Mostrando postagens com marcador América Central. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador América Central. Mostrar todas as postagens
segunda-feira, 9 de março de 2015
Descoberta cidade do deus macaco em Honduras
A primeira expedição arqueológica a uma antiga cidade perdida no leste de Honduras está de volta com novas descobertas emocionantes.
Os exploradores voltaram com um tesouro de imagens, ainda mal arranhamos a superfície do que a cidade tem para revelar sobre uma cultura tão esquecido que falta até mesmo um nome.
As descobertas incluem 52 objetos que foram semi-enterrados no solo, no que parece ter sido um ato de sacrifício diante de um templo. Entre elas está uma cabeça esculpida aparentemente para representar uma combinação de humanos e Jaguar. Muito mais objetos antigos se presume ainda estar enterrado no solo.
A matemática extraordinário e arquitetura da cultura maia da América Central já alcançou a fama considerável em todo o mundo. No entanto, pouco depois que sua civilização clássica desabou , algo de possivelmente igual significado estava indo para o leste e se manteve quase inteiramente desconhecido até agora.
Enquanto Professor Christopher Fisher da Universidade Estadual do Colorado tinha ouvido rumores de que foi chamado de "White City" ou mesmo de a "Cidade do Deus Macaco," a floresta tinha encoberto a cidade, de tal forma que a sua localização era desconhecida, pelo menos para os forasteiros , até 2012, quando no ar o radar revelou o mapeamento e provável presença da cidade.
Essas imagens mostravam sinais de edifícios que se estende ao longo de uma grande faixa a margem do rio.
Quando Fischer e seus colegas entraram na cidade perdida, eles descobriram que seu isolamento era tão grande que escapou de saques em cerca de 600 anos desde que foi abandonada. "Esta é claramente a floresta tropical mais imperturbável na América Central", Dr. Mark Plotkin da Amazon Conservation Team disse National Geographic , cujo fotógrafo acompanhou a equipe .
A cidade perdida pode soar como algo de um filme de Indiana Jones, mas há três anos Fisher documentava a cidade Purépecha no México, que sediou uma civilização que rivalizava com os astecas .
A equipe de arqueólogos acreditam que a mais recente descoberta é uma das várias cidades escondidas na floresta que têm dado coletivamente origem às lendas White City da região de La Mosquitia de Honduras.
A civilização que construiu a cidade acredita-se que floresceu a partir de 1000 até 1400.
A causa de sua morte é desconhecida, e quase tudo o que podemos junta sobre eles vem dos resultados desta escavação e comparações com culturas vizinhas da mesma época.
Um dos objetos mais memoráveis descoberto é o " jaguar-homem" que "parece estar usando um capacete", disse Fisher a National Geographic, e que pode representar um xamã em um estado de espírito.
Outros achados no local incluem vasos esculpidos com representações detalhadas de animais e combinações de humanos e animais. Nenhum dos itens foram removidos, mas imagens detalhadas foram tomadas, embora a maioria deles ainda não estão disponíveis ao público.
O Isolamento do local foi bom para preservada a diversidade biológica, mas os pesquisadores estão preocupados que isso pode não durar muito.
Enquanto eles têm mantido o local em segredo para evitar saques, as florestas de Honduras estão sendo rapidamente destruídas para virar pasto por gado, e há temores que algum fazendeiro ganancioso chegue a região da cidade revelando rapidamente a sua localização com suas "pastagens".
A descoberta da cidade antiga é uma consequência dos esforços do documentaristas Steve Elkins e Bill Benenson que identificaram a potencial localização da cidade e organizaram o mapeamento aéreo que o confirmou.
Fonte
www.iflscience.com
Marcadores:
América Central,
arqueologia,
Cidade do deus macaco,
Cidade perdida,
descoberta,
floresta tropical,
Honduras
domingo, 25 de abril de 2010
História do Chocolate

O chocolate é um alimento, encontrado na forma pastosa, sólida e de bebida doce ou amarga, feito a partir da amêndoa torrada do cacau; antes dos espanhóis chegarem às Américas, os astecas já conheciam o cacau. Com ele, faziam um líquido escuro que chamavam de xocoatl (do náuatle xococ "amargo" + atl "água"). Em 1502, a ilha de Guanaja, habitada pelos astecas, povo místico e religioso, recebeu a esquadra de Colombo. O navegador foi um dos primeiros europeus a provar o sabor do chocolate.
