Parabéns para todos..
Foto que eu tirei hoje a tarde,na Galeria do Rock.
São Paulo-SP
sábado, 13 de julho de 2013
quinta-feira, 11 de julho de 2013
O novo Maracanã,ou seria Maracaeike..
O Consórcio Maracanã S/A prepara medidas antiviolência no estádio para os jogos do Campeonato Brasileiro.
Além de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC), baseado em segurança, conforto e acessibilidade, o concessionário implantará grades para separar os setores da arquibancada, vetará a entrada de bandeiras com bambus, os instrumentos musicais e trabalhará, junto aos clubes, a mudança de hábitos entre as torcidas organizadas para que não assistam, por exemplo, às partidas de pé e sem camisa.
- Vamos conversar com os clubes para para a mudança de hábitos.
Me refiro a bambus, aos surdões, assistir aos jogos em pé... - disse João Borba, presidente do Consórcio.
- O bambu não tem nem onde ficar.
No Consórcio, há quem defenda a instalação de vidros em vez das grades. Mas para a Copa do Mundo, a Fifa impede qualquer barreira e, assim, seria necessário toda a retirada do material. A grade seria removível, o que facilitaria.
Para evitar confrontos no anel inferior, onde acontecia nos anos 80 e 90, serão colocadas grades mais resistentes. Há a preocupação com a violência e a educação. O Consórcio arcará com as despesas do estádio. Caso haja depredação, o Maracanã S/A pagará, não repassando os custos para os clubes. Também administrador da Arena Fonte Nova, o consórcio já conviveu com isso em dois clássicos Bahia e Vitória.
No primeiro, 200 cadeiras foram quebradas; no segundo, outras 43. Como medida, um anúncio foi colocado nos jornais com os torcedores filmados. - Colocamos uma tarja no rosto, mas informamos no anúncio que a gente já sabia quem era, isso diminuiu - disse Borba.
Os Stewards serão mantidos como agentes educacionais. O Consórcio já fechou com o Fluminense por 35 anos e espera acordo com Flamengo e Botafogo em breve. - Estamos perto disso. Cada clube tem a sua exigência, sua necessidade. E queremos ter todos - disse Borba.
O primeiro jogo com clubes do Rio será o clássico entre Fluminense e Vasco, no dia 21 de julho, pelo Campeonato Brasileiro.
Sempre que possível, saiu daqui de São Paulo para ver o jogo do Botafogo no Rio de Janeiro.
Essas 2 capitais ficam a uma distância de 429 KM,o minimo que quero de retorno, por esse "esforço "é ;
Comporta-se da maneira que eu bem entender na torcida.
Não quero nenhum consórcio do estadio, colocado lá de maneiras duvidosas e pouco transparente,mim dizendo como devo agir.
Em 90% dos jogos fora de São Paulo que eu já fui,assistir sem camisa.
Em 60% deles estava com uma bandeira no bambu.
Em 80% tinham instrumentos musicais,ou vocês acham que toda aquela festa na arquibancada era só no grito?!
Em 100% dos jogos independente de onde foi,assistir em pé!
E agora como eu fico?creio que os quesitos acima,não se ajustaram ao TAC do consórcio,serei banido do Maracaeike?
Adeus venho Maraca..
Fonte
Extra
- Vamos conversar com os clubes para para a mudança de hábitos.
Me refiro a bambus, aos surdões, assistir aos jogos em pé... - disse João Borba, presidente do Consórcio.
- O bambu não tem nem onde ficar.
No Consórcio, há quem defenda a instalação de vidros em vez das grades. Mas para a Copa do Mundo, a Fifa impede qualquer barreira e, assim, seria necessário toda a retirada do material. A grade seria removível, o que facilitaria.
Para evitar confrontos no anel inferior, onde acontecia nos anos 80 e 90, serão colocadas grades mais resistentes. Há a preocupação com a violência e a educação. O Consórcio arcará com as despesas do estádio. Caso haja depredação, o Maracanã S/A pagará, não repassando os custos para os clubes. Também administrador da Arena Fonte Nova, o consórcio já conviveu com isso em dois clássicos Bahia e Vitória.
