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segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Saturno e Júpiter podem ter 'chuva de diamante'


Essa é a conclusão de dois cientistas americanos, que apresentaram sua pesquisa no encontro anual da divisão de Ciências Planetárias da Sociedade Americana de Astronomia, que aconteceu em Denver, nos Estados Unidos.

Novos dados indicam que o carbono em sua forma cristalizada é abundante na atmosfera desses planetas, segundo Kevin Baines, da Universidade de Winsconsin-Madison e do Laboratório de Propulsão da Nasa. A co-autora da pesquisa é Mona Delitsky, do instituto California Speciality Engineering. A tese de Baines e Mona afirma que poderosos raios transformam o metano em partículas de carbono.
À medida que vai caindo, esse carbono entra em choque com a pressão atmosférica desses planetas, e se transformam primeiro em pedaços de grafite e, em seguida, em diamantes.

Dependendo das condições, esses "granizos" de diamante podem inclusive derreter.
Os maiores diamantes provavelmente seriam de um centímetro de diâmetro, de acordo Baines. "Seria um diamante grande o suficiente pra colocar em um anel", disse, acrescentando que seria algo que a atriz Elizabeth Taylor ficaria "orgulhosa em usar".


"O importante é que mil toneladas de diamantes são produzidos por ano em Saturno. E as pessoas me perguntam: 'como você pode ter certaza se não tem como ir para lá?' Bem, tudo é uma questão química. E acreditamos que estamos bastante certos"

Os cientistas analisaram as últimas temperaturas e pré-condições de pressão no interior dos planetas, além de novos dados sobre como o carbono se comporta em diferentes condições.
A descoberta dos cientistas americanos ainda precisam ser avaliadas por outros acadêmicos, mas especialistas consultados pela BBC disseram que a possibilidade de uma chuva de diamantes "não pode ser desconsiderada".
"Parece válida a ideia de que há uma profunda variação dentro das atmosferas de Júpiter e ainda mais de Saturno, nas quais o carbono poderia se estabilizar como diamante", disse o professor Raymond Jeanloz, um dos responsáveis pela descoberta de que havia diamantes em Urânio e Netuno.

Fonte
BBC

domingo, 14 de julho de 2013

Fotos espetaculares do Universo

Todos os dias, a Nasa divulga uma foto relacionada à astronomia e ciência espacial, acompanhada de uma breve explicação escrita por um especialista.

A galáxia M77 está a 47 milhões de anos-luz da Terra e possui 100 anos-luz de diâmetro. Seu núcleo compacto e brilhante é muito estudado pelos astrônomos que exploram os mistérios dos buracos negros supermassivos.

Uma câmera acoplada à sonda Cassini registrou esta imagem impressionante de um furacão no polo norte de Saturno. Enorme para os padrões terrestres, o olho dessa tempestade possui cerca de 2.000 quilômetros de largura e as nuvens na borda exterior se movimentam a mais de 500 quilômetros por hora.

Essa tempestade de Saturno foi a maior já registrada em nosso Sistema Solar. A formação das nuvens no hemisfério norte começou maior que a Terra e logo se espalhou por todo o planeta. Nessa foto, o infravermelho indica as nuvens mais baixas em tom alaranjado, e as mais altas em tons claros.
Os anéis de Saturno são vistos quase de lado, indicados pela fina linha azul no centro.
A tempestade durou cerca de seis meses.

Essa imagem do Sol é uma composição de 25 figuras gravadas em luz ultravioleta extrema pelo Solar Dynamics Observatory, que ficou em órbita entre 16 de abril de 2012 e 15 de Abril de 2013.

A imagem registra os restos da supernova mais brilhante já conhecida pelo homem. Registros do anos de 1006 D.C. mostram que ela iluminava o céu noturno de regiões agora conhecidas como China, Egito, Iraque, Itália, Japão e Suíça. A nuvem de detritos gerada pela explosão estelar promove um show de luz cósmica até os dias de hoje. Estima-se que a explosão tenha ocorrido 7 mil anos antes da luz alcançar a Terra''.

Essa nuvem de poeira interestelar foi formada por ventos estelares e radiação. A foto foi tirada pelo telescópio espacial Hubble.

A câmara da sonda Voyager 2 capturou, em 1989, Netuno e Tritão juntos em fase crescente. Essa figura jamais poderia ter sido tomada a partir da Terra, pois a fase crescente de Netuno nunca pode ser observada daqui. Netuno é menor e mais maciço do que Urano, tem vários anéis escuros, e emite mais luz do que recebe do Sol.

Essa imagem mostra a erupção solar mais forte desse ano até agora. Foi registrada em 11 de abril pelo Solar Dynamics Observatory.

Vista deslumbrante da Terra captada por uma estação espacial em órbita.

