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terça-feira, 20 de janeiro de 2015

A cidade verde e inteligente do Japão

Fujisawa Sustainable Smart Town


Somos seres cada vez mais urbanos. Hoje, metade da população mundial já vive em cidades.
Sem planejamento adequado, esse movimento aumenta a pressão sobre o meio ambiente e piora a qualidade de vida nos centros urbanos.
Um ponto chave para mudar isso é a criação de cidades mais inteligentes.
E não se trata de futurologia  as tecnologias para a revolução verde já existem.

Área

Toda a cidade foi construída em um terreno de 180 mil metros quadrados (área de quase 25 Maracanãs!), que outrora abrigava uma fábrica de televisores, ventiladores e geladeiras da Panasonic.
 

Energia solar

Fontes renováveis de energia vão ser responsáveis por 30% do abastecimento da nova cidade. Painéis solares instalados nos telhados das casas garantem a energia necessária para os moradores.
As sobras são armazenadas em baterias.

Controle de gastos

Em tempo real, o morador pode acompanhar o que é gerado, consumido e armazenado. É possível saber também quais equipamentos estão consumindo mais energia. Moradores que consumirem menos serão recompensados com pontos que poderão ser usados para amortizar o financiamento da casa.


Preço

 As casas em Fujisawa possuem até 163 m² e custam em torno de US$ 550 mil. Segundo a Panasonic, fora da cidade inteligente, uma residência com tamanho similar e sem o conceito "smart" sai por cerca de US$ 500 mil.

Iluminação pública e segurança

Toda a iluminação das ruas é feita com lâmpadas de baixo consumo, que possuem detecção de presença. Quando os sensores do sistema detectam alguém, a iluminação pública LED é intensificada nas áreas à frente, enquanto câmeras funcionam em sincronia para zelar pela segurança.


Compartilhamento de veículos elétricos

 A cidade conta com “smart spots”, pontos específicos onde os moradores podem alugar bicicletas e carros elétricos. Eles podem ser compartilhados ou alugados com hora marcada e as reservas podem ser feitas através da televisão, na própria residência.

Ruas

Algumas ruas são exclusivas para carros e bicicletas e outras são apenas para pedestres, ampliando a segurança para que crianças circulem. Ruas abertas e pintadas de verde, por exemplo, são ideais para a prática de caminhadas e corrida.


Clima agradável

As soluções sustentáveis estão integradas por toda a cidade. O design dos blocos residenciais e comerciais foi feito para que o vento circule melhor e as unidades recebam mais iluminação natural.

Menos poluição

 As novas soluções tecnológicas e a arquitetura sustentável utilizadas na cidade buscam reduzir em 70% a emissão de CO2, um dos gases vilões aquecimento global, e economizar 30% no consumo de água.


Comunidade

Há centros de cuidados médicos para idosos, espaço para recreação infantil e para realização de eventos à disposição de todos. A praça é o principal marco da cidade, onde são fornecidos serviços e oficinas interativas aos moradores.
São oferecidos programas de voluntariado ambiental, acompanhados de dicas para um estilo de vida mais ecológico.

Fonte
Exame

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Maior usina solar do Japão


Maior usina solar do Japão foi inaugurada.

Com capacidade de gerar 70 mW, a Kagoshima Nanatsujima Mega Solar Power Plant é tão grande quanto seu nome.

Conhecida por seus smartphones e outros dispositivos eletrônicos, a Kyocera inaugurou na semana passada a maior usina solar do Japão.
Com capacidade de gerar 70 MW, a Kagoshima Nanatsujima Mega Solar Power Plant é tão grande quanto seu nome, ocupando uma área de mais de 1,2 milhão de metros quadrados.
A Mega Usina de Energia Solar Kagoshima Nanatsujima localiza-se em uma enseada no extremo sul do Japão, o que significa que é bastante segura mesmo em ameaças de tempestades e tsunamis – embora esteja nas sombras de Sakurajima, um vulcão ativo.


Mas não importa o que aconteça ao longo das próximas décadas, Nanatsujima não representa quase nenhuma ameaça para as comunidades próximas.
A usina é composta por 290 mil painéis solares e fica em Kagoshima, no sul do país. A boa quantidade de energia gerada é capaz de alimentar cerca de 22 mil residências – e vem em uma ótima hora para os japoneses.

A terra do sol nascente passa por um princípio de crise energética, já que, após o acidente em Fukushima, todas as geradoras nucleares tiveram as atividades encerradas.
A criação da gigante solar – que ocupa uma área três vezes maior que o Vaticano, segundo a Cnet – não tem participação apenas da Kyocera, claro.



Junto com a empresa, outras seis companhias gerenciarão o complexo.
Aliás, vale mencionar que o local deve se tornar uma espécie de atração turística – uma das formas encontradas pelas empresas de “espalhar a filosofia da energia limpa”.

FONTE
Portal Energia