No primeiro, 200 cadeiras foram quebradas; no segundo, outras 43. Como medida, um anúncio foi colocado nos jornais com os torcedores filmados. - Colocamos uma tarja no rosto, mas informamos no anúncio que a gente já sabia quem era, isso diminuiu - disse Borba.
Os Stewards serão mantidos como agentes educacionais. O Consórcio já fechou com o Fluminense por 35 anos e espera acordo com Flamengo e Botafogo em breve. - Estamos perto disso. Cada clube tem a sua exigência, sua necessidade. E queremos ter todos - disse Borba.
O primeiro jogo com clubes do Rio será o clássico entre Fluminense e Vasco, no dia 21 de julho, pelo Campeonato Brasileiro.
Sempre que possível, saiu daqui de São Paulo para ver o jogo do Botafogo no Rio de Janeiro.
Essas 2 capitais ficam a uma distância de 429 KM,o minimo que quero de retorno, por esse "esforço "é ;
Comporta-se da maneira que eu bem entender na torcida.
Não quero nenhum consórcio do estadio, colocado lá de maneiras duvidosas e pouco transparente,mim dizendo como devo agir.
Em 90% dos jogos fora de São Paulo que eu já fui,assistir sem camisa.
Em 60% deles estava com uma bandeira no bambu.
Em 80% tinham instrumentos musicais,ou vocês acham que toda aquela festa na arquibancada era só no grito?!
Em 100% dos jogos independente de onde foi,assistir em pé!
E agora como eu fico?creio que os quesitos acima,não se ajustaram ao TAC do consórcio,serei banido do Maracaeike?
Adeus venho Maraca..
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Pãozinho de Avocado
Ingredientes
2 xícaras (chá) de Avocado picado
2 tabletes de fermento biológico
8 colheres (sopa) de açúcar
1/2 xícara (chá) de leite
3 ovos
3 colheres (sopa) de farinha de trigo, para o fermento
700 g de farinha de trigo
8 colheres (sopa) de azeite de oliva (ou óleo)
1 colher (chá) de sal
Modo de preparo
Prepare o fermento biológico em uma xícara ou em uma pequena tigela misturando-o com 2 colheres de açúcar, com a ajuda de um garfo, até dissolver direito.
Junte o leite e as 3 colheres de farinha de trigo. Cubra o recipiente e deixa descansar por meia hora. Enquanto isso, bata num liquidificador o azeite de oliva, o Avocado , os ovos, o sal e o restante do açúcar. Derrame tudo em uma vasilha funda e jogue a mistura de fermento. Mexa bem. Vá acrescentando a farinha de trigo aos poucos até a massa se desgrudar das mãos.
Pincele a bola de massa com azeite de oliva e cubra-a com um pano, deixando-a descansar até dobrar de volume em um ambiente morno.
Então, faça bolinhas de massa e distribua-as em assadeiras untadas. Leve ao forno médio preaquecido até que os pãezinhos fiquem dourados. Sirva em lanches ou como acompanhamentos de entradas.
Rendimento: 30 porções
Tempo de preparo: 60 min
Execução: Avançado
Fonte
Jaguacy Avocado Brasil
domingo, 7 de julho de 2013
Liminar do STRJ permite que ex-integrantes usem 'marca' Legião Urbana
Para Dado Villa-Lobos, ter conseguido de volta o direito de usar o nome da Legião Urbana é "uma questão de justiça histórica, ética, moral". Em entrevista ao G1 por telefone, o guitarrista comentou a decisão do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro que, nesta quinta-feira (18), deu a ele e ao baterista Marcelo Bonfá a possiblidade de se associar novamente à "marca" da banda de que fizeram parte ao lado de Renato Russo, morto em 1996.
No processo, Villa-Lobos e Bonfá – que antecipam não existir "possibilidade alguma de volta da Legião Urbana como banda" – são citados como acusadores; e a Legião Urbana Produções Artísticas, administrada pela família do vocalista do grupo, como ré. Segundo decisão do juiz Fernando Cesar Ferreira Vianna, "caso descumpra a decisão, a empresa terá de pagar multa de R$ 50 mil".
