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terça-feira, 8 de julho de 2014
Maior vergonha do futebol brasileiro
Semifinal da Copa do Mundo no Brasil.
Alemanha 7 X 1 Brasil
Infelizmente com a minha pouca idade(27 anos),não vir Garrincha,Nilton Santos,Amarildo entre tantas estrelas do meu Botafogo e da seleção jogarem.
Mas hoje vir a maior vergonha do futebol brasileiro,um massacre da Alemanha em pleno estadio do Mineirão no Brasil.
Poderia ter sido muito mais,os alemães perderam gols que eu faria.
Acabou o sonho,acabou o jogo,acabou o circo bola pra frente, a diversão acabou é junta os cacos e seguir..
Até sábado,onde se tudo der ceto,terá um bom jogo contra a Argentina.
Para os corneteiros de plantão,cadê a Copa comprada?
Iriam entrar no quesito social,mas não vou pegar carona nessa situação do futebol,para falar dos nossos "verdadeiros"problemas,que não são poucos,para isso vou escrever outro texto.
Halbfinale der Weltmeisterschaft in Brasilien.
Deutschland 7 X 1 Brasilien
Größte Schande des brasilianischen Fußballs, ein Massaker an Deutschland
Es könnte viel mehr sein können, verloren die Deutschen Ziele, die ich tue.
Bis Samstag, wo alles geht , haben ein gutes Spiel gegen Argentinien.
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quinta-feira, 19 de junho de 2014
Folha e Globo publicam entrevista com sósia de Felipão como se fosse com o próprio técnico
O colunista da Folha e do Globo Mario Sergio Conti falou num avião com Vladimir Palomo, sósia de Felipão, e publicou a conversa como se fosse uma entrevista com o técnico da Seleção.
No final de seu texto, está a informação de que se tratava de um sósia, mas os editores dos jornais não parecem ter chegado ao último parágrafo.
A matéria foi tirada do ar. O UOL deu o desmentido com o título inicial “Colunista da Folha é vítima de trote”. Ele foi modificado por outro mais neutro: “Erramos: Felipão não falou com colunista da Folha”.
O Globo informa que “Felipão não estava no vôo do Rio para São Paulo.
Ele passou o dia em Fortaleza”. Na nota, Mario Sergio pede desculpas pelo mal-entendido.
SÃO PAULO - Neymar e Luiz Felipe Scolari foram os últimos passageiros a embarcar no avião, às 17h30 de ontem. Como o voo da ponte-aérea, do Rio para São Paulo, estava lotado, ambos se espremeram em poltronas entre passageiros, Felipão na 25E e Neymar na fileira da frente.
- Vê se dorme, moleque - disse o técnico ao jogador.
Neymar desligou o celular, mas não dormiu, apesar de apenas um passageiro ter-lhe pedido um selfie durante o voo. Tampouco Felipão pregou o olho.
Um tanto apreensivo com o céu carregado, ele respondeu de bom grado tudo que lhe foi perguntado.
- “Acho que, até agora, os melhores times foram a Holanda e a Alemanha - disse. - Eles vão dar trabalho.
A Itália também. Ela sempre chega às semifinais.
É como o Brasil: tem tradição, empenho, torcida.
O zero a zero com o México não o abalou:
- Pode ter sido até positivo, na medida em que jogou um pouco de água fria no oba-oba, na ideia de que é fácil ganhar uma Copa.
Num campeonato de nível tão alto, ele acha imprevisível fazer prognósticos.
- Quem diria que a Espanha sairia da Copa logo de cara? - indagou. O mesmo raciocínio ele aplica à seleção sob a sua responsabilidade.
- O Oscar fez uma excelente partida na estreia, mas não foi bem no segundo jogo - disse, mastigando um salgado de gosto insosso. - O Neymar foi bem, mas não teve a genialidade da partida anterior.
São coisas que acontecem.
E quem esperaria que o goleiro mexicano defendesse todas? - indagou. Felipão concordou com o raciocínio que Neymar parece mais centrado, não se joga tanto no chão ou faz demasiado teatro: - É verdade, ele está mais objetivo.
Mas pode melhorar ainda mais.
Não dá para apressar muito esse processo: ele é muito moço, tem que aprender as coisas na prática.
ELOGIOS A NEYMAR
Mas não tem dúvidas: - Se tivéssemos três como ele, a Copa seria uma tranquilidade.
O avião deu solavancos e o técnico comentou:
- Isso sim é que é um especialista, repare como o piloto conduz o avião com mão firme, fazendo mil coisas ao mesmo tempo.
O que seria mais difícil: pilotar um avião ou a seleção nacional?
- Não tem comparação, avião é muito mais difícil.
O piloto lida com vidas humanas, é responsável por elas.
Se a seleção perder, será muito triste para o Brasil, para os jogadores, a minha família e eu.
Mas ninguém corre risco de morte. Felipão se disse satisfeito com o ambiente geral da Copa.
Não esperava que tantos mexicanos e chilenos viessem, nem que as torcidas se confraternizassem.
- Até os argentinos estão se dando bem com os brasileiros. Pelo menos até agora.
TÉCNICO APROVA AEROPORTOS
Felipão também disse que os estádios são bons e a organização dos jogos funciona.
- E te digo: tive dúvidas, mas os aeroportos onde estive até agora estão uma maravilha.
Contou que ninguém do governo o procurou, em momento algum. E ouviu com agrado o relato de meu encontro recente com um ministro, seu fã atilado.