Fonte
Super Interessante

segunda-feira, 22 de abril de 2013

Planetas 'habitáveis'

A Nasa, a agência espacial americana, anunciou a descoberta dos dois planetas mais "habitáveis" já descobertos. Eles são ligeiramente maiores que a Terra e orbitam uma estrela a 1.200 anos-luz da Terra.
Segundo os cientistas, os dois planetas têm a dimensão correta e estão a uma distância ideal da estrela hospedeira para criar as condições para a existência de água em sua superfície.
Os dois planetas, batizados de Kepler-62e e Kepler-62f, foram detectados pelo telescópio Kepler. O Kepler já havia detectado mais de 600 planetas, muitos deles parecidos com a Terra, mas até agora nenhum com condições tão propícias para a existência de vida.
Eles podem ser chamados de "superterras", pois suas dimensões são maiores do que as do nosso planeta, cerca de uma vez e meia o diâmetro da Terra.
Os pesquisadores afirmam que o tamanho destes planetas sugere que eles sejam rochosos, como a Terra, ou compostos em sua maior parte de gelo. Certamente eles parecem pequenos demais para serem planetas gasosos como Netuno ou Júpiter.
Os planetas 62e e o 62f também parecem estar a uma distância adequada da estrela que orbitam e isto faz com que eles recebam uma quantidade tolerável de energia. Não são quentes demais nem frios demais.
A equipe de cientistas afirma ainda que, com o tipo certo de atmosfera, é razoável especular que estes planetas possam ter água em estado líquido, uma condição que todos aceitam como necessária para o estabelecimento da vida.
"Declarações sobre a habitabilidade de um planeta sempre dependem de pressupostos", afirmou Lisa Kaltenegger, especialista em teorias sobre atmosferas de exoplanetas e que participa do grupo que descobriu estes novos planetas.
"Vamos supor que os planetas Kepler-62e e o 62f são mesmo rochosos, como o raio deles indica. Vamos supor ainda mais que eles têm água e sua composição atmosférica é parecida com a da Terra, dominada por nitrogênio e contendo água e dióxido de carbono", acrescentou a pesquisadora do Instituto Max Planck para Astronomia, em Heidelberg.

"Neste caso, os dois planetas podem ter água líquida na superfície: Kepler-62f recebe menos radiação de sua estrela que a Terra do Sol e, portanto, precisa de mais gases de efeito estufa, por exemplo, mais dióxido de carbono, do que a Terra, para não congelar."
"O Kepler-62e está mais perto de sua estrela, e precisa de uma cobertura de nuvens maior, suficiente para refletir parte da radiação da estrela e permitir água líquida em sua superfície."
Mas, a tecnologia atual não permite a confirmação de nenhuma destas especulações. Com telescópios mais avançados, os cientistas afirmam ser possível enxergar além do brilho intenso da estrela destes planetas e observar apenas a luz fraca que passa através da atmosfera de um pequeno mundo ou que é refletida por sua superfície.
Isto permitiria detectar assinaturas químicas associadas com gases atmosféricos específicos e talvez até alguns processos na superfície dos planetas.
No passado, os pesquisadores já falaram em tentar detectar um marcador de clorofila, o pigmento das plantas que tem um papel crucial na fotossíntese.

Fonte
IG

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Asteroide vai passar muito próximo da Terra

Um asteroide vai passar bastante próximo da Terra na próxima semana, porém não há chances de a rocha espacial atingir o planeta, de acordo com cientistas. Batizado de 2012 DA14, a pedra de 45 metros de largura vai passar a uma distância de 27,7 mil quilômetros no dia 15 de fevereiro,uma distância menor do que a mantida por satélites de comunicação na órbita terrestre. Apesar de o voo ser o mais próximo já registrado para um asteroide desse tamanho, não há razão para temer.

 Se estivesse em rota de colisão com a Terra, o asteroide produziria um impacto equivalente a 2.5 megatons de TNT - o equivalente a uma bomba atômica. E essa é apenas uma das mais de 500 mil rochas espaciais ao redor do planeta. O impacto seria capaz de destruir uma grande cidade como Londres. A próxima passagem de um asteroide nas proximidades do planeta só deve acontecer em 2046  a uma distância muito maior, de 1 milhão de quilômetros.

"A Nasa pode prever com precisão o caminho do asteroide com as observações feitas, e é possível afirmar que não há chance de o asteroide entrar em rota de colisão com a Terra", informou a agência espacial americana em um comunicado. "Mesmo assim, a passagem vai fornecer uma oportunidade única para pesquisadores estudarem um objeto como esse tão de perto."

A agência espacial americana vai fazer uma entrevista coletiva sobre o fato na quinta-feira.
O 2012 DA14 foi descoberto por astrônomos há um ano. O asteroide será visível até mesmo através de binóculos e pequenos telescópios, especialmente na Ásia, Austrália e Europa Oriental. Apesar de não haver risco para os humanos, é possível que a rocha impacte algum satélite ou veículo espacial. A chance, no entanto, é pequena, segundo a Nasa.