Durante toda a conversa com o G1, Villa-Lobos usou o termo "o outro lado" para se referir à Legião Urbana Produções Artísticas. O músico alegou "divergências artísticas antigas", lembrou-se de uma vez em que foi "notificado judicialmente" por ter feito comentários sobre a Legião numa matéria de jornal e citou exemplos de situações em que esteve impedido de usar o nome da ex-banda.
"Na verdade, a questão [agora] não é usar a marca. É eu ser impedido de ter relação com essa marca – uma relação emotiva, afetiva, né?", observa, dizendo que a situação anterior era "estapafúrdia".
Villa-Lobos afirma esperar que, a partir de agora, ele e Bonfá passem a ser consultados "para essa marca ser utilizada publicamente" em projetos que envolvam a Legião Urbana. Ele está falando, especificamente, de eventos como a recente apresentação em Brasília na qual Renato Russo "apareceu" na forma de holograma.
Perguntado se sua participação e de Bonfá vinha acontecendo de alguma forma, o guitarrista responde que "pelo contrário, vinha sendo tolhida e reprimida sempre". "Aí, eu acho que é o seguinte, uma questão de maioria. Seríamos três [partes], com uma maioria simples, dois contra um." 'Direito que é nosso'
O comunicado do Tribunal de Justiça do Rio reproduz uma declaração do juiz Fernando Cesar Ferreira Vianna: "Constata-se, assim, a verossimilhança das alegações autorais, e (...) verifica-se também a existência de fundado receio de dano irreparável e de difícil reparação".
Em nota enviada pela assessoria de imprensa do escritório de advocacia que os representa, Dado Villa-Lobos e Marcelo Bonfá declaram que, mesmo com a liminar, não têm interesse em "refazer" o grupo. "A Legião Urbana éramos o Bonfá, eu e o Renato. E a gente tinha combinado que se saísse um de nós três e entrasse outra pessoa, então não seria mais a Legião Urbana", declara Dado Villa-Lobos no texto.
Já Bonfá alega que não via sentido na proibição. "A liminar nos trouxe de volta um direito que é nosso, nós três criamos e tornamos conhecida a Legião, é um absurdo a gente ter sido proibido de usar algo que construímos com nosso trabalho durante anos.”
De acordo o Tribunal de Justiça do Rio, a Legião Urbana Produções Artísticas foi formada em 1987. Na mesma época, os integrantes do grupo criaram mais três empresas "para proteger os interesses dos músicos".
"Renato Russo era o sócio majoritário da empresa ré. Nessa época, a banda entrou com pedidos de registro da marca ‘Legião Urbana’ no Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (INPI)", descreve o texto do STRJ. "Mas o registro só foi obtido depois que Dado Villa-Lobos e Bonfá deixaram a sociedade, e a empresa passou aos cuidados da família de Renato Russo".
Fonte
G1
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sexta-feira, 5 de julho de 2013
A ditadura no Brasil acabou ? Nem todos sabem ainda..
Essa é a nossa policia,treinada para nós proteger.
Mau paga é verdade,mas para os verdadeiros policiais que vão atrás de ladrão,invés desses que da porrada gratuita em manifestantes, ainda tentar censura seu abuso de poder.NÃO ESTAMOS MAIS NA DITADURA!
Engana-se quem acha que isso é caso isolado,estive em algumas manifestações, e vi com meus próprios olhos,como a "coisa funciona".
Infelizmente tenho certeza que caso como esses aconteceram em todos estados do Brasil,principalmente nas atuais ocasiões, das quais estão ocorrendo recentes manifestações em "todo" o nosso país.
Felizmente imagens apagadas, não é significado de definitivo,também tem as imagens salvas por heróis anônimos que expõe tais brutalidades..
Por via das duvidas,fiz o download do vídeo,sabe como é..a ditadura ainda paira por muitos setores do Brasil(Por muitos,com os dedos,em todos)
Descrição do vídeo
Momento em policiais militares abordam manifestantes em posto de gasolina após o ataque do BME na Terceira Ponte para dispersar o protesto.