- Pelo que ouço dizer, o governo está torcendo pela seleção, e a oposição nem tanto. Acho uma bobagem misturar futebol e política. Eu mantenho essa separação custe o que custar, não dou uma palavra sobre política. Os xingamentos a Dilma no jogo de abertura, portanto, não lhe dizem respeito.
Perguntado se lia comentários de especialistas nos jornais, ou ouvia o que diziam na televisão, Scolari sorriu: - Até papagaio fala. Ao ouvir os nomes de alguns, ex-jogadores e ex-técnicos, repetiu, divertido:
- Papagaio fala! Felipão terminou de tomar a caixinha de suco de laranja e se se explicou melhor:
- Os comentários são necessariamente frios, distantes.
A experiência de jogar no Maracanã lotado, de cobrar um pênalti, de ouvir vaias, são coisas que mexem com o jogador, com o indivíduo.
Não é questão de aplicar uma receita. Para o treinador, as variáveis envolvidas numa partida são inúmeras, não é possível reduzí-las ou quantificá-las. Deu como exemplo a seleção da Alemanha:
- Ela está na Bahia, no sol, entre mulatas lindas. Claro que isso os influencia. Felipão riu de novo:
- Desconfio que alguns deles nem voltarão para a Alemanha.
ZAGA, O PRINCIPAL PROBLEMA
Se não acompanha os comentaristas da imprensa, ele está ciente de dificuldades táticas e de entrosamento na seleção.
- O principal problema é a zaga.
Ela cai para o lado, quando deveria ir em frente, buscar o jogo lá na frente.
O que mais o irritou até agora foram os boatos, divulgados pela imprensa europeia, que o Brasil já ganhou a Copa, já que a Fifa teria orientado juízes a facilitarem a vida da seleção.
- Mais que um absurdo, é um desrespeito. Você imagina comprar a Itália, a Alemanha? Isso não existe.
O avião sobrevoava São Paulo, coberta por nuvens.
- É como descer a serra de Santos com um nevoeiro fechado, sem enxergar nada.
Esse comandante sabe tudo. Neymar e o técnico tinham participado da gravação do programa “Zorra Total”, no Projac, o estúdio da Globo em Jacarepaguá.
- Não gosto de passar muito tempo longe de São Paulo: veja que cidade interessante - apontou o treinador.
Felipão estava curioso em saber como seu filho se saíra numa prova naquele dia.
Ele estuda Economia nas Faculdades São Judas Tadeu, e pegara uma recuperação.
- Mas o garoto vai bem, é estudioso. Perguntei se toparia dar uma entrevista ao programa “Diálogos”, da GloboNews. - Claro, vamos lá. Só que ando meio ocupado... - disse, rindo.
Pegou sua carteira, tirou um cartão de visitas e me entregou, afirmando:
- Mas isso pode te ajudar por enquanto. O cartão de visitas dizia: “Vladimir Palomo – Sósia de Felipão – Eventos”.
Depois das gargalhadas, apertou a mão e disse: - Deus te proteja.
Fonte
web cache de O Globo
No final de seu texto, está a informação de que se tratava de um sósia, mas os editores dos jornais não parecem ter chegado ao último parágrafo.
A matéria foi tirada do ar. O UOL deu o desmentido com o título inicial “Colunista da Folha é vítima de trote”. Ele foi modificado por outro mais neutro: “Erramos: Felipão não falou com colunista da Folha”.
O Globo informa que “Felipão não estava no vôo do Rio para São Paulo.
Ele passou o dia em Fortaleza”. Na nota, Mario Sergio pede desculpas pelo mal-entendido.
SÃO PAULO - Neymar e Luiz Felipe Scolari foram os últimos passageiros a embarcar no avião, às 17h30 de ontem. Como o voo da ponte-aérea, do Rio para São Paulo, estava lotado, ambos se espremeram em poltronas entre passageiros, Felipão na 25E e Neymar na fileira da frente.
- Vê se dorme, moleque - disse o técnico ao jogador.
Neymar desligou o celular, mas não dormiu, apesar de apenas um passageiro ter-lhe pedido um selfie durante o voo. Tampouco Felipão pregou o olho.
Um tanto apreensivo com o céu carregado, ele respondeu de bom grado tudo que lhe foi perguntado.
- “Acho que, até agora, os melhores times foram a Holanda e a Alemanha - disse. - Eles vão dar trabalho.
A Itália também. Ela sempre chega às semifinais.
É como o Brasil: tem tradição, empenho, torcida.
O zero a zero com o México não o abalou:
- Pode ter sido até positivo, na medida em que jogou um pouco de água fria no oba-oba, na ideia de que é fácil ganhar uma Copa.
Num campeonato de nível tão alto, ele acha imprevisível fazer prognósticos.
- Quem diria que a Espanha sairia da Copa logo de cara? - indagou. O mesmo raciocínio ele aplica à seleção sob a sua responsabilidade.
- O Oscar fez uma excelente partida na estreia, mas não foi bem no segundo jogo - disse, mastigando um salgado de gosto insosso. - O Neymar foi bem, mas não teve a genialidade da partida anterior.
São coisas que acontecem.
E quem esperaria que o goleiro mexicano defendesse todas? - indagou. Felipão concordou com o raciocínio que Neymar parece mais centrado, não se joga tanto no chão ou faz demasiado teatro: - É verdade, ele está mais objetivo.
Mas pode melhorar ainda mais.
Não dá para apressar muito esse processo: ele é muito moço, tem que aprender as coisas na prática.
