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domingo, 6 de julho de 2014

SP proíbe máscaras em manifestações

Marin atual CHEFÃO da CBF e o Deputado Campos Machado

Na madrugada de hoje, 4/6, deputados paulistas reunidos em assembleia extraordinária aprovaram projeto de lei que limita o direito à manifestação. O PL 50/2014, liderado por Campos Machado (PTB), proíbe o uso de máscaras em protestos e estipula exigência de aviso prévio à Polícia Militar e à Polícia Civil.
O texto também veda o porte de objetos que possam ser considerados como armas pela polícia.

A investida dos deputados acontece na mesma semana em que seis manifestantes, incluindo dois advogados, foram presos durante ato pacífico na Praça Roosevelt.
O texto, em tramitação desde fevereiro, foi acelerado pela aprovação de um requerimento de urgência no dia de ontem. Em poucas horas, o projeto foi aprovado em votação pelos deputados, que hoje entraram em recesso.
O texto segue para sanção do governador Geraldo Alckmin. “Esse é mais um passo em direção à criminalização de movimentos populares em São Paulo. É lamentável que isso ocorra sem o devido debate num país com movimentos reivindicatórios numerosos, constantes e legítimos”, afirma Rafael Custódio, coordenador de Justiça da Conectas.


Direitos suprimidos

Para a organização, o texto é inconstitucional cerceia o direito ao protesto, previsto no artigo 5º. da Carta de 1988. O uso de máscaras faz parte do direito à personalidade e à liberdade de expressão e não impede que um manifestante se identifique às autoridades. Por outro lado, é notório que ativistas e profissionais se valem de máscaras e capacetes contra o efeito de armas menos letais – tão frequentemente utilizadas de maneira irregular e desproporcional pela polícia, como se viu nos dias 2/7, 12/6 e 15/5.

A disposição contra o uso de máscaras também viola o princípio da presunção de inocência, já que não é possível prever que manifestantes com o rosto coberto cometerão crimes. As forças policiais, por sua vez, passam a ter mais poder para encaminhar ativistas à delegacia, mesmo que não tenham cometido crimes – o que fomenta a prática ilegal de prisões para averiguação, já condenada por organizações de direitos humanos e movimentos sociais.

A proibição ao porte de objetos que possam ser considerados como armas também é sensível, já que o texto não é claro e específico, abrindo mais espaço para arbitrariedades.


O PL faz referência a “outros [objetos] que possam lesionar pessoas e danificar o patrimônio público ou particular”. Além disso, é importante sublinhar, o porte de armas já está regulado por norma federal.
A questão do aviso prévio, ainda que permitida pelo texto constitucional, pode ser um subterfúgio para que as polícias paulistas cerceiem o exercício do direito de protesto – como, aliás, todos testemunharam na Praça Roosevelt.

Tendência 

Projetos similares também tramitam no Legislativo federal e em outros estados. Em maio, Conectas e parceiros enviaram parecer técnico aos deputados federais condenando o PLS 508/2013, que aumenta penas para crimes cometidos durante protestos, quando há uso de máscaras.

“Estamos assistindo uma articulação em diversos níveis da federação e, muitas vezes, entre os três poderes – executivo, legislativo e judiciário – para criminalizar os protestos. Isso é um retrocesso inaceitável em um país que lutou tanto por liberdades fundamentais”, afirma Custódio.

Fonte
Conectas.org.br

domingo, 30 de junho de 2013

Quem ainda votou a favor da Pec 37!

9 Deputados Federais Votaram "Sim" (foram favoráveis ao projeto):


Abelardo Lupion (DEM-PR)Acusado Sonegação fiscal,Porque será que ele votou contra..

João Campos (PSDB-GO)O infeliz,que fez o projeto da cura gay!


Eliene Lima (PSD-MT)


Valdemar Costa Neto (PR-SP) Condenado por fazer parte do Mensalão


Bernardo Santana de Vasconcellos (PR-MG)


João Lyra (PSD-AL)


Lourival Mendes (PTdoB-MA)O inverto da PEC37


Sérgio Guerra (PSDB-PE)Mensalão




Mendonça Prado (DEM-SE).