Fonte
Terra

terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Os icebergs do Titã

Lua de Saturno, Titã é o lar de lagos de "icebergs" de hidrocarbonetos que poderiam formar formas exóticas de vida.
Pesquisadores da Nasa dizem que a nova teoria também pode explicar os grandes lagos e mares na lua. "Uma das questões mais intrigantes sobre estes lagos e mares é se eles podem hospedar uma forma exótica de vida", disse Jonathan Lunine, da Universidade Cornell, que é co-autor do estudo.

Titã é o "único"  , em nosso sistema solar com corpos estáveis ​​de líquido em sua superfície.( além da Terra)
No entanto, enquanto o ciclo de precipitação do nosso planeta envolve água, o ciclo de Titã envolve hidrocarbonetos como etano e metano.
Etano e metano são moléculas orgânicas, que os cientistas pensam que pode ser a química mais complexa de onde a vida pode surgir.
 Cassini viu uma vasta rede desses mares de hidrocarbonetos no hemisfério norte de Titã, enquanto um conjunto mais esporádica de lagos no hemisfério sul. Os cientistas da Cassini assumiu que os lagos de Titã não teria o gelo flutuante, porque o metano sólido é mais denso do que o metano líquido e afundaria.
 Mas o novo modelo, revelou considera a interação entre os lagos e a atmosfera, resultando em diferentes misturas de composições, bolsões de gás nitrogênio, e as mudanças de temperatura.
Os cientistas descobriram, que o gelo no inverno vai flutuar em lagos ricos de metano e etano , se a temperatura estiver abaixo do ponto de congelação do metano - menos 297 graus Fahrenheit (90,4 graus Kelvin).
 "Nós agora sabemos que é possível obter metano e etano rico em gelo sobre o congelamento, em blocos finos que congelar juntos(como ele fica mais frio), similar ao que vemos com o gelo do mar Ártico no início do inverno", disse Jason Hofgartner, primeiro autor do estudo e Ciências Naturais e Engenharia do Conselho de Pesquisa do Canadá estudioso da Universidade de Cornell.
 "Nós vamos querer ter essas condições,levando em consideração se queremos explorar a superfície de Titã algum dia."

Fonte
Daily mail

segunda-feira, 10 de setembro de 2012

Buracos negros e galáxias 'escondidos'

Um telescópio especial detectou milhões de buracos negros supermaciços e galáxias com temperaturas extremamente altas, que estavam "escondidos" atrás de uma nuvem de poeira interestelar.
O Wide-Field Infrared Survey Explorer (Wise), telescópio da agência espacial americana Nasa, conseguiu captar comprimentos de ondas ligados ao calor dos astros, o que fez com que eles conseguissem enxergar e mapear pela primeira vez alguns dos objetos mais iluminados do Universo.

A expectativa dos cientistas é de que a descoberta os ajude a entender como as galáxias e buracos negros se formam.
Os astrônomos já sabiam que a maioria das galáxias possuem buracos negros no seu centro, que são "alimentados" com gases, poeira e estrelas ao seu redor. Às vezes, os buracos negros soltam energia suficiente para impedir a formação de estrelas.
A forma como estrelas e buracos negros evoluem juntos, no entanto, continua sendo um mistério para os cientistas. A esperança é que os dados do telescópio Wise possibilitem novas descobertas neste ramo.
O Wise tem capacidade de detectar comprimentos de onda que ficam muito além do campo de visão dos telescópios atuais. Isso permite ao equipamento fazer diversas descobertas inéditas na ciência.

O telescópio ganhou a fama de "caçador de buracos negros".
"Nós encurralamos os buracos negros", diz Daniel Stern, do Laboratório de Propulsão a Jato (JPL), um dos autores dos três estudos que foram apresentados nesta quarta-feira.(10-9-12)
Stern e seus colegas usaram outro telescópio (Nustar) para analisar os dados dos buracos negros captados pelo Wise e apresentaram os dados em um artigo que será publicado na revista científica Astrophysical Journal.
Outros dois estudos detalham galáxias com temperaturas extremamente altas e com brilho intenso, que até recentemente não conseguiam ser detectadas. O termo em inglês para essas galáxias é "hot dust-obscured galaxies", ou hot-Dogs (que também significa "cachorro-quente", em inglês).
Mais de mil galáxias já descobertas são mais de cem vezes mais brilhantes que o Sol da Via Láctea.
Os dados da missão Wise estão sendo disponibilizados ao público, para que todos os cientistas possam contribuir nas pesquisas espaciais.