O chocolate vem sido usado como bebida desde o começo de sua história. Registro mais antigo do uso de chocolate data de muitos séculos atrás. Em Novembro de 2007, arqueólogos encontraram vestígios da mais antiga plantação de cacau numa região de Puerto Escondido, em Honduras, que data de 1100 a 1400 a.C. Os resíduos encontrados e o tipo de recipiente em que estavam indicam que o uso do cacau não era apenas como bebida, mas que a parte branca que envolve os grãos de cacau era usada como fonte de açúcares fermentáveis para uma bebida alcoólica. A civilização maia cultivava o cacau em seus quintais e usavam as sementes para fazer uma bebida amarga. Documentos a respeito dos hieróglifos maias dizem que o chocolate era usado para fins cerimoniais assim como no cotidiano. Os resíduos de chocolate numa peça de cerâmica maia de Río Azul, na Guatemala, sugerem que os maias já bebiam chocolate por volta do ano 400 d.C. No Novo Mundo, o chocolate era consumido numa bebida amarga chamada xocoatl, e era geralmente temperada com baunilha e pimenta. O xocoatl, acreditava-se, combatia o cansaço.
O chocolate também era um bem luxuoso e importante na América Central pré-colombiana, e os grãos de cacau eram usados como moeda. Povos europeus e da América do Sul vêm usando o chocolate para o tratamento de diarréia há centenas de anos. Todas as áreas conquistadas pelos astecas eram obrigadas a plantar cacau e pagar um imposto em grãos.

Até o século XVI, os europeus nunca tinham ouvido falar da popular bebida dos povos das Américas do Sul e Central. Não foi até a conquista dos astecas pelos espanhóis que o chocolate passou a ser importado pela Europa, onde rapidamente se tornou um favorito da corte. Para acompanhar a alta demanda da nova bebida, o exército espanhol começou a cultivar o cacau em plantações onde trabalhavam escravos nativos. Mesmo após a produção do cacau se tornar algo comum, apenas a realeza e os ricos podiam se dar ao luxo de consumir essa cara importação. Logo, os espanhóis passaram a cultivar o cacau em plantações, usando mão-de-obra africana escravizada para administrá-las. A situação era outra na Inglaterra: qualquer um com dinheiro poderia comprar o chocolate. A primeira chocolataria de Londres foi inaugurada em 1657. Em 1689, o famoso médico e colecionador Hans Sloane desenvolveu uma bebida de leite com chocolate na Jamaica que foi inicialmente usada por boticários, mas mais tarde vendida para os irmãos Cadbury.
Por centenas de anos, o processo de fabricação do chocolate permaneceu o mesmo. Quando a Revolução Industrial chegou, muitas mudanças ocorreram e trouxeram o alimento para a forma em que o conhecemos hoje. No século XVIII, máquinas de espremer manteiga de cacau foram criadas. Isso ajudava a fazer um chocolate mais consistente e durável. A partir daí, o consumo do chocolate foi popularizado e espalhado pelo mundo todo.
Principais marcas;
Guylian
Chocola van Droste
Araucária
Cacau Show
Garoto
Hershey's
Kinder
Kopenhagen
Lindt & Sprüngli
Valrhona
Amano
Arcor
Lacta
Lugano
Nestlé
Toblerone
Ferrero
Neugebauer
Harald
Milka
Fazer
Fonte;http://pt.wikipedia.org/wiki/Chocolate
Marcadores:
América Central,
chocolate
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Brasileiros Mortos no Haiti(Zilda Arns)
A fundadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns, morreu em decorrência do terremoto de 7 graus de magnitude que atingiu o Haiti nesta terça-feira(13/01/2010)
De acordo com a pastoral, Zilda estava no país desde a última segunda-feira, para participar de um encontro com religiosos.
Nascida em 1934, ela era representante da CNBB (Conferencia Nacional dos Bispos do Brasil) e fundadora também da Pastoral da Pessoa Idosa. Zilda é irmã do arcebispo emérito de São Paulo, dom Paulo Evaristo Arns.
Zilda ainda era membro do Conselho Nacional de Saúde e membro do Conselho Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social.
Tia do senador Flávio Arns (PSDB-PR), viúva e mãe de cinco filhos, ela era empenhada em causas ligadas ao combate à mortalidade infantil, desnutrição e violência familiar. Ela chegou a ser indicada ao prêmio Nobel da Paz em 2006 e recebeu outros diversos prêmios.
Zilda acreditava que a educação é a melhor forma de combater a maior parte das doenças de fácil prevenção e a marginalidade das crianças.
