiram deixar o local.
A marinha afirmou que o ferido, o primeiro-sargento Luciano Gomes Medeiros, não corre risco de morte. Ele foi levado até Punta Arenas, no Chile, de onde embarcará para o Rio de Janeiro.
A maioria das 60 pessoas que estavam na estação brasileira foi transferida até a base chilena na Antártida Eduardo Frei. De lá, eles foram levados para Punta Arenas.
Alguns militares brasileiros permanecem na Antártida, para ajudar nos esforços para a recuperação dos corpos.
Foi aberto um inquérito para apurar as causas do incêndio que destruiu a maior parte da base de 2,6 mil metros quadrados.
Amorim disse que o programa brasileiro na Antártida não será cancelado por causa do incêndio na base e que na segunda-feira começam os planos para sua reconstrução
Muito material e equipamentos foram perdidos no incidente.
"Todo o núcleo central da base, que é onde estão concentradas essas instalações foi perdido. O grau exato do que aconteceu ainda precisa ser objeto de perícia, mas a avaliação é de que realmente perdeu-se praticamente tudo" disse Amorim.
A estação Comandante Ferraz começou a operar em 1984.
Diferentes da maioria dos nossos políticos,perdemos 2 heróis Brasileiro.
Postagem antiga sobre essa base
Comandante Ferraz
Fonte;
BBC Brasil
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
O Homem de ferro soviético
OBS;
Autocirurgia é extremamente desaconselhável,aqui é relatado um dos poucos casos existentes,e bem sucedido.(feito por foça maior,já que se passar na Antártida,onde o socorro na maioria do ano,não existe).
O navio OB deixou Leningrado em 5 de novembro de 1960 em direção à Antártica com a missão de construir uma nova base no continente gelado. Foram 36 dias no mar e mais nove semanas de construção até que a base ficou pronta, em 18 de fevereiro de 1961. O inverno antártico já estava caindo quando o navio voltou à União Soviética, deixando para trás 12 residentes que ficariam no local durante um ano para estudar a região. Entre os membros da expedição, um médico: Leonid Rogozov.
Em 29 de abril de 1961, o cirurgião de 27 anos escreveu em seu diário que se sentia doente, com náuseas, fraqueza, mal-estar e, por fim, dor no abdome. Rogozov notou que estava com apendicite.
Os dias passavam e, fora da base, o clima só piorava. Dias viraram noites, tempestades de neve eram constantes. Era impossível um avião pousar. Enquanto isso, o médico usava antibióticos e colocava gelo no local da dor. Sem sucesso. Só havia um caminho: a cirurgia. E Rogozov era o único cirurgião no local.
Dois cientistas esterilizaram a sala e os equipamentos. Os móveis foram retirados, com exceção de uma cama, duas mesas e uma lâmpada. Rogozov selecionou o meteorologista Alexandr Artemev, o mecânico Zinovy Teplinsky e o diretor da estação, Vladislav Gerbovich, para participar do procedimento. Ele os treinou para a cirurgia, deixando uma seringa preparada para reanimá-lo caso desmaiasse durante a operação.
Rogozov então preparou a cama. Ele escolheu uma posição reclinada, com a cama elevada a um ângulo de 30°. O cirurgião escolheu não usar luvas, pois previu que o tato seria necessário para sentir o próprio corpo anestesiado.
Às 2h15 da madrugada de 1º de maio de 1961, Leonid Rogozov fez um corte de aproximadamente 10 cm no próprio abdome. A visibilidade não era considerada ideal e ele tinha, às vezes, que levantar a própria cabeça ou usar um espelho para ver o apêndice. Após 30 minutos, ele começou a sentir vertigem. Então, após aproximadamente 40 minutos, ele retirou o apêndice infeccionado e aplicou antibióticos no local. A cirurgia toda durou cerca de uma hora e 45 minutos.
Gerbovich escreveu no seu diário que, "quando Rogozov fez a incisão e estava manipulando as próprias entranhas, assim como quando ele removeu o apêndice, seu intestino gorgolejou. (...) Deu vontade de se afastar, fugir, não olhar. Mas eu mantive minha cabeça firme e fiquei. Artemev e Teplinsky também ficaram nos seus lugares. (...) O próprio Rogozov estava calmo e focado no trabalho, mas o suor escorria pelo seu rosto."