Como as imagens mostram, um dos integrantes do grupo de pesquisa Labic.Ufes e colaborador Ninja tem a câmera, que é equipamento público da UFES, retida pela polícia que vasculha (cenas finais) e apaga parte do material.
Pouco tempo depois, outro pesquisador (que acompanhava e fez parte dessas imagens) foi agredido, derrubado no chão e teve material apreendido.
Fonte
Ufeslabic via
Anonymous BR
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Ecos d’Alma
Oh! madrugada de ilusões, santíssima,
Sombra perdida lá do meu Passado,
Vinde entornar a clâmide puríssima
Da luz que fulge no ideal sagrado!
Longe das tristes noutes tumulares
Quem me dera viver entre quimeras,
Por entre o resplandor das Primaveeras
Oh! madrugada azul dos meus sonhares;
Mas quando vibrar a última balada
Da tarde e se calar a passarada
Na bruma sepulcral que o céu embaça,
Quem me dera morrer então risonho,
Fitando a nebulosa do meu
Sonho E a Via-Láctea da Ilusão que passa!
Fonte
Acervo pessoal do Devorador do Pecado.
Livro EU de 1972.
Autor:Augusto dos Anjos
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quarta-feira, 3 de julho de 2013
CCJ aprova criminalização de maus-tratos contra cães e gatos
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) da Câmara dos Deputados aprovou nessa terça-feira uma proposta que torna crime a prática de atos contra a vida, a saúde ou a integridade física e mental de cães e gatos. O texto ainda precisa ser votado pelo Plenário da Casa, segundo informações da Agência Câmara Notícias.
O relator na comissão, deputado Márcio Macêdo (PT-SE), defendeu a aprovação do Projeto de Lei 2833/11, do deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP), com emenda que abrandou algumas penas em comparação ao texto original.
Pela emenda, a punição para quem provocar a morte dos animais será de 3 a 5 anos de reclusão - o projeto estabelecia penas de 5 a 8 anos. Já se o crime for culposo, a sanção será de detenção, de três meses a um ano, e multa. A primeira proposta previa pena de detenção de 3 a 5 anos.
O texto aprovado também especifica como agravante, na hipótese de morte do cão ou do gato, o fato de o crime ter sido cometido com emprego de veneno, fogo, asfixia, espancamento, arrastamento, tortura ou outro meio cruel. Nesses casos, a pena passa a ser de 6 a 10 anos de reclusão. O projeto prevê ainda a aplicação da pena em dobro se o crime for cometido por duas ou mais pessoas ou pelo proprietário ou responsável pelo animal.
Punições
A proposta ainda prevê punição para outras condutas como:
- deixar de prestar assistência ou socorro a cão ou gato, em vias e logradouros públicos ou propriedades privadas, em grave e iminente perigo, ou não pedir o socorro da autoridade pública – detenção de 2 a 4 anos;
- abandonar cão ou gato à própria sorte em vias e logradouros públicos ou propriedades privadas - detenção de 3 a 5 anos;
- promover luta entre cães - detenção de 3 a 5 anos;
- valer-se de corrente, corda ou aparato similar para manter cão ou gato abrigado em propriedade particular - detenção de 1 a 3 anos;
- expor cão ou gato a situações que coloquem em risco a integridade física, a saúde ou a vida - detenção de 2 a 4 anos.
Nas hipóteses em que essas condutas causarem mutilação permanente do animal ou implicarem perda de membro, órgão, sentido ou função, a pena prevista será aumentada em 1/3.
Violência
Macêdo destacou que, apesar da existência da Lei 9.605/88, que prevê sanções penais e administrativas a condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, “a violência contra cães e gatos tem crescido assustadoramente”. Na opinião do relator, as penalidades atuais são "ínfimas".
