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domingo, 30 de novembro de 2014

Militares querem fazer novo partido político


Espalhados pelas dezenas de partidos existentes no Brasil, os militares decidiram se agrupar para criar uma legenda: o Partido Militar Brasileiro (PMB). Integrantes do novíssimo PMB acreditam que, até o fim deste ano, terão coletado as 500 mil assinaturas exigidas para registrar a nova legenda, e planejam lançar candidatos nas eleições municipais de 2016.

No Brasil, todos os partidos são de esquerda. O PMB será o único partido de direita do país”, afirma o capitão Augusto Rosa, futuro presidente nacional e um dos fundadores do partido. Este ano, ele foi eleito para o cargo de deputado federal pelo PR de São Paulo, e afirma que não terá problema em migrar para a nova legenda. “Vamos ter uma bancada de 15 deputados federais”, calcula.

Sobre os tempos do regime militar, capitão Augusto argumenta que os militares “salvaram o Brasil do comunismo”, e prefere não falar sobre a repressão feita pelo Estado contra a oposição. Mas faz questão de se desvincular dos radicais que defendem uma nova intervenção militar autoritária no Brasil. “Não tem o menor cabimento o que essas pessoas estão pedindo. Nunca mais vai acontecer isso. Vamos invadir a política, mas não será pela força”, garante.

Sob o argumento de defesa da segurança, o partido irá assumir posições polêmicas: será favorável à redução da maioridade penal e defenderá a “família tradicional composta por pai e mãe”, como forma de atrair deputados e eleitores conservadores. O Bolsa-Família, por exemplo, programa de transferência de renda que foi assunto durante toda a campanha presidencial neste ano, sofre severas críticas e é apontado como “criador de uma geração de vagabundos”.

Segundo Rosa, não acontecerá com o PMB o que aconteceu com a Rede Sustentabilidade, partido que a ex-presidenciável Marina Silva tentou criar e que teve o registro negado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). “A Rede nasceu como uma colcha de retalhos. Somos coesos”, argumenta o capitão, que abriu a legenda para entrada de civis como candidatos. “Não existe distinção. Mas nós investigaremos a vida de qualquer candidato. Precisa ser e parecer honesto”.

No Rio, o nome mais reconhecido do partido é José Alberto da Costa Abreu, general da reserva que concorreu nas eleições deste ano como vice na chapa de Marcelo Crivella (PRB) ao governo do Rio. “Com o PMB, o objetivo é lançar candidaturas, sobretudo de militares, às câmaras de vereadores e prefeituras em todo o país já em 2016”, afirma o general, que será vice-presidente nacional do partido. Rosa vê nele um bom nome para disputar a prefeitura da cidade em 2016. “Se assim ele decidir, terá o meu apoio.”

Deputado federal mais votado do Rio neste ano, e um dos políticos mais polêmicos do Brasil, Jair Bolsonaro (PP) afirmou ao DIA que já conversou com integrantes do PMB para migrar para nova legenda. Conhecido por assumir posições conservadoras e por usar a tribuna do Congresso para exaltar a ditadura, o parlamentar teceu elogios ao programa do PMB e deixou as portas abertas para uma possível troca de legenda.

 “Primeiro, precisa ver o que vai acontecer com meu partido quando abrirem essa caixa preta da Petrobras. Quando abrir essa tampa, vamos ver quantos do meu partido estarão lá dentro”, disparou. O PP é um dos partidos apontados como beneficiário no esquema de desvio de dinheiro da Petrobras, investigado pela Operação Lava Jato, da Polícia Federal.

Cacifado pela expressiva votação recebida no pleito deste ano, Bolsonaro já declarou diversas vezes que quer ser candidato à Presidência da República em 2018. Em seu estatuto, o PMB prevê obrigatoriamente o lançamento de uma candidatura todos os anos. Cenário perfeito para união? O deputado desconversa e diz que a decisão sobre a troca de legendas, entretanto, não será tomada até 2015. “Com certeza não sairei antes do fim do ano que vem”, disse.