Em seu diário, Rogozov também comentou a cirurgia: "Eu não me permiti pensar em outra coisa senão na tarefa em minhas mãos. Foi necessário me transformar em aço. (...) Finalmente, aqui está, o apêndice amaldiçoado! Com horror eu observo a mancha escura em sua base. Isso significa que apenas um dia a mais e iria estourar e... No pior momento da remoção do apêndice eu notei: meu coração deu um pulo e visivelmente diminuiu; senti minhas mãos como borracha. Bem, pensei, isso vai acabar mal."
O que aconteceu após a operação? Rogozov morreu... quase 40 anos depois, em 21 de setembro de 2000. O homem de ferro soviético deixou a estação de Novolazarevskaya mais de um ano depois de retirar o próprio apêndice, em 29 de maio de 1962. O relato sobre o caso, inclusive com trechos dos diários dos envolvidos, foi feito pelo filho do cirurgião, Vladislav Rogozov, professor de medicina da Universidade de Sheffield (Reino Unido), e Neil Bermel, professor de estudos russos na mesma universidade, no jornal especializado BMJ (British Medical Journal).
Fonte;
Terra
Autocirurgia é extremamente desaconselhável,aqui é relatado um dos poucos casos existentes,e bem sucedido.(feito por foça maior,já que se passar na Antártida,onde o socorro na maioria do ano,não existe).
O navio OB deixou Leningrado em 5 de novembro de 1960 em direção à Antártica com a missão de construir uma nova base no continente gelado. Foram 36 dias no mar e mais nove semanas de construção até que a base ficou pronta, em 18 de fevereiro de 1961. O inverno antártico já estava caindo quando o navio voltou à União Soviética, deixando para trás 12 residentes que ficariam no local durante um ano para estudar a região. Entre os membros da expedição, um médico: Leonid Rogozov.Em 29 de abril de 1961, o cirurgião de 27 anos escreveu em seu diário que se sentia doente, com náuseas, fraqueza, mal-estar e, por fim, dor no abdome. Rogozov notou que estava com apendicite.
Os dias passavam e, fora da base, o clima só piorava. Dias viraram noites, tempestades de neve eram constantes. Era impossível um avião pousar. Enquanto isso, o médico usava antibióticos e colocava gelo no local da dor. Sem sucesso. Só havia um caminho: a cirurgia. E Rogozov era o único cirurgião no local.
Dois cientistas esterilizaram a sala e os equipamentos. Os móveis foram retirados, com exceção de uma cama, duas mesas e uma lâmpada. Rogozov selecionou o meteorologista Alexandr Artemev, o mecânico Zinovy Teplinsky e o diretor da estação, Vladislav Gerbovich, para participar do procedimento. Ele os treinou para a cirurgia, deixando uma seringa preparada para reanimá-lo caso desmaiasse durante a operação.
Rogozov então preparou a cama. Ele escolheu uma posição reclinada, com a cama elevada a um ângulo de 30°. O cirurgião escolheu não usar luvas, pois previu que o tato seria necessário para sentir o próprio corpo anestesiado.
Às 2h15 da madrugada de 1º de maio de 1961, Leonid Rogozov fez um corte de aproximadamente 10 cm no próprio abdome. A visibilidade não era considerada ideal e ele tinha, às vezes, que levantar a própria cabeça ou usar um espelho para ver o apêndice. Após 30 minutos, ele começou a sentir vertigem. Então, após aproximadamente 40 minutos, ele retirou o apêndice infeccionado e aplicou antibióticos no local. A cirurgia toda durou cerca de uma hora e 45 minutos.Gerbovich escreveu no seu diário que, "quando Rogozov fez a incisão e estava manipulando as próprias entranhas, assim como quando ele removeu o apêndice, seu intestino gorgolejou. (...) Deu vontade de se afastar, fugir, não olhar. Mas eu mantive minha cabeça firme e fiquei. Artemev e Teplinsky também ficaram nos seus lugares. (...) O próprio Rogozov estava calmo e focado no trabalho, mas o suor escorria pelo seu rosto."