Fonte;
BBC

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

Robô Curiosity, pousa em Marte


Maior e mais sofisticado veículo de exploração já enviado a outro planeta, o jipe-robô Curiosity , da Nasa, pousou com sucesso em Marte, às 2h31 (horário de Brasília), desta segunda-feira (6/8/12). Depois de uma viagem de 570 milhões de quilômetros no espaço - que durou oito meses e meio - o Curiosity chegou ao Planeta Vermelho para buscar pistas mais concretas sobre a possibilidade de ter existido alguma forma de vida por lá no passado.
"Estou inteiro e a salvo na superfície de Marte", diz uma mensagem no blog da Nasa, que deu lugar a uma comemoração com aplausos e abraços entre o pessoal da sala de controle do JPL (Laboratório de Propulsão a Jato da Nasa) em Pasadena, na Califórnia (EUA). "Cratera Gale, aqui estou!", acrescentou a mensagem.

Essa é a missão mais ambiciosa e cara da Nasa a Marte, com custo de US $ 2,5 bilhões. Segundo um comunicado do subdiretor da agência espacial norte-americana, John Grunsfeld, a parte mais difícil já foi concluída. "Pousar Curiosity em Marte será a missão mais difícil já empreendida pela Nasa na história da exploração robótica planetária", destacou antes do pouso.

Lançado em 26 de novembro de 2011 de Cabo Cañaveral, o jipe de seis rodas que tem o tamanho de um carro pousou na zona do monte Sharp (5.000 metros), na cratera de Gale. Para alcançar um ponto tão preciso, a nave que transportava o Curiosity voou na alta atmosfera marciana em lugar de descer diretamente ao solo.
Os responsáveis pela missão explicam que, ao contrário das sondas precedentes, a Curiosity era muito pesada para que seu impacto no solo fosse amortecido apenas por bolas de ar. Por isso, os engenheiros da Nasa no Laboratório de Propulsão a Jato, na Califórnia, conceberam uma espécie de "guindaste" que nos últimos segundos da descida depositou o jipe-robô, do tamanho de um automóvel, delicadamente sobre o solo marciano.

Antes deste momento final, a nave espacial foi sustentada por um paraquedas gigante e experimentou os sete minutos mais críticos de toda a missão, quando passou de 21.243 km/h a 2,74 km/h.
Agora, a Nasa pode se gabar de, mais uma vez, vencer a chamada "maldição de Marte” - desde 1960, mais de quarenta missões foram organizadas para estudar nosso vizinho e mais da metade terminou em fracasso.

Fonte;
UOL

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Descoberta anunciada pela Nasa

Nada de ETs: a descoberta anunciada hoje à imprensa pela Nasa envolve um organismo deste planeta, mesmo. É a bactéria GFAJ-1, que, apesar de também respirar oxigênio e consumir açúcar como todos os outros seres vivos, possui a incrível capacidade de sobreviver em meio ao arsênio, substância altamente tóxica. E não é só isso: ela também o incorpora à sua estrutura celular, utilizando-o para funções químicas semelhantes às do fósforo.
Acreditava-se que todos os seres vivos dependiam de carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, fósforo e enxofre, que formam nossos três componentes básicos: DNA, proteínas e gorduras. Mas a bactéria GFAJ-1 mostrou que, em condições extremas, é possível substituir o fósforo pelo arsênio (que é tóxico justamente porque tem uma composição muito parecida com a do fósforo e, por isso, pode tomar o seu lugar nas moléculas do organismo).
A descoberta foi descrita pela cientista Felisa Wolfe-Simon, do U.S. Geological Survey, e comandada pelos astrobiólogos Ariel Anbar e Paul Davies em parceria com a Nasa.A bactéria foi encontrada no Lago Mono, na Califórnia (EUA), onde acreditava-se que a vida era impossível por causa da presença maciça de arsênio.
Mas ainda não se conseguiu provar que o organismo é capaz de substituir completamente o fósforo em sua composição. Segundo Paul Davies, o novo Santo Graal da ciência pode ser, agora, encontrar uma forma de vida que tenha essa propriedade.
Ok, o anúncio não é tão legal quanto se tivessem descoberto vida em Marte, mas ainda assim tem uma importância enorme: é uma prova de que a vida como nós a conhecemos não é a única possível. Apesar de a bactéria GFAJ-1 ser terráquea, ela indica que não precisamos procurar vida apenas em lugares que se pareçam com a Terra.
Além disso, os pesquisadores responsáveis pelo estudo acreditam que as descobertas possam ajudar no desenvolvimento de novas fontes de energia renováveis, baseadas em seres vivos que metabolizem o arsênio.
Fonte;
http://super.abril.com.br/blogs/superblog/descoberta-anunciada-pela-nasa-mostra-que-a-vida-como-a-conhecemos-nao-e-a-unica-possivel/