2 Deputados Federais se Abstiveram de votar:


Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP)


Paulo Cesar Quartiero (DEM-RR)

Fonte
Portal Camara

sexta-feira, 21 de junho de 2013

Autor da PEC 37 (A PEC DA IMPUNIDADE)


Nome civil: LOURIVAL MENDES DA FONSECA FILHO
Aniversário: 27 / 3
Profissão: Delegado de Polícia de Classe Especial, Político
Partido/UF: PTdoB / MA
Endereço
Praça dos Três Poderes
Câmara dos Deputados Gabinete: 937
Anexo: IV CEP: 70160-900 - Brasília - DF

Deixe seu recado para esse senhor honrado AQUI!


Fonte
Câmara Legislativa

quarta-feira, 27 de março de 2013

Lista dos Deputados que elegeram Marcos Feliciano presidente do CDH

OLHEM BEM,E NAS PRÓXIMAS ELEIÇÕES  VAMOS APRENDER A VOTAR!!


Antônia Lúcia PSC/AC
Nome civil: ANTÔNIA LUCILÉIA CRUZ RAMOS CÂMARA
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 Pastor Marco Feliciano PSC/SP
Nome civil: MARCO ANTÔNIO FELICIANO
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 Costa Ferreira PSC/MA
Nome civil: ANTONIO DA CONCEIÇÃO COSTA FERREIRA
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 Stefano Aguiar PSC/MG
Nome civil: STEFANO AGUIAR DOS SANTOS
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 Andre Moura PSC/SE
Nome civil: ANDRÉ LUIS DANTAS FERREIRA
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 Anderson Ferreira PR/PE
Nome civil: ANDERSON FERREIRA RODRIGUES
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 Pastor Eurico PSB/PE
Nome civil: FRANCISCO EURICO DA SILVA
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 Marcos Rogério PDT/RO
Nome civil: MARCOS ROGÉRIO DA SILVA BRITO
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 Nilton Capixaba PTB/RO
Nome civil: NILTON BALBINO
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 Henrique Afonso PV/AC
Nome civil: HENRIQUE AFONSO SOARES LIMA
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 Dr. Grilo PSL/MG
Nome civil: RODRIGO MOREIRA LADEIRA GRILO
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 Lauriete PSC/ES
Nome civil: LAURIETE RODRIGUES PINTO
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 Liliam Sá PSD/RJ
Nome civil: LILIAM SÁ DE PAULA
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Fonte
Marcelo Tas
Via Diário de Pernambuco

segunda-feira, 18 de março de 2013

Pastor Marco Feliciano


Marco Feliciano, pastor evangélico, eleito como presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara pelo PSC-SP, aparece num vídeo pedindo a senha do cartão de um fiel tetraplégico.
O vídeo circula nas redes sociais e provoca indignação dos internautas. Feliciano pede doações de fiéis da Assembleia de Deus, na Catedral do Avivamento, sua igreja.
O pastor aparece aceitando doações de motocicletas, pede cheques, dinheiro e anuncia recompensas divinas. Em determinado momento, com um cartão na mão, ele diz: "É a última vez que eu falo. Samuel de Souza doou o cartão, mas não doou a senha. Aí não vale. Depois vai pedir o milagre pra Deus e Deus não vai dar e vai falar que Deus é ruim".



ESSE É O NOSSO PRESIDENTE DA COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS DA CÂMARA!!

Fonte
Yahoo
Youtube

segunda-feira, 11 de março de 2013

Nem os Evangélicos querem o Deputado Feliciano


Eleito novo presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, o pastor Marco Feliciano (PSC-SP), ao contrário do que se imagina, não vem recebendo apoio da massa evangélica em sua totalidade. A Rede Fale, representante de 39 grupos religiosos, anunciou seu repúdio à eleição e lançou abaixo-assinado para retirá-lo do cargo.
Descontentes com a posição homofóbica e racista do presidente, a instituição defende os valores pregados dentro das igrejas evangélicas, citando nomes de religiosos que trabalharam em defesa dos direitos humanos.
“Os exemplos históricos de cristãos envolvidos com os Direitos Humanos são vários, figuras como a do pastor batista Martin Luther King Jr. ou do bispo anglicano Desmond Tutu nos inspiram por exatamente colocarem a fé como o motor para suas ações de promoção e defesa dos direitos”, diz a Rede Fale, em carta aberta publicada em seu site.
Além do comunicado, o grupo lançou um abaixo-assinado visando anular a eleição de Marco Feliciano. Esta não é a primeira manifestação contra a eleição do pastor à presidência da Comissão de Direitos Humanos da Câmara. Um grupo de internautas iniciou uma mobilizaram no Facebook e promoveram sábado passado(9/4/13) uma mobilização em 10 cidades brasileiras.