Desenvolveu uma metodologia própria de lidar com a solidariedade entre as famílias mais pobres. Costumava citar sempre o milagre bíblico da multiplicação dos dois peixes e cinco pães que saciaram 5.000 pessoas, como narra o Evangelho de São João.
A Pastoral da Criança, Zilda criou em 1983 juntamente com Dom Geraldo Majella Agnelo, arcebispo primaz de Salvador (BA) e presidente da CNBB. No mesmo ano, deu início a experiência de um projeto-piloto em Florestópolis, no Paraná.
Entre os prêmios internacionais recebidos por Zilda estão o Prêmio "Heroína da Saúde Pública das Américas", concedido pela Organização Pan-Americana de Saúde, em 2002; o Prêmio Social 2005 da Câmara de Comércio Brasil-Espanha; a Medalha "Simón Bolívar", da Câmara Internacional de Pesquisa e Integração Social, em 2000; o Prêmio Humanitário 1997 do Lions Club Internacional; e o Prêmio Internacional da OPAS em Administração Sanitária, 1994.
Segundo o comunicado do Exército, os 14 militares mortos na tragédia são:
Bruno Ribeiro Mário (1º tenente); Davi Ramos de Lima (2º Sargento); Leonardo de Castro Carvalho (2º Sargento); Rodrigo de Souza Lima (3º Sargento); Douglas Pedrotti Neckel (cabo); Washington Luis de Souza Seraphin (cabo); Tiago Anaya Detimermani (soldado); Antonio José Anacleto (soldado); Felipe Gonçalves Julio (soldado); Rodrigo de Souza Lima (soldado); Emílio Carlos Torres dos Santos (coronel); Arí Dirceu Fernandes Júnior (cabo); Kleber da Silva Santos (soldado); Raniel Batista de Camargos (subtenente).
Outros quatro militares ainda estão desaparecidos: João Eliseu Souza Zanin (coronel); Marcus Vinicius Macedo Cysneiros (tenente coronel); Francisco Adolfo Vianna Martins Filho (major); Márcio Guimarães Martins (major).
Marcadores:
América Central
terça-feira, 27 de outubro de 2009
Calendário Maia
Nunca chegaram a formar um império unificado, fato que favoreceu a invasão e domínio de outros povos vizinhos. As cidades formavam o núcleo de decisões e práticas políticas e religiosas da civilização e eram governadas por um estado teocrático.O império maia era considerado um representante dos deuses no Planeta Terra. A zona urbana era habitada apenas pelos nobres (família real), sacerdotes (responsáveis pelos cultos e conhecimentos), chefes militares e administradores do império (cobradores de impostos). Os camponeses, que formavam a base da sociedade, artesão e trabalhadores urbanos faziam parte das camadas menos privilegiadas e tinham que pagar altos impostos.
A economia era baseada na agricultura, principalmente de milho, feijão e tubérculos. Suas técnicas de irrigação do solo eram muito avançadas para a época. Praticavam o comércio de mercadorias com povos vizinhos e no interior do império. Ergueram pirâmides, templos e palácios, demonstrando um grande avanço arquitetônico. O artesanato também se destacou: fiação de tecidos, uso de tintas em tecidos e roupas.
O Calendário Maia é um sistema de calendários e almanaques distintos usados pela civilização maia da mesoamérica pré-colombiana, e por algumas comunidades maias modernas nos planaltos da Guatemala.Estes calendários podem ser sincronizados e interligados, suas combinações dando origem a ciclos posteriores, mais extensivos. A essência do sistema de calendários Maia é baseado em um sistema que era de uso comum na região, datando pelo menos do século VI a.C.. Ele tem em comum muitos aspectos com calendários empregados por outras civilizações mesoamericanas anteriores, como os Zapotecas, e Olmecas, e algumas civilizações contemporâneas ou antigas, como os Mixtecas e o calendário asteca. Apesar dos calendários mesoamericanos terem origem com os maias, suas extensões e refinamentos subsequentes foram os mais sofisticados. Junto com os dos Astecas, os calendários maias são os melhores documentados e melhor compreendidos.
Pela tradição da mitologia maia, como documentado nos registros colonais Yucatecas e reconstruídos de inscrições do Clássico Posterior e Posclássico, a deidade Itzamna é frequentemente creditada como tendo levado o conhecimento do sistema de calendários ao ancestral Maia, junto com a escrita em geral e outros aspectos fundacionais da cultura maia.O mais importante dos calendários é o com período de 260 dias. Este calendário de 260 dias era prevalente em todas as sociedades mesoamericanas, e é de grande antiguidade (quase certamente o mais velho dos calendários). Ainda está em uso em algumas regiões de Oaxaca, e pelas comunidades maias dos planaltos da Guatemala.