De acordo com essa lei, os maus-tratos contra animais silvestres, domésticos ou domesticados devem ser punidos com detenção de 3 meses a um ano, e multa. O período de detenção é aumentado de um sexto a um terço, se o animal morrer. Sofre a mesma pena quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
Fonte
Terra
O relator na comissão, deputado Márcio Macêdo (PT-SE), defendeu a aprovação do Projeto de Lei 2833/11, do deputado Ricardo Tripoli (PSDB-SP), com emenda que abrandou algumas penas em comparação ao texto original.
Pela emenda, a punição para quem provocar a morte dos animais será de 3 a 5 anos de reclusão - o projeto estabelecia penas de 5 a 8 anos. Já se o crime for culposo, a sanção será de detenção, de três meses a um ano, e multa. A primeira proposta previa pena de detenção de 3 a 5 anos.
O texto aprovado também especifica como agravante, na hipótese de morte do cão ou do gato, o fato de o crime ter sido cometido com emprego de veneno, fogo, asfixia, espancamento, arrastamento, tortura ou outro meio cruel. Nesses casos, a pena passa a ser de 6 a 10 anos de reclusão. O projeto prevê ainda a aplicação da pena em dobro se o crime for cometido por duas ou mais pessoas ou pelo proprietário ou responsável pelo animal.
Punições
A proposta ainda prevê punição para outras condutas como:
- deixar de prestar assistência ou socorro a cão ou gato, em vias e logradouros públicos ou propriedades privadas, em grave e iminente perigo, ou não pedir o socorro da autoridade pública – detenção de 2 a 4 anos;
- abandonar cão ou gato à própria sorte em vias e logradouros públicos ou propriedades privadas - detenção de 3 a 5 anos;
- promover luta entre cães - detenção de 3 a 5 anos;
- valer-se de corrente, corda ou aparato similar para manter cão ou gato abrigado em propriedade particular - detenção de 1 a 3 anos;
- expor cão ou gato a situações que coloquem em risco a integridade física, a saúde ou a vida - detenção de 2 a 4 anos.
Nas hipóteses em que essas condutas causarem mutilação permanente do animal ou implicarem perda de membro, órgão, sentido ou função, a pena prevista será aumentada em 1/3.
Violência
Macêdo destacou que, apesar da existência da Lei 9.605/88, que prevê sanções penais e administrativas a condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, “a violência contra cães e gatos tem crescido assustadoramente”. Na opinião do relator, as penalidades atuais são "ínfimas".
De acordo com essa lei, os maus-tratos contra animais silvestres, domésticos ou domesticados devem ser punidos com detenção de 3 meses a um ano, e multa. O período de detenção é aumentado de um sexto a um terço, se o animal morrer. Sofre a mesma pena quem realiza experiência dolorosa ou cruel em animal vivo, ainda que para fins didáticos ou científicos, quando existirem recursos alternativos.
Fonte
Terra
domingo, 30 de junho de 2013
Há seis anos, Botafogo vencia Flu na inauguração do Engenhão
Cercado de polêmicas desde antes de sua inauguração, o Estádio Olímpico João Havelange, erguido para o Pan-Americano de 2007, completa seis anos de existência neste dia 30 de junho de 2013. Orçado em R$ 380 milhões - custo que estourou em até seis vezes o previsto inicialmente -, o Engenhão recebeu o clássico vovô em sua primeira partida oficial. O Botafogo, que ainda não era o concessionário do estádio, venceu o Fluminense de virada pelo Campeonato Brasileiro - dois gols de Dodô e um de Alex Dias para os tricolores, o primeiro a balançar as redes no Engenhão. Interditado após um laudo alemão apontar risco de colapso do teto de estrutura metálica do estádio, o Engenhão começa a receber obras para reforço e manutenção a partir desta segunda-feira. Após confronto, versões e críticas de engenheiros brasileiros, canadenses, ingleses e alemães, a prefeitura decidiu intervir e paralisar o uso do Engenhão, que ainda deve passar por novas intervenções para receber os Jogos Olímpicos de 2016.