Em seu diário, Rogozov também comentou a cirurgia: "Eu não me permiti pensar em outra coisa senão na tarefa em minhas mãos. Foi necessário me transformar em aço. (...) Finalmente, aqui está, o apêndice amaldiçoado! Com horror eu observo a mancha escura em sua base. Isso significa que apenas um dia a mais e iria estourar e... No pior momento da remoção do apêndice eu notei: meu coração deu um pulo e visivelmente diminuiu; senti minhas mãos como borracha. Bem, pensei, isso vai acabar mal."
O que aconteceu após a operação? Rogozov morreu... quase 40 anos depois, em 21 de setembro de 2000. O homem de ferro soviético deixou a estação de Novolazarevskaya mais de um ano depois de retirar o próprio apêndice, em 29 de maio de 1962. O relato sobre o caso, inclusive com trechos dos diários dos envolvidos, foi feito pelo filho do cirurgião, Vladislav Rogozov, professor de medicina da Universidade de Sheffield (Reino Unido), e Neil Bermel, professor de estudos russos na mesma universidade, no jornal especializado BMJ (British Medical Journal).
Fonte;
Terra
domingo, 20 de novembro de 2011
Lago Vostok
O Lago Vostok é uma massa de água sub-glacial localizada na Antártida, por baixo da Estação Vostok, um centro de investigação dirigido pela Rússia. Este lago permaneceu desconhecido durante muito tempo, graças ao seu peculiar enquadramento geográfico e permanece como uma das últimas zonas por explorar do planeta Terra. Só em 1996 se descobriu a sua verdadeira extensão. O lago Vostok tem uma forma elíptica com 250 km de comprimento e 40 km de largura cobrindo uma área de 14 mil km². O seu fundo é irregular e divide-se em duas bacias, a mais profunda com cerca de 800 m e a outra com 200 m. Calcula-se que o lago contenha um volume de 5.400 km³ de água doce. Está totalmente protegido da atmosfera e outros contactos com o exterior por uma espessura de 4 km de gelo antártico.
O tempo de residência da água no Lago Vostok é cerca de 1 milhão de anos; por comparação, no Lago Ontário (de dimensões semelhantes) este valor é de seis anos. Este fato leva a que o ambiente químico do lago seja extremamente oxidante, com concentrações de oxigénio 50 vezes superiores ao lagos normais. O gelo que se encontra na zona entre o lago e os em média 100 metros subsequentes é conhecido por gelo acrecionário que se crê ser derivado do congelamento da água do próprio lago. Esta característica faz desta zona uma potencial amostra do que se encontra por baixo e é, até à data, o único local colhido para amostragem. A espessura de gelo acrecionário aumenta de Sul para Norte, de acordo com o fluxo do gelo no sentido do Oceano Índico.
A origem do lago Vostok é, segundo a opinião da maioria dos cientistas, um lago normal que foi coberto por gelo, à medida que se desenvolveram os glaciares da calota polar da Antártida. Esta submersão deve ter ocorrido a partir dos 30 milhões de anos atrás e terminou há 15 milhões de anos. É há esta quantidade de tempo que o lago e suas eventuais formas de vida se encontram isolados e um dos motivos que lhe traz interesse científico.
Dadas as condições do lago, os únicos organismos, se presentes, devem ser micróbios ou bactérias, possivelmente de estirpes totalmente novas para a Ciência. As formas de vidas existentes há 15 milhões de anos eram diferentes das atuais e acredita-se que este período de tempo de isolamento possa ter conduzido à evolução de novas espécies.
As características destes micro-organismos permanecem desconhecidas e podem ter implicações importantes, nomeadamente se forem agentes patogénicos com capacidade de provocar novas doenças. Mas a questão da presença ou não de vida no lago Vostok ainda não foi resolvida e é objeto de acesso debate na comunidade científica. Um grupo de cientistas russos nega a existência de vida no lago devido às condições oxidantes da sua água e classifica as descobertas de outros investigadores como resultado de contaminação. Por outro lado, os defensores da ideia de vida argumentam que há outros lagos antárticos extremamente oxidantes que são ricos em micro-organismos. As zonas mais profundas do lago, se este seguir os análogos de superfície, devem pelo contrário ter características anaeróbias e podem ser o local ideal para procurar vida. Se for provada a inexistência de vida no lago Vostok, esta vai ser a primeira massa de água totalmente estéril encontrada no planeta.