A versão maia é conhecida pelos estudiosos como Tzolkin, ou Tzolk'in na ortografia revisada da Academia de las Lenguas Mayas de Guatemala. O Tzolk'in é combinado com outro calendário de 365 dias (conhecido como Haab, ou Haab'), para formar um ciclo sincronizado durando 52 Haabs, chamado de Ciclo do Calendário. Ciclos menores de 13 dias (a trecena) e 20 dias (a veintena) foram componentes importantes dos ciclos Tzolk'in e Haab', respectivamente.
Uma forma diferente de calendário era usada para manter registros de longos períodos de tempo, e para a inscrição da data de calendário (identificando quando um evento aconteceu em relação a outros). Esta forma, conhecida como Calendário de Contagem Longa Mesoamericano ou Contagem Longa, é baseada no número de dias passados desde um ponto de início mítico.
Uma forma diferente de calendário era usada para manter registros de longos períodos de tempo, e para a inscrição da data de calendário (identificando quando um evento aconteceu em relação a outros). Esta forma, conhecida como Calendário de Contagem Longa Mesoamericano ou Contagem Longa, é baseada no número de dias passados desde um ponto de início mítico.
De acordo com a correlação entre a Contagem Longa e os calendários ocidentais aceita pela grande maioria dos pesquisadores maias (conhecida como a correlação GMT), este ponto de início é equivalente ao dia 11 de agosto de 3114 a.C. no calendário Gregoriano, ou 6 de setembro no calendário juliano(-3113 astronômico). A correlação Goodman-Martinez-Thompson foi escolhida por Thompson em 1935 baseado em correlações anteriores de Joseph Goodman em 1905 (11 de agosto), Juan Martínez Hernández em 1926 (12 de agosto), e John Eric Sydney Thompson em 1927 (13 de agosto).
Pela sua natureza linear, a Contagem Longa era capaz de ser estendida para se referir a qualquer data no futuro ou passado distante. Este calendário envolvia o uso de um sistema de notação posicional, em que cada posição significava um múltiplo cada vez maior do número de dias. O sistema numérico Maia era essencialmente vigesimal (ou seja, tinha base numérica 20), e cada unidade de uma dada posição representava 20 vezes a unidade na posição que a precede. Uma exceção importante foi feita no valor de segunda ordem, que em vez disto representava 18 × 20, ou 360 dias, mais próximo do ano solar do que seriam 20 × 20 = 400 dias.
Deve-se notar entretanto que os ciclos da Contagem Longa eram independentes do ano solar.
Muitas inscrições da Contagem Longa Maia são suplementadas com uma Série Lunar, que fornece informações sobre a fase lunar e posição da Lua em umciclo semi-anual de lunações.
Um ciclo de 584 dias, de Vênus, também era mantido, que registrava os nascimentos heliacais de Vênus como estrela da manhã ou da tarde. Muitos eventos neste ciclo eram vistos como sendo astrologicamente inauspiciosos e fatais, e ocasionalmente as guerras eram iniciadas de forma a coincidir com estágios deste ciclo.
Outros ciclos, combinações e progressões de calendários menos prevalentes ou mal-compreendidos, também eram seguidos. Uma contagem de 819 dias aparece em algumas poucas inscrições. Conjuntos repetitivos de intervalos de 9 e 13 dias associados com diferentes grupos de deidades, animais e outros conceitos significantes também são conhecidos.
Um ciclo de 584 dias, de Vênus, também era mantido, que registrava os nascimentos heliacais de Vênus como estrela da manhã ou da tarde. Muitos eventos neste ciclo eram vistos como sendo astrologicamente inauspiciosos e fatais, e ocasionalmente as guerras eram iniciadas de forma a coincidir com estágios deste ciclo.
Outros ciclos, combinações e progressões de calendários menos prevalentes ou mal-compreendidos, também eram seguidos. Uma contagem de 819 dias aparece em algumas poucas inscrições. Conjuntos repetitivos de intervalos de 9 e 13 dias associados com diferentes grupos de deidades, animais e outros conceitos significantes também são conhecidos.
Fim do Mundo
Fonte;portal maya,google Brasil
Marcadores:
América Central,
América do sul
Assinar:
Postagens (Atom)