Em seis anos de história, o Fluminense foi o time que mais deu volta olímpica no estádio, que pertence ao Botafogo desde setembro de 2010 - em concessão de 20 anos. Foram três títulos: Brasileiro de 2010 (o primeiro título do Engenhão), Carioca de 2011 e Brasileiro de 2012 (quando o Tricolor perdeu para o Vasco por 2 a 1 e, mesmo assim, comemorou o título nacional). Flamengo e Botafogo venceram um Carioca cada (2011 e 2013, respectivamente), enquanto o Vasco é o único dos quatro grandes que não foi campeão ainda no estádio. No jogo inaugural, Botafogo 2 x 1 Fluminense receberam o maior público da história do estádio. Segundo dados do Botafogo, 40 mil pessoas pagaram para assistir à virada alvinegra, com 43.810 presentes. Relembre os jogadores e mais detalhes da primeira partida do polêmico estádio João Havelange.
Ficha técnica: Botafogo 2 x 1 Fluminense
Data: 30/06/2007 Horário: 18h10min (de Brasília)
Competição: Campeonato Brasileiro
Árbitro: Evandro Rogério Roman (PR) Assistentes: Gílson Bento Coutinho (PR) e José Amílson Pontarolo (PR) Renda e público: R$ 600.000,00 / 40.000 pagantes / 43.810 presentes
Cartões amarelos: Renato Silva, Luciano Almeida e Lucio Flavio (BOT); Arouca, Carlinhos e Carlos Alberto (FLU); Cartões vermelhos: Joílson 38'/2ºT (BOT) e Cícero 29'/2ºT (FLU) Gols: Alex Dias 27'/1ºT (0-1) e Dodô 6'/2ºT (1-1) e 33'/2ºT (2-1)
BOTAFOGO: Julio César, Joílson, Alex, Juninho e Luciano Almeida (Renato Silva); Leandro Guerreiro, Túlio (Diguinho), Lucio Flavio e Ricardinho (André Lima); Zé Roberto e Dodô
Técnico: Cuca.
FLUMINENSE: Fernando Henrique, Carlinhos, Thiago Silva, Roger e Júnior César; Romeu, Arouca (Cícero), Maurício e Carlos Alberto; Alex Dias (Rodrigo Tiuí) e Adriano Magrão (Somália)
Técnico: Renato Gaúcho.
EU ESTAVA LÁ!
Fonte
Globo Esporte
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Quem ainda votou a favor da Pec 37!
9 Deputados Federais Votaram "Sim" (foram favoráveis ao projeto):
Abelardo Lupion (DEM-PR)Acusado Sonegação fiscal,Porque será que ele votou contra..
João Campos (PSDB-GO)O infeliz,que fez o projeto da cura gay!
Eliene Lima (PSD-MT)
Valdemar Costa Neto (PR-SP) Condenado por fazer parte do Mensalão
Bernardo Santana de Vasconcellos (PR-MG)
João Lyra (PSD-AL)
Lourival Mendes (PTdoB-MA)O inverto da PEC37
Sérgio Guerra (PSDB-PE)Mensalão
Mendonça Prado (DEM-SE).
2 Deputados Federais se Abstiveram de votar:
Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP)
Paulo Cesar Quartiero (DEM-RR)
Fonte
Portal Camara
Abelardo Lupion (DEM-PR)Acusado Sonegação fiscal,Porque será que ele votou contra..
João Campos (PSDB-GO)O infeliz,que fez o projeto da cura gay!
Eliene Lima (PSD-MT)
Valdemar Costa Neto (PR-SP) Condenado por fazer parte do Mensalão
Bernardo Santana de Vasconcellos (PR-MG)
João Lyra (PSD-AL)
Lourival Mendes (PTdoB-MA)O inverto da PEC37
Sérgio Guerra (PSDB-PE)Mensalão
Mendonça Prado (DEM-SE).
