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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Maior usina solar do Japão


Maior usina solar do Japão foi inaugurada.

Com capacidade de gerar 70 mW, a Kagoshima Nanatsujima Mega Solar Power Plant é tão grande quanto seu nome.

Conhecida por seus smartphones e outros dispositivos eletrônicos, a Kyocera inaugurou na semana passada a maior usina solar do Japão.
Com capacidade de gerar 70 MW, a Kagoshima Nanatsujima Mega Solar Power Plant é tão grande quanto seu nome, ocupando uma área de mais de 1,2 milhão de metros quadrados.
A Mega Usina de Energia Solar Kagoshima Nanatsujima localiza-se em uma enseada no extremo sul do Japão, o que significa que é bastante segura mesmo em ameaças de tempestades e tsunamis – embora esteja nas sombras de Sakurajima, um vulcão ativo.


Mas não importa o que aconteça ao longo das próximas décadas, Nanatsujima não representa quase nenhuma ameaça para as comunidades próximas.
A usina é composta por 290 mil painéis solares e fica em Kagoshima, no sul do país. A boa quantidade de energia gerada é capaz de alimentar cerca de 22 mil residências – e vem em uma ótima hora para os japoneses.

A terra do sol nascente passa por um princípio de crise energética, já que, após o acidente em Fukushima, todas as geradoras nucleares tiveram as atividades encerradas.
A criação da gigante solar – que ocupa uma área três vezes maior que o Vaticano, segundo a Cnet – não tem participação apenas da Kyocera, claro.



Junto com a empresa, outras seis companhias gerenciarão o complexo.
Aliás, vale mencionar que o local deve se tornar uma espécie de atração turística – uma das formas encontradas pelas empresas de “espalhar a filosofia da energia limpa”.

FONTE
Portal Energia

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Tempestade Solar


Tudo o que usa circuitos elétricos, de carros a computadores, queima no ato. Celulares e satélites pifam, os meios de transporte param, a rede de energia dá curto-circuito e logo começa a faltar água e comida. Esse cenário apocalíptico pode acontecer - e causado pelo Sol. Segundo cientistas da Nasa e de outras instituições, que recentemente se reuniram em Washington para debater a questão, em 2013 o astro vai entrar num ciclo de alta atividade, o que aumenta a probabilidade de erupções solares. Essas erupções liberam muita energia. E, quando essa energia chega à Terra, provoca uma tempestade eletromagnética - que literalmente frita tudo o que tiver um circuito elétrico dentro. Seria um verdadeiro Dia do Juízo Final para os equipamentos eletrônicos. Os cientistas não sabem exatamente quando essa tempestade virá, ou qual sua força. Mas dizem que há motivo para preocupação.

"O Sol está despertando de um sono profundo. E nossa sociedade é muito vulnerável a tempestades solares", diz o físico Richard Fisher, da Nasa. Elas já aconteceram antes. Em 1859, uma tempestade do tipo queimou as linhas de telégrafo na Europa e nos EUA. Hoje, o efeito seria muito pior. Um relatório assinado por cientistas de 17 universidades diz que a humanidade levaria até 10 anos para se recuperar de um grande evento do tipo. A solução é desligar tudo o que for elétrico antes da tempestade. Os EUA têm um satélite capaz de detectar a onda com um dia de antecedência - em tese, tempo suficiente para que as redes de energia do mundo sejam desconectadas.

Nota do Blogueiro;É realmente muito preocupante,já imaginaram nos humanos sem os aparelhos eletrônicos?é.. difícil..
Se estivéssemos na idade média tudo bem,nós não tínhamos toda essa necessidade de aparelhos eletrônicos,mas hoje é difícil de se imagina sem eles.
Um dia de antecedência para saber do fenômeno, é muito pouco!mais infelizmente é o que temos.
Já esta próximo, a tendência é que já seja em 2013!o melhor então é ficar ligado..

Fonte;Revista Super interessante

domingo, 11 de julho de 2010

Eclipse Solar Total


Milhares de turistas e cientistas assistiram neste domingo(11/07/2010) a um eclipse solar total na Ilha de Páscoa, na costa do Chile, famosa por suas misteriosas estátuas.

O único fenômeno do tipo deste ano pode ser visto apenas de algumas ilhas do Pacífico Sul, a partir das 15h15m (de Brasília). Ele chegou à Ilha de Páscoa às 17h11m, antes de terminar em algumas regiões no sul da Argentina e do Chile.

A população da ilha chilena dobrou por causa do eclipse solar, chegando a 8 mil pessoas, mas desde cedo, o tempo nublado já dava mostras de que o espetáculo não seria completo.

O eclipse solar acontece quando o Sol e a Lua se alinham com a Terra. Como o Sol é cerca de 400 vezes maior do que a Lua, mas também está a uma distância cerca de 400 vezes maior da Terra.

Nublado

Por isso, quando os corpos celestes se alinham, em certas regiões da Terra, a Lua parece tapar o Sol.

O efeito durou pouco menos de cinco minutos na Ilha de Páscoa. Antes o acontecimento, o tempo estava nublado, mas pouco antes do eclipse, as nuvens se dissiparam, deixando o céu azul à mostra.

O eclipse cruzou cerca de 11 mil quilômetros da Terra, mas a maior parte da sombra ficou sobre o Pacífico. O momento mais longo do elipse, de quase cinco minutos e meio, aconteceu no meio do oceano.

O governo da ilha chilena afirmou que estava preparado para receber o grande número de pessoas e reforçou a segurança no sítio arqueológico em que ficam as estátuas de pedra de 3 mil anos.

A Ilha de Páscoa foi parcialmente evacuada em fevereiro, por causa do terremoto que sacudiu o Chile, mas segundo as autoridades, quer mostrar que está de volta ao mapa do turismo mundial.

Fonte;http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/07/100711_eclipsepacificoebc.shtml