A carta da Rede Fale na íntegra

"Nós, da Rede FALE, somos evangélicos/as oriundos de diversas igrejas evangélicas, tradicionais e pentecostais, que militam no campo dos direitos humanos. A Rede FALE foi criada inspirada no texto de Provérbios 31.8-9 há 10 anos e tem como vocação ser um testemunho do engajamento e da fé dos cristãos na sociedade brasileira. Um dos elementos centrais de nossa ação é a compreensão que a oração é um poderoso instrumento para mudar a realidade, reunindo em nossas ações a mobilização de grupos para reuniões de oração, como também para manifestações e ações públicas.

Neste contexto recebemos com interesse a notícia de que o PSC seria responsável pela presidência da CDHM. Temos a convicção de que a base da garantia dos Direitos Humanos está no reconhecimento da sacralidade da Vida, que provém, como cremos, da imagem e semelhança de Deus que todo ser humano possui (Gn 1.26-27). Acreditamos também que a maneira como tratamos outro ser humano é reflexo de nossa atitude para com o Criador.
Desprezar o primeiro é desrespeitar o segundo (cf. Pv. 14.31; Tg 3.9). Os exemplos históricos de cristãos envolvidos com os Direitos Humanos são vários, figuras como a do pastor batista Martin Luther King Jr. ou do bispo anglicano Desmond Tutu nos inspiram por exatamente colocarem a fé como o motor para suas ações de promoção e defesa dos direitos.
Os necessários avanços dos Direitos Humanos no Brasil poderão acontecer sob a gestão do PSC e, para tanto, nos parece estratégico ouvir o clamor das ruas e dos movimentos sociais com respeito à escolha, pelo partido, de um nome que não traga tamanha carga negativa para a presidencia da Comissão de Direitos Humanos e Minorias.
O PSC possivelmente possui em seus quadros outros parlamentares que possam assumir a presidencia da comissão, e que poderiam contribuir com uma postura conciliadora e propositiva, na qual Cristo tem sido nosso maior exemplo. Parlamentares mais experientes e entendidos dos ritos e processos da casa também seria um importante critério, considerando o destaque que a comissão possui.

Prezado irmão, escrevemos aqui sob o temor ao nosso Deus e conscientes de que há um caminho de consenso para esta situação. A ninguém, e muito menos aos direitos humanos, interessa que seja estabelecida uma disputa entre posições extremas, ou mesmo entre visões que se percebem antagônicas.
Em oração para que Deus os cuide e ilumine nessa importante tarefa que têm pela frente, despedimo-nos,
Em Cristo,

Coordenação Nacional da Rede FALE"

Fonte
Yahoo Noticias

quinta-feira, 7 de março de 2013

Deputado Marco Feliciano, presidirá a Comissão de Direitos Humanos!!

O deputado Marco Feliciano (PSC-SP),foi o  escolhido nesta quinta-feira (7/3/2013) para presidir a Comissão de Direitos Humanos (CDH) da Câmara, reafirmou, após ter sido eleito, que é contra o casamento entre homossexuais, a adoção de crianças por casais do mesmo sexo e o aborto.
A eleição do parlamentar ocorreu em sessão fechada, com protesto de manifestantes durante e depois da reunião.
“A minha posição é a de sempre: casamento é entre homem e mulher. Essa é uma posição minha. Todavia, o que nós estamos lutando aqui não são proposições religiosas, são proposições da Constituição", afirmou.
Ele argumenta com base no artigo 226 da Constituição, que diz o seguinte no parágrafo 3º: "Para efeito da proteção do Estado, é reconhecida a união estável entre o homem e a mulher como entidade familiar, devendo a lei facilitar sua conversão em casamento".

Apesar de contrário à aprovação dessas mudanças, o deputado disse estar aberto à discussão dos temas na CDH. “Tudo isso é feito numa discussão muito democrática entre os parlamentares. Esse assunto precisa ser pautado e se alguém apresentar o projeto aqui nós vamos discursar”, declarou.
Pastor da igreja Assembleia de Deus, o deputado causou polêmica em 2011, quando fez declarações em sua conta no microblog Twitter sobre africanos e homossexuais. "Sobre o continente africano repousa a maldição do paganismo, ocultismo, misérias, doenças oriundas de lá: ebola, Aids, fome... Etc", escreveu o deputado na ocasião.
Durante a posse para o cargo de presidente, Feliciano se defendeu das acusações contra ele por causa das publicações. “Julgar uma pessoa de 40 anos por 140 caracteres citados numa rede social, sem contexto, isso é uma violação dos direitos humanos. Tachar e rotular é pior ainda”, disse.
Antes de iniciar a votação da nova presidência, o ex-presidente do colegiado, Domingos Dutra (PT-MA) abandonou a sessão acompanhado de outros deputados contrários à indicação de Feliciano.