2 Deputados Federais se Abstiveram de votar:
Arnaldo Faria de Sá (PTB-SP)
Paulo Cesar Quartiero (DEM-RR)
Fonte
Portal Camara
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sexta-feira, 28 de junho de 2013
Voluntário do WikiLeaks era informante do FBI
Thordarson era voluntário há muito tempo do WikiLeaks com acesso direto a Assange e uma posição de destaque como um organizador do grupo. Com o seu estilo friode guerra , tornou-se algo mais: o primeiro conhecido informante do FBI dentro WikiLeaks. Para os próximos três meses, Thordarson servia a dois senhores, trabalhando para o site secreto e derramando simultaneamente os seus segredos para o governo dos EUA, em troca, ele diz, para um total de cerca de US $ 5.000. O FBI o levou internacionalmente quatro vezes para interrogatórios, incluindo uma viagem a Washington DC, e na última reunião obtidas Thordarson entregou oito discos rígidos cheios de logs de chats, vídeos e outros dados do WikiLeaks.
A relação fornece uma rara janela para a investigação da aplicação da lei dos EUA para o WikiLeaks, o grupo de transparência recém-lançados de volta à proeminência internacional com a sua assistência ao NSA denunciante Edward Snowden. A dupla-vida de Thordarson ilustra os esforços para que o governo estava disposto a ir em perseguição a Julian Assange, aproximando WikiLeaks com as táticas aperfeiçoadas durante o trabalho do FBI contra o crime organizado e dos hackers ou, mais sobriamente, Houver, a infiltração da Mesa de grupos de direitos civis. "É um sinal de que o FBI vê o WikiLeaks como uma organização criminosa suspeita de, em vez de uma organização de notícias", diz Stephen Aftergood da Federação dos Cientistas Americanos Projeto 'on Secrecy Governo.
"WikiLeaks era algo novo, então eu acho que o FBI teve que fazer uma escolha em algum ponto sobre a forma de avaliá-lo: É este o The New York Times , ou é outra coisa? E eles decidiram claramente que era outra coisa. "
Em setembro de 2010, Assange colocou Thordarson responsável pela sala de bate-papo do WikiLeaks, fazendo Thordarson o primeiro ponto de contato para novos voluntários, jornalistas, fontes potenciais e grupos de fora clamavam para entrar com WikiLeaks no auge de sua notoriedade.
Nesse papel, Thordarson era o homem nas negociações com o Fundo de Bradley Manning Defesa que levou à WikiLeaks doação de 15 mil dólares para a defesa de sua origem nobre. Ele cumprimentou e manipulou um novo voluntário que tinha começado a baixar e organizar um vasto tesouro de 1970 da era telegramas diplomáticos do Arquivo Nacional e da Administração Record, para o que tornou-se "cabos de Kissinger" coleção WikiLeaks 'em abril passado. E ele disputou dezenas de voluntários e apoiadores que fizeram tudo, desde sites de redesenho do WikiLeaks para filmar homenagens vídeo de Assange.
Ele acumulou milhares de páginas de chat logs de seu tempo no WikiLeaks, que, segundo ele, estão agora nas mãos do FBI.
Traição do WikiLeaks de Thordarson também foi uma traição pessoal de seu fundador, Julian Assange, que, dizem ex-colegas, tomou Thordarson sob sua asa, e manteve-o em torno da face da crítica e controvérsia jurídica.
Por razões que permanecem obscuras, Thordarson decidiu aproximar-se de membros do grupo de hackers Lulzsec e solicitar-lhes cortar os sistemas de governo da Islândia como um serviço ao WikiLeaks.
Infelizmente para Thordarson, o FBI tinha preso o líder do Lulzsec, Hector Xavier Monsegur, também conhecido como Sabu, uma semana antes, e garantiu sua colaboração como informante. Em 20 de junho, o FBI alertou o governo islandês. "Uma grande equipe de FBI veio à Islândia e pediu as autoridades islandesas para ajudá-los",
"Eles achavam que havia um ataque iminente do grupo Lulzsec sobre a Islândia."
Tendo que se esquivou da bala, não está claro o que levou Thordarson se aproximar do FBI, dois meses depois. Quando eu lhe perguntei diretamente na semana passada, ele respondeu: "Eu acho que cooperou, porque eu não queria participar em ter corte Anônimos e Lulzsec para Wikileaks, desde então você está definitivamente quebrando um monte de leis."