Fonte;
Wikipédia
O tempo de residência da água no Lago Vostok é cerca de 1 milhão de anos; por comparação, no Lago Ontário (de dimensões semelhantes) este valor é de seis anos. Este fato leva a que o ambiente químico do lago seja extremamente oxidante, com concentrações de oxigénio 50 vezes superiores ao lagos normais. O gelo que se encontra na zona entre o lago e os em média 100 metros subsequentes é conhecido por gelo acrecionário que se crê ser derivado do congelamento da água do próprio lago. Esta característica faz desta zona uma potencial amostra do que se encontra por baixo e é, até à data, o único local colhido para amostragem. A espessura de gelo acrecionário aumenta de Sul para Norte, de acordo com o fluxo do gelo no sentido do Oceano Índico.A origem do lago Vostok é, segundo a opinião da maioria dos cientistas, um lago normal que foi coberto por gelo, à medida que se desenvolveram os glaciares da calota polar da Antártida. Esta submersão deve ter ocorrido a partir dos 30 milhões de anos atrás e terminou há 15 milhões de anos. É há esta quantidade de tempo que o lago e suas eventuais formas de vida se encontram isolados e um dos motivos que lhe traz interesse científico.
Dadas as condições do lago, os únicos organismos, se presentes, devem ser micróbios ou bactérias, possivelmente de estirpes totalmente novas para a Ciência. As formas de vidas existentes há 15 milhões de anos eram diferentes das atuais e acredita-se que este período de tempo de isolamento possa ter conduzido à evolução de novas espécies.
As características destes micro-organismos permanecem desconhecidas e podem ter implicações importantes, nomeadamente se forem agentes patogénicos com capacidade de provocar novas doenças. Mas a questão da presença ou não de vida no lago Vostok ainda não foi resolvida e é objeto de acesso debate na comunidade científica. Um grupo de cientistas russos nega a existência de vida no lago devido às condições oxidantes da sua água e classifica as descobertas de outros investigadores como resultado de contaminação. Por outro lado, os defensores da ideia de vida argumentam que há outros lagos antárticos extremamente oxidantes que são ricos em micro-organismos. As zonas mais profundas do lago, se este seguir os análogos de superfície, devem pelo contrário ter características anaeróbias e podem ser o local ideal para procurar vida. Se for provada a inexistência de vida no lago Vostok, esta vai ser a primeira massa de água totalmente estéril encontrada no planeta.Fonte;
Wikipédia
domingo, 6 de março de 2011
A Geleira na Antártida que Sangra

Essa imagem parece uma geleira que esta sangrando,o que poderia ser esse fenômeno que tanto intriga ao olhar?!
Essa geleira se localiza na Terra de Vitória, porção leste da Antártida.
Os cientistas descobriram que a mancha vem de deposito de sal que contem ferro e hidróxido de ferro.
O liquido vermelho é como um lodo, escoando para o lago bonney.
A vários milhões de anos atrás,o vale possivelmente foi inundado pelo mar,como o clima mudou a água do mar recuou,deixando um lago de água salgada,nesse sal continham ferro.
A geleira Taylor avançou sobre esse lago,após milhões de anos esse deposito de sais vem sendo espremido para a margem da geleira,o mais interessante é que esse fenômeno é causado por bactérias!
Os cientista detectaram 17 espécies de bactérias diferentes e pode haver muito mais,elas existem só lá, nem nomes científicos elas tem,essas bactérias conseguem viver sem luz e até 7 graus negativos com uma pressão atmosférica extremamente alta.
Então esse vermelho que parece sangue nada mais é que a secreção dessas bactérias,que é rico em ferro assim como nosso sangue.
Se quiser ir mais afundo na pesquisa sobre essa "geleira que sangra"pesquise; Blood Falls "Queda de Sangue",do qual é "populamente" conhecida.
Simples é modo de falar,porque não poderia haver coisa mais intrigante e complexa ao mesmo tempo.
Seria uma injustiça pensar que só teria vida no nosso planeta Terra,quando temos exemplos de vida em situações extremas como essa.