Essa comissão não foi criada para fazer ligação com nenhuma religião, muito menos com fundamentalistas que são contra negros, contra índios, contra homossexuais e contra o povo brasileiro. Decidimos nos retirar”, disse Dutra.
A sessão que elegeu Feliciano foi convocada pelo presidente da Casa, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN) após ter sido cancelada nesta quarta devido a discursos e protestos contra a indicação de Feliciano. Nesta quinta, a sessão teve início com os dois acessos à sala onde ocorria a reunião bloqueados para impedir a entrada de manifestantes.
Parlamentares tentaram cancelar a reunião, alegando que a votação a portas fechadas é contra o regimento interno da Câmara a comissão. “É isso que vocês querem? Polícia de um lado e do outro? Isso aqui é ditadura: colocar barreira de um lado e do outro nos corredores da Câmara”, disse a deputada Erika Kokay (PT-DF) antes de se retirar da sala.

Fonte
G1

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

Nossos Deputados

No último dia de votação efetiva na Câmara, o plenário aprovou o projeto de aumento de 61,83% nos salários dos próprios parlamentares, de 133,96% no valor do vencimento do presidente da República e de 148,63% no salário do vice-presidente e dos ministros de Estado. O projeto iguala em R$ 26.723,13 os salários dos deputados, dos senadores, do presidente da República, do vice e dos ministros do Executivo. Esse é o mesmo valor do salário do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), que serve como teto do funcionalismo público.

O novo salário entrará em vigor no dia 1º de fevereiro do próximo ano, quando os parlamentares eleitos em outubro passado tomarão posse. O PSol foi o único partido que tentou impedir a aprovação. 'Essa decisão aprofunda o abismo entre a sociedade e o Parlamento. É uma demasia', afirmou o deputado Chico Alencar (PSol-RJ).
Do PSB, a deputada Luiza Erundina (SP) fez um discurso contra a aprovação do projeto. Ela questionou o fato de a proposta de reajuste não ter sido discutida e de não haver a transparência necessária para a sua aprovação. O projeto foi apresentado pela Mesa Diretora da Casa no momento da sessão.

Para entrar na pauta, os deputados tiveram de aprovar o regime de urgência para votação. O placar registrou 279 votos favoráveis, 35 contrários e 3 abstenções. Depois de obtido o regime de urgência, o projeto foi votado simbolicamente, sem o registro dos votos no painel eletrônico. O Senado votará a proposta ainda hoje. Como se trata de um projeto de decreto legislativo, não é preciso sanção do presidente da República. O projeto é promulgado imediatamente pelo Legislativo.

Atualmente, o presidente ganha R$ 11.420,21 brutos, o menor salário entre os chefes dos três Poderes. Os deputados e os senadores recebem R$ 16.512 mil - ao todo são 15 salários por ano - e o vice-presidente e os ministros ligados ao Executivo recebem R$ 10.748.

Efeito cascata
O aumento salarial provocará um efeito cascata nas Assembleias Legislativas dos Estados e nas Câmaras Municipais. Os deputados estaduais poderão aprovar uma lei para receber até 75% do valor pago aos deputados federais e os vereadores poderão fixar os seus de 20% a 75% do valor dos deputados estaduais, dependendo do número de habitantes do município. Em 2007, os parlamentares reajustaram seus salários em 28,5%, que repôs a inflação acumulada de quatro anos.

Nota do Blogueiro;
Obrigado Senhores Deputados,por tanta transparência,e pelo esforço de aprova esse projeto ainda nesse ano colocando em forma de "urgência"fiquei muito feliz mesmo.
Enquanto morrem pessoas em filas de hospitais,balas perdidas em verdadeiros "estados paralelos"dentro do nosso país.
Onde a mão de obra é de baixa profissionalização,o analfabetismo ainda é critico para um país que quer crescer,onde nem sequer o governo consegue fazer uma mísera prova do ENEM certa.e o projeto que é colocado no final do ano como urgência é os dos vossos salários,senhores deputados.FILHOS DA PUTA

Fonte;
http://estadao.br.msn.com/ultimas-noticias/artigo.aspx?cp-documentid=26760318