Acredito que como a Rede foi negado a criação do partido,esse PMB também será.
Falando serio,já temos partidos demais e não é verdade que todos são de esquerda.
Nós dias de hoje não se sabe mais quem é quem(esquerda-direita) vemos esquerda apoiando leis de "direita" e direita apoiando leis de "esquerda".
Não existe mais essa definição,existe e sempre existiu o apoio a beneficios próprios.
Sobre os "militares" da politica atual não vou nem entrar em detalhes,se não precisariam de outra postagem só para concluir.
E o sobre o Bolsonaro então..

Fonte
IG

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Em nota PT acusa direita de golpe no Paraguai


"Contra o golpe no Paraguai, em defesa da democracia O Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores manifesta seu total repúdio e condenação ao afastamento do presidente constitucional do Paraguai, Fernando Lugo, legítimo mandatário daquele país.
A direita paraguaia, valendo-se de sua maioria parlamentar, promoveu uma deposição sumária, na qual concedeu ao presidente não mais que duas horas para se defender de um processo de impeachment.
Os setores conservadores paraguaios empreenderam, assim, um verdadeiro golpe de estado, destituindo um presidente eleito soberana e democraticamente pelo povo paraguaio.

O pretexto imediato utilizado para o golpe foi o confronto entre policiais e camponeses, durante ação de reintegração de posse de um latifúndio ocupado por sem-terra. Fala-se em mais de cem feridos, onze camponeses e seis policiais mortos.
A direita acusou o governo Lugo de responsável por incitar a violência, desencadeada pela polícia cumprindo ordem judicial. Mas os indícios todos apontam noutro sentido: o de que este confronto militar foi provocado por agentes estranhos aos camponeses, que vivem num país em que 80% da terra é controlada por 3% da população.
Ademais, qual a situação econômica e social do Paraguai? O país hoje cresce mais do que antes, a população vive melhor do que antes. E a nação guarani tem, sob Lugo, uma respeitabilidade que lhe faltava na época da ditadura Stroessner e de 60 anos de governo colorado.

Por isto, o motivo real do impeachment é outro: impedir uma vitória da esquerda paraguaia, agrupada na Frente Guasu, nas próximas eleições presidenciais marcadas para abril de 2013.
É por isto que a direita paraguaia recusou os apelos de adiamento da decisão e ampliação do prazo de defesa, feitos pelos governos da Unasul por intermédio de seus ministros de relações exteriores. É por isto, também, que a Corte Suprema do Paraguai, controlada pelas mesmas oligarquias que dominam o parlamento, calou-se e na prática avalizou o golpe.
O que ocorreu no Paraguai é de imensa gravidade. Trata-se de um atentado contra a democracia, somando-se a Honduras no perigoso precedente segundo o qual instrumentos jurídicos e expedientes parlamentares são manipulados para espoliar a vontade popular.
O golpe demonstra que certas forças de direita não têm compromisso com a democracia, não aceitam o processo de transformações sociais que está em curso na América Latina e são capazes de lançar mão de qualquer expediente para retomar os governos dos quais, pela vontade do povo expressa diretamente nas urnas, eles foram retirados. O golpismo não será revertido apenas com palavras. É preciso uma reação latino-americana e internacional firme e dura.

Por isso, além de condenar o golpe, é fundamental que nenhum governo democrático reconheça o mandatário ilegítimo que foi empossado. E é urgente que os organismos da integração sul-americana, especialmente o Mercosul e a Unasul, utilizem-se de todos os instrumentos que estiverem a seu alcance para deter mais esta afronta à ordem constitucional por parte das forças conservadoras em nossa região – inclusive suspendendo imediatamente o Paraguai da condição de país membro até que a normalidade democrática seja restaurada.