ELOGIOS A NEYMAR
Mas não tem dúvidas: - Se tivéssemos três como ele, a Copa seria uma tranquilidade.
O avião deu solavancos e o técnico comentou:
- Isso sim é que é um especialista, repare como o piloto conduz o avião com mão firme, fazendo mil coisas ao mesmo tempo.
O que seria mais difícil: pilotar um avião ou a seleção nacional?
- Não tem comparação, avião é muito mais difícil.
O piloto lida com vidas humanas, é responsável por elas.
Se a seleção perder, será muito triste para o Brasil, para os jogadores, a minha família e eu.
Mas ninguém corre risco de morte. Felipão se disse satisfeito com o ambiente geral da Copa.
Não esperava que tantos mexicanos e chilenos viessem, nem que as torcidas se confraternizassem.
- Até os argentinos estão se dando bem com os brasileiros. Pelo menos até agora.
TÉCNICO APROVA AEROPORTOS
Felipão também disse que os estádios são bons e a organização dos jogos funciona.
- E te digo: tive dúvidas, mas os aeroportos onde estive até agora estão uma maravilha.
Contou que ninguém do governo o procurou, em momento algum. E ouviu com agrado o relato de meu encontro recente com um ministro, seu fã atilado.
- Pelo que ouço dizer, o governo está torcendo pela seleção, e a oposição nem tanto. Acho uma bobagem misturar futebol e política. Eu mantenho essa separação custe o que custar, não dou uma palavra sobre política. Os xingamentos a Dilma no jogo de abertura, portanto, não lhe dizem respeito.
Perguntado se lia comentários de especialistas nos jornais, ou ouvia o que diziam na televisão, Scolari sorriu: - Até papagaio fala. Ao ouvir os nomes de alguns, ex-jogadores e ex-técnicos, repetiu, divertido:
- Papagaio fala! Felipão terminou de tomar a caixinha de suco de laranja e se se explicou melhor:
- Os comentários são necessariamente frios, distantes.
A experiência de jogar no Maracanã lotado, de cobrar um pênalti, de ouvir vaias, são coisas que mexem com o jogador, com o indivíduo.
Não é questão de aplicar uma receita. Para o treinador, as variáveis envolvidas numa partida são inúmeras, não é possível reduzí-las ou quantificá-las. Deu como exemplo a seleção da Alemanha:
- Ela está na Bahia, no sol, entre mulatas lindas. Claro que isso os influencia. Felipão riu de novo:
- Desconfio que alguns deles nem voltarão para a Alemanha.
ZAGA, O PRINCIPAL PROBLEMA
Se não acompanha os comentaristas da imprensa, ele está ciente de dificuldades táticas e de entrosamento na seleção.
- O principal problema é a zaga.
Ela cai para o lado, quando deveria ir em frente, buscar o jogo lá na frente.
O que mais o irritou até agora foram os boatos, divulgados pela imprensa europeia, que o Brasil já ganhou a Copa, já que a Fifa teria orientado juízes a facilitarem a vida da seleção.
- Mais que um absurdo, é um desrespeito. Você imagina comprar a Itália, a Alemanha? Isso não existe.
O avião sobrevoava São Paulo, coberta por nuvens.
- É como descer a serra de Santos com um nevoeiro fechado, sem enxergar nada.
Esse comandante sabe tudo. Neymar e o técnico tinham participado da gravação do programa “Zorra Total”, no Projac, o estúdio da Globo em Jacarepaguá.
- Não gosto de passar muito tempo longe de São Paulo: veja que cidade interessante - apontou o treinador.
Felipão estava curioso em saber como seu filho se saíra numa prova naquele dia.
Ele estuda Economia nas Faculdades São Judas Tadeu, e pegara uma recuperação.
- Mas o garoto vai bem, é estudioso. Perguntei se toparia dar uma entrevista ao programa “Diálogos”, da GloboNews. - Claro, vamos lá. Só que ando meio ocupado... - disse, rindo.
Pegou sua carteira, tirou um cartão de visitas e me entregou, afirmando:
- Mas isso pode te ajudar por enquanto. O cartão de visitas dizia: “Vladimir Palomo – Sósia de Felipão – Eventos”.
Depois das gargalhadas, apertou a mão e disse: - Deus te proteja.
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web cache de O Globo
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quinta-feira, 12 de junho de 2014
quinta-feira, 23 de janeiro de 2014
Desabafo do Botafoguense Felipe Neto
Há 15 anos eu acompanho o Botafogo, faça chuva ou faça sol, na dor ou na conquista, no sofá ou na arquibancada. Há 15 anos eu coloco o Botafogo como prioridade em minha vida, ao ponto de dizer a minha atual mulher: “Se quiser começar um relacionamento comigo, saiba que nunca, absolutamente nunca deixarei de ver um jogo do Botafogo para fazer qualquer outra coisa”. E há 15 anos eu espero uma disputa de Libertadores.
Foi com sorriso no rosto e um grito entalado que saí do Maracanã na última partida de 2013, ainda aguardando o resultado da Ponte Preta para poder de fato berrar a todos o que esperava há tanto tempo. E o tempo chegou, a hora chegou. Mas justamente agora, justamente neste ano, a diretoria decidiu que “Quer saber? É hora de pisar no freio e agir de forma beeeeeem cautelosa”.
O que essa diretoria está fazendo com o nosso Botafogo? Que palhaçada é essa que está acontecendo?