Essa resposta não faz muito sentido, já que era Thordarson, e não Assange, que pediu a Lulzsec atacar a Islândia. Não há nenhuma evidência de qualquer outro funcionário do WikiLeaks envolvido. Ele ofereceu uma segunda razão que ele admite é mais verdadeiro: "A segunda razão foi a aventura."
Fonte
Wired
A relação fornece uma rara janela para a investigação da aplicação da lei dos EUA para o WikiLeaks, o grupo de transparência recém-lançados de volta à proeminência internacional com a sua assistência ao NSA denunciante Edward Snowden. A dupla-vida de Thordarson ilustra os esforços para que o governo estava disposto a ir em perseguição a Julian Assange, aproximando WikiLeaks com as táticas aperfeiçoadas durante o trabalho do FBI contra o crime organizado e dos hackers ou, mais sobriamente, Houver, a infiltração da Mesa de grupos de direitos civis. "É um sinal de que o FBI vê o WikiLeaks como uma organização criminosa suspeita de, em vez de uma organização de notícias", diz Stephen Aftergood da Federação dos Cientistas Americanos Projeto 'on Secrecy Governo.
"WikiLeaks era algo novo, então eu acho que o FBI teve que fazer uma escolha em algum ponto sobre a forma de avaliá-lo: É este o The New York Times , ou é outra coisa? E eles decidiram claramente que era outra coisa. "
Em setembro de 2010, Assange colocou Thordarson responsável pela sala de bate-papo do WikiLeaks, fazendo Thordarson o primeiro ponto de contato para novos voluntários, jornalistas, fontes potenciais e grupos de fora clamavam para entrar com WikiLeaks no auge de sua notoriedade.
Nesse papel, Thordarson era o homem nas negociações com o Fundo de Bradley Manning Defesa que levou à WikiLeaks doação de 15 mil dólares para a defesa de sua origem nobre. Ele cumprimentou e manipulou um novo voluntário que tinha começado a baixar e organizar um vasto tesouro de 1970 da era telegramas diplomáticos do Arquivo Nacional e da Administração Record, para o que tornou-se "cabos de Kissinger" coleção WikiLeaks 'em abril passado. E ele disputou dezenas de voluntários e apoiadores que fizeram tudo, desde sites de redesenho do WikiLeaks para filmar homenagens vídeo de Assange.
Ele acumulou milhares de páginas de chat logs de seu tempo no WikiLeaks, que, segundo ele, estão agora nas mãos do FBI.
Traição do WikiLeaks de Thordarson também foi uma traição pessoal de seu fundador, Julian Assange, que, dizem ex-colegas, tomou Thordarson sob sua asa, e manteve-o em torno da face da crítica e controvérsia jurídica.
Por razões que permanecem obscuras, Thordarson decidiu aproximar-se de membros do grupo de hackers Lulzsec e solicitar-lhes cortar os sistemas de governo da Islândia como um serviço ao WikiLeaks.
Infelizmente para Thordarson, o FBI tinha preso o líder do Lulzsec, Hector Xavier Monsegur, também conhecido como Sabu, uma semana antes, e garantiu sua colaboração como informante. Em 20 de junho, o FBI alertou o governo islandês. "Uma grande equipe de FBI veio à Islândia e pediu as autoridades islandesas para ajudá-los",
"Eles achavam que havia um ataque iminente do grupo Lulzsec sobre a Islândia."
Tendo que se esquivou da bala, não está claro o que levou Thordarson se aproximar do FBI, dois meses depois. Quando eu lhe perguntei diretamente na semana passada, ele respondeu: "Eu acho que cooperou, porque eu não queria participar em ter corte Anônimos e Lulzsec para Wikileaks, desde então você está definitivamente quebrando um monte de leis."
Essa resposta não faz muito sentido, já que era Thordarson, e não Assange, que pediu a Lulzsec atacar a Islândia. Não há nenhuma evidência de qualquer outro funcionário do WikiLeaks envolvido. Ele ofereceu uma segunda razão que ele admite é mais verdadeiro: "A segunda razão foi a aventura."
Fonte
Wired
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