Fonte;
Angelo"Devorador do Pecado"
através de influências e pesquisas diversas.
terça-feira, 2 de novembro de 2010
Uísque Congelado na Antártida

Em 2006, dois arqueólogos descobriram 2 caixas do uísque protegidas sob o gelo debaixo de um tablado de madeira em uma cabana construída na expedição de Shackleton,que entre 1907 e 1909 fracassou em várias tentativas de ser o primeiro a pisar no Polo Sul. a caixa foi encontrada na cabana da expedição,para ser mais exato na de Shackleton, em Cape Royds, na Ilha de Ross, perto de McMurdo,mas naquela época as caixas e as garrafas estavam cobertas por uma espessa camada de gelo o que impediu que fossem desenterradas.
O uísque escocês que ficou guardada no gelo da Antártida desde 1907 foi aberta no Museu de Canterbury, em Christchurch, na Nova Zelândia. As 11 garrafas foram descongeladas após terem sido retiradas da cabana do explorador Sir Ernest Shackleton. O uísque não poderá ser bebido, pois será preservado por sua importância histórica. As informações são da agência AP.
Em 1907, Ernest Shackleton quando participou da expedição Shackleton Nimrod e levou as garrafas de uísque consigo - mas teve o cuidado de embrulhá-las em papel e palha para protegê-las dos riscos da viagem ao continente gelado.
A temperatura de -30°C não congelou o líquido no interior das garrafas. Segundo especialistas, que acreditam que o uísque seja de 1896 ou 1897, a bebida estava em ótimas condições. Ela provavelmente nunca foi provada, e sua receita não existe mais. Amostras do uísque passarão por análise para ver se ele pode ser produzido novamente.
Nigel Watson, diretor-executivo da Heritage Trust Antártica, que está restaurando a cabana do explorador, disse que a abertura da caixa foi um processo delicado. A caixa permanecerá em câmara fria e cada uma das 11 garrafas será cuidadosamente avaliada e conservada durante as próximas semanas. Algumas amostras serão extraídas, possivelmente usando uma seringa para passar pelas rolhas de cortiça. Após a retirada das porções, as garrafas serão devolvidas ao local de onde foram retiradas - embaixo do assoalho da cabana de Shackleton na Antártida.
A destiladora escocesa Whyte & Mackay, que distribui a marca McKinlay, defende que tem direito de receber uma garrafa ou pelo menos uma mostra do uísque que parou de ser produzidos há muitos anos. Conforme a Whyte & Mackay.
Fonte;
http://noticias.terra.com.br/mundo/noticias/0,,OI4621252-EI294,00-Aberta+caixa+de+uisque+que+passou+mais+de+anos+na+Antartida.html
http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1383471-6091,00-EXPEDICAO+BUSCARA+UISQUE+ESCOCES+SOB+O+GELO+DA+ANTARTIDA.html
Marcadores:
Antártida,
escócia,
exploração
domingo, 19 de setembro de 2010
Brasil na Antártida(Estação Comandante Ferraz )

A Estação Comandante Ferraz começou suas atividades em 1984, e contava com oito módulos para abrigar 12 pessoas, entre pesquisadores e pessoal de apoio. Atualmente, a EACF é composta por 63 módulos, entre alojamentos, laboratórios, oficinas, sala de estar, enfermaria, cozinha, biblioteca, paióis, sala de comunicações, ginásio de esportes e um heliponto, perfazendo uma área de aproximadamente 150 m2 de área construída. Possui instalações para abrigar 40 pessoas.
Além disso, tem toda estrutura para o trabalho dos pesquisadores, laboratório de biologia, módulos de Ciências da Atmosfera, módulo de Aquários, módulo de Meteorologia, módulo de Ionosfera, módulo de Química, módulo de Triagem, lancha de pesquisa, botes infláveis, microcomputadores e impressoras. A energia elétrica é abastecida por meio de motores diesel-geradores e o abastecimento de água é proveniente de dois lagos de degelo que estão próximos à Estação.
A Estação conta com um Grupo Base constituído por três oficiais e sete praças (sargentos e cabos) da Marinha, pesquisadores e um grupo de manutenção. Possui ainda, um centro de comunicações e uma agência de correios.
Fonte;http://360graus.terra.com.br/ecologia/default.asp?did=9593&action=geral
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