No ano de Libertadores, promovem um técnico cuja experiência máxima se dá em ter treinado os times de base. No ano de Libertadores, perdem Seedorf e contratam “El Tanque Ferreyra”, cujo talento, segundo jornalistas que acompanham os treinos diários do Botafogo, se dá em dar pixotadas pra todos os lados, um Loco Abreu sem grife. Perdem Rafael Marques, Hyuri, pode perder Lodeiro, Renato… E contratam o reserva do Bahia, Wallyson.
No ano de Libertadores a contratação anunciada é Wallyson? Banco do Souza?
Abro os jornais esportivos a cada segundo esperando o pior, pois só vejo notícias de baixa, de saída. Nosso técnico, inteligente que só, decide escalar Marcelo Mattos, Bollati e Gabriel contra o poderoso Madureira.
Nosso centro-avante atual? Henrique. Aliás, desculpe, tem também o Renato, pois no time B o pobre coitado precisa jogar de volante, armador e centroavante. Mas tudo bem, a Diretoria já deu um jeito, Renato irá embora para aliviar o salário de 250 mil. Não se preocupem, nós temos Jorge Wagner para bater faltas.
Que me perdoem os botafoguenses, mas antecipo um ano desastroso se a diretoria não mudar radicalmente de atitude. Onde estão os 700 mil reais por mês economizados com o salário do Seedorf? Onde está a Viton 44 agora? Onde está o planejamento para VENCER?
Sempre sofremos com um time sem vontade. Mas uma diretoria sem vontade, essa sim causa o maior estrago.
Felipe Neto
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Felipe Neto via Rica Perrone
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sábado, 14 de dezembro de 2013
Brasil sub-15 param de jogar nos minutos finais do Jogo (Futebol)
A seleção brasileira sub-15 foi derrotada por 4 a 1 pelo time sub-17 dos Estados Unidos, sexta-feira, e ficou sem o título do torneio "Nike Friendlies", no país do rival. O placar já chamaria a atenção, mas a postura dos brasileiros nos minutos finais é que gerou polêmica nas redes sociais: os atletas pararam de jogar, enquanto a bola estava nos pés dos americanos.
De acordo com o site "Top Drawer Soccer", os brasileiros ficaram revoltados com duas expulsões e decidiram protestar em campo (a página diz que Jaqueson e Caíque receberam o cartão vermelho, enquanto o site da CBF afirma que os expulsos foram Evander e Jordan). - Eu acho que eles não queriam jogar mais... - disse o atleta americano Haji Wright. - O que o Brasil fez foi ridículo. Os cartões foram 100% merecidos - completou o técnico dos EUA, Richie Williams.
O site da CBF descreve assim os minutos finais da final: "Faltando menos de três minutos para o fim do tempo regulamentar, o Brasil se posicionou na defesa no intuito de não sofrer mais gols. Do outro lado, os americanos tinham a posse da bola, mas optaram por não atacar mais e o placar não se alterou".
Em entrevista à Rádio Globo, o coordenador das divisões de base do Brasil, Alexandre Gallo, se defendeu das acusações e afirmou que não houve nenhum protesto da Seleção.
- Os jogadores não ficaram parados. Ficaram aguardando os Estados Unidos atacar porque estávamos com três a menos. É como na NBA. Nos segundos finais isso também acontece. Não houve nenhum protesto dos jogadores.
Não sei se as expulsões foram justas ou não,mas independente, achei justo os jogadores pararem.
A seleção estava com três jogadores a menos,perdendo de 4 x 1.
A seleção estadunidense estava tocando a bola atrás,esperando o brasil se expô ainda mais!
Em ambas as opções,protesto ou não,foi justo a seleção parar.
Fonte
Globo Esporte
quarta-feira, 26 de junho de 2013
O clube de capa-e-espada
O clube de capa-e-espada
por Mário Filho
“O único clube rapaz é o Botafogo. Explica-se: foi o único clube que nasceu rapaz. Os outros, pelo menos, procuraram nascer homens. Já o Botafogo teve a preocupação de ser o oposto do Fluminense, que era o homem-feito. O Fluminense foi um clube que não nasceu assim, de um repente. Com o time formado, com tudo o que seria ele, demorou um ano. Surgiu depois de muito estudado, de muito pensado. O Botafogo, pelo contrário, só precisou de uma apresentação ao Fluminense para virar clube. É um detalhe que não deve ser esquecido por quem tentar compreender o Botafogo. Os rapazes que não pensavam em formar clube algum foram levados ao campo do Fluminense para serem do Fluminense. Diante do Fluminense, eles se sentiram, logo e logo, Botafogo.
Não se tratava só dos bigodes dos jogadores do Fluminense. O Fluminense também tinha bigodes. Havia, entre os rapazes do Colégio Abílio e o Fluminense, uma distância de idade. Essa idade não se contava apenas pelos anos do Fluminense, dois, ou dos jogadores do Fluminense, alguns ainda rapazes. Era a concepção da vida, vamos dizer. Os rapazes do Fluminense tratavam logo de se adaptar, de usar bigodes imaginários. Os rapazes do Botafogo queriam também ser homens, mas continuando rapazes. Daí se sentirem quase imberbes diante dos homens-feitos do Fluminense. A reacção deles, forte, e renovada sempre pela rivalidade que foi a primeira do futebol carioca, tornou-os mais rapazes ainda, marcou-os eternamente rapazes.