O PT considera que a luta para restabelecer o governo legítimo do Paraguai é de todas e todos, e conclama nossa militância a se engajar nas manifestações e protestos que em diversos lugares clamam pela restituição de Fernando Lugo ao governo paraguaio.
Orientamos também nossos parlamentares em todas as casas legislativas a atuar nessa direção, através de pronunciamentos, declarações, moções e outras formas de manifestação de repúdio ao golpe e apoio à democracia paraguaia.
Ao povo paraguaio e ao presidente Fernando Lugo, todo nosso apoio e solidariedade contra o golpe!


Brasília, 25 de junho de 2012
Diretório Nacional do Partido dos Trabalhadores"
Fonte;
G1

domingo, 18 de setembro de 2011

Lista de Deputados para não votarem,pelo bem do Brasil

Lista de deputados,que votaram a favor do relatório do novo código florestal,o minimo que podemos fazer por esses miseráveis, bancados por ruralistas,é não votar nunca mais neles!
Quando o Mundo clama por preservação,esses senhores votam a favor de um novo cogido florestal que anistia criminosos, destrói a natureza de forma"legal".
Isso é Comunismo Aldo Rebelo?Vossa excelência esta certo de apoiar os seus financiadores,afinal de conta de onde sai dinheiro sujo para campanhas podem sair muito mais,pode sair pra contas pessoais e uma infinidade de lugares..
O seu partido já mostrou a mediocridade que é, já tivemos exemplos claros, a tempo atrás,com o Ricardo Jefferson,infelizmente como em todos os partidos,tem gente honesta no meio achando que vocês são "comunistas de verdade".


Quem votou pelo sim ao relatório:1. Anselmo de Jesus (PT-RO)
2. Homero Pereira (PR-MT)
3. Luis Carlos Heinze (PP-RS)4. Moacir Micheletto (PMDB-PR)
5. Paulo Piau (PPS-MG)6. Valdir Colatto (PMDB-SC)7. Ernandes Amorim (PTB-RO)8. Marcos Montes (DEM-MG)9. Moreira Mendes (PPS-RO)10. Duarte Nogueira (PSDB-SP)11. Aldo Rebelo (PCdoB-SP)(Pior de todos)12. Reinhold Stephanes (PMDB-PR)13. Eduardo Seabra (PTB-AP)

Aos demais deputados listados aqui embaixo,digo obrigado por votarem contra o relatório,não sou partidário de nenhum de vós,mas é por ações como essas de vocês(quase todos),que ainda acredito que o Brasil vai tomar jeito..

1. Dr. Rosinha (PT-PR)
2. Ricardo Tripoli (PSDB-SP)
3. Rodrigo Rollemberg (PSB-DF)
4. Sarney Filho (PV-MA)
5. Ivan Valente (PSOL-SP)

Fonte;
Noticias socioambientais

sábado, 9 de abril de 2011

Lista de Políticos Corruptos(mensalão)NÃO VOTEM NELES!

João Magno (PT-MG)
João Paulo Cunha (PT-SP), deputado federal, ex-presidente da Câmara.
José Adalberto Vieira da Silva (PT-CE), preso pela Polícia Federal com US$ 100.000,00 na cuecaJosé Dirceu, acusado por Jefferson de ser o "mandante" e o "cérebro do esquema.
José Genoíno, ex-presidente do PT.
José Mentor (PT-SP)
José Nobre Guimarães (PT-CE), irmão de José Genoíno
Josias Gomes (PT - BA)
Marcelo Sereno, ex-secretário de Comunicações do PT.
Paulo Rocha (PT-PA), deputado federal, ex-líder do PT na Câmara.
Professor Luizinho (PT-SP), deputado federal, ex-líder do governo na Câmara
Raimundo Ferreira Silva Júnior, vice-presidente do PT no Distrito Federal.
Wilmar Lacerda, presidente do PT no Distrito Federal.
Roberto Jefferson (PTB-RJ), que deu origem ao escândalo quando denunciou a prática do Mensalão.
José Carlos Martinez (PTB-PR)
Romeu Queiroz (PTB-MG).
Pedro Corrêa (PP-PE)
José Borba (PMDB-PR)
Bispo Rodrigues (PL-RJ)
Pedro Henry (PP-MT)
José Janene (PP-PR
Valdemar Costa Neto (PL-SP)
Anderson Adauto (PL-MG)

Eduardo Azeredo (PSDB-MG). Não é acusado de envolvimento direto com o Mensalão, mas é acusado de recebimento de recursos de Marcos Valério para compor o "caixa 2" de sua campanha eleitoral ao Governo de Minas em 1998.
Roberto Brant (PFL-MG).