Pouco importava que um Flávio Ramos, com dezassete anos e o primeiro Presidente do Botafogo, se sentisse rapaz demais para ser presidente do mesmo Botafogo. O homem-feito, procurado e encontrado, que foi ser Presidente do Botafogo, não mudou o que já era imutável. Ser do Botafogo era ser rapaz. A gente vê velhos Botafoguenses, curvados pelos anos, e até estranha um pouco. Serão ainda Botafoguenses? Mexam com o Botafogo e verão. Os velhos endireitam logo a espinha, estufam o peito, reacendem a chama do olhar e estão prontos. E não é difícil mexer com o Botafogo. Não há clube de mais sensibilidade à flor da pele, com mais orgulho de Grande de Espanha que o Botafogo. Eis porque ele está sempre disposto a topar paradas, a se meter em encrencas, a arriscar até a própria vida por uma coisinha.
Nada que o atinja e mesmo que não o atinja, mas que ele julgue que foi para atingi-lo, é coisinha para ele. Ele devia ter nascido em outra época. É a única flor retardatária de capa-e-espada que surgiu depois dos 1900. Trata-se mais de um gascão, de um D'Artagnan, sempre pronto a desembainhar a espada. Ouve muito mais a voz do coração do que a da cabeça. Qual era o clube capaz de largar uma Liga, sem outra Liga para ir, por causa da suspensão de um jogador? Aconteceu isso em 1911, justamente no ano em que o Fluminense preferiu perder um time a deixar de ser o que era, isto é, o Fluminense (NR: O autor se refere à cisão tricolor que resultou no início do futebol no Flamengo). O Botafogo fez o contrário, para continuar mais Botafogo do que nunca.
O que o Fluminense fez, só o Fluminense faria. Mas também só o Botafogo arriscaria tudo por um jogador. Não se tratava da falta que esse jogador poderia fazer ao time, embora ele se chamasse Abelardo De Lamare. E aí temos uma amostra do d'artagnanismo do Botafogo. Um por todos e todos por um. Abelardo De Lamare era um deles, era eles também, era o Botafogo. Eles não se separavam, não se distinguiam, fundindo-se no Botafogo. Assim o bofetão de Abelardo De Lamare em Gabriel de Carvalho (NR: Botafogo 1 x 1 América, em 25/06/1911, no antigo campo de Voluntários da Pátria) não foi o bofetão de um jogador noutro jogador. Foi o bofetão de um clube. Todos assumiram a mesma responsabilidade e se recusaram a aceitar a punição de um só. O Campeão de 1910 abandonou o campeonato e ficou um ano jogando na pedreira.
E aquele gesto, que seria de indisciplina, serviu para mostrar um dos mais belos traços do Botafogo. Saindo da Liga o Botafogo podia perder todos os jogadores. Era o time Campeão de 1910, justamente o que tinha realizado uma revolução no futebol carioca. Até 1910, os jogadores usavam bigodes. Mesmo os jogadores sem bigodes eram como se os tivessem. O Botafogo foi campeão com um time rapaz, com um time que tinha vindo do Botafogo mirim, o Carioca, viveiro do "Glorioso". E aí os outros clubes trataram de fazer o mesmo. O futebol que, para se dar ao respeito, tinha de nascer homem-feito, já podia dar-se ao luxo de ser jovem, de ser rapaz. E esta foi uma obra do Botafogo.
Qual era o clube que não quereria os jogadores do Botafogo? O Botafogo, porém, não perdeu um jogador. Todos ficaram juntos jogando na pedreira, que era um campo do Morro da Viúva. Era o que se chamava de um campeonato de Liga barbante. Os jornais não tomavam conhecimento dele. Assim, os jogos se realizavam, por assim dizer, anonimamente. E lá estavam os craques Campeões de 1910, o Glorioso em carne e osso, jogando com os clubes da pedreira como se esses fossem Fluminenses. Com o mesmo entusiasmo, com a dedicação, com o mesmo Botafoguismo, palavra que significa o mesmo que quixotismo. Eram uns Dom-Quixotes os jogadores do Botafogo.
Ou eram simplesmente rapazes. Continuavam a ser rapazes, levados pelos impulsos generosos da mocidade. Cometiam erros: no erro e no acerto tinham o mesmo élan. Podiam reconhecer o erro, mas não voltavam atrás. Era o tal orgulho de Grande de Espanha, idêntico na riqueza e na pobreza. Como saíra sozinho de uma Liga, mais tarde seria o único a ficar com uma Liga em nome de um amadorismo que não existia. Por isso muita gente não entendeu o Botafogo. É que se queria julgar o Botafogo pelos padrões normais. Como se ele fosse um clube igual aos outros. Então o Botafogo não via que estava arriscando a própria vida?
O que decidiria qualquer outro clube a mudar de rumo tornou ainda mais irredutível o Botafogo. Para ele, era uma questão de honra e ninguém o podia demover. Ficou com trezentos sócios, e cada sócio que saía unia mais o Botafogo. É que ficavam e ficariam os verdadeiros Botafogo, os Botafogos para a vida e para a morte. Aí mesmo é que não acabavam com o Botafogo, com aquela legião de rapazes de todas as idades, alguns que tinham visto nascer o Clube, mas rapazes ainda e mais rapazes do que nunca, porque nem o rolar dos anos havia tirado deles o ardor da mocidade.
Bastaria, porém, conhecer as origens do Botafogo para compreendê-lo, admirá-lo, mesmo discordando dele. Realmente chega a comover um encontro assim com D'Artagnan no século XX. Não é possível, dirão uns, e eis o Botafogo. Ainda é um personagem de romance de capa-e-espada, com noções de honra dos velhos tempos, ofendendo-se por um nada. E se a gente quiser ir mais longe, deixar os Juízes da França e os Grandes de Espanha, pode chegar até as Cruzadas para descobrir Botafoguenses.
Noutros tempos, ele foi popular. Mas a popularidade, então, era o nome que se dava a um clube com centenas de sócios e alguns milhares de torcedores. O grande campo era o do Fluminense e lá cabiam, estourando, 5 mil pessoas. O Botafogo tem mais gente do que a gente pensa. Mas ser Botafogo é escolher um destino e dedicar-se a ele. Não se pode ser Botafogo como se é outro clube. É preciso ser de corpo e alma. E é preciso, antes de ser Botafogo, ser rapaz, mesmo velho. Ser um Dom Quixote, um D'Artagnan, um Grande de Espanha, embora sem sangue nobre e sem riqueza, um Grande de Espanha mesmo decaído e por isso mais Grande de Espanha.”
Jornal dos Sports, 18/08/1956
Fonte
Via Botafogofotos
“O único clube rapaz é o Botafogo. Explica-se: foi o único clube que nasceu rapaz. Os outros, pelo menos, procuraram nascer homens. Já o Botafogo teve a preocupação de ser o oposto do Fluminense, que era o homem-feito. O Fluminense foi um clube que não nasceu assim, de um repente. Com o time formado, com tudo o que seria ele, demorou um ano. Surgiu depois de muito estudado, de muito pensado. O Botafogo, pelo contrário, só precisou de uma apresentação ao Fluminense para virar clube. É um detalhe que não deve ser esquecido por quem tentar compreender o Botafogo. Os rapazes que não pensavam em formar clube algum foram levados ao campo do Fluminense para serem do Fluminense. Diante do Fluminense, eles se sentiram, logo e logo, Botafogo.
Não se tratava só dos bigodes dos jogadores do Fluminense. O Fluminense também tinha bigodes. Havia, entre os rapazes do Colégio Abílio e o Fluminense, uma distância de idade. Essa idade não se contava apenas pelos anos do Fluminense, dois, ou dos jogadores do Fluminense, alguns ainda rapazes. Era a concepção da vida, vamos dizer. Os rapazes do Fluminense tratavam logo de se adaptar, de usar bigodes imaginários. Os rapazes do Botafogo queriam também ser homens, mas continuando rapazes. Daí se sentirem quase imberbes diante dos homens-feitos do Fluminense. A reacção deles, forte, e renovada sempre pela rivalidade que foi a primeira do futebol carioca, tornou-os mais rapazes ainda, marcou-os eternamente rapazes.
Pouco importava que um Flávio Ramos, com dezassete anos e o primeiro Presidente do Botafogo, se sentisse rapaz demais para ser presidente do mesmo Botafogo. O homem-feito, procurado e encontrado, que foi ser Presidente do Botafogo, não mudou o que já era imutável. Ser do Botafogo era ser rapaz. A gente vê velhos Botafoguenses, curvados pelos anos, e até estranha um pouco. Serão ainda Botafoguenses? Mexam com o Botafogo e verão. Os velhos endireitam logo a espinha, estufam o peito, reacendem a chama do olhar e estão prontos. E não é difícil mexer com o Botafogo. Não há clube de mais sensibilidade à flor da pele, com mais orgulho de Grande de Espanha que o Botafogo. Eis porque ele está sempre disposto a topar paradas, a se meter em encrencas, a arriscar até a própria vida por uma coisinha.
Nada que o atinja e mesmo que não o atinja, mas que ele julgue que foi para atingi-lo, é coisinha para ele. Ele devia ter nascido em outra época. É a única flor retardatária de capa-e-espada que surgiu depois dos 1900. Trata-se mais de um gascão, de um D'Artagnan, sempre pronto a desembainhar a espada. Ouve muito mais a voz do coração do que a da cabeça. Qual era o clube capaz de largar uma Liga, sem outra Liga para ir, por causa da suspensão de um jogador? Aconteceu isso em 1911, justamente no ano em que o Fluminense preferiu perder um time a deixar de ser o que era, isto é, o Fluminense (NR: O autor se refere à cisão tricolor que resultou no início do futebol no Flamengo). O Botafogo fez o contrário, para continuar mais Botafogo do que nunca.
O que o Fluminense fez, só o Fluminense faria. Mas também só o Botafogo arriscaria tudo por um jogador. Não se tratava da falta que esse jogador poderia fazer ao time, embora ele se chamasse Abelardo De Lamare. E aí temos uma amostra do d'artagnanismo do Botafogo. Um por todos e todos por um. Abelardo De Lamare era um deles, era eles também, era o Botafogo. Eles não se separavam, não se distinguiam, fundindo-se no Botafogo. Assim o bofetão de Abelardo De Lamare em Gabriel de Carvalho (NR: Botafogo 1 x 1 América, em 25/06/1911, no antigo campo de Voluntários da Pátria) não foi o bofetão de um jogador noutro jogador. Foi o bofetão de um clube. Todos assumiram a mesma responsabilidade e se recusaram a aceitar a punição de um só. O Campeão de 1910 abandonou o campeonato e ficou um ano jogando na pedreira.