Outros de Alguma forma ligados(financeiramente ou não)

Marcos Valério, empresário, sem partido. Sendo o "operador do Mensalão", está sendo acusado de diversos crimes de ordem política, financeira, criminal, eleitoral e fiscal. Além de seu envolvimento atual com o PT e o "mensalão", revelou que manteve um esquema semelhante em 1998 envolvendo o PSDB.

Vavá, Genival Inácio da Silva, irmão do Presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo denúncias publicadas pela imprensa, aproveitou o parentesco com Lula para fazer tráfico de influência em diversos órgãos.

Luiz Gushiken, ex-dirigente
Daniel Dantas
Toninho da Barcelona ou Antônio Oliveira Claramunt.
Duda Mendonça
Waldomiro Diniz
Delúbio Soares
Gilberto Carvalho
Juscelino Dourado
Ralf Barquete
Rogério Buratti
Sérgio Gomes da Silva
Silvio Pereira
Vladimir Poleto
Antonio Mexia (Portugal)
Miguel Horta e Costa(Portugal)
Fernanda Karina Somaggio

Fonte;
http://pt.wikipedia.org/wiki/Anexo:Lista_de_pessoas_envolvidas_no_escandalo_do_mensalão

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Partidos Políticos Brasileiros



SIGLA/ NOME / NÚMERO

PMDB/ PARTIDO DO MOVIMENTO DEMOCRÁTICO BRASILEIRO 15

PTB/ PARTIDO TRABALHISTA BRASILEIRO 14

PDT/ PARTIDO DEMOCRÁTICO TRABALHISTA 12

PT/ PARTIDO DOS TRABALHADORES 13

DEM/ DEMOCRATAS 25

PCdoB/ PARTIDO COMUNISTA DO BRASIL 65

PSB/ PARTIDO SOCIALISTA BRASILEIRO 40

PSDB/ PARTIDO DA SOCIAL DEMOCRACIA BRASILEIRA 45

PTC/ PARTIDO TRABALHISTA CRISTÃO 36

PSC/ PARTIDO SOCIAL CRISTÃO 20

PMN/ PARTIDO DA MOBILIZAÇÃO NACIONAL 33

PRP/ PARTIDO REPUBLICANO PROGRESSISTA 44

PPS/ PARTIDO POPULAR SOCIALISTA 23

PV/ PARTIDO VERDE 43

PTdoB/ PARTIDO TRABALHISTA DO BRASIL 70

PP/ PARTIDO PROGRESSISTA 11

PSTU/ PARTIDO SOCIALISTA DOS TRABALHADORES UNIFICADO 16

PCB/ PARTIDO COMUNISTA BRASILEIRO 21

PRTB/ PARTIDO RENOVADOR TRABALHISTA BRASILEIRO 28

PHS/ PARTIDO HUMANISTA DA SOLIDARIEDADE 31

PSDC/ PARTIDO SOCIAL DEMOCRATA CRISTÃO 27

PCO/ PARTIDO DA CAUSA OPERÁRIA 29

PTN/ PARTIDO TRABALHISTA NACIONAL 19

PSL/ PARTIDO SOCIAL LIBERAL 17

PRB/ PARTIDO REPUBLICANO BRASILEIRO 10

PSOL/ PARTIDO SOCIALISMO E LIBERDADE 50

PR/ PARTIDO DA REPÚBLICA 22

FONTE;http://tse.gov.br/internet/partidos/index.htm