E aquele gesto, que seria de indisciplina, serviu para mostrar um dos mais belos traços do Botafogo. Saindo da Liga o Botafogo podia perder todos os jogadores. Era o time Campeão de 1910, justamente o que tinha realizado uma revolução no futebol carioca. Até 1910, os jogadores usavam bigodes. Mesmo os jogadores sem bigodes eram como se os tivessem. O Botafogo foi campeão com um time rapaz, com um time que tinha vindo do Botafogo mirim, o Carioca, viveiro do "Glorioso". E aí os outros clubes trataram de fazer o mesmo. O futebol que, para se dar ao respeito, tinha de nascer homem-feito, já podia dar-se ao luxo de ser jovem, de ser rapaz. E esta foi uma obra do Botafogo.
Qual era o clube que não quereria os jogadores do Botafogo? O Botafogo, porém, não perdeu um jogador. Todos ficaram juntos jogando na pedreira, que era um campo do Morro da Viúva. Era o que se chamava de um campeonato de Liga barbante. Os jornais não tomavam conhecimento dele. Assim, os jogos se realizavam, por assim dizer, anonimamente. E lá estavam os craques Campeões de 1910, o Glorioso em carne e osso, jogando com os clubes da pedreira como se esses fossem Fluminenses. Com o mesmo entusiasmo, com a dedicação, com o mesmo Botafoguismo, palavra que significa o mesmo que quixotismo. Eram uns Dom-Quixotes os jogadores do Botafogo.
Ou eram simplesmente rapazes. Continuavam a ser rapazes, levados pelos impulsos generosos da mocidade. Cometiam erros: no erro e no acerto tinham o mesmo élan. Podiam reconhecer o erro, mas não voltavam atrás. Era o tal orgulho de Grande de Espanha, idêntico na riqueza e na pobreza. Como saíra sozinho de uma Liga, mais tarde seria o único a ficar com uma Liga em nome de um amadorismo que não existia. Por isso muita gente não entendeu o Botafogo. É que se queria julgar o Botafogo pelos padrões normais. Como se ele fosse um clube igual aos outros. Então o Botafogo não via que estava arriscando a própria vida?
O que decidiria qualquer outro clube a mudar de rumo tornou ainda mais irredutível o Botafogo. Para ele, era uma questão de honra e ninguém o podia demover. Ficou com trezentos sócios, e cada sócio que saía unia mais o Botafogo. É que ficavam e ficariam os verdadeiros Botafogo, os Botafogos para a vida e para a morte. Aí mesmo é que não acabavam com o Botafogo, com aquela legião de rapazes de todas as idades, alguns que tinham visto nascer o Clube, mas rapazes ainda e mais rapazes do que nunca, porque nem o rolar dos anos havia tirado deles o ardor da mocidade.
Bastaria, porém, conhecer as origens do Botafogo para compreendê-lo, admirá-lo, mesmo discordando dele. Realmente chega a comover um encontro assim com D'Artagnan no século XX. Não é possível, dirão uns, e eis o Botafogo. Ainda é um personagem de romance de capa-e-espada, com noções de honra dos velhos tempos, ofendendo-se por um nada. E se a gente quiser ir mais longe, deixar os Juízes da França e os Grandes de Espanha, pode chegar até as Cruzadas para descobrir Botafoguenses.
Noutros tempos, ele foi popular. Mas a popularidade, então, era o nome que se dava a um clube com centenas de sócios e alguns milhares de torcedores. O grande campo era o do Fluminense e lá cabiam, estourando, 5 mil pessoas. O Botafogo tem mais gente do que a gente pensa. Mas ser Botafogo é escolher um destino e dedicar-se a ele. Não se pode ser Botafogo como se é outro clube. É preciso ser de corpo e alma. E é preciso, antes de ser Botafogo, ser rapaz, mesmo velho. Ser um Dom Quixote, um D'Artagnan, um Grande de Espanha, embora sem sangue nobre e sem riqueza, um Grande de Espanha mesmo decaído e por isso mais Grande de Espanha.”
Jornal dos Sports, 18/08/1956
Fonte
Via Botafogofotos
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
Feliz 2011!!!

Obrigado aos poucos mais fieis leitores que acompanham meu blog,assim como os 33 atuais seguidores.
Obrigado por dividirem todas essas curiosidades que coloco aqui no blog.
Que todos tenham um feliz 2011,irei viajar mas estarei de volta ano que vem,pelo menos pretendo!!
E não poderia falta,as coisas que mais grito quando estou muito feliz que é...
Sooouu Sooouu BOTAFOGO!!!
Sooouu Sooouu BOTAFOGO!!!
quinta-feira, 28 de outubro de 2010
Hoje Garrincha Completariam 77 anos

Garrincha, que imortalizou a camisa 7 do Botafogo e da seleção brasileira, completaria nesta quinta-feira(28/10/2010) 77 anos. Nascido em Pau Grande, distrito de Magé (RJ), o craque ficou conhecido mundialmente pela irreverência e fenomenal capacidade de driblar.
Ponta direita de ofício, Manoel dos Santos carrega no currículo o bicampeonato mundial (1958 e 1962). No segundo, com a contusão de Pelé, ele foi o grande craque que levou o Brasil à taça. Seus gols, dribles e atuações espetaculares encantaram a Suécia.
No entanto, os problemas com álcool encurtaram a carreira e a vida do Anjo das Pernas Tortas. Em 1966, na Copa da Inglaterra, Garrincha se despediu da Seleção Brasileira na partida contra a Hungria. No dia 20 de janeiro de 1983 ele morreu, aos 43 anos, vítima de cirrose hepática.
RAIO-X
Nome: Manuel dos Santos.
Nascimento: 28.10.1933, Pau Grande (RJ).
Morte: 20.01.1983, Rio de Janeiro (RJ).
Posição: Ponta direita
Pela Seleção Brasileira: 60 jogos, 52 vitórias, 7 empates, 1 derrota e 17 gols.
Copa do Mundo disputadas: 1958, 1962, 1966.
Em Copas do Mundo: 12 jogos, 10 vitórias, 1 empate, 1 derrota e 5 gols.
Títulos pela Seleção Brasileira: Taça Bernardo O?Higgins (1955, 1959, 1961), Taça Oswaldo Cruz (1958, 1961, 1962), Copa do Mundo (1958, 1962), Copa Rocca (1960).
NOS CLUBES:
Botafogo (1953 - 1965): 614 jogos – 245 gols;
Conquistas:
Campeão Carioca (1957, 1961 e 1962); Torneio Rio -São Paulo (1962 e 1964); Quadrangular Interestadual (1954); Quadrangular de Bogotá (1960); Pentagonal do México (1962); Torneio de Paris (1963); Torneio Governador Magalhães Pinto – BH (1964); Torneio Jubileu de Ouro da Associação de Futebol La Paz (1964)
Teve outros clubes,mas nada comparado com o Botafogo que ele atuou 614 jogos!por isso não estou citando aqui,nos outros foram no máximo 15 jogos.
Nota do Blogueiro;
Parabéns Garrincha seja lá onde você esteja para mim,e para muitos botafoguenses você é o melhor jogador do mundo!
Site oficial do Botafogo;http://www.botafogo.com.br
Fonte;
http://www.band.com.br/esporte/gente/conteudo.asp?ID=100000362601
domingo, 11 de julho de 2010
Campeões do Mundo de Futebol

Seleção Títulos
Espanha 2010*Países sedes da copa.
Fonte:http://pt.wikipedia.org/wiki/Copa_do_Mundo_FIFA
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
5 Times que mais cederam jogadores a seleção Brasileira

Botafogo - 36 jogadores, em 45 convocações
Pamplona (30), Benedito (30), Nilo (30), Carvalho Leite (30 e 34), Germano (34), Sílvio Hoffman (34), Otacílio (34), Ariel (34), Martim (34 e 38), Canali (34), Átila (34), Nariz (38), Zezé Procópio (38), Perácio (38), Patesko (38), Nilton Santos (50, 54, 58 e 62), Didi (58 e 62), Garrincha (58 e 62), Amalrildo (62), Zagallo (62), Manga (66), Rildo (66), Gérson (66), Jairzinho (66, 70 e 74), Paulo César Caju (70), Roberto (70), Marinho Chagas (74), Dirceu (74), Rodrigues Neto (78), Gil (78), Paulo Sérgio (82), Josimar (86), Alemão (86),Mauro Galvão (90), Gonçalves (98) e Bebeto (98)
São Paulo - 33 jogadores, em 40 convocaçõesBauer (50 e 54), Rui (50), Noronha (50), Friaça (50), Alfredo (54), Mauro (54 e 58), Maurinho (54), De Sordi (58), Dino Sani (58), Bellini (62 e 66), Jurandir (62), Paraná (66), Gérson (70), Waldir Perez (74, 78 e 82), Mirandinha (74), Chicão (78), Zé Sérgio (78), Oscar (82 e 86), Renato (82), Serginho Chulapa (82), Falcão (86), Silas (86), Careca (86), Müller (86 e 94), Ricardo Rocha (90), Zetti (94), Cafu (94), Leonardo (94), Zé Carlos (98), Rogério Ceni (02 e 06), Belletti (02), Kaká (02) e Mineiro (06)
Benevenudo (30), Moderato (30), Válter (38), Domingos da Guia (38), Leônidas (38), Juvenal (50), Bigode (50), Dequinha (54), Índio (54), Rubens (54), Moacir (58), Zagallo (58), Joel (58), Dida (58), Paulo Henrique (66), Silva (66), Brito (70), Renato (74), Paulo Cesar Caju (74), Toninho (78), Zico (78, 82 e 86), Leandro (82), Zico (82), Júnior (82), Sócrates (86), Zé Carlos (90), Renato Gaucho (90), Gilmar (94), Junior Baiano (98), Zé Roberto (98) e Juninho Paulista (02)
Vasco - 30 jogadores, em 32 convocaçõesBrilhante (30), Itália (30), Fausto (30), Russinho (30), Niginho (38), Barbosa (50), Augusto (50), Danilo (50), Alfredo (50), Eli (50 e 54), Maneca (50), Ademir (50), Jair (50), Chico (50), Pinga (54), Belini (58), Orlando (58), Vavá (58), Brito (66), Abel Braga (78), Roberto Dinamite (78 e 82), Dirceu (78), Pedrinho (82), Acácio (90), Mazinho (90), Bismarck (90), Tita (90), Bebeto (90), Ricardo Rocha (94) e Carlos Germano (98)
Fluminense - 23 jogadores, em 29 convocaçõesVeloso (30), Ivan (30), Fortes (30), Fernando (30), Preguinho (30), Batatais (38), Machado (38), Romeu (38), Hércules (38), Tim (38), Castilho (50, 54, 58 e 62), Veludo (54), Pinheiro (54), Didi (54), Jair Marinho (62), Altair (62 e 66), Denílson (66), Félix (70), Marco Antônio (70 e 74), Edinho (78), Rivelino (78), Paulo Victor (86) e Branco (86 e 94)
Fonte;http://www.fogaonet.com
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